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    Eletrobras tem prejuízo de R$1,6 bi no 3° tri com perdas em distribuição e provisões

    SÃO PAULO (Reuters) - A estatal Eletrobras fechou o terceiro trimestre com prejuízo líquido de 1,61 bilhão de reais, revertendo lucro líquido de 550 milhões de reais no mesmo período de 2017, em resultado impactado por fortes perdas no setor de distribuição de energia e por provisões, principalmente relacionadas ao empréstimo compulsório.

    A companhia, maior elétrica do país e líder em geração e transmissão, reportou um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 189 milhões de reais, uma retração de 92 por cento ante o ano anterior, segundo balanço divulgado na noite de segunda-feira.

    O Ebitda 'pro forma', que exclui itens não recorrentes, foi de 1,748 bilhão de reais, alta de 18 por cento na comparação anual.

    A estatal disse que seus negócios de geração e transmissão de energia tiveram no trimestre lucro de 832 milhões de reais e 103 milhões de reais, respectivamente, enquanto a área de distribuição teve prejuízo de 998 milhões de reais.

    Os resultados foram impactados por 2,2 bilhões de reais em provisões para contingência, incluindo 1,5 bilhão de reais referente aos chamados empréstimos compulsórios-- operações em que a estatal tomou recursos emprestados dos consumidores no passado e que são até hoje tema de embate judicial.

    Houve, ainda, provisões de 241 milhões de reais para custos da subsidiária Chesf com o chamado risco hidrológico na operação da usina de Sobradinho e de 145 milhões de reais para 'contratos onerosos'.

    A companhia também contabilizou 418 milhões de reais em provisão para perdas em investimentos relativas ao ajuste de valor justo após vender fatias em usinas eólicas e ativos de transmissão em um leilão em setembro, que levantou 1,3 bilhão de reais com as negociações de ativos.

    A receita operacional líquida da Eletrobras no trimestre foi de 8,9 bilhões de reais, alta de 0,5 por cento na comparação anual.

    A estatal investiu 976 milhões de reais no período, queda de 25 por cento ante os 1,3 bilhão de reais no mesmo trimestre de 2017. No acumulado do ano, a companhia soma aportes de 2,8 bilhões, contra 3,76 bilhões nos primeiros nove meses de 2017.

    (Por Luciano Costa)

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    Kroton lucra quase 17% menos no 3º tri com queda em receita, maiores despesas e depreciação

    SÃO PAULO (Reuters) - A Kroton Educacional registrou uma queda de 16,9 por cento no lucro líquido ajustado do terceiro trimestre ante igual período de 2017, para 440,4 milhões de reais, pressionada pelo aumento dos níveis de depreciação derivado dos investimentos maiores, bem como por queda na receita e despesas mais altas.

    Sem considerar itens não recorrentes, a amortização do intangível e efeito líquido da emissão de debêntures, o lucro líquido caiu 22,9 por cento, para 347,8 milhões de reais no terceiro trimestre na comparação anual, de acordo com balanço divulgado nesta sexta-feira.

    O desempenho operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou 7,2 por cento, para 535,4 milhões de reais. Sem ajustes, o Ebitda caiu 13,4 por cento, para 471,2 milhões de reais.

    'A redução de rentabilidade verificada neste ano é consequência das pressões oriundas da mudança no perfil dos alunos na base, com um maior nível de provisionamento para suportar os produtos de parcelamento, além da manutenção de um ambiente econômico desafiador e do aumento de custos e despesas referentes às novas unidades', informou a Kroton no balanço.

    Mesmo assim, o maior grupo de ensino superior do país reforçou a expectativa de que o resultado do ano ficará em linha com as previsões (guidance).

    As despesas operacionais cresceram 4,4 por cento, para 145,3 milhões de reais, com movimento puxado pelo aumento de 9,7 por cento nas despesas com pessoal.

    Entre julho e setembro, a empresa conseguiu reduzir os gastos para provisão de créditos de liquidação duvidosa, que tinha afetado negativamente o resultado do segundo trimestre, em 6,3 por cento ano a ano e em 15,2 por cento na comparação trimestral.

