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    Lucro da Caixa Econômica Federal salta 34% no 2º trimestre

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira que teve lucro líquido de 3,464 bilhões de reais, um salto de 33,9 por cento ante mesma etapa de 2017, apesar da queda da carteira de crédito.

    O banco estatal fechou junho com uma carteira de crédito de 695,3 bilhões de reais, recuo de 2,9 por cento em 12 meses, influenciada pela redução de 25,7 por cento na carteira de pessoa jurídica, compensada pelo aumento de 3,6 por cento na carteira habitacional.

    'Mesmo diante do recuo do crédito, a Caixa manteve sua participação no mercado superior a 20 por cento, em linha com o planejado pela empresa e melhorou a qualidade da carteira', disse o banco estatal nesta segunda-feira.

    As provisões para as perdas com inadimplência somaram 3,340 bilhões de reais, queda de 34,2 por cento em relação ao segundo trimestre de 2017.

    O índice de inadimplência acima de 90 dias da Caixa recuou 0,4 ponto percentual ante o primeiro trimestre e ficou estável em relação ao mesmo período do ano anterior, em 2,5 por cento.

    O índice de capital principal ficou em 12,5 por cento e a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio subiu para 15,36 por cento no segundo trimestre.

    'A melhoria nos resultados do banco foi causada por uma queda significativa de provisões e alguma melhoria nas taxas de serviço', disseram analistas do Itaú BBA sobre o resultado do terceiro trimestre da Caixa.

    (Por Aluísio Alves, reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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    Walmart tem maior alta em vendas comparáveis nos EUA em uma década e ações disparam

    Por Nandita Bose

    NOVA YORK (Reuters) - O Walmart reportou nesta quinta-feira lucro trimestral e vendas que superaram as estimativas, conforme mais clientes visitaram suas lojas e um website repaginado impulsionou vendas online.

    O maior varejista do mundo também elevou suas projeções para lucro e vendas no ano, excluindo qualquer impacto da aquisição da empresa indiana de comércio eletrônico Flipkart, que ainda está em processo de conclusão.

    As vendas comparáveis do Walmart nos Estados Unidos tiveram a maior alta em uma década, impulsionadas pelo forte desempenho em mercearia, vestuário e produtos sazonais, que se recuperaram no segundo trimestre após um início fraco em abril.

    O Walmart tem quatro anos seguidos de crescimento nos EUA, marca que não foi alcançada por nenhum outro varejista.

    O crescimento de seu comércio eletrônico nos EUA também ficou acima dos trimestres anteriores, impulsionado por mudanças como um novo formato do website e expansão continuada das ofertas de produtos de mercearia online. As vendas do comércio eletrônico cresceram 40 por cento, ante expansão de 33 por cento no trimestre anterior. A empresa disse que caminha para elevar as vendas online nos EUA em 40 por cento no ano.

    O desempenho das vendas ofuscou a continuidade das pressões de margem, decorrentes de corte de preços, custos mais altos de transporte de carga devido à escassez de motoristas de caminhão no país e ao investimento continuado em comércio eletrônico.

    As margens brutas caíram pelo quinto trimestre seguido, com queda de 0,17 ponto percentual.

    As ações da varejista subiam quase 10 por cento por volta das 12:30 (horário de Brasília).

    ESTRATÉGIA INTERNACIONAL

    As vendas internacionais subiram 3,1 por cento, para 29,2 bilhões de dólares em moeda constante, ajudadas por fortes vendas comparáveis em quatro de seus maiores mercados fora dos EUA -- México, Reino Unido, Canadá e China.

    A empresa tem buscado ajustar seu portfólio internacional. Em junho, o Walmart informou a venda de uma participação de 80 por cento nas operações no Brasil para a empresa de private equity Advent International.

    O Walmart recentemente também vendeu uma fatia majoritária em sua unidade britânica ASDA para o J Sainsbury e pagou 16 bilhões de dólares por uma participação majoritária a empresa de comércio eletrônico indiana Flipkart.

    O varejista também fechou acordos para vender as operações bancárias do Walmart Canada e Walmart Chile.

