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    Irã rejeita conversas com EUA e diz que enfrenta 'guerra econômica'

    DUBAI (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, rejeitou qualquer conversa com os Estados Unidos e pediu, nesta terça-feira, que o governa tenha mais poder para administrar a economia abalada por sanções em meio a uma 'guerra econômica'.

    O presidente Donald Trump retirou os EUA de um acordo nuclear firmado em 2015 entre o Irã e potências mundiais segundo o qual Teerã limitou sua capacidade de enriquecimento de urânio --uma rota em potencial para uma bomba nuclear-- e, em troca, obteve um alívio nas sanções.

    Mas Trump restaurou as sanções no ano passado e as intensificou neste mês, ordenando que todos os países parem de importar petróleo iraniano se não quiserem enfrentar sanções.

    Washington disse que pretende pressionar Teerã a entrar em novas negociações sobre um novo acordo de controle de armas. O Irã já rejeitou várias vezes qualquer nova tratativa enquanto os EUA se mantiverem fora do pacto nuclear.

    'A situação atual não é adequada para conversas, e nossa única escolha é a resistência', disse Rouhani, segundo a agência de notícias estatal Irna.

    Na segunda-feira, Trump disse que o Irã será confrontado com 'grande força' se tentar algo contra interesses dos EUA no Oriente Médio, acrescentando que está disposto a conversar com o regime 'quando eles estiverem prontos'.

    Rouhani comparou a situação com a guerra iraniana contra o Iraque nos anos 1980, quando centenas de milhares de pessoas foram mortas, e disse que o governo precisa de poderes semelhantes àqueles que recebeu à época para conduzir a economia.

    'Em nenhum período anterior enfrentamos os problemas atuais no setor bancário e nas vendas de petróleo, por isso precisamos que todos se concentrem e sintam as condições da guerra econômica', disse Rouhani, de acordo com a Irna.

    No ano passado, o Irã criou tribunais de julgamento rápido depois que o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, pediu uma ação legal 'veloz e justa' para confrontar uma 'guerra econômica' com inimigos estrangeiros.

    Nesta terça-feira, o porta-voz do Judiciário, Gholamhossein Esmaili, disse que uma das cortes condenou 10 empresários a até 20 anos de prisão devido a acusações como 'sabotagem econômica', relatou a agência de notícias Fars. O Irã executou ao menos três empresários por crimes econômicos no ano passado.

    (Rdação de Dubai e Ali Abdelaty, no Cairo)

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    Guarda Revolucionária do Irã rejeita conversas com EUA após oferta de Trump

    DUBAI (Reuters) - A Guarda Revolucionária do Irã disse nesta sexta-feira que Teerã não negociará com os Estados Unidos e negou que qualquer ataque norte-americano seja provável, um dia depois de o presidente Donald Trump pedir conversas e dizer que não pode descartar um confronto militar.

    Na quinta-feira, Trump exortou a liderança iraniana a conversar com ele sobre a suspensão do programa nuclear de Teerã e disse que não pode descartar um confronto militar devido às altas tensões entre os dois países.

    Bombardeiros B-52 norte-americanos enviados ao Oriente Médio devido ao que Washington descreve como ameaças do Irã já chegaram a uma base dos EUA no Catar, disse o Comando Central dos EUA (Centcom).

    'Não haverá conversas com os norte-americanos, e os norte-americanos não ousarão uma ação militar contra nós', disse Yadollah Javani, vice-chefe de assuntos políticos da Guarda, segundo a agência Tasnim. 'Nossa nação... vê a América como indigna de confiança'.

    Milhares de iranianos participaram de marchas patrocinadas pelo Estado nesta sexta-feira para expressar apoio à decisão do governo, adotada na quarta-feira, de reduzir os limites impostos por um acordo de 2015 com potências mundiais ao seu programa nuclear.

    O Irã ameaçou fazer mais se os signatários não o blindarem das sanções dos EUA.

    A televisão estatal mostrou milhares marchando após as orações desta sexta-feira em Teerã, e disse que passeatas semelhantes ocorreram em todo o país.

    'A América precisa saber, as sanções não surtem efeito!', bradavam os manifestantes, muitos dos quais carregavam cartazes dizendo 'Abaixo os EUA'.

    Trump, que no ano passado retirou Washington do acordo nuclear com o Irã e retomou sanções contra o regime, já expressou, em vão, a disposição de se encontrar com líderes iranianos, e renovou esse apelo ao conversar com repórteres na quinta-feira.

