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    Dívida líquida do país sobe até 2024 mesmo com reformas, projeta Tesouro

    Por Iuri Dantas

    SÃO PAULO (Reuters) - A dívida líquida vai continuar crescendo nos próximos seis anos antes de começar a cair a partir de 2025, no cenário em que são aprovadas reformas estruturais para auxiliar na estabilização do passivo, avaliou nesta quinta-feira o Tesouro Nacional em um novo relatório.

    Sem reformas e esforço fiscal, como a retomada dos superávits primários, a dívida bruta do governo central pode superar 90 por cento do PIB, segundo o relatório, que lista um total de nove riscos --domésticos e globais-- para a trajetória da dívida.

    'O cenário de médio prazo ainda é desafiador', assinala o Tesouro.

    'A expectativa é de que importantes medidas sejam tomadas de forma a garantir um ajuste fiscal gradativo, para que se consiga reverter a trajetória de deterioração do endividamento público.'

    A dívida líquida, que desconta o valor dos ativos do país do total do endividamento, deve atingir 61,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027, depois de subir 3,3 por cento e encerrar 2018 em 54,9 por cento do PIB, informou o Tesouro.

    Já a relação da dívida bruta do governo geral, que não leva em conta o que a União tem a receber, chegará a 73,2 por cento do PIB em 2027, ante 77,3 por cento no fim deste ano. A dívida bruta deve crescer em relação ao PIB até 2022, nos cálculos do Tesouro, antes de cair.

    Em 2013, a dívida bruta equivalia a 51,5 por cento do PIB e vem crescendo por 'condições financeiras e econômicas' adversas, sem falar da forte recessão de 2015-2016. Um dos fatores que impactou positivamente na trajetória da dívida bruta desde 2014 foi a devolução de recursos equivalentes a 5 por cento do PIB pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro.

    'Considerando-se o espectro de risco, as simulações mostram a dívida bruta/PIB estabilizando-se um pouco acima de 80 por cento', se houver implementação total de reformas.

    'Por outro lado, a ausência de reformas resulta em cenários mais adversos, nos quais a DBGG/PIB atinge patamares superiores a 90 por cento', complementa o relatório.

    A estabilização da relação da dívida bruta com o PIB exige a produção de um superávit primário --receitas menos despesas antes do pagamento de juros da dívida-- de 0,6 por cento do PIB a partir de 2021, percentual que precisaria ser de 1,3 por cento do PIB para que a relação da dívida líquida com o Produto Interno Bruto também pare de subir naquele ano.

    'Tais parâmetros são sensíveis às hipóteses de juros e crescimento do PIB, mas ainda assim representam um esforço fiscal adicional considerável', diz o relatório.

    Entre os riscos elencados pelo Tesouro Nacional, estão dificuldades para aprovar reformas ou cumprir regras fiscais, mudanças na política econômica, elevação de juros ou queda de crescimento no exterior, restrições ao comércio global, queda dos preços das commodities, entre outros.

    A dívida pública federal do Brasil caiu 0,44 por cento em outubro ante setembro, a 3,763 trilhões de reais, num mês marcado por forte queda do dólar após o resultado das eleições presidenciais, que levou à diminuição da dívida externa, informou o Tesouro Nacional nesta semana.

    Com o movimento, a dívida total ficou ainda mais abaixo do piso estabelecido para 2018 pelo Plano Anual de Financiamento (PAF), de 3,78 trilhões a 3,98 trilhões de reais, após ter encostado no limite inferior da banda no mês anterior.

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    Governo abre espaço para gastar mais R$4 bi em 2018 após calcular folga sobre meta

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo abriu espaço no Orçamento para gastar mais 4 bilhões de reais em 2018 após ter calculado uma folga maior para o cumprimento da meta fiscal, diante do aumento nas receitas com impostos e royalties de petróleo e uma queda nas despesas no ano.

    Segundo os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, contudo, a decisão pelo efetivo gasto será tomada na próxima semana.

    Em coletiva de imprensa, o secretário de Orçamento Federal, George Soares, pontuou que as demandas dos ministérios estão hoje por volta de 6,7 bilhões de reais.

    Agora, o governo irá se debruçar sobre os pedidos, numa triagem que irá priorizar a eliminação de contas em atraso, o pagamento de compromissos internacionais e a destinação de recursos para obras em andamento, segundo Soares.

    No pacote a ser analisado, também está, por exemplo, eventual injeção para o FGE (Fundo de Garantia à Exportação), que cobre calotes dados por países que o Brasil financiou via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como a Venezuela.