    As vendas em lojas dos EUA abertas há pelo menos um ano cresceram 4,5 por cento, excluindo flutuações de preços de combustíveis, acima das projeções de analistas, de alta de 2,38 por cento, de acordo com dados da Thomson Reuters I/B/E/S.

    O Walmart reportou prejuízo líquido para o trimestre encerrado em 31 de julho de 861 milhões de dólares, ou 0,29 dólar por ação, ante lucro líquido de 2,9 bilhões de dólares, ou 0,96 dólar por ação, um ano antes.

    Excluindo itens não recorrentes, como a perda relacionada à venda da fatia no Walmart Brasil, o varejista lucrou 1,29 dólar por ação, acima das expectativas de analistas de 1,22 dólar por ação, de acordo com dados da Thomson Reuters I/B/E/S.

    A receita total subiu 3,8 por cento, para 128 bilhões de dólares, superando as estimativas dos analistas, de 125,97 bilhões de dólares.

    Para o ano, o Walmart agora espera lucrar entre 4,90 dólares e 5,05 dólares por ação, acima da estimativa anterior de 4,75 a 5 dólares por ação, e excluindo qualquer impacto de sua aquisição da Flipkart.

    As vendas no conceito mesmas lojas nos EUA devem subir cerca de 3 por cento no ano fiscal 2019, acima da estimativa anterior, de pelo menos 2 por cento de alta.

    (Por Nandita Bose)

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    Marfrig tem prejuízo líquido de R$582 mi no 2º tri

    SÃO PAULO (Reuters) - A Marfrig teve prejuízo líquido de 582 milhões de reais no segundo trimestre, ante prejuízo de 262 milhões de reais no mesmo período do ano anterior, em um resultado impactado pela adesão da empresa ao programa de renegociação da dívida do Funrural, informou a companhia na noite de terça-feira.

    Sem considerar o impacto do Funrural, o prejuízo das operações continuadas do período foi de 175 milhões de reais, refletindo o impacto da alta do dólar sobre os juros da dívida e o alto patamar de despesa financeira, que a empresa espera reduzir após a finalização da venda da Keystone Foods, fornecedora norte-americana de frango para o MacDonald's.

    'O processo de venda da Keystone seguiu avançando e, após recebimento das ofertas vinculantes, encontra-se na fase de negociação', disse a empresa no comunicado de divulgação do resultado, sem fornecer mais detalhes sobre as negociações.

    A empresa informou que foram inscritos débitos de cerca de 1,1 bilhão de reais relacionados ao Funrural, sendo que o impacto final registrado na linha de outras receitas e despesas foi de 616 milhões de reais.

    No início de junho a empresa informou a conclusão da aquisição do controle da processadora de carne norte-americana National Beef, apresentando assim dados proforma para o segundo trimestre, além dos números das operações continuadas. Na base proforma, o prejuízo foi de 451 milhões no período.

    De abril a junho, a receita líquida proforma da Marfrig somou 9,9 bilhões de reais, um avanço de 21 por cento em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento foi impulsionado por um maior volume de vendas e pela valorização do dólar frente ao real, que compensou a queda no preço médio de vendas.

    O custo dos produtos vendidos proforma no período subiu 16 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado, para 8,6 bilhões de reais.

    O desempenho operacional das operações continuadas da Marfrig no segundo trimestre medido por lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de 461 milhões de reais entre abril e junho, alta de 199 por cento em relação ao Ebitda ajustado de 154 milhões de reais no mesmo período do ano passado.

    Já o Ebitda ajustado proforma somou 918 milhões de reais, uma alta de 87 por cento na comparação anual, com margem de 9,2 por cento.

    A dívida líquida da Marfrig no segundo trimestre somou 16,27 bilhões de reais, abaixo do endividamento líquido de 22,52 bilhões de reais um ano antes. O nível de alavancagem medido pela dívida líquida sobre o Ebitda ajustado proforma encerrou o semestre em 4,2 vezes.

    O fluxo de caixa livre das operações continuadas da Marfrig ficou negativo em 4,225 bilhões de reais no segundo trimestre, sendo que excluindo o valor da aquisição do controle da National Beef, o fluxo de caixa ficou negativo em 568 milhões de reais no período.