    Indagado sobre os comentários de Trump, o embaixador do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), Majid Takht Ravanchi, respondeu que seu país tem conversado com as seis potências, EUA incluídos, segundo os termos do acordo nuclear.

    'De repente ele decidiu deixar a mesa de negociação... qual é a garantia de que não voltará atrás de novo?', indagou Takht Ravanchi em uma entrevista a uma televisão dos EUA.

    Ele refutou as alegações de uma ameaça iraniana, que disse serem 'inteligência falsa', e disse que estão 'sendo produzidas pelas mesmas pessoas que na véspera da invasão dos EUA ao Iraque fizeram o mesmo'.

    (Redação de Dubai)

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    Europeus rejeitam 'ultimatos' do Irã após recuo em promessas feitas sob acordo nuclear

    BERLIM (Reuters) - Países europeus disseram nesta quinta-feira que querem preservar o acordo nuclear com o Irã, mas rejeitam 'ultimatos' de Teerã, depois que a República Islâmica reduziu o alcance das limitações impostas ao programa nuclear do país e ameaçou adotar ações que podem violar o pacto internacional.

    O Irã anunciou na quarta-feira medidas que diminuem as restrições ao seu programa nuclear em reação a novas sanções dos Estados Unidos, impostas depois que Washington abandonou o acordo um ano atrás.

    Especialistas dizem que as novas medidas anunciadas por Teerã até agora provavelmente não violarão os termos do acordo de imediato.

    Mas o presidente Hassan Rouhani disse que, a menos que potências mundiais encontrem uma forma de proteger os setores petroleiro e bancário do Irã das sanções dos EUA dentro de 60 dias, o país começará a enriquecer urânio acima dos níveis permitidos pelo pacto.

    'Rejeitamos quaisquer ultimatos e avaliaremos o cumprimento do Irã com base no desempenho do Irã em relação aos compromissos de natureza nuclear do JCPOA e do NPT', disse um comunicado emitido conjuntamente pela União Europeia e pelos ministros das Relações Exteriores de França, Reino Unido e Alemanha.

    A sigla JCPOA se refere ao acordo nuclear de 2015, e a sigla NPT a um tratado de não proliferação que proíbe países de desenvolver armas nucleares.

    As potências europeias também disseram lamentar a reativação das sanções dos EUA e acrescentaram que continuam comprometidas a preservar e implantar totalmente o acordo nuclear com o Irã.

    'Estamos determinados a continuar nos empenhando para permitir a continuação do comércio legítimo com o Irã', disseram os Estados europeus, acrescentando que isso inclui obter um mecanismo especial concebido para possibilitar negociações com o regime.

    O acordo nuclear de 2015, assinado por Irã, EUA, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha, exige que Teerã limite seu programa nuclear em troca da eliminação de sanções internacionais.

    O governo do presidente dos EUA, Donald Trump, abandonou o pacto um ano atrás e reativou sanções, que intensificou neste mês, ordenando efetivamente que todos os países parem de comprar petróleo iraniano para eles mesmos não enfrentarem sanções.

    Os aliados europeus de Washington se opuseram à decisão norte-americana de romper com o pacto nuclear, que dizem beneficiar os radicais do Irã e minar os pragmáticos da liderança do regime que querem abrir o país ao mundo.

    Eles tentaram desenvolver um sistema que permita que investidores estrangeiros façam negócios no Irã evitando as sanções dos EUA, mas na prática o modelo ainda não funcionou, já que todas as grandes empresas europeias que haviam anunciado planos de investir no Irã dizem que não o farão mais.

    (Por Madeline Chambers e Bozorgmehr Sharafedin)

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    EUA rejeitam acordo do Ártico devido a desavenças sobre mudança climática

    Por Simon Johnson

    ROVANIEMI, Finlândia (Reuters) - Os Estados Unidos se recusaram a assinar um acordo sobre os desafios do Ártico devido a discordâncias quanto ao palavreado sobre a mudança climática, disseram diplomatas nesta terça-feira, o que ameaça a cooperação na região polar, que é um exemplo extremo do aquecimento global.

    As temperaturas estão aumentando duas vezes mais rápido no Ártico do que no resto do globo, e o degelo expõe reservas vastas de petróleo e gás à exploração comercial em potencial.