    A receita líquida somou 1,25 bilhão de reais, queda de 5,5 por cento em relação ao terceiro trimestre do ano passado e de 18 por cento sobre o segundo trimestre, refletindo venda de ativos, redução no número de alunos e maior pressão do tíquete de entrada.

    A empresa destacou que, 'apesar das dificuldades econômicas e o cenário concorrencial bastante desafiador', conseguiu um resultado 'bastante sólido' na captação do segundo semestre de 2018, tanto no segmento presencial quanto no ensino à distância (EAD).

    Conforme adiantado em meados de outubro, a Kroton adicionou 183,3 mil novos alunos de graduação presencial e EAD, um avanço de 2,6 por cento na comparação anual. Apesar disso, a base total de alunos encolheu 2,8 por cento ao fim de setembro ante igual período de 2017, para 871.243, após queda de 4,2 por cento nas rematrículas, alta de 8,3 por cento nas formaturas do primeiro semestre e evasão maior no EAD.

    A Kroton elevou em 9,7 por cento os investimentos no terceiro trimestre, para 121 milhões de reais, dos quais 35 por cento foram destinados a obras e benfeitorias e 39 por cento ao desenvolvimento de conteúdo, sistemas e licenças de software.

    O resultado financeiro foi positivo em 5,4 milhões de reais entre julho e setembro, queda de 77,8 por cento ante o mesmo trimestre do ano anterior.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Banco do Brasil tem lucro de R$3,4 bi no 3º tri; reduz previsão para margem financeira no ano

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil SA divulgou nesta quinta-feira lucro no terceiro trimestre praticamente em linha com as expectativas dos analistas, mas previu uma queda mais acentuada na margem financeira bruta neste ano, por um crescimento mais fraco do crédito.

    O lucro líquido recorrente, que exclui itens extraordinários, ficou em 3,402 bilhões de reais, 25,6 por cento acima do resultado no mesmo período anterior e 2 por cento superior à estimativa compilado pela Refinitiv de 3,334 bilhões de reais, ajudado pela queda nas provisões para empréstimos duvidosos.

    A carteira de crédito ampliada do banco permaneceu praticamente estável no trimestre, atingindo 686,3 bilhões de reais.

    O BB disse que espera uma queda na margem financeira bruta no ano de 6,5 e 5 por cento, ante previsão anterior de estabilidade à queda de até 5 por cento.

    Em agosto, o diretor financeiro, Bernardo Rothe, disse que o crescimento da margem financeira bruta seria retomado em 2019.

    O índice de inadimplência de 90 dias do banco diminuiu 0,5 ponto percentual no trimestre, para 2,83 por cento.

    O retorno sobre o patrimônio líquido subiu 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre anterior para 14,3 por cento e superou uma estimativa compilada pelo Refinitiv de 13,1 por cento.

    O novo diretor-presidente, Marcelo Labuto, fará uma coletiva de imprensa sobre os resultados nesta quinta-feira. O ex-CEO Paulo Caffarelli deixou o banco em 1º de novembro após aceitar uma oferta para se tornar executivo-chefe da Cielo SA .

    (Por Carolina Mandl)

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    Gol tem prejuízo de R$409 mi no 3ºtri pressionado por câmbio e petróleo

    SÃO PAULO (Reuters) - A GOL Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea do Brasil, registrou nesta quinta-feira prejuízo líquido de 409 milhões de reais no terceiro trimestre, devido principalmente à depreciação do real e aos preços mais elevados do petróleo.

    A perda foi muito maior que a previsão de analistas de um prejuízo líquido de 33 milhões dólares, de acordo com dados I/B/E/S da Refinitiv, e levou a Gol a revisar negativamente suas estimativas para o ano inteiro.

    A empresa agora espera um prejuízo líquido por ação entre 1,8 e 2 reais no ano, ante estimativa anterior de prejuízo de 1 e 1,2 real por ação. Para o próximo ano, foi mantida a estimativa de um lucro entre 1,5 a 1,9 real por ação.