    (Por Flavia Bohone)

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    Estácio lucra 42,5% mais no 2º tri com receita maior após aumento em base de alunos e ticket médio

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Estácio Participações teve lucro líquido de 236,9 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 42,5 por cento na comparação anual, refletindo ganhos de eficiência e faturamento maior em meio à expansão da base de alunos e do ticket médio.

    Em balanço divulgado na noite de terça-feira, o segundo maior grupo de ensino superior do país informou que a receita líquida operacional cresceu 5,5 por cento em relação ao segundo trimestre de 2017, para 963,7 milhões de reais.

    Ao fim de junho, a base total de alunos da Estácio somava 558,2 mil, um número 3,4 por cento maior que o apurado um ano antes devido principalmente à forte expansão das matrículas em ensino à distância (EAD), além de melhores taxas de retenção em todas as modalidades.

    Ao mesmo tempo, a companhia elevou em 14,4 por cento o ticket médio no segmento EAD entre abril e junho, para 273,7 reais, e em 6,4 por cento no presencial, para 799,8 reais, em reajuste alinhado 'com a inflação dos custos'.

    As despesas comerciais no segundo trimestre aumentaram 34,5 por cento ano a ano, para 155,5 milhões de reais, enquanto os gastos com publicidade foram reduzidos em 29,8 por cento na mesma base, para 35,1 milhões de reais.

    Enquanto isso, a provisão de perdas com inadimplência de estudantes cresceu 83,9 por cento no período, para 120,1 milhões de reais, puxada pelo programa de parcelamento da companhia, o PAR.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de 274,1 milhões de reais entre abril e junho, aumento de 7,9 por cento na comparação anual. A margem Ebitda subiu 0,6 ponto percentual, para 28,4 por cento.

    A Estácio ainda reduziu a dívida líquida a 99,9 milhões de reais no segundo trimestre, ante 615,5 milhões de reais devidos um ano atrás. Com isso, a alavancagem medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda caiu a 0,1 vez, de 0,7 vez em junho de 2017.

    A empresa investiu 38,5 milhões de reais entre abril e junho, 13,6 por cento mais em relação ao mesmo intervalo um ano antes, elevando o total desembolsado desde janeiro a 75,9 milhões de reais.

    Em 2018, as ações da Estácio acumulam queda de pouco mais de 22 por cento, enquanto a rival Kroton Educacional já perdeu cerca de 40 por cento desde o início do ano.

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    Prejuízo líquido da Oi recua para R$1,233 bi no 2ºtri

    SÃO PAULO (Reuters) - O grupo de telecomunicações em recuperação judicial Oi registrou prejuízo líquido de 1,233 bilhão de reais no segundo trimestre, queda de 70,4 por cento ante o resultado negativo de 4,162 bilhões de reais referente ao mesmo período do ano passado.

    A companhia, que concluiu a conversão de dívida prevista no plano de recuperação judicial, teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado, ou de rotina, de 1,563 bilhão de reais, queda de 3,4 por cento em relação ao resultado de 1,617 bilhão de reais apurado no segundo trimestre do ano passado, quando a empresa deu entrada em seu pedido de recuperação judicial. A margem Ebitda ajustada, na mesma comparação, subiu 0,5 ponto percentual para 28,2 por cento.

    'Esse resultado reflete a combinação da queda anual da receita no patamar de 5 por cento e de 6,1 por cento nos custos', disse a empresa na noite de segunda-feira na divulgação do resultado trimestral.

    A receita líquida total caiu para 5,545 bilhões de reais, impactada pela queda do tráfego de voz, corte nas tarifas reguladas de interconexão e ligação fixo-móvel e alta da taxa de desemprego, influenciando negativamente os volumes de recargas de pré-pago. O crescimento da receita de TV paga residencial e das receitas de dados compensaram parcialmente estes impactos negativos, disse a Oi.

    Os custos e as despesas operacionais recuaram para 3,983 bilhões de reais. A Oi destacou que considerando a inflação em 12 meses de 4,4 por cento, as despesas recuaram 10 por cento em termos reais ante o segundo trimestre de 2017.

    O resultado financeiro consolidado ficou negativo em 1,199 bilhão de reais, ante resultado negativo de 4,981 bilhões de reais no segundo trimestre de 2017 e resultado positivo de 30,179 bilhões de reais no primeiro trimestre, quando houve ajuste do valor da dívida reestrutura.

