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    Vale tem fortes ganhos no 3º tri, mas resultado líquido cai com câmbio

    Por Marta Nogueira e Roberto Samora

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A Vale registrou lucro líquido atribuído ao acionista de 5,75 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 19,5 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado, sob impacto do câmbio, apesar do forte resultado operacional guiado pela demanda da China por seu minério de ferro de melhor qualidade.

    O resultado líquido da maior produtora global de minério de ferro e níquel disparou na comparação com o segundo trimestre, quando a empresa registrou 306 milhões de reais, informou a mineradora nesta quarta-feira.

    O lucro líquido recorrente, que desconsidera efeitos como de flutuações cambiais, subiu cerca de 25 por cento, para 8,3 bilhões de reais, em um período em que a empresa bateu recordes de produção e vendas de minério de ferro e pelotas, com altos prêmios.

    'Os fortes resultados do terceiro trimestre mostram a mudança estrutural nos mercados de minério de ferro e aço chineses. Somos a empresa de mineração mais bem posicionada para nos beneficiarmos do 'flight to quality', dada a crescente participação de produtos premium', disse o diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, no relatório.

    Segundo a companhia, os prêmios de qualidade de minério de ferro e pelotas alcançaram recorde de 11 dólares/tonelada, representando um aumento de 4,2 dólares/tonelada ante o terceiro trimestre de 2017, 'compensando totalmente a queda nos preços de minério de ferro'.

    Por outro lado, o real se depreciou 3,8 por cento em relação ao dólar, gerando um efeito contábil negativo não-caixa que reduziu o lucro líquido da Vale em 2,7 bilhões de reais.

    Com os prêmios pelos seus produtos e maiores volumes, a receita líquida da mineradora somou 37,9 bilhões de reais no terceiro trimestre, alta de cerca de 32 por cento ante o mesmo período de 2017.

    Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado da empresa, entre julho e setembro, de 17,4 bilhões de reais, aumentou 31 por cento ante um ano antes.

    Apesar da queda de 4 dólares por tonelada nos preços do minério de ferro, o Ebitda de ferrosos aumentou no terceiro trimestre em 3,8 bilhões de reais, ante o mesmo período do ano passado, para 15,7 bilhões de reais, refletindo a estratégia da empresa de buscar margens em detrimento de volumes.

    Uma busca da China por produtos que resultem em menor poluição aumentou a demanda por minério com menos contaminantes, como alumina e fósforo.

    Já o Ebitda de metais básicos foi de 2,1 bilhões de reais no terceiro trimestre, uma queda de 709 milhões de reais quando comparado ao segundo trimestre, principalmente, devido aos preços mais baixos de níquel, cobre e cobalto e à parada programada de manutenção anual de Sudbury.

    FLUXO DE CAIXA E DIVIDENDOS

    A geração de fluxo de caixa livre de 3,1 bilhões de dólares, segundo a Vale, permitiu que a empresa se aproximasse da meta de dívida líquida de 10 bilhões de dólares.

    A empresa informou que reduziu a dívida líquida para 10,7 bilhões de dólares, menor nível desde o terceiro trimestre de 2009, 'praticamente' concluindo seu programa de desalavancagem. No fim do segundo trimestre, a dívida líquida era de 11,5 bilhões de dólares.

    A queda da dívida ocorreu apesar do pagamento da remuneração aos acionistas de 1,9 bilhão de dólares e do programa de recompra de ações de 489 milhões de dólares, ocorrido no terceiro trimestre.

    'Se entregarmos os mesmos resultados no próximo trimestre, nosso dividendo mínimo relativo ao segundo semestre, segundo nossa política, será de 2,3 bilhões de dólares, contra 1,9 bilhão de dólares no primeiro semestre', disse a Vale.

    Os investimentos totalizaram 692 milhões de dólares no terceiro trimestre, sendo compostos por 123 milhões de dólares em execução de projetos e 569 milhões de dólares na manutenção das operações.

