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    Lucro do BB dispara mais de 40% no 1º tri, com menores despesas

    SÃO PAULO (Reuters) - Uma combinação de controle das despesas com maiores margens nas operações de crédito fizeram o Banco do Brasil dar um salto de mais de 40 por cento no lucro do primeiro trimestre.

    A instituição controlada pelo governo federal anunciou nesta quinta-feira que seu lucro líquido de janeiro a março somou 4 bilhões de reais, aumento de 45,7 por cento ante mesma etapa de 2018. Na base ajustada, que exclui efeitos extraordinários, o lucro subiu 40,3 por cento, 4,247 bilhões de reais.

    O resultado recorrente superou em 9,2 por cento a previsão de analistas ouvidos pela Refinitiv.

    No relatório, o BB atribuiu o desempenho ao aumento da margem financeira bruta, à redução das despesas de provisão de crédito, ao aumento das receitas de tarifas e ao controle de custos.

    De fato, a despesa com provisão para perdas com calotes no trimestre, de 3,126 bilhões de reais, foi 26,3 por cento menor do que em igual etapa do ano passado. Esse declínio acompanhou a melhora da qualidade da carteira de crédito do grupo, com o índice de inadimplência acima de 90 dias fechando março em 2,59 por cento, ante índice de 3,63 por cento 12 meses antes.

    A carteira de empréstimos do BB fechou o trimestre em 684,2 bilhões de reais, montante 0,8 por cento superior ano a ano, embora tenha recuado na base sequencial.

    Ainda assim, menores custos de captação e o bom resultado de tesouraria fizeram a margem financeira bruta crescer 6,3 por cento na base anual, para 12,7 bilhões de reais.

    Em outra frente, as receitas com tarifas evoluíram 3,8 por cento ante igual etapa de 2018, para 6,8 bilhões de reais.

    Essa expansão foi em ritmo superior ao das despesas administrativas, que avançaram apenas 1,7 por cento na mesma base de comparação, a 7,6 bilhões de reais.

    Com isso, a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido, que mede como um banco remunera o capital de seus acionistas, atingiu 18,3 por cento no trimestre, um salto de 4,6 pontos percentuais em um ano, o que levou o BB para índices mais próximos aos exibidos por seus rivais privados.

    (Aluísio Alves e Carolina Mandl)

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    Lucro do Santander Brasil supera estimativas no 1º tri, mas crédito desacelera

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Santander Brasil superou as projeções de lucro no primeiro trimestre, embora o ritmo de crescimento em sua carteira de empréstimos tenha desacelerado, conforme balanço divulgado nesta terça-feira.

    O lucro líquido recorrente da unidade brasileira do Banco Santander subiu 21,9 por cento, para 3,485 bilhões de reais, e superou os 3,296 bilhões de reais estimados pelos analistas, segundo dados da Refinitiv.

    Uma queda de 2,1 por cento nas provisões para perdas com empréstimos ano contra ano, para 2,596 bilhões de reais, ajudou o banco a bater as projeções.

    O retorno sobre o patrimônio (ROE) do banco permaneceu estável em 21,1 por cento, mas superou as expectativas dos analistas.

    A carteira de crédito do Santander Brasil permaneceu em 386,9 bilhões de reais, estável em relação ao trimestre anterior, embora os empréstimos para os consumidores tenham crescido.

    O banco vinha superando seus concorrentes em trimestres anteriores, concedendo empréstimos a consumidores não atendidos por outros bancos tradicionais.

    O segundo maior banco privado do país, porém, está reduzindo a distância do ritmo do Santander. O Banco Bradesco informou na semana passada que aumentou sua carteira de crédito em 3,1 por cento no primeiro trimestre.

    As receitas de tarifas do Santander Brasil caíram 4,1 por cento no trimestre devido a vendas mais fracas de seguros e cartões de crédito.

    Ainda assim, o Brasil representou 29 por cento do maior banco da zona do euro em valor de mercado no primeiro trimestre. A importância da América Latina aumentou para o Santander, já que seus negócios na região registraram maior crescimento de rentabilidade, compensando os menores ganhos na Europa.

    A taxa de inadimplência de 90 dias do Santander Brasil também permaneceu estável em 3,1 por cento em relação ao trimestre anterior.

    O presidente-executivo, Sergio Rial, que também se tornou chefe regional do banco para a América do Sul no início deste mês, discutirá os resultados do primeiro trimestre com analistas e jornalistas.