    O terceiro trimestre, geralmente lucrativo para as companhias aéreas, viu a Gol reverter o lucro líquido de 330 milhões de reais que registrou no mesmo período de 2017, de acordo com dado divulgado nesta quinta-feira.

    A Gol é particularmente sensível às flutuações cambiais porque 77 por cento de sua dívida é em dólares. As oscilações do câmbio também afetam o poder de compra dos brasileiros e o custo de compra de petróleo, precificado em dólares. A dívida total da Gol somava de 8 bilhões de reais no fim de setembro.

    A companhia aérea disse que a desvalorização do real custou à empresa 187 milhões de reais.

    Ainda assim, a receita operacional líquida da Gol somou 2,89 bilhões de reais, alta de 8,3 por cento em relação ao terceira trimestre de 2017.

    Nos nove meses até agora este ano, a Gol registrou uma perda acumulada de 1,588 bilhão de reais, ante lucro de 14,7 milhões de reais no mesmo período de 2017.

    (Por Marcelo Rochabrun)

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    Lucro líquido do Bradesco sobe no 3º tri com redução de provisões

    SÃO PAULO (Reuters) - O Bradesco, segundo maior banco privado do Brasil, divulgou nesta quinta-feira um aumento de 13,7 por cento no lucro do terceiro trimestre na comparação anual, com um recuo nas provisões para perdas com empréstimos duvidosos.

    O lucro líquido recorrente no Banco Bradesco somou 5,471 bilhões de reais no terceiro trimestre, e ficou praticamente em linha com a estimativa média de analistas ouvidos pela Refinitiv de um lucro de 5,508 bilhões de reais.

    Mas o banco superou as estimativas dos analistas para o retorno sobre o patrimônio líquido, que ficou em 19 por cento, quase 0,5 ponto percentual acima do esperado.

    O Bradesco informou em comunicado que as provisões para perdas com empréstimos foi de 3,512 bilhões de reais no terceiro trimestre, 23,3 por cento menor que no mesmo período do ano anterior, em meio a uma recuperação gradual da economia brasileira.

    No entanto, as perdas aumentaram ligeiramente em 2,2 por cento em comparação com o trimestre anterior, devido a empréstimos corporativos reestruturados, totalizando 920 milhões de reais.

    O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,63 por cento, 0,3 ponto percentual abaixo do índice do trimestre anterior e queda de 1,2 ponto percentual ante o mesmo período do ano passado.

    A carteira de crédito expandida do Bradesco alcançou 523,4 bilhões de reais, com alta de 1,5 por cento na comparação trimestral, ajudada por pessoas físicas e pequenas e médias empresas. Em relação ao terceiro trimestre de 2017, o aumento foi de 7,5 por cento.

    O Bradesco registrou um índice de capital Nível 1 de 12,2 por cento, um aumento de 0,8 por cento em relação ao trimestre anterior.

    (Por Carolina Mandl)

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    Santander Brasil despenca 5% após balanço do 3º tri com sinais de fraqueza

    Por Carolina Mandl

    SÃO PAULO (Reuters) - As units do Santander Brasil recuaram cerca de 5 por cento nesta quarta-feria, depois que analistas consideraram que o resultado do banco no terceiro trimestre mostrou alguns sinais de fraqueza apesar de um lucro maior do que o esperado para o período.

    A receita com tarifas e a margem financeira bruta, a diferença entre o que o banco paga pelo dinheiro e o que cobra nos empréstimos cedidos a clientes, caíram no trimestre, o que gerou dúvidas sobre a tendência de desempenho para os próximos trimestres.

    O banco teve lucro líquido recorrente de 3,108 bilhões de reais de julho a setembro, 2,85 por cento superior à estimativa média de analistas compilada pela Refinitiv e 20,2 por cento acima do resultado positivo registrado no mesmo período do ano passado.

    Analistas do BTG Pactual afirmaram em nota a clientes que o Santander Brasil 'está perdendo força depois de 19 trimestres sequenciais de crescimento no lucro por ação'.

    O vice-presidente financeiro do banco, Angel Santodomingo, acrescentou lenha na discussão, afirmando nesta quarta-feira que a competição vai pressionar as margens do banco nos próximos trimestres.