    A mineradora ainda informou que aprovou investimentos de 1,1 bilhão de dólares para a expansão da mina de cobre Salobo, no Pará, em movimento que busca ampliar a produção do metal em meio a expectativas de maior demanda com o desenvolvimento de baterias para carros elétricos no futuro.

    (Por Marta Nogueira e Roberto Samora)

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    Coligação aceitará resultado mesmo em caso de derrota, diz vice de Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), o general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), afirmou nesta segunda-feira que uma eventual vitória do PT na corrida ao Palácio do Planalto não seria motivo para um golpe militar no país e que a coligação dele não vai se insurgir contra uma derrota no pleito.

    Na sexta-feira, Bolsonaro afirmou em entrevista que não iria aceitar qualquer resultado das eleições presidenciais que não fosse sua vitória e não quis opinar sobre a hipótese se Forças Armadas brasileiras aceitariam tacitamente uma vitória do candidato do PT, seu provável adversário no segundo turno, Fernando Haddad.

    'Ele (Bolsonaro) já voltou atrás, já tem outra notícia aí. Aquilo foi no calor da disputa. Derrotou, perdeu, perdeu', disse Mourão a jornalistas, ao chegar em Brasília.

    'Na minha visão é o seguinte: se o Brasil voltar a eleger o Partido dos Trabalhadores, nós vamos voltar a ter incompetência, má gestão e corrupção. Isso está muito ruim para o país', acrescentou.

    Questionado se essa avaliação que faz do PT não seria motivo para um eventual golpe, ele respondeu: 'não, as Forças Armadas estão quietinhas aí, sob o comando dos seus comandantes.' Disse ainda que é 'lógico' que elas vão aceitar o resultado e que faz parte do processo eleitoral.

    'Olha, não são as Forças Armadas que estão falando que querem tomar o poder, isso é o José Dirceu que andou falando que quer acabar com o Ministério Público, os poderes. Imagine se eu falasse um negócio desses? E ninguém comenta, né', afirmou.

    Bolsonaro e apoiadores têm questionado publicamente a suspeita de que possa haver fraude nas urnas eletrônicas, diante do fato de que não há o voto impresso para se fazer uma checagem.

    Mourão disse achar que não vai ser necessário fazer uma auditoria das urnas. 'Depende do resultado, está muito cedo para falar disso', afirmou.

    SILÊNCIO

    Após se envolver em polêmicas públicas, como no momento em que fez críticas ao pagamento do décimo terceiro salário, o candidato a vice afirmou que não terá nenhuma atividade de caráter externo nesta última semana de campanha para o primeiro turno e que, na terça-feira, vai participar em São Paulo de um ato de campanha com candidatos do PRTB, seu partido.

    Questionado se vai participar de eventos e ficar falando, ele disse que não, que está em 'silêncio obsequioso'. Ele admitiu que Bolsonaro 'julgou que a gente tem que manter a calma nesta última semana'.

    Mourão disse que não vai a um debate com candidatos a vice na TV, marcado para esta noite, 'por orientação' de Bolsonaro, com quem se reuniu pessoalmente no domingo no Rio de Janeiro.

    Na entrevista, o candidato a vice também não quis comentar a declaração de Bolsonaro de que vice que fala muito pode acabar atrapalhando. 'Isso aí é uma questão de foro íntimo, não vou comentar isso aí', limitou-se a dizer.

    Mourão afirmou que o médico de Bolsonaro, que recebeu alta hospitalar no sábado após três semanas se recuperando de um atentado à faca, não quer que ele vá ao debate na TV Globo, a emissora líder de audiência na quinta-feira, a três dias do primeiro turno. O candidato a vice também acha que ele não deve ir.