    (Reportagem de Carolina Mandl)

    ((Edição Redação São Paulo; +55 11 56447764))

    REUTERS PAL

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    Caixa tem prejuízo de R$1,1 bi no 4º tri após baixa contábil em ativos imobiliários

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal registrou prejuízo líquido de 1,113 bilhão de reais no quarto trimestre, ante resultado positivo de 6,245 bilhões de reais no mesmo período de 2017, pressionada por perda bilionária decorrente da revisão do valor de ativos imobiliários e de créditos concedidos a empresas.

    Em balanço divulgado na manhã desta sexta-feira, o banco informou que o desempenho trimestral foi impactado pela baixa contábil em ativos imobiliários no valor de 2,2 bilhões de reais, além de revisões realizadas nas maiores exposições da carteira de crédito, que geraram a provisão adicional de 1,1 bilhão de reais para três grupos específicos.

    Em 27 de fevereiro, a Reuters já havia antecipado que o banco poderia ter o resultado impactado pela adoção de uma abordagem contábil mais conservadora em relação a possíveis prejuízos do maior financiador imobiliário do país.

    No ano, o lucro líquido contábil da Caixa encolheu 17,1 por cento sobre 2017, para 10,335 bilhões de reais. Em termos recorrentes, contudo, o desempenho veio recorde, alcançando 12,7 bilhões de reais, alta de 40,4 por cento ano a ano.

    Ao fim de dezembro, a carteira de crédito ampla do banco somava 694,5 bilhões de reais, queda de 1,7 por cento na comparação anual. O retorno recorrente sobre patrimônio líquido médio (ROE) subiu 2,45 pontos percentuais em 2018, para 16,1 por cento.

    (Por Gabriela Mello e Carolina Mandl)

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    BNDES eleva em quase 10% lucro de 2018 com venda de participações acionárias

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O lucro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) cresceu 9,8 por cento em 2018, para 6,7 bilhões de reais, impulsionado pela venda de participações acionárias e pelo retorno do ganho com a carteira de ações do banco, disse nesta quarta-feira o presidente da instituição, Joaquim Levy.

    Segundo Levy, o BNDES lucrou, respectivamente, 2,2 bilhões e 2,6 bilhões de reais com a venda de ações da Petrobras e da Vale em 2018. O banco também lucrou 1,1 bilhão com a venda de ações da Eletropaulo.

    'Queremos encontrar aplicações e ativos que diminuam a volatilidade e tenham mais valor adicionado. Carregar Petrobras não traz tanto valor adicionado', disse o presidente do BNDES. 'Não queremos carregar grandes participações acionárias nem fazer o modelo antigo de financiamento', acrescentou.

    Outro fator relevante para o desempenho em 2018 foi o retorno da carteira de ações do BNDESpar, braço de participações do banco, com os ganhos somando 7,1 bilhões de reais, quase o dobro do valor registrado em 2017.

    Com o ritmo lento da economia brasileira, o retorno do BNDES com operações de empréstimos somou 12,3 bilhões de reais, ante 14,9 bilhões em 2017.

    Segundo Levy, a prioridade daqui para a BNDESpar será apoiar empresas inovadoras, startups e fundos voltados para novas iniciativas, em vez de grandes grupos e empresas.

    Levy disse esperar uma retomada mais vigorosa dos empréstimos ao longo desse ano, sem citar números, e destacou que a recuperação está associada a aprovação da reforma da previdência.

    No ano passado, o BNDES provisionou cerca de 4,4 bilhões de reais para possíveis perdas com empréstimos para obras de engenharia em Cuba e na Venezuela. Uma CPI para tratar dos polêmicos empréstimos pode ser instalada no Congresso.

    'Os empre?timos foram uma política de governo em um certo momento, responderam as prioridades da época. É uma oportunidade de se debater se a prioridade foi adequada', frisou Levy.

    DEVOLUÇÕES

    O presidente do BNDES acrescentou que em breve a diretoria do banco deve concluir um estudos com a estimativa de devolução de recursos ao Tesouro Nacional.

    O BNDES recebeu cerca de 500 bilhões de reais do Tesouro Nacional nos últimos anos, recursos que foram repassados de forma subsidiada à iniciativa privada. A devolução vem sendo feita gradualmente. No fim do ano passado, a dívida com a União era de 307 bilhões de reais.

    Levy prometeu uma devolução significativa neste ano, e que há convergência com a demanda do governo, que tem uma expectativa de devolução de cerca de 126 bilhões de reais.