    A empresa encerrou o trimestre com caixa de 5,199 bilhões de reais, resultando em uma dívida líquida de 10,021 bilhões de reais no segundo trimestre.

    (Por Alberto Alerigi Jr e Raquel Stenzel)

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    Prejuízo líquido da BRF salta para R$1,574 bi no 2º tri

    SÃO PAULO (Reuters) - A BRF registrou um prejuízo líquido de 1,574 bilhão de reais no segundo trimestre, ante prejuízo de 166 milhões de reais no mesmo período do ano passado, em meio a fortes perdas com operações da Polícia Federal envolvendo a empresa e a greve dos caminhoneiros.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ficou negativo em 289 milhões de reais, ante resultado positivo de 575 milhões de reais no mesmo período do ano anterior.

    Esse resultado contabiliza impacto negativo de 288 milhões de reais com as operações Carne Fraca e Trapaça da PF, decorrente de gastos com advogados, devolução de produtos e outros efeitos. Já a greve dos caminhoneiros no final de maio gerou perdas diretas de 75 milhões de reais com gastos logísticos adicionais, aumento da ociosidade e perda de estoques.

    Desconsiderando itens extraordinários, o Ebitda ajustado recuou 47,1 por cento na comparação anual, para 373 milhões de reais, com margem Ebitda ajustado de 4,6 por cento ante 8,8 por cento no mesmo período de 2017. A diminuição no Ebitda ajustado refletiu a queda na margem bruta devido ao aumento dos preços dos grãos e maiores despesas gerais e administrativas, disse a empresa.

    O lucro bruto caiu 55,4 por cento para 661 milhões de reais, com recuo de 10,4 pontos percentuais na margem bruta para 8,1 por cento.

    A maior processadora de carne frango do país disse que o segundo trimestre foi marcado pela continuidade do aumento dos preços dos grãos, que deve gerar impactos mais evidentes no custo da ração animal a partir do terceiro trimestre. 'Dito isso, a carne de frango brasileira perde competitividade no cenário de frango global.'

    A receita líquida consolidada totalizou 8,2 bilhões de reais, aumento de 1,9 por cento na comparação anual, devido ao aumento de 4 por cento nos volumes comercializados, principalmente no Brasil e no mercado Halal, mas com queda de 2 por cento no preço médio no período.

    A melhor performance comercial no Brasil, decorrente do crescimento no volume de 8,6 por cento ano a ano, e a contínua recuperação de preços em dólar no mercado Halal compensaram o desempenho mais fraco do mercado internacional, dadas as restrições do mercado europeu à BRF, o mercado russo ainda fechado para a indústria brasileira e as tarifas antidumping aplicadas temporariamente pela China, disse a empresa.

    O resultado financeiro também piorou, ficando negativo em 792 milhões de reais, ante 695 milhões de reais negativos no mesmo período do ano passado.

    A BRF encerrou o trimestre com dívida líquida de 15,696 bilhões de reais, alta de 1,7 bilhão de reais ante a dívida ao término do primeiro trimestre.

    A alavancagem medida pela relação dívida líquida e Ebitda ajustado subiu para 5,69 vezes, ante 4,44 vezes no trimestre imediatamente anterior e 4,79 vezes no segundo trimestre de 2017. A empresa, contudo, reforçou que busca reduzir esse índice para 4,35 vezes ao final de 2018 e para 3 vezes ao final de 2019.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Azul tem prejuízo líquido de R$45 mi no 2º tri, empresa reduz projeção de oferta

    SÃO PAULO (Reuters) - A Azul teve prejuízo líquido de 45 milhões de reais no segundo trimestre, ante prejuízo de 38,6 milhões no mesmo período de 2017, informou a terceira maior companhia aérea do país nesta quinta-feira.

    A empresa destacou que o lucro ajustado após itens não recorrentes, foi de 283,3 milhões de reais, no trimestre, recorde para a empresa. No período, a empresa elevou em 15,5 por cento o preço médio das passagens sobre o segundo trimestre do ano passado.