    '(Bolsonaro) está com vontade, mas o problema é ficar em pé, dura umas três horas, acho complicado para ele', disse, ao avaliar, contudo, que o debate em si não vai mudar a sucessão. Disse que a disputa deverá se dar no segundo turno entre Bolsonaro e Fernando Haddad.

    O candidato a vice afirmou que as manifestações no fim de semana --no sábado contra Bolsonaro e no domingo a favor-- 'mais ou menos se equivaleram'.

    'Está dentro dessa divisão que estamos tendo e que vai ser definido no domingo que vem, realmente com o que vai acontecer', disse.

    Questionado sobre se há preocupação com o voto feminino, Mourão disse que não.

    'Está empate, né? Voto feminino está empate. Acho que nós teremos uma grande votação entre as mulheres. A última pesquisa está com os dois empatados em torno da preferência do eleitorado feminino', disse.

    O candidato a vice afirmou que há uma 'grande possibilidade' de a chapa vencer no primeiro turno. Se isso não ocorrer, ele disse que a campanha vai disputar no segundo turno contra Haddad e que vai tentar explorar o antipetismo para vencer.

    'Acho que vamos capitalizar no Brasil esse sentimento anti, que não quer a volta desse grupo à Presidência”, disse, ao avaliar que é “mais fácil” derrotar o Haddad.

    O candidato a vice afirmou que há margem para a campanha de Bolsonaro buscar aliados em um eventual segundo turno e citou os candidatos do Podemos, Alvaro Dias, e do Novo, João Amoêdo. Disse que parcela dos eleitores do tucano Geraldo Alckmin devem apoiar o presidenciável do PSL também.

    Mourão afirmou que a campanha tem sido procurada por partidos que apoiam outros candidatos no primeiro turno, mas não quis declinar.

    (Reportagem de Ricardo Brito)

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    Líder norte-coreano diz esperar 'grande resultado' de cúpula com Coreia do Sul

    Por Hyonhee Shin e Joyce Lee

    SEUL (Reuters) - O líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, disse nesta terça-feira que espera por um 'grande resultado', ao dar início a três dias de conversas com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, com o objetivo de retomar as estagnadas negociações diplomáticas sobre o programa nuclear norte-coreanos.

    Os dois líderes iniciaram as conversas nesta terça-feira após cruzar as ruas de Pyongyang na limusine Mercedes preta de Kim ao som de aproximadamente 100 mil norte-coreanos que seguravam flores e entoavam 'Unificação! Pátria!'.

    Mais cedo nesta terça-feira, Kim recebeu Moon com abraços e apertos de mão quando o líder sul-coreano desembarcou na capital norte-coreana com a missão de retomar o ritmo de conversas de desnuclearização entre Estados Unidos e Coreia do Norte, e de avançar com a possibilidade de encerrar formalmente a Guerra da Coreia.

    À medida que Kim acompanhava Moon à residência destinada a convidados do Estado, onde o presidente sul-coreano ficará hospedado durante sua visita de três dias, Kim disse querer produzir um 'resultado maior em um ritmo mais rápido' do que os dois líderes alcançaram até agora.

    'Você, sr. presidente, está viajando por todo o mundo, mas nosso país é humilde comparado a nações desenvolvidas', disse Kim a Moon. 'Tenho esperado e esperado por hoje. O nível da acomodação e do programa que fornecemos pode ser baixo, mas é com nossa melhor sinceridade e coração'.

    Moon disse que é 'tempo de dar frutos', e agradeceu Kim por sua hospitalidade, que incluiu uma enorme cerimônia de boas-vindas no aeroporto internacional de Pyongyang.

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    Bolsonaro diz que resultado da eleição será contestado seja quem for o vencedor

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O resultado da eleição desse ano vai ser questionado por qualquer candidato que saia derrotado nas urnas, avaliou nessa segunda-feira o presidenciável do PSL, deputado Jair Bolsonaro, que defende a impressão do voto para garantir a lisura e a transparência da votação e apuração no país.