    'A gente não tem motivo de ter recursos que não tem interesse social e também queremos contribuir para queda da dívida pública. Isso está muito pacífico', finalizou.

    (Por Rodrigo Viga Gaier)

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    BB cresce lucro em 20,6% no 4º tri, prevê expansão tímida do crédito em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - A combinação de aumento das receitas com controle de custos levou o Banco do Brasil a uma forte alta do lucro no quarto trimestre, roteiro que foi mantida nas previsões para 2019, frisando o foco de elevar sua rentabilidade a níveis similares aos dos rivais privados.

    O BB anunciou nesta quinta-feira que seu lucro ajustado de outubro a dezembro atingiu 3,845 bilhões de reais, um aumento de 20,6 por cento ante mesma etapa de 2017. Incluindo efeitos não recorrentes, o lucro líquido ano a ano subiu 22,3 por cento, a 3,8 bilhões de reais.

    Com isso, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido, que mede como um banco remunera o capital de seus acionistas, atingiu 16,3 por cento, alta anual de 1,8 ponto percentual contra 12 meses antes e o maior nível em 5 anos. Rivais como Itaú Unibanco, Bradesco e Santander Brasil tiveram índices acima de 20 por cento no fim de 2018.

    Um dos pilares do resultado do BB foi a queda de 19 por cento das despesas com provisões para perdas com inadimplência, que somaram 3,17 bilhões de reais no trimestre. O movimento refletiu a manutenção da qualidade dos ativos, com o índice de inadimplência acima de 90 dias caindo a 2,53 por cento, ante 3,72 por cento.

    Em outra frente, a despesa administrativa teve baixa de 0,2 por cento, para 8,22 bilhões de reais. Enquanto isso, a receita com tarifas subiu 7,4 por cento, para 7,24 bilhões de reais.

    Nesse contexto, as operações de crédito ficaram em segundo plano, com o estoque de empréstimos atingindo 697,3 bilhões de reais no fim de 2018, alta de apenas 1,8 por cento no ano.

    2019

    Nas estimativas de desempenho para este ano, o BB mostrou que deve manter a estratégia recente de controle das despesas administrativas e com provisões para calotes, aumento das receitas com tarifas em nível superior ao da inflação e aceleração moderada das operações de crédito.

    A previsão para o lucro ajustado é de 14,5 bilhões a 17,5 bilhões de reais. No centro dessa faixa, o lucro crescerá 18,5 por cento em relação aos 13,5 bilhões de reais do ano passado.

    A previsão de alta da margem bruta foi fixada em 3 a 7 por cento. Enquanto isso, a expectativa do BB para incremento de sua carteira de empréstimos ficou em 3 a 6 por cento, abaixo da média prevista por seus principais rivais.

    O BB também previu alta de 5 a 8 por cento das receitas com tarifas e de 2 a 5 por cento das despesas administrativas. Para provisão para inadimplência, a expectativa é de que a despesa líquida fique na faixa de 11,5 bilhões a 14,5 bilhões de reais. No ano passado, o montante foi de 14,2 bilhões de reais nesta linha.

    (Por Aluísio Alves)

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    Lucro ajustado da BB Seguridade cai 10,7% no 4º tri, mas empresa prevê aumento em 2019

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - A BB Seguridade, braço de participações do Banco do Brasil registrou nova rodada de resultado trimestral cadente, uma vez que a melhora do resultado operacional seguiu insuficiente para compensar a forte queda da receita financeira.

    A companhia anunciou nesta segunda-feira que teve lucro líquido ajustado de 839,8 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 10,7 por cento ante igual etapa de 2017. Em termos líquidos, o lucro foi de 716,9 milhões de reais, foi 21 por cento menor ano a ano.

    'A queda do lucro líquido ajustado no comparativo pode ser explicada pela contração de 43 por cento do resultado financeiro, parcialmente compensada pela alta de 4,1 por cento do resultado operacional não decorrente de juros', afirmou a BB Seguridade no relatório de resultados.

    Além da menor remuneração de seus títulos, dado que a Selic segue na mínima histórica de 6,5 por cento ao ano, a empresa também acusou os efeitos da elevação na taxa de remuneração dos passivos financeiros da Brasilprev atrelados aos planos de previdência tradicionais.

    O volume de prêmios caiu fortemente nas comparações sequencial e anual, desde a conclusão da venda de sua fatia numa joint venture para a sócia Mapfre, negócio que inclui seguros automotivo e de grandes riscos, por 2,4 bilhões de reais.

