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    Novos negócios aumentam com otimismo pós-eleitoral e serviços do Brasil crescem em novembro, mostra PMI

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - O crescimento no volume de novos negócios se intensificou em novembro com o otimismo pós-eleitoral e a atividade de serviços no Brasil expandiu no ritmo mais forte em nove meses, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) publicada nesta quarta-feira.

    Em novembro, o PMI de serviços do Brasil subiu a 51,3 depois de atingir 50,5 no mês anterior, informou o IHS Markit, permanecendo acima da marca de 50 que indica expansão dvido a uma demanda mais forte não só do mercado interno, como também do exterior.

    'Os dados do PMI indicam que o Brasil passou para uma recuperação mais equilibrada...uma vez que as empresas e os consumidores demonstraram um aumento do otimismo pós-eleição', disse em nota a economista do IHS Markit Pollyanna De Lima.

    'Os dados do meio do trimestre sugerem que o PIB está a caminho de uma recuperação no último trimestre de 2018', completou.

    O aumento na quantidade de novos negócios no segundo ritmo mais rápido em quase seis anos se deu em um ambiente de otimismo após as eleições presidenciais, com os entrevistados citando conquistas de novos clientes e campanhas de marketing como fatores que impulsionaram a demanda.

    Pela primeira vez em quase quatro anos todas as cinco categorias monitoradas no setor de serviços brasileiro apresentaram elevação no volume de novos trabalhos, de acordo com o IHS Markit.

    Os novos trabalhos provenientes do exterior também cresceram, encerrando uma série de 43 meses de contração, em meio a campanhas de marketing consideradas eficazes e taxas de câmbio favoráveis.

    Mesmo assim, os fornecedores de serviços continuaram em busca de conter os custos e reduziram o número de funcionários em novembro, após criação de vagas no mês anterior. Somente os subsetores de Finanças e Seguros e de Serviços ao Consumidor registraram criação de empregos, mas ainda assim a queda no nível de vagas foi modesta.

    O mês foi ainda marcado por preços mais altos de eletricidade, água, combustíveis, aluguel e transportes, mas a taxa de inflação de custos ainda assim foi a um recorde de baixa de seis meses. Assim, os preços de venda aumentaram, mas em ritmo mais fraco do que em outubro.

    Os fornecedores de serviços brasileiros permaneceram otimistas em novembro, com as empresas indicando que a mudança de governo, os planos de investimento, as aquisições de equipamentos e previsões de turismo maior tenderão a ajudar o crescimento da produção no decorrer do próximo ano.

    Com a melhora também da indústria em dezembro, o PMI Composto do Brasil subiu ao nível mais alto em nove meses de 51,6, contra 50,5 em outubro.

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    Setor de serviços tem queda inesperada em setembro, mas termina 3º tri com alta

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O setor de serviços do Brasil registrou queda inesperada em setembro e teve o pior desempenho para o mês em três anos devido ao setor de transportes, mas ainda assim terminou o terceiro trimestre com crescimento.

    Em setembro, o volume do setor de serviços apresentou recuo de 0,3 por cento na comparação com agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    O resultado contrariou a expectativa em pesquisa da Reuters com analistas de alta de 0,3 por cento e representou a queda mais forte para um mês de setembro desde 2015.

    Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o setor teve alta de 0,5 por cento, contra projeção de avanço de 1,7 por cento.

    Com isso o setor de serviços chega ao fim do terceiro trimestre com um crescimento no volume de 0,8 por cento sobre os três meses anteriores, ante alta de 0,2 por cento no segundo trimestre e contração de 0,6 por cento no primeiro.

    Apesar dos números melhores a cada trimestre, o gerente da pesquisa no IBGE, Rodrigo Lobo, explicou que o resultado visto entre julho e setembro representa mais um ajuste devido à base de comparação fraca com o segundo trimestre, fortemente afetado pela greve dos caminhoneiros, em maio.

    'O segundo trimestre foi comprometido pela greve e criou uma base fraca. Há uma melhora do setor de serviços sim, mas muito mais pela base deprimida do que pelo próprio dinamismo do setor', explicou.

    Em setembro, o maior peso foi exercido pela atividade de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, cujo volume recuou 1,3 por cento sobre agosto.

    'A influência veio de transportes de cargas, dutoviário e transporte aéreo. São setores que mostram bem o ritmo em que roda a economia', acrescentou Lobo.

    Também registraram quedas os serviços profissionais e administrativos, de 1,4 por cento, e outros serviços, de 3,2 por cento.