    Segundo a Azul, a greve dos caminhoneiros causou 51,2 milhões de reais em receita perdida no período.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e leasing (Ebitdar) ajustado de 521,4 milhões de reais, avanço de 10,9 por cento ante o mesmo período do ano anterior.

    A empresa também anunciou mudanças na suas previsões para o ano por conta das variações do câmbio e dos preços dos combustíveis de aviação. A Azul agora espera um crescimento da oferta neste ano de 16 a 18 por cento ante expectativa anterior de avanço de 17 a 20 por cento. O número de decolagens foi reduzido de expansão de 3 a 4 por cento para alta de 2 a 3 por cento.

    Já a margem operacional prevista pela Azul para o ano é de 9 a 11 por cento, uma redução ante a previsão anterior de 11 a 13 por cento, excluindo eventos não recorrentes.

    'Continuaremos o processo de substituição de aeronaves de antiga geração por A320neos, que representaram 14 por cento dos nossos ASKs (oferta) em 2017 e deverão representar 27 por cento da nossa capacidade total em 2018', disse o presidente-executivo da Azul, John Rodgerson, em comunicado.

    A Azul espera que o custo excluindo gastos com combustível caia de 1 a 3 por cento este ano ante previsão anterior de queda de 2 a 4 por cento.

    As ações da Azul subiam 1,11 por cento, a 23,64 reais, às 10:27. O Ibovespa mostrava alta de 0,17 por cento no horário.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Menores despesas com calotes fazem lucro ajustado do BB crescer 22,3% no 2º tri

    Por Aluisio Alves

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil teve alta robusta do lucro no segundo trimestre, apoiado em menores despesas com provisões para calotes, maiores receitas com tarifas e na expansão das receitas com crédito para pessoas físicas.

    O banco controlado pelo governo federal anunciou nesta quinta-feira que seu lucro ajustado somou 3,24 bilhões de reais no período, alta de 22,3 por cento ante mesma etapa de 2017. O lucro líquido cresceu 19,7 por cento, a 3,135 bilhões de reais.

    O BB seguiu se beneficiando da melhora da qualidade da sua carteira de empréstimos, com o índice de inadimplência acima de 90 dias caindo a 3,34 por cento, ante 3,65 por cento no fim de março e 4,11 por cento um ano antes.

    Assim, a provisão do banco para perda esperada com inadimplência, líquida de recuperação, caiu 31,9 por cento no comparativo anual, para 3,58 bilhões de reais. Adicionalmente, o BB reduziu a previsão de perda esperada para o ano nesta linha, do intervalo de 16 bilhões a 19 bilhões para a faixa de 14 bilhões a 16 bilhões de reais.

    Em outra frente, o BB viu sua margem financeira líquida crescer 13,4 por cento ano a ano. Embora o preço médio cobrado no crédito oferecido a clientes tenha diminuído na esteira do recuo da Selic, isso foi mais do que compensado por menores custos de captação.

    No fim de junho, o estoque de empréstimos do BB no conceito ampliado somava 685,5 bilhões de reais, um aumento de 1,5 por cento em 3 meses, mas queda também de 1,5 por cento ano a ano. Após uma longa sequência de quedas, a carteira de pessoa jurídica teve alta residual, enquanto a do lucrativo segmento de varejo avançou 2,2 por cento em termos sequenciais.

    Ao mesmo tempo, as receitas do banco com tarifas subiram 5,7 por cento ano a ano, para 6,8 bilhões de reais. Enquanto isso, as despesas administrativas do trimestre somaram de 8,07 bilhões de reais, alta de 2,6 por cento.

    Assim, a instituição teve rentabilidade anualizada sobre o patrimônio líquido de 13,8 por cento de abril a junho, alta de 1 ponto percentual sobre um ano antes e de 0,6 ponto na medição sequencial.

    Executivos do BB comentam os resultados do trimestre em reunião com jornalistas no final da manhã desta quinta-feira.

    (Por Aluísio Alves)

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    Magazine Luiza dobra lucro do 2º tri para 140,7 mi, mas inicia 2º semestre com cautela

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Magazine Luiza quase dobrou o lucro líquido do segundo trimestre para 140,7 milhões de reais, após registrar a maior expansão trimestral de vendas em cinco anos, mas alertou que o segundo semestre demanda mais cautela em relação às perspectivas de curto prazo.