    Assim, os negócios de risco e acumulação atingiram 291,9 milhões de reais no quarto trimestre, queda de 42,6 por cento ante mesma etapa de 2017.

    Em contrapartida, a receita com os negócios de distribuição cresceu 27,8 por cento, para 544,6 milhões de reais.

    Na comparação ano a ano, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido da BB Seguridade caiu 0,8 ponto percentual, para 41,4 por cento.

    Juntamente com os resultados, a BB Seguridade previu crescimento de 5 a 10 por cento de seu lucro ajustado de 2019 ante o ano passado. A empresa também previu aumento de 7 a 10 por cento das reservas de previdência da Brasilprev e de 7 a 12 por cento dos prêmios emitidos pró-forma da BB Mapfre SH1.

    (Por Aluísio Alves)

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    Receitas sustentam lucro do Itaú Unibanco; crédito deve subir até 11% em 2019

    SÃO PAULO (Reuters) - Um salto nas receitas com tarifas e serviços ditou leve alta do lucro do Itaú Unibanco no quarto trimestre, enquanto o crédito seguiu evoluindo lentamente, mas a instituição previu um aumento de até dois dígitos de seus empréstimos em 2019.

    O maior banco privado do país anunciou nesta segunda-feira que seu lucro recorrente no período somou 6,48 bilhões de reais, um aumento de 3,15 por cento ante mesma etapa de 2017. Na base sequencial, a alta foi de 0,4 por cento.

    'O principal destaque positivo foi o crescimento de 6,5 por cento (sobre o trimestre anterior) da receita de prestação de serviços principalmente em função das receitas de banco de investimento, de administração de fundos e de cartões de crédito', afirmou o banco. O montante nessa linha atingiu 9,19 bilhões de reais, também subindo 4,8 por cento ano a ano.

    No fim de 2018 a carteira de crédito do Itaú Unibanco, incluindo garantias financeiras e títulos privados, somava 636,9 bilhões de reais, apenas 0,1 por cento maior em três meses, e 6,1 por cento mais alta ante o final do ano anterior.

    Como o incremento foi liderado pelas operações mais lucrativas, como de cartão de crédito, e de veículos, o banco também teve um aumento sequencial de 0,5 por cento da margem financeira com clientes. Isso amenizou a queda de 8,5 por cento da margem com o mercado --as operações de tesouraria.

    Além disso, o Itaú Unibanco conseguiu manter a qualidade da sua carteira de empréstimos, com o índice de inadimplência acima de 90 dias se mantendo nos 2,9 por cento do trimestre anterior, número 0,2 ponto percentual menor do que um ano antes.

    Com isso, o chamado custo do crédito --a despesa com provisões para perdas com calotes, menos a recuperação de crédito-- caiu 19,8 por cento ano a ano, para 3,41 bilhões de reais. Esse montante, porém, foi 4,7 por cento maior na base sequencial, devido a um forte aumento no impairment, o ajuste do valor de títulos de grandes empresas detidos pelo banco.

    No conjunto, o Itaú Unibanco teve no quarto trimestre um retorno sobre o patrimônio líquido de 21,8 por cento. O indicador, que mostra como um banco remunera o capital de seus acionistas, ficou praticamente estável no comparativo anual, mas subiu 0,5 ponto contra o trimestre anterior.

    2019

    Para 2019, o banco previu alta de 8 a 11 por cento de sua carteira de crédito total, o que pode elevar sua margem financeira com cliente na faixa de 9,5 a 12,5 por cento.

    Em contrapartida, a aceleração dos empréstimos terá como consequência uma aceleração do custo do crédito para o intervalo de 14,5 bilhões a 17,5 bilhões de reais, após ter batido em 14,1 bilhões no ano passado.

    (Por Aluísio Alves)

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    Bradesco define metas mais agressivas para 2019 após resultado acima do esperado no 4º tri

    Por Carolina Mandl

    SÃO PAULO (Reuters) - O Bradesco divulgou nesta quinta-feira lucro de quarto trimestre acima das previsões de analistas, definiu metas mais agressivas para 2019 e mostrou interesse por ativos que possam ser privatizados, levando as ações para nível recorde.

    O lucro líquido recorrente do Bradesco no quarto trimestre foi de 5,83 bilhões de reais, alta de 19,9 por cento sobre um ano antes e acima da expectativa média de analistas, de 5,526 bilhões, segundo a Refinitiv.