    Embora ainda enfrentem um mercado marcado pelo desemprego elevado e situação econômica lenta no país, os empresários do setor de serviços viram a confiança melhorar em outubro diante de uma avaliação mais favorável tanto sobre o cenário atual quanto sobre as expectativas.

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    Serviços do Brasil voltam a crescer em outubro e criam empregos pela 1ª vez em 3 anos e meio, mostra PMI

    SÃO PAULO (Reuters) - O setor de serviços do Brasil voltou a crescer após dois meses em outubro diante da recuperação na quantidade de novos trabalhos, levando ao primeiro aumento no nível de empregos em mais de três anos e meio, de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta terça-feira.

    O PMI de serviços do Brasil divulgado pelo IHS Markit avançou a 50,5 em outubro de 46,4 no mês anterior, indo acima da marca de 50 que separa crescimento de contração graças ao aumento da produção nas empresas de Informação e Comunicação e nas de Finanças e Seguros. Foi a primeira leitura de expansão em três meses, segundo o IHS Markit.

    Embora as empresas fornecedoras de serviços tenham relatado um aumento modesto nas vendas em outubro, este foi o mais forte desde julho, diante de uma melhora na demanda básica e campanhas de marketing bem sucedidas.

    Como resultado, o setor de serviços registrou criação de empregos pela primeira vez em 44 meses, ainda que o ritmo tenha sido restringido por tentativas de redução de custos em algumas empresas.

    O IHS Markit informou que os custos de insumos aumentaram novamente em outubro, à taxa mais forte em três meses, o que as empresas atribuíram à volatilidade nos mercados financeiros, taxas de câmbio desfavorávei, negociações coletivas e preços mais altos dos combustíveis.

    Com isso as empresas aumentaram seus preços de venda pelo quinto mês seguido, mas as condições competitivas e tentativas de manter os clientes seguraram um pouco as altas.

    Ainda assim, o sentimento em relação aos negócios permaneceu positivo em outubro, em uma máxima de cinco anos, sendo que quase 74 por cento das empresas se mostraram otimistas em relação às perspectivas para os próximos 12 meses.

    O bom humor se deve ao fim das eleições e consequente redução das incertezas políticas, de acordo com o IHS Markit.

    Com a aceleração do crescimento da indústria em outubro, o PMI Composto do Brasil também voltou a território de expansão no mês, subindo a 50,5 de 47,3 em setembro.

    'Embora a confiança empresarial tenha se reanimado com a redução da incerteza política, o novo governo enfrentará desafios como o déficit fiscal, aumentar a confiança do consumidor e reduzir o número de desempregados...para que uma retomada econômica sustentável aconteça', afirmou a economista do IHS Markit Pollyanna de Lima em nota.

    (Por Camila Moreira)

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    Serviços do Brasil têm melhor resultado para agosto desde 2011 mas ainda não apontam retomada, diz IBGE

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A atividade de transportes ajudou e o volume de serviços cresceu mais do que o esperado em agosto, registrando o melhor resultado para o mês desde 2011, embora o avanço ainda não seja considerado o início de uma retomada para o setor.

    O volume do setor de serviços cresceu 1,2 por cento em agosto em relação a julho, resultado mais forte para o mês na série histórica iniciada em 2011, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A leitura ficou bem acima da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,3 por cento, após queda de 2 por cento em julho e avanço de 4,9 por cento em junho

    Na comparação com o mesmo mês de 2017, houve alta de 1,6 por cento, contra expectativa de avanço de 0,1 por cento, no maior ganho para agosto na comparação anual desde 2013 (2,2 por cento).

    'O resultado de agosto não pode ser considerado o início de uma arrancada, até por que o movimento parece pontual e os indicadores antecedentes já apontam para uma queda em setembro', explicou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

    'Essa instabilidade no mês a mês ainda faz parte do distúrbio causado pela greve dos caminhoneiros na pesquisa', completou.

    No mês de agosto, o destaque ficou para o crescimento de 3,2 por cento da atividade de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio.

    'O resultado positivo de agosto tem a ver prioritariamente com transportes graças às passagens aéreas, cuja inflação caiu e puxa para cima a receita do setor', explicou Lobo.

    Entre as cinco grupos de atividades acompanhadas, também apresentaram avanço serviços profissionais, administrativos e complementares (2,2 por cento) e outros serviços (1,0 por cento).

    Apesar dos ganhos apresentados em agosto, o setor de serviços ainda enfrenta um quadro de desemprego elevado no Brasil que limita a atividade, aliado a uma conjuntura política e econômica que amplia as incertezas tanto entre consumidores quanto entre empresários.

