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    Moody's reduz rating da Vale e retira grau de investimento após caso Brumadinho

    Por Christian Plumb e Marta Nogueira

    SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A agência de classificação Moody's cortou nesta quarta-feira o rating global atribuído à mineradora Vale de 'Baa3' para 'Ba1', com perspectiva negativa, e retirou o grau de investimento da companhia, após o rompimento mortal de uma de suas barragens em Brumadinho (MG) em janeiro.

    O rebaixamento pode aumentar os custos de financiamento da Vale, diante da elevação dos riscos de crédito após o colapso da barragem.

    A agência citou 'consideráveis incertezas associadas ao impacto total e implicações de longo prazo deste desastre social e ambiental sobre o perfil de crédito da Vale como um todo'.

    A Moody's pontuou também que a mineradora agora está significativamente exposta a litígios e passivos financeiros que provavelmente persistirão pelos próximos anos.

    'Embora a posição financeira robusta da Vale ofereça uma grande folga em relação aos potenciais impactos financeiros, o acidente eleva as preocupações dos pontos de vista social e de governança corporativa, uma vez que ocorreu um pouco mais de três anos após o colapso da barragem da Samarco', afirmou.

    As ações da empresa operavam com queda de 1 por cento, a 46,73 reais, às 17:40.

    Maior produtora global de minério de ferro, a Vale havia conquistado o rating anterior, último grau de investimento na escala da agência, em julho de 2018, quando a Moody's apontou melhoria dos indicadores de crédito da companhia, apoiada pelo melhor perfil de produção e redução de dívidas.

    O colapso da barragem de Brumadinho, com mais de 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos do beneficiamento de minério de ferro, liberou uma onda de lama que soterrou refeitório e área administrativa da Vale, com centenas de trabalhadores. A lama atingiu ainda rios, mata e comunidades da região.

    O desastre socioambiental deixou mais de 300 vítimas, entre mortos ou desaparecidos.

    A agência ponderou que a 'Vale demonstrou amplo esforço para oferecer assistência humanitária e auxílio financeiro emergencial aos afetados, bem como para reforçar o monitoramento e inspeção das barragens'.

    Porém ressaltou que ainda não está clara a extensão total dos custos, reivindicações judiciais e litígios, bem como o impacto do acidente na reputação da Vale e no seu resultado operacional e financeiro.

    A perspectiva negativa, segundo a Moody's, incorpora as incertezas acerca do montante e do prazo dos futuros desembolsos de caixa relacionados ao acidente. Além disso, também reflete os riscos das investigações em andamento sobre as causas e responsabilidades do acidente.

    A agência destacou ainda que os ratings Ba1 da Vale continuam tendo o suporte da diversificada base de produtos da companhia e posição de custos baixos, além do portfólio robusto de ativos com reservas de longa duração de minério de ferro, níquel, cobre e carvão.

    (Por Christian Plump e Marta Nogueira)

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    Brasil precisa de fiscal mais forte que o esperado para melhora do rating, diz S&P

    SÃO PAULO (Reuters) - O futuro governo de Jair Bolsonaro precisará não apenas aprovar uma reforma da Previdência, mas atacar o crescimento dos gastos com as folhas de pagamento e a rigidez orçamentária para cumprir o teto de gastos, e só então ver melhora do rating do país, disse nesta quarta-feira a agência de classificação de risco Standard & Poor's.

    A S&P, que atribui ao Brasil rating BB-, defende uma aprovação rápida da reforma da Previdência e restrições de gastos, salientando que o progresso da legislação econômica será mais lento diante da grande fragmentação partidária no Congresso, disse Lisa Schineller, diretora de ratings Soberanos e Finanças Públicas Internacionais em um webcast.

    'Nós temos uma perspectiva estável para a nota do Brasil, assumindo algumas melhoras no lado fiscal nos próximos anos. Precisaremos ver resultados mais fortes que o esperado... no lado fiscal e de melhora no crescimento que apoie uma trajetória fiscal melhor, e é aí que podemos ter uma melhora no rating', disse ela.