    No relatório bimestral de receitas e despesas do quarto bimestre, divulgado nesta sexta-feira, o governo calculou uma margem de 8,225 bilhões de reais para cumprimento da meta fiscal. Deste montante, contudo, só é possível liberar 4,124 bilhões de reais respeitando a regra do teto de gastos em 2018.

    Os 4,101 bilhões de reais restantes só podem ser empregados em despesas que não precisam obedecer ao teto, como a capitalização de empresas estatais, por exemplo. Mas o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, pontuou que a tendência é que os recursos melhorem o resultado primário do ano.

    'Mesmo com economia com crescimento em torno de 1,6 por cento, a receita tem crescido muito além do esperado, isso se manteve em julho e agosto', disse.

    'O crescimento de receita vai praticamente para excesso de primário, melhora em relação à meta. Já a queda da despesa obrigatória abre espaço para aumento de despesa discricionária de alguns ministérios', acrescentou.

    No relatório, a equipe econômica manteve a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,6 por cento este ano, mas ajustou a estimativa para a inflação a 4,1 por cento, ante 4,2 por cento antes.

    A meta de rombo primário deste ano é de 159 bilhões de reais para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência) e, mesmo diante dos solavancos na economia, agravados pela greve dos caminhoneiros, o governo tem reiterado que ela será cumprida com tranquilidade.

    Mansueto lembrou que o governo central deve se beneficiar ainda de uma economia de 15 bilhões de reais com recursos empoçados até o final do ano. Esse dinheiro já foi liberado para pagamento, mas não foi executado pelas pastas por uma série de amarras e vinculações.

    Mansueto reiterou que as estatais podem fechar 2018 com superávit de 5 bilhões de reais, ajudadas por pagamento que será feito por Itaipu, ante meta de déficit de 3,5 bilhões de reais.

    Para Estados e municípios, o governo calculou um superávit de 9,7 bilhões de reais, frente a uma meta de saldo positivo em 1,2 bilhão de reais para 2018.

    Tudo posto, o setor público consolidado pode fechar o ano com um rombo primário de 125 bilhões de reais, bem menor que o déficit de 161,3 bilhões de reais fixado como meta.

    'Claro que é resultado muito melhor do que o que estava estabelecido na meta, mas não é motivo para comemoração', disse Mansueto, reforçando que o país caminha para seu quinto ano consecutivo no vermelho, não conseguindo, com isso, conter a trajetória de crescimento da dívida pública.

    NOVOS CÁLCULOS

    De um lado, o governo cortou em 4,296 bilhões de reais a projeção de gastos totais em 2018, a 1,381 trilhão de reais. Contribuíram para tanto as menores despesas esperadas com pessoal e encargos sociais (-1,453 bilhão de reais), subsídios, subvenções e Proagro (-1,374 bilhão de reais) e abono e seguro-desemprego (-1,323 bilhão de reais).

    Na outra ponta, o governo elevou em 3,929 bilhões de reais a previsão para a receita líquida em 2018, a 1,230 trilhão de reais, principalmente pela previsão de maior arrecadação com Contribuição Social sobre Lucro Líquido (+1,376 bilhão de reais), Imposto de Importação (+1,287 bilhão de reais) e Imposto sobre a Renda (+999,7 milhões de reais).

    O governo também ressaltou no relatório que espera 1,530 bilhão de reais a mais no ano com exploração de recursos naturais, linha sensibilizada pelo crescimento dos royalties do petróleo, num movimento ajudado pela alta do dólar.

    A moeda norte-americana tem reagido aos desdobramentos da cena externa, com a normalização monetária nos Estados Unidos, e à cena doméstica, em meio às incertezas ligadas às eleições presidenciais de outubro e à capacidade do novo ocupante do Palácio do Planalto de tocar as reformas econômicas.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo eleva a R$ 8,225 bi previsão de folga para cumprimento da meta fiscal em 2018

    Governo eleva a R$ 8,225 bi previsão de folga para cumprimento da meta fiscal em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo aumentou a folga prevista para o cumprimento da meta fiscal deste ano a 8,225 bilhões de reais, após estimar um aumento nas receitas com impostos e royalties de petróleo e uma queda nas despesas no ano.

    No relatório bimestral de receitas e despesas do quarto bimestre, divulgado nesta sexta-feira, os ministérios da Fazenda e do Planejamento também divulgaram que, diante do quadro, há espaço para o governo liberar 4,124 bilhões de reais em despesas respeitando a regra do teto de gastos em 2018.