    Bolsonaro argumentou que em nenhum outro país do mundo a votação e a apuração é completamente eletrônica, o que seria um sinal claro da fragilidade do sistema adotado pelo Brasil.

    O deputado disse que vem tentando desde de 2015 avançar no Congresso Nacional projetos que garantissem a votação impressa na eleição de 2018, mas os artigos sugeridos por ele não tiveram o crivo da Procuradoria-Geral da República e do Supremo Tribunal Federal (STF).

    “Quem quer que seja o vencedor, o outro lado vai acusar de fraude... vamos para eleições informatizadas e sabemos que nada é indevassável no Brasil e no mundo”, disse Bolsonaro antes de um almoço com empresários do setor de seguros.

    Ao ser questionado se iria reconhecer o resultado das urnas caso fosse derrotado, o candidato do PSL disse que “qualquer que seja o lado perdedor não vai reconhecer”.

    Bolsonaro disse que gostaria que ao menos 5 por cento das urnas tivessem o voto impresso no pleito desse ano. Bolsonaro disse que chegou a conversar com o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luiz Fux, mas a ideia não prosperou por conta de um parecer contrário do Supremo Tribunal Federal.

    “Qual país do mundo que adota esse sistema aqui do Brasil?”, questionou.

    IRRITAÇÃO COM ALCKMIN

    Bolsonaro mostrou irritação com o tom agressivo adotado pela propaganda do presidenciável do PSDB, Geraldo Alckmin, no rádio e na TV e negou que defenda estupradores. Uma das peças publicitárias mostra um bate-boca do deputado com uma repórter e uma discussão com a ex-ministra Maria do Rosário (PT) sobre estupro.

    O deputado disse que Alckmin deveria gastar seu grande tempo na TV e no rádio para mostrar o que fez ao longo de suas administrações em São Paulo e não fazer 'jogo sujo'.

    “Esse tipo de matéria para tentar desconstruir os outros já está fora de moda e não atinge o objetivo”, disse.

    O candidato do PSL aparece em primeiro lugar nas pesquisas de opinião no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve sua candidatura barrada pelo TSE na madrugada de sábado, enquanto Alckmin tem tido dificuldade para crescer na preferência dos eleitores.

    Bolsonaro disse que o tucano poderia usar seu espaço e na TV para falar dos escândalos envolvendo o PSDB tais, como desvios de recursos destinados à merenda escolar e obras do Rodoanel.

    “Não tenta querer crescer fazendo esse jogo baixo e sujo que parece ser uma característica de seu partido”, atacou.

    Bolsonaro atacou ainda o PSDB e o PT afirmando que os dois partidos, que polarizaram a administração do país desde 1994, estão preocupados com as consequências de sua chegada à Presidência da República, porque uma vez lá não vai aliviar para condenados em escândalos de corrupção, e estariam dispostos a se aliarem contra ele.

    “O FHC (ex-presidente Fernando Henrique Cardoso) já reiterou que num possível segundo turno se uniria ao PT contra Jair Bolsonaro. Eles estão preocupados com cadeia e cana; se eu chegar lá não vai ter indulto para os bandidos da Lava Jato, petrolão ou mensalão”, prometeu.

    (Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)

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    Lucro da Berkshire sobe com economia dando impulso a Buffett

    (Reuters) - A Berkshire Hathaway Inc, conglomerado comandado pelo bilionário Warren Buffett, divulgou neste sábado que o lucro operacional trimestral cresceu 67 por cento, com uma recuperação de suas operações ligadas a seguros e conforme várias unidades de negócios se beneficiaram de uma economia em crescimento.

    Os resultados superaram as previsões dos analistas. O lucro na unidade de seguros de automóveis Geico mais do que quintuplicou, a ferrovia BNSF se beneficiou da demanda para embarcar produtos de consumo, grãos, petróleo e aço e a concessionária Berkshire Hathaway Automotive financiou mais compras de veículos.