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Incertezas econômicas e políticas pesam e contração de serviços no Brasil se intensifica em setembro, mostra PMI

    Incertezas econômicas e políticas pesam e contração de serviços no Brasil se intensifica em setembro, mostra PMI

    SÃO PAULO (Reuters) - A queda no número de novos negócios devido às incertezas sobre a questão política e o crescimento da economia aprofundaram a contração do setor de serviços do Brasil, apontou a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), nesta quarta-feira.

    Em setembro, o PMI de serviços apurado pelo IHS Markit caiu a 46,4 de 46,8 no mês anterior, uma mínima de 19 meses, ainda mais distante da marca de 50 que separa crescimento de contração.

    'As coisas foram de mal a pior para o setor de serviços em setembro... A pesquisa destacou a continuidade de um ambiente operacional desafiador para as empresas, com relatos de tensões políticas pesando sobre a demanda e calotes de clientes', avaliou o economista do IHS Markit Phil Smith.

    No terceiro trimestre como um todo, o índice de atividade empresarial chegou a 47,8, menor média trimestral desde o quarto trimestre de 2017.

    O IHS Markit explicou que os entrevistados apontaram tensões políticas, fragilidade econômica, demanda fraca e calotes de clientes como fatores para o resultado de setembro.

    A quantidade de novos trabalhos demandada aos fornecedores de serviços diminuiu em setembro pela primeira vez em quase um ano devido ao menor número de clientes, depreciação do real, menor poder de compra do consumidor e a campanha eleitoral.

    Os esforços contínuos para reduzir os custos levaram a novas reduções de emprego, sendo que das cinco áreas, somente a de Finanças e Seguros registrou criação de vagas de trabalho, de acordo com a pesquisa.

    Também pesou sobre a capacidade das empresas de conseguir novos trabalhos o forte aumento nos preços de vendas, cuja taxa de inflação chegou ao pico de 32 meses.

    Isso foi resultado do aumento nos preços dos insumos devido aos custos mais elevados do gás, energia, alimentos e combustíveis, além do dólar mais forte.

    Setembro ainda registrou perda de confiança entre os fornecedores de serviços do país. Embora permaneça o otimismo de que as condições econômicas irão se normalizar e os investimentos serão retomados após a eleição presidencial, as preocupações com a necessidade de o novo governo lidar com o déficit fiscal e potenciais movimentos de privatização continham o ânimo.

    'Muitas empresas estão se atendo às esperanças de que as coisas começarão a melhorar quando as eleições acabarem. Entretanto, não têm ilusões de que as eleições fornecerão um remédio instantâneo, destacando que qualquer novo governo terá a difícil tarefa de encontrar um equilíbrio entre estimular a economia e lidar com o considerável déficit fiscal', completou Smith.

    A pressão do setor de serviços e a desaceleração do crescimento da indústria em setembro levaram o PMI Composto do Brasil a cair a 47,3 de 47,8 em agosto, leitura mais baixa desde junho.

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    Setor de serviços tem forte queda e pior julho desde 2011 com incertezas

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - A atividade de serviços no Brasil encolheu em julho, no resultado mais fraco para o mês desde 2011 e bem pior do que o esperado, destacando a pressão das incertezas econômicas e políticas sobre a atividade econômica a pouco tempo da eleição presidencial de outubro.

    Em julho a atividade de serviços caiu 2,2 por cento na comparação com junho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

    Esse foi o resultado mais fraco para o mês na série iniciada em 2011, e ficou bem aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de aumento de 0,4 por cento na comparação mensal.

    'A conjuntura política e econômico e o mercado de trabalho são limitadores do setor de serviços em 2018', resumiu o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

    O IBGE ainda revisou para baixo o dado de junho, de alta de 6,6 para 4,8 por cento, destacando a inconstância da atividade neste ano após recuo de 3,4 por cento em maio, na sequência da greve dos caminhoneiros.

    Em relação ao mesmo mês de 2017, houve queda de 0,3 por cento no setor de serviços em julho, também frustrando a projeção na pesquisa, de aumento de 1,3 por cento.

    O IBGE informou que no mês de julho quatro das cinco atividades investigadas apresentaram contração, com destaque para o recuo de 4,0 por cento para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio.

    Serviços de informação e comunicação apresentaram queda de 2,2 por cento no volume, serviços profissionais, administrativos e complementares caíram 1,1 por cento e outros serviços recuaram 3,2 por cento.

    Somente os serviços prestados às famílias cresceram, a uma taxa de 3,1 por cento sobre o mês anterior.

    'O que houve foi uma queda de prestação de serviços para empresas. Com essa conjuntura econômica e as incertezas políticas, as empresas estão segurando os investimentos e as famílias estão em compasso de espera. Os consumidores também, até porque o mercado de trabalho continua complicado', completou Lobo.