    Santodomingo afirmou que um impacto importante sofrido pelo banco no terceiro trimestre foi a mudança no cenário regulatório do setor de cartões de crédito, que limitaram o uso do rotativo a um máximo de 30 dias.

    A margem financeira bruta caiu 0,5 ponto percentual no período de julho a setembro, para 9,7 por cento.

    A receita com tarifas também caiu, mas Santodomingo repetiu que a queda deveu-se a outro impacto regulatório.

    O presidente-executivo do Santander Brasil, Sergio Rial, afirmou durante teleconferência com jornalistas que o banco está buscando um retorno maior sobre o patrimônio e crescimento sem depender de aquisições.

    Rial disse que o banco vai abrir 300 agências e postos de atendimento nos próximos dois anos no país, especialmente fora das grandes cidades.

    A carteira de crédito ampliada do banco atingiu 380,7 bilhões de reais, impulsionada por empréstimos para pessoas físicas e pequenas empresas, com alta de 3,4 por cento na comparação com o trimestre anterior e de 13,1 por cento ante o terceiro trimestre de 2017.

    O índice de inadimplência de 90 dias foi de 2,9 por cento no terceiro trimestre, ligeiramente acima dos três meses anteriores.

    Rial afirmou que aos jornalistas que não espera uma grande mudança na unidade brasileira do espanhol Santander depois que o novo presidente-executivo da matriz, Andrea Orcel, assumir o comando do grupo financeiro em janeiro.

    Desde que Orcel, um ex-chefe da unidade de banco de investimento do UBS, foi indicado para a presidência-executiva do Santander, analistas têm especulado se o grupo poderia mudar sua estratégia global ao buscar aquisições ou crescimento na área de banco de investimento.

    'No Brasil, o Santander é um banco de varejo', disse Rial. 'Mas há espaço para melhorias na unidade de banco de investimento', acrescentou.

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    Via Varejo tem prejuízo R$79 mi no 3º tri apesar de alta nas vendas; margens recuam

    SÃO PAULO (Reuters) - A Via Varejo encerrou o terceiro trimestre com prejuízo 79 milhões de reais, revertendo lucro de 46 milhões de reais um ano antes, apesar do aumento de vendas físicas e online que vieram, contudo, ao custo de margens menores diante de uma demanda ainda fraca e ambiente competitivo no setor.

    A rede de varejo dona das marcas Casas Bahia e Pontofrio registrou receita líquida de 6,377 bilhões de reais de julho a setembro, um acréscimo de 4,4 por cento em relação ao mesmo período de 2017. As vendas 'mesmas lojas' subiram 4,2 por cento. A receita contábil das lojas físicas aumentou em 5,2 por cento.

    A companhia destacou que o desempenho foi resultado de importante ganho de participação de mercado no período.

    No segmento online, o Gross Merchandise Value (GMV)- montante transacionado em reais no site, incluindo operações do marketplace - faturado subiu 13,6 por cento. O marketplace respondeu por 26,2 por cento do total, com alta de 19,5 por cento.

    A margem bruta no terceiro trimestre, porém, ficou em 29,2 por cento, queda de 3,56 pontos percentuais frente ao mesmo período do ano passado, 'em função de um ambiente de vendas mais desafiador e menor penetração de produtos rentáveis como o crediário e serviços', disse a empresa.

    A Via Varejo também afirmou que, no três meses encerrados em setembro, reclassificou algumas despesas trabalhistas para custo.

    O Ebitda ajustado atingiu 161 milhões de reais, com queda de 61,6 por cento. A margem Ebitda ajustada caiu 4,33 pontos, para 2,5 por cento no período.

    'Vale ressaltar que esse último período foi marcado por importantes implementações em sistemas críticos da companhia. São mudanças profundas, essenciais para a empresa reestruturar suas fundações. Uma vez superado o processo natural de curva de adoção e aprendizado, acreditamos que essa decisão estratégica trará evoluções significativas em produtividade e na experiência dos nossos clientes', disse a Via Varejo.