    A Berkshire também disse que o lucro líquido do segundo trimestre quase triplicou, embora isso reflita uma nova regra contábil. Buffett diz que a regra distorce os resultados líquidos e pode enganar os investidores.      O lucro operacional no segundo trimestre subiu para 6,89 bilhões de dólares, ou 4.190 dólares por ação, ante 4,12 bilhões de dólares, ou 2.505 dólares por ação, um ano antes.

    Analistas, em média, esperavam lucro operacional de 3.387 dólares por ação, de acordo com levantamento Thomson Reuters I/B/E/S.O lucro líquido subiu para 12,01 bilhões de dólares, ou 7.301 dólares por ação Classe A, ante 4,26 bilhões de dólares, ou 2.592 dólares por ação Classe A, um ano antes.

    Os resultados também refletiram um declínio na alíquota efetiva de imposto de renda da Berkshire de 28,9 para 20 por cento, após o corte do ano passado na taxa federal de imposto corporativo.

    A Berkshire está sediada em Omaha, no Estado norte-americano de Nebraska, e possui mais de 90 empresas nas áreas de seguros, produtos químicos, energia, alimentos e varejo, peças industriais, ferrovias e outros setores.

    Suas operações diárias são supervisionadas por Greg Abel e Ajit Jain, cada um visto pelos investidores como um possível sucessor de Buffett, de 87 anos, como presidente-executivo. Buffett e o vice-presidente do conselho, Charlie Munger, de 94 anos, lidam com importantes decisões de alocação de capital.

    A Berkshire também encerrou junho com 111,1 bilhões de dólares em caixa e equivalentes, alguns dos quais Buffett poderia usar para recomprar ações sob uma nova política, dando a ele e Munger mais liberdade para recomprar ações consideradas subvalorizadas.

    (Por Jonathan Stempel em Nova York, com reportagem adicional de Jennifer Ablan)

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    Twitter avisa que eliminação de contas falsas reduzirá usuários; ações despencam mais de 20%

    Por Paresh Dave

    SAN FRANCISCO (Reuters) - O Twitter disse nesta sexta-feira que perdeu 1 milhão de usuários ativos mensais no trimestre passado e alertou que o número observado de perto pode continuar caindo, uma vez que a rede social elimina mais contas falsas, levando as ações a terem a maior queda diária desde 2016.

    A empresa disse que o trabalho que estava fazendo para limpar o Twitter ao eliminar contas automatizadas e spam teve algum impacto nas métricas de usuários no segundo trimestre, e que decidiu priorizar o ataque às contas suspeitas e reduzir o discurso de ódio e outros conteúdos abusivos em detrimento de projetos que poderiam atrair mais usuários.

    As alegações de interferência russa na eleição presidencial dos EUA de 2016, ao espalhar conteúdo enganoso ou divisionista nas mídias sociais, tornaram a questão de melhorar o controle sobre contas e conteúdo crítico para o Twitter.

    O Twitter, assim como o seu maior rival Facebook, vem enfrentando pressão de reguladores em vários países para eliminar discursos de ódio, conteúdo abusivo e desinformação, bem como proteger melhor dados dos usuários e aumentar a transparência nos gastos com propaganda política.

    A perspectiva para o número de usuários veio no momento em que o Twitter reportou receita acima do esperado graças à Copa do Mundo da Fifa, aos anúncios em vídeo e ao crescimento da receita publicitária internacional. O Twitter também ganha receita com o licenciamento de seus dados.

    O trimestre marcou a primeira vez que a receita no exterior contribuiu com a maioria das vendas de anúncios do Twitter.

    A Copa do Mundo trouxe 30 milhões de dólares de receita no trimestre. Mas o diretor financeiro da companhia, Ned Segal, disse a analistas que o evento esportivo, que se estendeu ao início do terceiro trimestre, gerou menos receita nas duas últimas semanas.