    'Poderemos ter um período mais desafiador e, certamente, teremos uma base comparativa de resultados ainda maior do que tivemos na primeira metade do ano', afirmou a companhia no material de divulgação do balanço trimestral nesta segunda-feira, destacando a recuperação mais lenta da economia, indefinições no cenário político e o aumento da cotação do dólar.

    Entre abril e junho, a Magazine Luiza vendeu, considerando todos os canais físico e online, um total de 4,6 bilhões de reais, alta de 43,3 por cento ano a ano, apoiada principalmente na aceleração do crescimento do comércio eletrônico para 66,1 por cento, ante 60,8 por cento no segundo trimestre de 2017.

    As vendas mesmas lojas físicas cresceram 27 por cento no segundo trimestre, ante 14 por cento no mesmo período do ano passado. A participação do comércio eletrônico no total vendido passou no período de 28,5 para 33 por cento.

    No final de julho, a rival Via Varejo, do grupo GPA, divulgou crescimento de vendas mesmas lojas de 5,8 por cento para o segundo trimestre.

    A receita líquida da empresa aumentou 36,9 por cento na mesma base de comparação, para 3,696 bilhões de reais, elevando o faturamento semestral a 7,31 bilhões de reais.

    Enquanto isso, as despesas com vendas cresceram 35,2 por cento no segundo trimestre, para 661,4 milhoes de reais, após investimentos em marketing na aquisição de novos clientes, logística e atendimento.

    Por outro lado, a Magazine reduziu em 18,1 por cento os gastos financeiros no período, para 112,1 milhões de reais, encerrando o mês de junho com um resultado financeiro líquido negativo de 72,6 milhões de reais, inferior aos 109,2 milhões de reais observados um ano atrás.

    Conforme o balanço, a diluição das despesas financeiras em um cenário de juros mais baixos contribuiu para uma alta de 32,5 por cento do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), para 312,4 milhões de reais.

    A Magazine Luiza tinha uma posição de caixa líquido de 1,34 bilhão de reais ao fim de junho, ante dívida líquida de 267,6 milhões de reais um ano atrás.

    Só no segundo trimestre, a companhia desembolsou 85 milhões de reais para abertura de lojas, reformas e investimentos em tecnologia. A empresa inaugurou 27 lojas lojas entre abril e junho e outras 30 devem ser abertas no terceiro trimestre, de acordo com o balanço.

    As ações da Magazine Luiza acumulam valorização de 72,5 por cento até agora em 2018, superando o desempenho de concorrentes como Via Varejo e B2W.

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    Gol amarga prejuízo de R$1,3 bi no 2º tri com impacto do câmbio

    Por Flavia Bohone

    SÃO PAULO (Reuters) - A Gol registrou prejuízo líquido depois da participação minoritária de 1,326 bilhão de reais no segundo trimestre, um aumento de 177,6 por cento em relação à perda verificada um ano antes, pressionada pela variação cambial que pesou sobre o resultado financeiro do período.

    Antes da participação de minoritários, o prejuízo líquido somou 1,272 bilhão de reais no período de abril a junho, um aumento do rombo de mais de 200 por cento em relação à perda de 409,5 milhões de reais um ano antes, com margem líquida negativa de 54 por cento.

    A margem líquida após a diluição dos minoritários ficou negativa 56,3 por cento.

    'A tradicional baixa temporada em viagens aéreas no Brasil foi particularmente desafiadora pela apreciação acelerada do dólar americano frente ao real e pela ruptura no equilíbrio de oferta da indústria que impactou a demanda do transporte aéreo', disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, em comunicado sobre o balanço trimestral.

    O resultado financeiro ficou negativo em 1,261 bilhão de reais no segundo trimestre, afetado principalmente pela perda com a variação cambial e monetária de 1 bilhão de reais. Um ano antes, o resultado financeiro foi negativo em 425,3 milhões de reais.

    'Esse resultado foi decorrente da desvalorização do real em 16 por cento incidente sobre o saldo de dívida bruta de 2 bilhões de dólares no nosso balanço patrimonial consolidado', disse o vice-presidente financeiro da Gol, Richard Lark, em vídeo divulgado pela empresa para comentar o resultado.