    A companhia fechou o terceiro trimestre com caixa líquido ajustado de 1,625 bilhão de reais, incluindo a carteira de recebíveis não descontados no valor de 1,714 bilhão de reais.

    A rede também encerrou o período com uma variação de capital de giro positiva em relação ao terceiro trimestre de 2017, de 2,462 bilhões de reais. 'Estrategicamente, seguimos com estoques elevados (financiado por nossos fornecedores) uma vez que entramos no período de maior venda da Companhia, com a Black Friday e Natal.'

    O período de julho a setembro também foi marcado por aumento nas despesas com vendas, gerais e administrativas em relação a receita líquida, para 27,1 por cento versus 26,3 por cento no terceiro trimestre de 2017, com aumento das despesas judiciais e maiores despesas de marketing.

    NOVAS LOJAS

    A Via Varejo abriu 15 novas lojas no terceiro trimestre, sendo 11 no formato Smart e 4 quiosques, enquanto encerrou as operações de 23 lojas no período citando fraco desempenho operacional e financeiro. No caso dos quiosques, a empresa pretende acelerar a expansão do modelo e espera finalizar o ano com 20 unidades em função do desempenho obtido.

    Também no terceiro trimestre foram abertas 44 novas Lojas Hub, totalizando 62 unidades do modelo.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Lucro da Caixa Econômica Federal salta 34% no 2º trimestre

    SÃO PAULO (Reuters) - A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira que teve lucro líquido de 3,464 bilhões de reais, um salto de 33,9 por cento ante mesma etapa de 2017, apesar da queda da carteira de crédito.

    O banco estatal fechou junho com uma carteira de crédito de 695,3 bilhões de reais, recuo de 2,9 por cento em 12 meses, influenciada pela redução de 25,7 por cento na carteira de pessoa jurídica, compensada pelo aumento de 3,6 por cento na carteira habitacional.

    'Mesmo diante do recuo do crédito, a Caixa manteve sua participação no mercado superior a 20 por cento, em linha com o planejado pela empresa e melhorou a qualidade da carteira', disse o banco estatal nesta segunda-feira.

    As provisões para as perdas com inadimplência somaram 3,340 bilhões de reais, queda de 34,2 por cento em relação ao segundo trimestre de 2017.

    O índice de inadimplência acima de 90 dias da Caixa recuou 0,4 ponto percentual ante o primeiro trimestre e ficou estável em relação ao mesmo período do ano anterior, em 2,5 por cento.

    O índice de capital principal ficou em 12,5 por cento e a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio subiu para 15,36 por cento no segundo trimestre.

    'A melhoria nos resultados do banco foi causada por uma queda significativa de provisões e alguma melhoria nas taxas de serviço', disseram analistas do Itaú BBA sobre o resultado do terceiro trimestre da Caixa.

    (Por Aluísio Alves, reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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    Walmart tem maior alta em vendas comparáveis nos EUA em uma década e ações disparam

    Por Nandita Bose

    NOVA YORK (Reuters) - O Walmart reportou nesta quinta-feira lucro trimestral e vendas que superaram as estimativas, conforme mais clientes visitaram suas lojas e um website repaginado impulsionou vendas online.

    O maior varejista do mundo também elevou suas projeções para lucro e vendas no ano, excluindo qualquer impacto da aquisição da empresa indiana de comércio eletrônico Flipkart, que ainda está em processo de conclusão.

    As vendas comparáveis do Walmart nos Estados Unidos tiveram a maior alta em uma década, impulsionadas pelo forte desempenho em mercearia, vestuário e produtos sazonais, que se recuperaram no segundo trimestre após um início fraco em abril.

    O Walmart tem quatro anos seguidos de crescimento nos EUA, marca que não foi alcançada por nenhum outro varejista.

    O crescimento de seu comércio eletrônico nos EUA também ficou acima dos trimestres anteriores, impulsionado por mudanças como um novo formato do website e expansão continuada das ofertas de produtos de mercearia online. As vendas do comércio eletrônico cresceram 40 por cento, ante expansão de 33 por cento no trimestre anterior. A empresa disse que caminha para elevar as vendas online nos EUA em 40 por cento no ano.