    O Twitter elevou sua previsão de gastos de capital para 2018 e disse que as margens Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustadas no terceiro trimestre devem ficar abaixo das apuradas no segundo trimestre.

    As ações do Twitter despencavam mais de 20 por cento, para 34,68 dólares nesta sexta-feira, marcando a maior queda em um dia desde 6 de outubro de 2016.

    O declínio ecoou o do Facebook na quinta-feira, quando seus papéis caíram quase 19 por cento depois que a empresa disse que os gastos para melhorar a privacidade e o crescimento mais lento do número de usuários em grandes mercados vão impactar as margens por anos.

    A receita do Twitter subiu 24 por cento no segundo trimestre, para 711 milhões de dólares, superando a estimativa média de 696 milhões de dólares em pesquisas com analistas compilada pela Thomson Reuters.

    Usuários ativos mensais caíram 1 milhão ante o período imediatamente anterior, para 335 milhões. Analistas previam ganho de 1 milhão de usuários, e os resultados podem elevar preocupações de que o Twitter não tem uma estratégia clara para consertar os problemas da plataforma e aumentar o uso e a receita juntos.

    O lucro do Twitter no trimestre foi de 100 milhões de dólares, com um acréscimo de 42 milhões de dólares devido a um movimento da contabilidade fiscal.

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    Câmbio reduz lucro líquido da Vale em mais de R$7 bi; resultado soma R$306 mi

    Por Marta Nogueira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A mineradora Vale relatou nesta quarta-feira lucro líquido de 306 milhões de reais no segundo trimestre, mas o resultado poderia ter superado 7 bilhões de reais, não fosse o efeito contábil das flutuações cambiais, em um período que a empresa qualificou como 'extraordinário' para seus negócios, o que permitiu o anúncio de uma bilionária remuneração aos acionistas.

    O resultado líquido superou em cerca de cinco vezes o registrado no mesmo período de 2017 (60 milhões de reais), mas representou uma queda acentuada na comparação com o registrado no primeiro trimestre, quando somou 5,1 bilhões de reais.

    No segundo trimestre, segundo a empresa, uma multinacional exposta a diversas moedas, o real se depreciou 16 por cento em relação ao dólar, gerando um 'efeito contábil negativo não-caixa' que reduziu o lucro líquido da Vale em 7,3 bilhões de reais.

    Excluindo os efeitos não-caixa dos resultados, a empresa registrou um lucro líquido recorrente de 7,571 bilhões de reais no segundo trimestre, alta de 181 por cento ante o mesmo período do ano passado e avanço de 31 por cento ante os primeiros três meses deste ano.

    O diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale, Luciano Siani, disse que o resultado foi 'sólido' e 'extraordinário', com a maior geração de caixa para o período dos últimos dez anos, permitindo ainda distribuição de dividendos, recompra de ações e redução de dívida.

    'Compensamos o efeito da greve dos caminhoneiros e a queda de 9 dólares no preço do minério de ferro com maiores prêmios para os nossos produtos de maior qualidade e recorde de produção de minério de ferro para um segundo trimestre', afirmou Siani, em vídeo postado na internet.

    A mineradora anunciou o pagamento de remuneração semestral ao acionista de 7,694 bilhões de reais e a recompra de ações ordinárias limitada ao máximo de 80 milhões de ações ordinárias e suas respectivas ADSs, e ao valor máximo de 1 bilhão de dólares.

    GERAÇÃO DE CAIXA

    A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado entre abril e junho foi de 14,187 bilhões de reais, alta de 60,6 por cento ante o mesmo período de 2017 e crescimento de 10 por cento em relação ao primeiro trimestre.

    'Com o fim do ciclo de investimentos, essa geração de caixa se traduziu em um fluxo de caixa livre para os acionistas superior a 3 bilhões de dólares, o que permitiu pagar um dividendo de 2 bilhões de dólares e uma recompra de ações de 1 bilhão de dólares', disse Siani.