    A carteira de empréstimos do banco cresceu 1,6 por cento em três meses. O Bradesco também fixou uma meta de crescimento de 9 a 13 por cento em 2019, após expansão de 7,8 por cento em 2018.

    'Com a reação mais rápida do que a esperado no crescimento dos empréstimos, O Bradesco parece estar se movendo para um novo ciclo de empréstimos', escreveram analistas do UBS.

    Às 14h26 (horário de Brasília), a ação do Bradesco saltava quase 6 por cento, para nova máxima histórica do papel.

    O presidente-executivo do banco, Octavio de Lazari Junior, disse a jornalistas que pretende fechar até 100 agências este ano, reduzindo o ritmo do ano passado, dadas as expectativas de mais demanda por empréstimos em uma economia em recuperação.

    Lazari também disse que o banco vai analisar oportunidades de aquisição de financeiras estatais que oo governo brasileiro pretende privatizar.

    A proibição do órgão antitruste Cade para o banco de fazer novas aquisições, após ter comprado a unidade brasileira do HSBC, expirou em novembro de 2018.

    A provisão do banco para perdas com inadimplência caiu 31,8 por cento ano a ano, mostrando a melhora no perfil de crédito. O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,5 por cento, 0,1 ponto percentual do terceiro trimestre.

    Como resultado, o retorno sobre o patrimônio líquido do banco também subiu, atingindo 19,7 por cento, um aumento de 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

    'O banco está confiante de que pode apresentar maior rentabilidade', disse Lazari, sem mencionar metas específicas.

    O Bradesco vem tentando aumentar a rentabilidade doclientes de varejo que assumiu com a compra do HSBC para aumentar o retorno sobre o patrimônio.

    A receita líquida de juros também deverá se recuperar neste ano, crescendo entre 4 e 8 por cento, disse o banco.

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    Eletrobras tem prejuízo de R$1,6 bi no 3° tri com perdas em distribuição e provisões

    SÃO PAULO (Reuters) - A estatal Eletrobras fechou o terceiro trimestre com prejuízo líquido de 1,61 bilhão de reais, revertendo lucro líquido de 550 milhões de reais no mesmo período de 2017, em resultado impactado por fortes perdas no setor de distribuição de energia e por provisões, principalmente relacionadas ao empréstimo compulsório.

    A companhia, maior elétrica do país e líder em geração e transmissão, reportou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 189 milhões de reais, uma retração de 92 por cento ante o ano anterior, segundo balanço divulgado na noite de segunda-feira.

    O Ebitda 'pro forma', que exclui itens não recorrentes, foi de 1,748 bilhão de reais, alta de 18 por cento na comparação anual.

    A estatal disse que seus negócios de geração e transmissão de energia tiveram no trimestre lucro de 832 milhões de reais e 103 milhões de reais, respectivamente, enquanto a área de distribuição teve prejuízo de 998 milhões de reais.

    Os resultados foram impactados por 2,2 bilhões de reais em provisões para contingência, incluindo 1,5 bilhão de reais referente aos chamados empréstimos compulsórios-- operações em que a estatal tomou recursos emprestados dos consumidores no passado e que são até hoje tema de embate judicial.

    Houve, ainda, provisões de 241 milhões de reais para custos da subsidiária Chesf com o chamado risco hidrológico na operação da usina de Sobradinho e de 145 milhões de reais para 'contratos onerosos'.

    A companhia também contabilizou 418 milhões de reais em provisão para perdas em investimentos relativas ao ajuste de valor justo após vender fatias em usinas eólicas e ativos de transmissão em um leilão em setembro, que levantou 1,3 bilhão de reais com as negociações de ativos.

    A receita operacional líquida da Eletrobras no trimestre foi de 8,9 bilhões de reais, alta de 0,5 por cento na comparação anual.

    A estatal investiu 976 milhões de reais no período, queda de 25 por cento ante os 1,3 bilhão de reais no mesmo trimestre de 2017. No acumulado do ano, a companhia soma aportes de 2,8 bilhões, contra 3,76 bilhões nos primeiros nove meses de 2017.

    (Por Luciano Costa)

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    Kroton lucra quase 17% menos no 3º tri com queda em receita, maiores despesas e depreciação

    SÃO PAULO (Reuters) - A Kroton Educacional registrou uma queda de 16,9 por cento no lucro líquido ajustado do terceiro trimestre ante igual período de 2017, para 440,4 milhões de reais, pressionada pelo aumento dos níveis de depreciação derivado dos investimentos maiores, bem como por queda na receita e despesas mais altas.

