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    PF prende ex-presidente Michel Temer no âmbito da Lava Jato

    (Reuters) - O ex-presidente Michel Temer e o ex-ministro Moreira Franco foram presos, nesta quinta-feira, em operação da Lava Jato relacionada a desvios na Eletronuclear, responsável pelas obras da usina Angra 3.

    Veja abaixo reações de lideranças políticas sobre as prisões.

    LÍDER DO PSL NO SENADO, MAJOR OLIMPIO (SP):

    'O Brasil está mudando realmente. A Justiça será para todos... Nesse momento, com a prisão do ex-presidente Michel Temer e possivelmente de alguns de seus ministros nós estaremos dando a certeza à população brasileira que estamos no caminho da lei ser cumprida.

    Tem que passar a limpo o país. Cadeia para todos aqueles que dilapidaram o patrimônio do povo brasileiro e envergonharam a política.'

    MDB, EM NOTA:

    'O MDB lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa.'

    LÍDER DO PPS NA CÂMARA, DANIEL COELHO (PE):

    'Os resultados desta nova etapa da Lava Jato demonstram, mais uma vez, que ninguém, absolutamente ninguém, está acima da lei vigente deste país. A Justiça mostra que não tem partido, nem viés ideológico. Na nossa avaliação, a força-tarefa (da Lava Jato) continua se pautando pela materialidade das provas colhidas, sem agir pela seletividade dos seus alvos.

    Não há sentimento de celebração. Lamenta-se que dois ex-presidentes da República estejam presos.'

    PT, EM NOTA:

    'O Partido dos Trabalhadores espera que as prisões de Michel Temer e de Moreira Franco, entre outros, tenham sido decretadas com base em fatos consistentes, respeitando o processo legal, e não apenas por especulações e delações sem provas, como ocorreu no processo do ex-presidente Lula e em ações contra dirigentes do PT.'

    LÍDER DA OPOSIÇÃO NA CÂMARA, ALESSANDRO MOLON (PSB-RJ):

    'Por duas vezes, tentamos, na Câmara, que Michel Temer respondesse por seus delitos durante o exercício da Presidência da República, mas ele usou a força de seu cargo para impedir que essas denúncias avançassem. Felizmente, agora ele começa a responder perante a Justiça. Trata-se do chefe de uma quadrilha, cujos comparsas já foram presos.'

    SENADOR JAQUES WAGNER (PT-BA):

    'Não sou eu que vou julgar os motivos. O direito cabe ao ex-presidente de fazer o recurso. Agora, virou tábula rasa. Faz uma temporada, para obter um depoimento um ex-presidente da República. Ele deveria ter sido chamado primeiro para depor. Ele já se manifestou no processo?

    Nas outras democracias do mundo pelo que me consta se faz todo um processo e o condenado vai preso. Aqui as pessoas vão sendo presas e as preventivas se eternizam.'

    LÍDER DA MINORIA NA CÂMARA, JANDIRA FEGHALI (PCdoB-RJ):

    'Poderíamos comemorar muito a prisão de Temer depois de tudo que ele fez contra a ex-presidenta Dilma Rousseff, mulher que foi derrubada sem provas num golpe muito bem orquestrado, mas nós defendemos o devido processo legal. Não há espaço para dois pesos, duas medidas.

    Nós, no Parlamento, fomos chamados há dois anos a votar a autorização da investigação sobre ele e, assim, o processo ocorresse com trâmite correto... Nos estranha o momento em que essas prisões são efetuadas.'

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    REPERCUSSÃO-Presidenciáveis repudiam ataque a Jair Bolsonaro (PSL)

    BRASÍLIA (Reuters) - Candidatos à Presidência da República repudiaram o ataque a faca nesta quinta-feira contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), em Juiz de Fora (MG).

    Os candidatos pediram investigação e defenderam que a disputa se dê no campo de ideias e nas urnas, assim como o candidato a vice-presidente pelo PT, Fernando Haddad, que deve assumir a cabeça de chapa diante da inelegibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Confira, a seguir, o que disseram os adversários de Bolsonaro na disputa pelo Palácio do Planalto:

    MARINA SILVA (REDE)

    'A violência contra o candidato Jair Bolsonaro é inadmissível e configura um duplo atentado: contra sua integridade física e contra a democracia. Neste momento difícil que atravessa o Brasil, é preciso zelar com rigor pela defesa da vida humana e pela defesa da vida democrática e institucional do nosso País. Este atentado deve ser investigado e punido com todo rigor. A sociedade deve refutar energicamente qualquer uso da violência como manifestação política.'

    CIRO GOMES (PDT)

    'Acabo de ser informado em Caruaru, Pernambuco, onde estou, que o deputado Jair Bolsonaro sofreu um ferimento a faca. Repudio a violência como linguagem política, solidarizo-me com meu opositor e exijo que as autoridades identifiquem e punam o ou os responsáveis por esta barbárie.'

    GERALDO ALCKMIN (PSDB)

    'Esperamos que o candidato se recupere rapidamente. Política se faz com diálogo e convencimento, jamais com ódio. Qualquer ato de violência é deplorável. Esperamos que a investigação sobre o ataque ao deputado Jair Bolsonaro seja rápida, e a punição, exemplar.'

    FERNANDO HADDAD (PT)

    'Repudio totalmente qualquer ato de violência e desejo pronto restabelecimento a Jair Bolsonaro.'

    'A pessoa tem lá suas idiossincrasias, seu temperamento, mas nós democratas precisamos garantir um processo pacífico, reforçar os valores democráticos. Não se pode entrar em provocação de jeito nenhum, sob nenhum pretexto. Deus me livre, que horror isso', disse Haddad em entrevista ao site Congresso em Foco e ao canal My News.

    ALVARO DIAS (PODE)

    'Eu repudio todo e qualquer ato de violência. Por isso a violência nunca deve ser estimulada. Eu não estimulo'

    JOÃO AMOÊDO (NOVO)

    'É lamentável e inaceitável o que aconteceu com o Jair Bolsonaro. Independentemente de divergências políticas, não é possível aceitar nenhum ato de violência.

    Que o agressor sofra as devidas punições. Meus votos de melhoras para o candidato.'

    HENRIQUE MEIRELLES (MDB)

    'Desejo pronta recuperação a Jair Bolsonaro. Lamento todo e qualquer tipo de violência. O Brasil precisa encontrar o equilíbrio e o caminho da paz. Temos que ter serenidade para apaziguar a divisão entre os brasileiros.'

    GUILHERME BOULOS (PSOL)

    'Soube agora do que ocorreu com Bolsonaro em Minas. A violência não se justifica, não pode tomar o lugar do debate político. Repudiamos toda e qualquer ação de ódio e cobramos investigação sobre o fato.'

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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