    Um encontro de nações que fazem fronteira com o Ártico realizado em Rovaniemi, no norte da Finlândia, nesta terça-feira almeja elaborar uma agenda de dois anos para equilibrar os desafios da mudança climática e o desenvolvimento sustentável da riqueza mineral.

    Mas o ministro das Relações Exteriores finlandês, Timo Soini, disse que a declaração conjunta está 'descartada' e será substituída por um comunicado curto dos ministros que compareceram à conferência.

    Uma fonte diplomática a par das conversas disse que os EUA recuaram da assinatura por discordarem do palavreado da declaração, que diz que a mudança climática é uma ameaça grave ao Ártico. Uma segunda fonte o confirmou.

    Foi a primeira vez que uma declaração foi cancelada desde que o Conselho do Ártico foi formado em 1996. Não foi possível contatar a delegação norte-americana de imediato para obter comentários.

    Falando ao conselho, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que o governo do presidente Donald Trump 'compartilha seu comprometimento profundo com a gestão ambiental' no Ártico, mas disse que metas coletivas nem sempre são a resposta.

    'Elas se tornam sem sentido e até contraproducentes assim que uma nação deixa de cumpri-las', disse.

    O Conselho do Ártico é composto por EUA, Canadá, Rússia, Finlândia, Noruega, Dinamarca e Islândia. Os acordos entre os países não são obrigatórios.

    Trump expressa seu ceticismo em relação ao aquecimento global como resultado da atividade humana com frequência, e manteve sua decisão de 2017 de retirar os EUA do acordo climático de Paris, assinado por quase 200 nações em 2015 – o que colocou em choque com ativistas e muitos outros países.

    'Uma crise climática no Ártico não é um cenário futuro, está acontecendo enquanto falamos', disse a chanceler sueca, Margot Wallstrom, ao se dirigir ao conselho.

    (Reportagem adicional de Anne Kauranen em Helsinque)

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    Trump cobra México a ampliar repressão a nova caravana de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cobrou o México nesta quarta-feira a fazer mais para conter uma nova caravana de imigrantes e postulantes a asilo que atravessa o país rumo aos EUA, reiterando a ameaça de fechar a fronteira ou enviar mais tropas.

    'Uma caravana muito grande de mais de 20 mil pessoas partiu através do México', escreveu Trump no Twitter. 'O México reduziu seu tamanho, mas ela continua vindo. O México precisa apreender o restante, ou seremos forçados a fechar aquela seção da fronteira e chamar os militares'.

    Trump disse que o México não está fazendo o suficiente para apreender e devolver imigrantes e, sem apresentar provas, disse que recentemente soldados mexicanos 'apontaram armas' para soldados norte-americanos.

    Ele disse que o incidente provavelmente foi 'uma tática diversiva para traficantes de drogas' e que tropas armadas estão sendo enviadas para a divisa.

    Não foi possível contactar autoridades mexicanas de imediato para que comentassem a declaração de Trump.

    Trump fez da repressão à imigração uma prioridade que deu fôlego à sua campanha presidencial e sua vitória eleitoral em 2016. Mais de 100 mil pessoas foram apreendidas ou se apresentaram às autoridades dos EUA em março, segundo a Casa Branca, que disse ter se tratado do maior número em uma década.

    Em reação ao que Trump descreveu como uma crise, seu governo enviou milhares de soldados da ativa da Guarda Nacional à fronteira e realocou agentes de fronteira para lidarem com o influxo de imigrantes. No mês passado, ele ameaçou fechar a divisa EUA-México se o governo mexicano não contiver imediatamente a imigração ilegal.

    Quando o Congresso se recusou a liberar dinheiro para a construção de um muro na fronteira no início deste ano, Trump declarou uma emergência nacional na tentativa de redirecionar fundos para o projeto, colocando a política imigratória na linha de frente da corrida presidencial de 2020.

    Na terça-feira, o chefe do Instituto Nacional de Migração do México, Tonatiuh Guillén, ressaltou o aumento das deportações do país, dizendo que o México devolveu 15 mil imigrantes nos últimos 30 dias.

    Ele não especificou para onde eles foram deportados, mas a maioria das pessoas que atravessa o México rumo aos EUA é de Guatemala, Honduras e El Salvador, onde os imigrantes dizem estar fugindo da corrupção, da violência das gangues e da pobreza crônica.