    O restante só pode ser empregado em gastos que não precisam obedecer ao teto, como a capitalização de empresas estatais, por exemplo.

    'Mesmo com economia com crescimento em torno de 1,6 por cento, a receita tem crescido muito além do esperado, isso se manteve em julho e agosto', disse o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida.

    'O crescimento de receita vai praticamente para excesso de primário, melhora em relação à meta, já a queda da despesa obrigatória abre espaço para aumento de despesa discricionária de alguns ministérios.'

    No documento, os ministérios da Fazenda e do Planejamento mantiveram a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 1,6 por cento este ano, mas ajustaram a estimativa para a inflação a 4,1 por cento, ante 4,2 por cento antes.

    A meta de rombo primário deste ano é de 159 bilhões de reais para o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência) e, mesmo diante dos solavancos na economia, agravados pela greve dos caminhoneiros, o governo tem reiterado que ela será cumprida.

    De um lado, o governo cortou em 4,296 bilhões de reais a projeção de gastos totais em 2018, a 1,381 trilhão de reais. Contribuíram para tanto as menores despesas esperadas com pessoal e encargos sociais (-1,453 bilhão de reais), subsídios, subvenções e Proagro (-1,374 bilhão de reais) e abono e seguro-desemprego (-1,323 bilhão de reais).

    Na outra ponta, governo elevou em 3,929 bilhões de reais a previsão para a receita líquida em 2018, a 1,230 trilhão de reais, principalmente pela previsão de maior arrecadação com Contribuição Social sobre Lucro Líquido (+1,376 bilhão de reais), Imposto de Importação (+1,287 bilhão de reais) e Imposto sobre a Renda (+999,7 milhões de reais).

    O governo também ressaltou no relatório que espera 1,530 bilhão de reais a mais no ano com exploração de recursos naturais, linha sensibilizada pelo crescimento dos royalties do petróleo, num movimento ajudado pela alta do dólar.

    Em outra frente, a expectativa com arrecadação líquida para o Regime Geral de Previdência Social subiu 1,951 bilhão de reais, afetada pela atualização da massa salarial.

    (Por Marcela Ayres)

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    BC vê queda do crédito a empresas em 2018; inadimplência pesa mais sobre spread

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Central projeta que o crédito voltado para as empresas reduzirá em 2018 ao mesmo tempo em que apontou em que a inadimplência é o principal componente do spread bancário, de acordo com o Relatório de Economia Bancária divulgado nesta terça-feira.

    O saldo de crédito das pessoas jurídicas deve registrar recuo de 2 por cento neste ano, enquanto que para as pessoas físicas deve aumentar 7 por cento.

    Assim, a projeção de crescimento da carteira total de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) foi reduzida a 3 por cento em 2018. Em março, o BC projetou que o estoque total cresceria 3,5 por cento neste ano.

    Segundo o BC, a queda nas operações de crédito para empresas ocorre por causa da perda de força do segmento de crédito direcionado. Essas operações seguirão sendo influenciadas pelo processo significativo de desalavancagem financeira das empresas, pelo maior dinamismo do mercado de capitais e dos fluxos de captações externas e pela modificação no custo relativo do crédito direcionado, com repercussões sobre a demanda de recursos no SFN , trouxe o BC.

    A revisão também acontece em meio ao cenário de menor confiança e crescimento econômico do país, com as projeções já abaixo de 2 por cento neste ano.

    O BC apontou ainda que o Custo de Captação foi o principal componente do custo do crédito no Brasil entre 2015 e 2017. Porém, excluindo-se o Custo de Captação chega-se ao spread do custo do crédito, cujo principal componente é a Inadimplência, com contribuição média de 37,4 por cento de 2015 a 2017.

    Na sequência, estão Despesas Administrativas (25 por cento), Tributos e Fundo Garantidor de Créditos (22,8 por cento) e Margem Financeira do Indicador de Custo de Crédito (14,9 por cento).

    A inadimplência afeta as taxas de juros cobradas nos empréstimos em dois aspectos primordiais: a sua prevalência (em outras palavras, quantos clientes deixam de pagar) e o prazo das operações , informou o BC no relatório.

    Quanto maior a taxa de inadimplência, maior a taxa de juros necessária para cobrir a perda com a inadimplência. Quanto maior o prazo das operações de crédito, menor a taxa de juros necessária para cobrir a perda com a inadimplência .

    (Por Camila Moreira)

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