    A agência ainda vai acompanhar de perto, segundo os analistas presentes no webcast, a montagem da equipe de Bolsonaro, seus ministros e articuladores no Congresso Nacional, para avaliar as perspectivas de aprovação de reformas.

    De qualquer forma, a nova composição do Congresso indica que haverá alguma 'gravitação' de pequenos partidos em torno do Executivo, o que facilita por um lado, e uma necessidade de negociar no Senado com partidos mais tradicionais, que fazem oposição a Bolsonaro hoje, disse Schineller.

    'Não é fácil criar coalizões no Brasil e isso vai continuar', explicou. 'Esperamos progressos em legislação econômica mas em ritmo mais lento... a alta fragmentação do Congresso representa um desafio adicional.'

    A condução da política monetária, autonomia do Banco Central, o regime de câmbio e o perfil externo do Brasil representam o lado forte do país na avaliação de rating, por isso recuos nestes temas ou na política fiscal exercem pressão negativa na nota brasileira, segundo a S&P.

    Também são levados em conta como fatores positivos a liberdade de imprensa e livre fluxo de informação, além da capacidade de órgãos de controle como o Ministério Público Federal de investigar pessoas de alto calibre nos setores público e privado, na avaliação da agência.

    As reservas internacionais do país estão em um patamar alto, mas representam importante colchão de proteção neste cenário de volatilidade em mercados emergentes e mitigam a vulnerabilidade externa do país, destacou a S&P.

    Na véspera, o economista Paulo Guedes, que assumirá um superministério da área econômica no novo governo, negou que planeje usar as reservas internacionais do país, a não ser no caso de um 'ataque especulativo' que fizesse o dólar se aproximar de 5 reais, situação em que poderia usar 100 bilhões de dólares.

    Na avaliação da S&P, o eventual uso de reservas não substitui a necessidade de aprovar legislação de maior austeridade fiscal e controle dos gastos públicos, disse Schineller.

    (Por Iuri Dantas)

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    Dados econômicos têm de piorar para nota do Brasil ser reduzida, diz S&P

    SÃO PAULO (Reuters) - A agência de classificação de risco Standard & Poor's somente reduziria a nota do Brasil se houver uma queda drástica nos dados econômicos do país e vê com normalidade a atual volatilidade dos mercados financeiros diante do quadro eleitoral.

    A avaliação foi feita nesta quarta-feira a jornalistas pelo gestor analítico de Ratings Soberanos e de Finanças Públicas Internacionais para América Latina da S&P, Sebastian Briozzo, acrescentando que o Brasil está sendo atingido por problemas fiscais domésticos.

    'Para nós, e para qualquer país do mundo, é muito importante quando tem processo eleitoral ver quais são os planos do novo governo e quais são as condições que o novo governo pode construir', afirmou.

    Neste mês, a agência reafirmou em 'BB-' a nota de crédito do Brasil, com perspectiva estável.

    As eleições presidenciais de outubro estão marcadas por dúvidas, já que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na preferência do eleitorado nas pesquisas, mas ele está preso desde abril por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, o que deve impedí-lo de participar do pleito.

    Para a S&P, as fraquezas do Brasil estão focadas no quadro fiscal e, por isso, 'uma solução de médio a longo prazo na parte fiscal continua sendo o fator mais importante para o nosso rating'.

    'A gente espera que o novo governo continue fazendo modificações conjunturais na estrutura das despesas, isso seria o suficiente para manter o rating onde ele está agora, mas no médio e longo prazos precisamos ver modificações mais intensas', acrescentou Briozzo.

    Para ele, o tema da Previdência continua como fundamental para melhorar a condição econômica do Brasil, que vem mostrando sucessivos déficits fiscais e elevado endividamento.

    'Se a gente não tiver um governo que gere expectativas de que essas mudanças possam acontecer em médio e longo prazo, vai ser muito difícil ao longo do tempo o Brasil continuar mantendo o rating que tem hoje', afirmou.

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