    (Por Makini Brice)

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    França sedia cúpula do G7 sob sombra de rejeição dos EUA, Brexit e 'coletes amarelos'

    Por Richard Lough e John Irish

    DINARD, França (Reuters) - A França deu boas-vindas cautelosas aos ministros das Relações Exteriores do Grupo dos Sete (G7) que chegaram nesta sexta-feira para uma cúpula ofuscada pela ausência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo caos provocado pela separação britânica da União Europeia e por meses de protestos antigoverno em Paris e demais cidades francesas.

    Manifestantes picharam slogans atacando o presidente francês, Emmanuel Macron, no resort litorâneo pacato de Dinard, onde os chanceleres vão se reunir para estabelecer a pauta para seus líderes na reunião anual das potências, que acontecerá em agosto.

    De madrugada, operários esfregavam muros pichados com frases como 'Bancos ladrões', 'Revolução' e 'Não ao G7', que espelham a revolta extravasada em toda a França durante mais de cinco meses de protestos antigoverno dos chamados 'coletes amarelos'.

    Diplomatas franceses dizem que recuaram em suas ambições pela presidência do clube de países ricos depois que Trump desistiu de um comunicado conjunto na cúpula do ano passado no Canadá e criticou o primeiro-ministro e anfitrião, Justin Trudeau.

    O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, não comparecerá e enviará um assessor. Um diplomata veterano de Paris disse que Pompeo enviou uma mensagem afirmando ter 'coisas melhores para fazer'.

    Mas a pauta inclui questões importantes, que vão da segurança cibernética à interferência estrangeira em democracias, à reação ao tráfico no Sahel e à desigualdade.

    O chanceler britânico, Jeremy Hunt, disse que pedirá às suas contrapartes europeias que apoiem o pedido de seu governo por um novo adiamento da saída do Reino Unido da UE, agendado para daqui a uma semana, a menos que os países do bloco concordem com uma prorrogação.

    A primeira-ministra britânica, Theresa May, não conseguiu a aprovação do Parlamento ao seu acordo de saída. Hunt disse que o G7 é a prova de que o Reino Unido não está se distanciando de um papel internacional de destaque.

    'O envolvimento do Reino Unido no G7 é vital para nossa segurança e prosperidade coletivas, já que buscamos proteger o sistema internacional baseado em regras', disse. 'Não tenham dúvida de que, depois que o Brexit acontecer, o Reino Unido continuará sendo uma potência global'.

    Mas as tensões entre os EUA e seus aliados europeus, particularmente quanto ao comércio, a mudança climática e o acordo nuclear com o Irã, fazem com que agora as partes buscam um denominador comum onde antes se entendiam em grande medida.

    (Reportagem adicional de William James em Londres)

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    Theresa May defende acordo do Brexit, mas adversários planejam moção de rejeição

    Por Costas Pitas e Alistair Smout

    LONDRES (Reuters) - A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, conquistou o apoio do mais destacado defensor do Brexit de seu governo nesta sexta-feira enquanto luta para salvar um esboço de acordo com a União Europeia que desencadeou um complô para tirá-la do cargo.

    Mais de dois anos depois de o Reino Unido votar pela desfiliação da UE, ainda não está claro como, em que termos ou mesmo se o país deixará o bloco tal como planejado em 29 de março de 2019.

    Poucas horas depois de anunciar que seus ministros do primeiro escalão endossaram coletivamente o pacto, o cargo de May foi posto em xeque como nunca antes quando seu secretário para o Brexit, Dominic Raab, renunciou na quinta-feira em protesto contra o acordo.

    Outros parlamentares amotinados de seu próprio partido falaram abertamente em substituí-la e lhe disseram com todas as letras que seu acordo não passará no Parlamento.

    Mas May, que prometeu em tom desafiador que permanecerá no cargo, recebeu um apoio raro nesta sexta-feira quando Michael Gove, o maior defensor do Brexit em seu gabinete, disse que continuará como ministro do Meio Ambiente.

    Indagado se confia em May, Gove, que ficou famoso por minar a tentativa do ex-chanceler Boris Johnson de assumir a liderança em 2016, disse aos repórteres: 'Absolutamente'.

    'Acho que é absolutamente vital que nos concentremos em obter o acordo certo no futuro e fazer com que, nas áreas que importam tanto ao povo britânico, consigamos um bom desfecho', disse Gove, de 51 anos, um sucessor em potencial de May.

    O ministro do Comércio, Liam Fox, outro defensor destacado do Brexit, fez coro com Gove e apoiou May – mas seu futuro continua incerto.