    O desempenho das vendas ofuscou a continuidade das pressões de margem, decorrentes de corte de preços, custos mais altos de transporte de carga devido à escassez de motoristas de caminhão no país e ao investimento continuado em comércio eletrônico.

    As margens brutas caíram pelo quinto trimestre seguido, com queda de 0,17 ponto percentual.

    As ações da varejista subiam quase 10 por cento por volta das 12:30 (horário de Brasília).

    ESTRATÉGIA INTERNACIONAL

    As vendas internacionais subiram 3,1 por cento, para 29,2 bilhões de dólares em moeda constante, ajudadas por fortes vendas comparáveis em quatro de seus maiores mercados fora dos EUA -- México, Reino Unido, Canadá e China.

    A empresa tem buscado ajustar seu portfólio internacional. Em junho, o Walmart informou a venda de uma participação de 80 por cento nas operações no Brasil para a empresa de private equity Advent International.

    O Walmart recentemente também vendeu uma fatia majoritária em sua unidade britânica ASDA para o J Sainsbury e pagou 16 bilhões de dólares por uma participação majoritária a empresa de comércio eletrônico indiana Flipkart.

    O varejista também fechou acordos para vender as operações bancárias do Walmart Canada e Walmart Chile.

    As vendas em lojas dos EUA abertas há pelo menos um ano cresceram 4,5 por cento, excluindo flutuações de preços de combustíveis, acima das projeções de analistas, de alta de 2,38 por cento, de acordo com dados da Thomson Reuters I/B/E/S.

    O Walmart reportou prejuízo líquido para o trimestre encerrado em 31 de julho de 861 milhões de dólares, ou 0,29 dólar por ação, ante lucro líquido de 2,9 bilhões de dólares, ou 0,96 dólar por ação, um ano antes.

    Excluindo itens não recorrentes, como a perda relacionada à venda da fatia no Walmart Brasil, o varejista lucrou 1,29 dólar por ação, acima das expectativas de analistas de 1,22 dólar por ação, de acordo com dados da Thomson Reuters I/B/E/S.

    A receita total subiu 3,8 por cento, para 128 bilhões de dólares, superando as estimativas dos analistas, de 125,97 bilhões de dólares.

    Para o ano, o Walmart agora espera lucrar entre 4,90 dólares e 5,05 dólares por ação, acima da estimativa anterior de 4,75 a 5 dólares por ação, e excluindo qualquer impacto de sua aquisição da Flipkart.

    As vendas no conceito mesmas lojas nos EUA devem subir cerca de 3 por cento no ano fiscal 2019, acima da estimativa anterior, de pelo menos 2 por cento de alta.

    (Por Nandita Bose)

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    Marfrig tem prejuízo líquido de R$582 mi no 2º tri

    SÃO PAULO (Reuters) - A Marfrig teve prejuízo líquido de 582 milhões de reais no segundo trimestre, ante prejuízo de 262 milhões de reais no mesmo período do ano anterior, em um resultado impactado pela adesão da empresa ao programa de renegociação da dívida do Funrural, informou a companhia na noite de terça-feira.

    Sem considerar o impacto do Funrural, o prejuízo das operações continuadas do período foi de 175 milhões de reais, refletindo o impacto da alta do dólar sobre os juros da dívida e o alto patamar de despesa financeira, que a empresa espera reduzir após a finalização da venda da Keystone Foods, fornecedora norte-americana de frango para o MacDonald's.

    'O processo de venda da Keystone seguiu avançando e, após recebimento das ofertas vinculantes, encontra-se na fase de negociação', disse a empresa no comunicado de divulgação do resultado, sem fornecer mais detalhes sobre as negociações.

    A empresa informou que foram inscritos débitos de cerca de 1,1 bilhão de reais relacionados ao Funrural, sendo que o impacto final registrado na linha de outras receitas e despesas foi de 616 milhões de reais.

    No início de junho a empresa informou a conclusão da aquisição do controle da processadora de carne norte-americana National Beef, apresentando assim dados proforma para o segundo trimestre, além dos números das operações continuadas. Na base proforma, o prejuízo foi de 451 milhões no período.