    No segmento de minerais ferrosos, a Vale atingiu um Ebitda ajustado de 11,7 bilhões de reais no segundo trimestre, devido a maiores volumes e melhores prêmios. A empresa bateu recorde de produção e vendas de minério de ferro para o período.

    'O prêmio de qualidade no preço realizado da Vale atingiu um recorde de 7,1 dólares/t no segundo trimestre, mostrando que a Vale está bem posicionada para se beneficiar da tendência estrutural de 'flight to quality'', disse em nota o diretor-executivo de Minerais Ferrosos e Carvão, Peter Poppinga.

    A receita operacional líquida da Vale no segundo trimestre foi de 31,23 bilhões de reais, alta de 33,7 por cento ante o mesmo período do ano passado e avanço de 11,8 por cento nos três primeiros meses do ano.

    DÍVIDA

    A Vale continuou reduzindo sua dívida líquida, tendo alcançado 11,519 bilhões de dólares em 30 de junho de 2018, o que significou a redução de 3,382 bilhões de dólares com relação a 31 de março de 2018.

    'Estamos próximos de atingir a nossa meta de dívida líquida e já podemos perceber os benefícios de um menor endividamento em nossa avaliação de crédito, com a recente elevação de nossa classificação de risco pela Moody’s, e também sobre nossas despesas com nossos juros brutos', disse em nota Siani.

    No início do ano, o presidente da companhia, Fabio Schvartsman, havia afirmado que a dívida líquida deveria atingir 10 bilhões de dólares em meados deste ano.

    Os investimentos da Vale atingiram no segundo trimestre o menor nível para o período nos últimos 13 anos, de 705 milhões de dólares, e está consistente com a menor execução de projetos planejada para o período, segundo a empresa.

    A previsão de investimentos para 2018, segundo a empresa, foi revisada para 3,6 bilhões de dólares, ante os 3,8 bilhões de dólares anunciados no fim de 2017, no Vale Day, evento tradicional com analistas em Nova York.

    (Por Marta Nogueira)

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    Afetado por câmbio, lucro líquido da mineradora Vale soma R$306 mi no 2º tri

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A mineradora Vale registrou lucro líquido de 306 milhões de reais no segundo trimestre, cerca de cinco vezes maior que o registrado no mesmo período de 2017 (60 milhões de reais), mas uma queda acentuada na comparação com o registrado no primeiro trimestre, quando somou 5,1 bilhões de reais.

    Maior produtora e exportadora global de minério de ferro, a Vale informou ainda nesta quarta-feira que o resultado foi fortemente impactado por eventos não-caixa, como câmbio.

    No segundo trimestre, segundo a empresa, o real se depreciou 16 por cento em relação ao dólar, gerando um efeito contábil negativo não-caixa que reduziu o lucro líquido da Vale em 7,3 bilhões de reais.

    Já o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado entre abril e junho foi de 14,187 bilhões de reais, alta de 60,6 por cento ante o mesmo período de 2017 e crescimento de 10 por cento em relação ao primeiro trimestre.

    A receita operacional líquida da Vale no segundo trimestre foi de 31,23 bilhões de reais, alta de 33,7 por cento ante o mesmo período do ano passado e avanço de 11,8 por cento nos três primeiros meses do ano.

    A Vale continuou reduzindo sua dívida líquida, tendo alcançado 11,519 bilhões de dólares em 30 de junho de 2018, o que significou a redução de 3,382 bilhões de dólares com relação a 31 de março de 2018.

    'Estamos próximos de atingir a nossa meta de dívida líquida e já podemos perceber os benefícios de um menor endividamento em nossa avaliação de crédito, com a recente elevação de nossa classificação de risco pela Moody’s, e também sobre nossas despesas com nossos juros brutos', disse em nota o diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores, Luciano Siani.

    (Por Marta Nogueira)

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