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    Índia derruba satélite com míssil; premiê exalta país como 'potência espacial'

    Por Sanjeev Miglani e Krishna N. Das

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia derrubou um de seus próprios satélites com um míssil antissatélite nesta quarta-feira, disse o primeiro-ministro, Narendra Modi, apontando o primeiro teste indiano desta tecnologia como um grande avanço que estabelece o país como uma potência espacial.

    A Índia seria somente o quarto país a ter usado tal arma antissatélite, depois de Estados Unidos, Rússia e China, disse Modi em um discurso televisionado à nação.

    Tais recursos despertaram temores de instalação de armamentos no espaço e do desencadeamento de uma corrida entre rivais.

    O Ministério das Relações Exteriores chinês disse esperar que todos os países 'possam proteger seriamente a paz duradoura e a tranquilidade no espaço'. Os EUA e a Rússia não quiseram comentar de imediato. O Paquistão, antigo rival indiano, tampouco o fez.

    Armas antissatélite permitem ataques a satélites inimigos, cegando-os ou dificultando comunicações, além de criar uma base tecnológica para a interceptação de mísseis balísticos.

    'Nossos cientistas abateram um satélite ativo a 300 quilômetros de distância, na órbita baixa da terra', disse Modi no discurso

    'A Índia realizou um avanço inédito hoje', afirmou, falando em hindi. 'A Índia registrou seu nome como potência espacial'.

    Modi enfrentará uma eleição geral no mês que vem, e usou o Twitter mais cedo para anunciar seu plano para uma transmissão nacional, dizendo ter um anúncio importante a fazer.

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    Coreia do Norte reconstrói parte de instalação de mísseis; EUA ameaçam com sanções

    Por David Brunnstrom e Lisa Lambert

    WASHINGTON (Reuters) - A Coreia do Norte restaurou parte de uma instalação de teste de mísseis que começou a desmontar depois de prometer fazer isso em uma primeira cúpula com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no ano passado, e o conselheiro de Segurança Nacional de Trump alertou que novas sanções podem ser adotadas se Pyongyang não encerrar seu programa nuclear.

    Na terça-feira, a agência de notícias sul-coreana Yonhap e dois centros de estudos dos EUA relataram obras em andamento na Estação de Lançamento de Satélites Sohae de Tongchang-ri, apesar de Trump ter se encontrado com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, para uma segunda cúpula na semana passada em Hanói.

    A segunda reunião fracassou devido às diferenças sobre o quão longe Pyongyang está disposta a ir para limitar seu programa nuclear e até que ponto os EUA estão inclinados a amenizar as sanções que impôs ao país.

    Ainda na terça-feira, John Bolton, conselheiro de Segurança Nacional de Trump, disse à rede Fox Business Network que após a cúpula de Hanói Washington verá se Pyongyang está comprometida a abdicar de seu 'programa de armas nucleares e tudo associado a ele'.

    'Se eles não estiverem dispostos a fazê-lo, acho que o presidente Trump foi muito claro... eles não terão alívio das sanções econômicas massacrantes que foram impostas a eles, e na verdade estudaremos intensificar estas sanções', disse Bolton, um linha-dura que já postulou uma abordagem severa com a Coreia do Norte no passado.

    Separadamente, dois senadores dos EUA procuraram aumentar a pressão sobre a Coreia do Norte reapresentando na terça-feira um projeto de lei para impor sanções a qualquer banco que negocie com o país.

    O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, disse na segunda-feira que tem esperança de que seu país envie uma delegação à Coreia do Norte nas próximas semanas, mas os comentários de Bolton e o desenvolvimento aparente da instalação de teste de Sohae podem criar novos desafios para os diplomatas que esperam retomar as negociações após a cúpula fracassada.

    Imagens de satélite vistas pelo 38 North, um projeto sobre a Coreia do Norte sediado em Washington, mostraram que as estruturas da plataforma de lançamento de Sohae foram reconstruídas em algum momento entre 16 de fevereiro e 2 de março, disse Jenny Town, editora-gerente do projeto e analista do Centro Stimson, uma entidade de pesquisa, à Reuters.

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    Lançamento de satélite do Irã falha após alerta dos EUA

    GENEBRA (Reuters) - A tentativa do Irã de lançar um satélite fracassou, informou o ministro de Telecomunicações iraniano, Mohammad Javad Azari-Jahromi, nesta terça-feira, depois que o país ignorou alertas dos Estados Unidos para evitar a atividade.

    Os EUA advertiram Teerã neste mês contra conduzir três lançamentos de foguetes que, segundo Washington, violam uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, uma vez que os aparatos usavam tecnologia de mísseis balísticos.

    Os Estados Unidos estão preocupados de que a tecnologia balística de longo alcance usada para colocar os satélites em órbita também possa ser utilizada para lançar ogivas nucleares.

    O Irã, que considera seu programa espacial uma questão de orgulho nacional, tem dito que seus lançamentos de veículos espaciais e testes de mísseis não são violações e que irão continuar.

    De acordo com a resolução do Conselho de Segurança da ONU que validou o acordo nuclear do Irã com potências mundiais de 2015 --do qual Washington saiu-- o país é “instruído” a se abster de trabalhos com mísseis balísticos destinados a produzir armas nucleares por até oito anos.

    Azari-Jahromi disse que o lançamento do satélite, chamado de Payam, falhou no terceiro estágio porque o equipamentos “não atingiu a velocidade adequada”, de acordo com relatório publicado no site do ministério.

    O satélite seria utilizado para propósitos de imagem e comunicação e estava equipado com quatro câmeras, de acordo com o texto. Ele permaneceria a altitude de 500 km por cerca de três anos.

    Um segundo satélite, chamado de Doosti, ainda aguarda lançamento, disse Azari-Jahromi em publicação no Twitter.

    “Nós não devemos ficar aquém ou parar”, escreveu Azari-Jahromi no Twitter após anunciar a falha no lançamento. “É exatamente nessas circunstâncias que nós, iranianos, somos diferentes de outras pessoas em espírito e coragem”.

    O Irã lançou seu primeiro satélite construído internamente, o satélite de pesquisa e telecomunicações Omid, em 2009, no 30º aniversário da Revolução Islâmica de 1979 do país.

    Esse ano, o 40º aniversário cai em fevereiro.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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