    De abril a junho, a receita líquida proforma da Marfrig somou 9,9 bilhões de reais, um avanço de 21 por cento em relação ao mesmo período do ano passado. O crescimento foi impulsionado por um maior volume de vendas e pela valorização do dólar frente ao real, que compensou a queda no preço médio de vendas.

    O custo dos produtos vendidos proforma no período subiu 16 por cento em relação ao segundo trimestre do ano passado, para 8,6 bilhões de reais.

    O desempenho operacional das operações continuadas da Marfrig no segundo trimestre medido por lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de 461 milhões de reais entre abril e junho, alta de 199 por cento em relação ao Ebitda ajustado de 154 milhões de reais no mesmo período do ano passado.

    Já o Ebitda ajustado proforma somou 918 milhões de reais, uma alta de 87 por cento na comparação anual, com margem de 9,2 por cento.

    A dívida líquida da Marfrig no segundo trimestre somou 16,27 bilhões de reais, abaixo do endividamento líquido de 22,52 bilhões de reais um ano antes. O nível de alavancagem medido pela dívida líquida sobre o Ebitda ajustado proforma encerrou o semestre em 4,2 vezes.

    O fluxo de caixa livre das operações continuadas da Marfrig ficou negativo em 4,225 bilhões de reais no segundo trimestre, sendo que excluindo o valor da aquisição do controle da National Beef, o fluxo de caixa ficou negativo em 568 milhões de reais no período.

    (Por Flavia Bohone)

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    Estácio lucra 42,5% mais no 2º tri com receita maior após aumento em base de alunos e ticket médio

    Por Gabriela Mello

    SÃO PAULO (Reuters) - A Estácio Participações teve lucro líquido de 236,9 milhões de reais no segundo trimestre, alta de 42,5 por cento na comparação anual, refletindo ganhos de eficiência e faturamento maior em meio à expansão da base de alunos e do ticket médio.

    Em balanço divulgado na noite de terça-feira, o segundo maior grupo de ensino superior do país informou que a receita líquida operacional cresceu 5,5 por cento em relação ao segundo trimestre de 2017, para 963,7 milhões de reais.

    Ao fim de junho, a base total de alunos da Estácio somava 558,2 mil, um número 3,4 por cento maior que o apurado um ano antes devido principalmente à forte expansão das matrículas em ensino à distância (EAD), além de melhores taxas de retenção em todas as modalidades.

    Ao mesmo tempo, a companhia elevou em 14,4 por cento o ticket médio no segmento EAD entre abril e junho, para 273,7 reais, e em 6,4 por cento no presencial, para 799,8 reais, em reajuste alinhado 'com a inflação dos custos'.

    As despesas comerciais no segundo trimestre aumentaram 34,5 por cento ano a ano, para 155,5 milhões de reais, enquanto os gastos com publicidade foram reduzidos em 29,8 por cento na mesma base, para 35,1 milhões de reais.

    Enquanto isso, a provisão de perdas com inadimplência de estudantes cresceu 83,9 por cento no período, para 120,1 milhões de reais, puxada pelo programa de parcelamento da companhia, o PAR.

    O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de 274,1 milhões de reais entre abril e junho, aumento de 7,9 por cento na comparação anual. A margem Ebitda subiu 0,6 ponto percentual, para 28,4 por cento.

    A Estácio ainda reduziu a dívida líquida a 99,9 milhões de reais no segundo trimestre, ante 615,5 milhões de reais devidos um ano atrás. Com isso, a alavancagem medida pela relação dívida líquida sobre Ebitda caiu a 0,1 vez, de 0,7 vez em junho de 2017.

    A empresa investiu 38,5 milhões de reais entre abril e junho, 13,6 por cento mais em relação ao mesmo intervalo um ano antes, elevando o total desembolsado desde janeiro a 75,9 milhões de reais.

    Em 2018, as ações da Estácio acumulam queda de pouco mais de 22 por cento, enquanto a rival Kroton Educacional já perdeu cerca de 40 por cento desde o início do ano.

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