    A primeira questão que ela enfrentou em um programa da rádio LBC ao defender seu acordo foi de um ouvinte que lhe pediu que 'se retire respeitosamente', mas ela não respondeu de imediato a essa parte da pergunta.

    Stephen Barclay, seu pouco conhecido ministro da Saúde, foi nomeado como novo secretário para o Brexit, mas o ocupante do cargo não terá o status de negociador-chefe, e May comandará a finalização das conversas com a UE.

    Em Londres, políticos, autoridades e diplomatas questionaram explicitamente quanto tempo May ainda tem, e já se especula que em breve pode surgir uma disputa pela liderança.

    O vice de fato da premiê, David Lidington, disse que ela venceria uma moção de rejeição, na qual só precisaria de uma maioria simples dos votos totais dos parlamentares para vencer.

    Bruxelas e Londres precisam de um acordo para manter o fluxo comercial entre o maior bloco comercial do mundo e o Reino Unido, lar do maior centro financeiro internacional.

    (Reportagem adicional de Andrew MacAskill, Andy Bruce, Elizabeth Piper e William James)

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    Haddad diz que pode virar eleição se rejeição de Bolsonaro continuar a subir

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira que pode virar a eleição contra o adversário na corrida pelo Palácio do Planalto, Jair Bolsonaro (PSL), apesar da atual vantagem do rival nas pesquisas, se a rejeição ao capitão da reserva continuar a subir.

    Em sabatina à rádio CBN e ao portal G1, Haddad disse que a queda em sua própria rejeição e o crescimento da rejeição de Bolsonaro, de acordo com pesquisa do Ibope divulgada na terça-feira, indicam que a campanha do petista encontrou um caminho de debate, e que há chance de virar a eleição.

    'Se na próxima rodada de pesquisa a rejeição dele aumentar 5 (pontos) de novo e a minha cair 6 (pontos) de novo, ele vai perder a eleição', disse Haddad na sabatina.

    'A periferia das grandes cidades não votou conosco no primeiro turno. Nós temos que reconectar com esse povo. A minha rejeição ter caído essa semana tanto, e a dele ter subido tanto, já quer dizer que a gente encontrou um caminho de debate e nós temos até domingo para fazer o debate. Nós vamos virar essa eleição', acrescentou.

    No levantamento divulgado pelo Ibope na terça-feira, 40 por cento dos entrevistados disseram que não votarão de jeito nenhum em Bolsonaro, ante 35 por cento na pesquisa anterior. Já no caso de Haddad, 41 por cento declararam que de jeito algum votarão no presidenciável petista, frente a 47 por cento na semana passada.

    Nas intenções de voto, Bolsonaro lidera com 57 por cento dos votos válidos, enquanto Haddad tem 43 por cento. No levantamento anterior do instituto o candidato do PSL tinha 59 por cento e o petista aparecia com 41 por cento.

    (Por Maria Clara Pestre)

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    ANÁLISE-Rejeição elevada a Bolsonaro e Haddad impõe dificuldades na largada de governo em 2019

    Por Eduardo Simões

    SÃO PAULO (Reuters) - O provável segundo turno da eleição presidencial entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) pode dar à luz um governo com dificuldades de engrenar a partir de 2019 devido ao elevado índice de rejeição dos dois postulantes ao Planalto, mostrado nas pesquisas de intenção de voto, disseram analistas ouvidos pela Reuters.

    Líder e vice-líder na corrida presidencial, Bolsonaro e Haddad têm, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada na terça-feira, rejeição de 45 e 41 por cento, respectivamente, o que pode levar a um segundo turno movido pela escolha do menos pior e a problemas de formação de uma base de sustentação a partir de janeiro.

    'Vai ser um segundo turno em que os dois candidatos são rejeitados por quase metade da população', disse à Reuters Danilo Gennari, sócio da Distrito Relações Governamentais em Brasília.

    Bolsonaro tem afirmado que não aceitará um resultado eleitoral que não seja a sua eleição à Presidência, ao passo que o PT adotou, antes de formalizar a candidatura de Haddad, discurso de que uma eleição sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva --barrado pela Justiça Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa-- seria uma fraude.

    Aliada a esse cenário, que acirra a polarização política, está a agenda de decisões difíceis e potencialmente impopulares que o próximo presidente terá de tomar, diante de um cenário fiscal complicado e da necessidade de reformas para fazer frente a ele.