    A receita operacional líquida do segundo trimestre subiu 9 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, somando 2,354 bilhões de reais.

    O resultado operacional, medido pelo lucro antes de juros e impostos (Ebit), somou 42,8 milhões de reais no período, alta de 92,7 por cento em relação ao mesmo período de 2017, engatando o oitavo trimestre seguido de resultado operacional positivo. No período de abril a junho, a margem Ebit foi de 1,8 por cento, ante 1 por cento um ano antes.

    Segundo Lark, o preço médio do combustível de aviação subiu 12,6 por cento sobre o primeiro trimestre, mas 'a combinação de maiores tarifas, maior demanda e ganhos de 36 milhões de reais com hedge permitiram' o crescimento de 0,8 ponto percentual na margem Ebit.

    Em relação ao preço dos combustíveis, Lark afirmou que a empresa possui hedge para cerca de 70 por cento da exposição ao preço de petróleo para o restante deste ano.

    Às 14:34 as ações da Gol subiam 1,53 por cento, revertendo as perdas vistas mais cedo, quando os papéis perderam 3,21 por cento na mínima da sessão.

    Para os analistas do BTG Pactual, a Gol reportou resultados relativamente sólidos, considerando a sazonalidade desfavorável do segundo trimestre e os eventos negativos do período.

    A equipe do banco tem recomendação de compra para as ações da Gol, mas reduziu o preço-alvo do papel para 18 reais, ante 25 reais.

    Após os impactos em maio e junho, em decorrência da greve dos caminhoneiros, a Gol viu as reservas de voos voltando a 'patamares mais normais' em julho, disse Lark em teleconferência depois da divulgação dos resultados.

    Em relação à demanda, o executivo afirmou que a empresa segue confiante na força da demanda corporativa, que tem o maior peso na composição dos clientes da empresa. No entanto, Lark destacou que a empresa está mais cautelosa em relação à demanda do segmento lazer, que responde por cerca de 30 por cento.

    'Essa situação de crescimento econômico talvez menor que o esperado poderia impactar um pouco a demanda desse segmento muito mais suscetível a questões econômicas', disse Lark.

    PROJEÇÕES

    Com o resultado do segundo trimestre, a Gol elevou sua estimativa para a despesa financeira líquida em 2018 para aproximadamente 800 milhões de reais, de cerca de 650 milhões de reais na previsão anterior. Para 2019, a projeção foi mantida em cerca de 500 milhões de reais.

    A Gol manteve a estimativa de crescimento da oferta total entre 1 e 2 por cento neste ano, e entre 5 e 10 por cento em 2019.

    A projeção para margem operacional (Ebit) para este ano foi mantida em cerca de 11 por cento. No entanto, para o próximo ano, a estimativa foi revisada para cerca de 12 por cento, de 13 por cento.

    A companhia aérea revisou ainda suas projeções para o resultado por ação diluído, prevendo agora para 2018 um prejuízo de 1,20 real a 1 real, ante estimativa anterior de lucro de 0,90 real a 1,10 real. Para 2019, a expectativa é de lucro de 1,50 real a 1,90 real, ante projeção anterior de ganho de 1,70 real a 2,30 real.

    A estimativa para o preço do combustível em 2018 passou a cerca de 2,9 reais por litro, acima da projeção anterior de cerca de 2,5 reais por litro. Para 2019, a companhia aérea estima preço médio de combustível de 2,9 reais por litro, também superior à previsão anterior de 2,6 reais.

    SMILES

    Separadamente, a Gol disse que seu conselho de administração aprovou um contrato de compra e venda antecipada de passagens aéreas a ser firmado com a Smiles, por meio do qual a Smiles adquire novos créditos para utilização futura na aquisição de passagens aéreas de emissão da Gol. A compra antecipada consistirá em uma tranche de pagamento, com desembolso imediato pela Smiles no valor de até 300 milhões de reais.

    Além disso, o conselho aprovou ainda o aumento de capital da Gol no valor de 2,472 milhões de reais, mediante a emissão de 331.418 ações, decorrentes do exercício de opções de compra de ações no âmbito do plano de opção de compra de ações aprovado em outubro de 2012.

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