    Sem considerar itens não recorrentes, a amortização do intangível e efeito líquido da emissão de debêntures, o lucro líquido caiu 22,9 por cento, para 347,8 milhões de reais no terceiro trimestre na comparação anual, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira.

    O desempenho operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou 7,2 por cento, para 535,4 milhões de reais. Sem ajustes, o Ebitda caiu 13,4 por cento, para 471,2 milhões de reais.

    'A redução de rentabilidade verificada neste ano é consequência das pressões oriundas da mudança no perfil dos alunos na base, com um maior nível de provisionamento para suportar os produtos de parcelamento, além da manutenção de um ambiente econômico desafiador e do aumento de custos e despesas referentes às novas unidades', informou a Kroton no balanço.

    Mesmo assim, o maior grupo de ensino superior do país reforçou a expectativa de que o resultado do ano ficará em linha com as previsões (guidance).

    As despesas operacionais cresceram 4,4 por cento, para 145,3 milhões de reais, com movimento puxado pelo aumento de 9,7 por cento nas despesas com pessoal.

    Entre julho e setembro, a empresa conseguiu reduzir os gastos para provisão de créditos de liquidação duvidosa, que tinha afetado negativamente o resultado do segundo trimestre, em 6,3 por cento ano a ano e em 15,2 por cento na comparação trimestral.

    A receita líquida somou 1,25 bilhão de reais, queda de 5,5 por cento em relação ao terceiro trimestre do ano passado e de 18 por cento sobre o segundo trimestre, refletindo venda de ativos, redução no número de alunos e maior pressão do tíquete de entrada.

    A empresa destacou que, 'apesar das dificuldades econômicas e o cenário concorrencial bastante desafiador', conseguiu um resultado 'bastante sólido' na captação do segundo semestre de 2018, tanto no segmento presencial quanto no ensino à distância (EAD).

    Conforme adiantado em meados de outubro, a Kroton adicionou 183,3 mil novos alunos de graduação presencial e EAD, um avanço de 2,6 por cento na comparação anual. Apesar disso, a base total de alunos encolheu 2,8 por cento ao fim de setembro ante igual período de 2017, para 871.243, após queda de 4,2 por cento nas rematrículas, alta de 8,3 por cento nas formaturas do primeiro semestre e evasão maior no EAD.

    A Kroton elevou em 9,7 por cento os investimentos no terceiro trimestre, para 121 milhões de reais, dos quais 35 por cento foram destinados a obras e benfeitorias e 39 por cento ao desenvolvimento de conteúdo, sistemas e licenças de software.

    O resultado financeiro foi positivo em 5,4 milhões de reais entre julho e setembro, queda de 77,8 por cento ante o mesmo trimestre do ano anterior.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Banco do Brasil tem lucro de R$3,4 bi no 3º tri; reduz previsão para margem financeira no ano

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil SA divulgou nesta quinta-feira lucro no terceiro trimestre praticamente em linha com as expectativas dos analistas, mas previu uma queda mais acentuada na margem financeira bruta neste ano, por um crescimento mais fraco do crédito.

    O lucro líquido recorrente, que exclui itens extraordinários, ficou em 3,402 bilhões de reais, 25,6 por cento acima do resultado no mesmo período anterior e 2 por cento superior à estimativa compilado pela Refinitiv de 3,334 bilhões de reais, ajudado pela queda nas provisões para empréstimos duvidosos.

    A carteira de crédito ampliada do banco permaneceu praticamente estável no trimestre, atingindo 686,3 bilhões de reais.

    O BB disse que espera uma queda na margem financeira bruta no ano de 6,5 e 5 por cento, ante previsão anterior de estabilidade à queda de até 5 por cento.

    Em agosto, o diretor financeiro, Bernardo Rothe, disse que o crescimento da margem financeira bruta seria retomado em 2019.

    O índice de inadimplência de 90 dias do banco diminuiu 0,5 ponto percentual no trimestre, para 2,83 por cento.

    O retorno sobre o patrimônio líquido subiu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior para 14,3 por cento e superou uma estimativa compilada pelo Refinitiv de 13,1 por cento.

    O novo diretor-presidente, Marcelo Labuto, fará uma coletiva de imprensa sobre os resultados nesta quinta-feira. O ex-CEO Paulo Caffarelli deixou o banco em 1º de novembro após aceitar uma oferta para se tornar executivo-chefe da Cielo SA .

    (Por Carolina Mandl)

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