    Assim, Gennari prevê que, qualquer que seja o vencedor do pleito de outubro, haverá reclamações e contestações. Para ele, a questão é qual será a repercussão delas.

    'A grande questão que se coloca é: dado o nosso atual momento político, institucional, social, a gente vai ver um movimento parecido com o da última eleição em que o lado perdedor, no caso o Aécio (Neves), começou na segunda-feira atirando para tudo que é lado questionando e isso teve eco, principalmente na imprensa?', indagou, em referência ao candidato tucano derrotado em 2014.

    'Tem espaço para isso acontecer de novo, termos mais quatro anos de buraco ou após a eleição, seja lá qual for o resultado, as pessoas vão parar, pensar e falar: 'Está bom, chega, vamos ser um pouco mais responsáveis dessa vez e vamos ver o que pode ser feito para o Brasil sair desse buraco, pelo menos para não afundar ainda mais?' Essa é a primeira questão.'

    SEM LUA DE MEL

    Com um cenário de acirramento da polarização política à frente, o analista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria, aponta também as decisões econômicas difíceis --muitas delas impopulares-- que o próximo presidente terá pela frente a partir de janeiro de 2019 como outro fator complicador.

    O Brasil caminha para o sexto ano de déficit nas contas públicas em 2019 e o teto dos gastos, aprovado na gestão do presidente Michel Temer, deve impor à próxima administração escolhas difíceis.

    'A minha leitura é de que nós temos um dilema político bastante significativo, independentemente do resultado eleitoral e a situação política muito mais exacerbada que sairia desse segundo turno entre Bolsonaro e Haddad. Isso exacerbaria o risco de não gerar um ambiente mais estável para a construção de coalizões', disse Cortez à Reuters.

    'O Brasil não vive a sua normalidade política, nós vivemos um quadro muito polarizado, a agenda do próximo presidente é uma agenda marcada por conflitos complicados, por escolhas difíceis', avaliou.

    Nesse cenário, a maior probabilidade é de que o presidente que assumir o leme do país em 1º de janeiro de 2019 não conte com a benevolência que costuma marcar o período inicial dos novos governos, na avaliação tanto de Cortez quanto de Gennari.

    'Não acredito que exista essa lua de mel, diante não só do problema político, da polarização, mas também pelo tipo de agenda que o próximo presidente deve enfrentar', disse o analista da Tendências.

    INTELIGÊNCIA POLÍTICA

    Para o cientista político Creomar de Souza, da Universidade Católica de Brasília, as condições de governabilidade também dependerão do placar do segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto.

    'Quanto menos consensual for a vitória, pior será o resultado em termos de eficiência presidencial no início do governo', avaliou.

    'Porque esse chamado cheque em branco dos primeiros 100 dias parte do princípio de que você teve um rito totalmente civilizado', afirmou.

    'Significa que um candidato ganha, o candidato que perde reconhece a derrota, dá um telefonema dizendo que perdeu, depois vai à mídia e diz: 'Agradeço aos votos e aos apoiadores, mas agora acabou a eleição, vamos todos seguir em frente, porque somos todos brasileiros'. Isso não existe no Brasil já há algum tempo.'

    Para ele, findo o primeiro turno no próximo domingo, com a consequente definição das bancadas de deputados e senadores a partir do ano que vem, os dois presidenciáveis que restarem da disputa pelo Palácio do Planalto deverão intensificar as negociações para formação de suas bases congressuais.

    Bolsonaro, por exemplo, já conquistou o apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária e deverá se concentrar na busca por apoios de bancadas setoriais. Coordenadores da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso e da Frente de Segurança Pública disseram à Reuters que a maioria dos integrantes dos dois grupos também apoia a candidatura do PSL.

    Para o cientista político Adriano Oliveira, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Haddad parece ter mais condições de formar uma base parlamentar, dado seu histórico político, enquanto Bolsonaro é uma incógnita, pois nunca esteve nesta posição.

    Creomar, da Universidade Católica de Brasília, faz, no entanto, uma previsão pouco otimista sobre o que deve ser a próxima legislatura, diante do cenário de polarização e da necessidade de tomada de decisões na área fiscal.

    'Muito provavelmente, pelo que nós temos visto como constante nos últimos anos, o Congresso Nacional não vai ter inteligência política para entender a gravidade dessas agendas, vai estar muito mais preocupado com a manutenção de privilégios de toda a ordem', disse.

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