    A melhora nas expectativas dos empresários para os próximos meses aponta recuperação moderada na atividade nos próximos meses de acordo com o Índice da Confiança de Serviços de agosto apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

    Entretanto, apesar de a inflação permanecer em patamares baixos, a atividade econômica no Brasil continua mostrando dificuldades em engrenar um ritmo mais forte, em meio ao desemprego ainda alto e às incertezas a poucos meses da eleição presidencial de outubro.

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    Setor de serviços do Brasil volta a contrair em agosto e tem nível mais fraco em um ano e meio, aponta PMI

    Por Camila Moreira

    SÃO PAULO (Reuters) - O setor de serviços do Brasil voltou a contrair em agosto devido à fraqueza da demanda e a atividade atingiu o nível mais fraco em um ano e meio, de acordo com a a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês) divulgada nesta quarta-feira.

    O PMI de serviços do Brasil caiu em agosto a 46,8, de 50,4 em julho, voltando a ficar abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração, informou o IHS Markit.

    O nível mais baixo desde fevereiro de 2017 foi registrado, de acordo com os entrevistados, devido a forte competição, questões políticas e demanda fraca.

    A entrada de novos trabalhos aumentou apenas marginalmente em julho, no segundo ritmo mais fraco no atual período de oito meses de crescimento.

    De acordo com o IHS Markit, as empresas que registraram novos negócios citaram esforços de propaganda e aumento da base de clientes, enquanto as que tiveram redução citaram como motivos a competitividade, a demanda fraca, os investimentos baixos e a crise política.

    O cenário entre os fornecedores de serviços continuou sendo de corte de empregos pelo 42º mês seguido em agosto, como uma tentativa de reduzir os custos.

    Isso porque no mês passado os custos dos insumos permaneceram elevados, com destaque para os preços de alimentos, combustíveis, pneus e dos salários. Houve ainda relatos de uma carga tributária mais pesada e da fraqueza cambial. Como resultado, alguns fornecedores de serviços elevaram seus preços cobrados.

    Ainda assim, o sentimento entre os empresários se fortaleceu em agosto, com os entrevistados vendo perspectivas melhores de crescimento após as eleições presidenciais de outubro.

    Planos de reestruturação, investimento, propaganda e perspectivas de melhora da demanda também foram fatores por trás da melhora do otimismo.

    A fraqueza de serviços compensou o avanço da indústria e o PMI Composto do Brasil atingiu em agosto o segundo patamar mais baixo em um ano e meio ao cair para 47,8, de 50,4 em julho.

    'Um elemento importante nos últimos resultados foi o cenário doméstico melhor, com foco nas mudanças das questões políticas. As empresas estão esperando as eleições, prevendo então uma trajetória mais clara para as políticas de governo que possam sustentar os investimentos e o crescimento econômico', avaliou a economista do IHS Markit Pollyanna De Lima.

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    Confiança de serviços no Brasil tem em agosto maior nível em 4 meses e indica recuperação, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - As expectativas dos empresários para os próximos meses melhorou e a confiança do setor de serviços apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) atingiu em agosto o nível mais alto em quatro meses, apontando para uma recuperação moderada na atividade..

    Os dados divulgados nesta quarta-feira mostraram que o Índice de Confiança de Serviços (ICS) registrou em agosto alta de 1,5 ponto e foi a 89,0 pontos, segunda alta seguida e maior patamar desde abril.

    'O novo aumento da confiança dos serviços em agosto sugere que a fase de queda deste indicador, observada desde o início do segundo trimestre, pode estar chegando ao fim, reforçando que talvez o momento seja de estabilização da curva de confiança do setor', explicou em nota o consultor da FGV Silvio Sales.

    O Índice de Expectativas (IE-S) foi o responsável pelo resultado do mês ao avançar 2,9 pontos, para 91,5 pontos, depois de ter registrado cinco meses consecutivos de queda, com destaque para o indicador que mede a demanda para os próximos três meses.

    O Índice da Situação Atual (ISA-S), por sua vez, se manteve estável em agosto, em 86,7 pontos.

    '...as expectativas apresentam, pela primeira vez em cinco meses, um avanço na margem em agosto. Com isso, permanece a sinalização de uma recuperação moderada na atividade para os próximos meses', completou Sales.

    A confiança de serviços acompanha a alta registrada no sentimento do comércio brasileiro, embora no setor industrial e de construção a confiança tenha recuado em agosto, bem como entre os consumidores.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Serviços no Brasil saltam 6,6% em junho, acima do esperado e melhor desempenho desde 2011

    Por Rodrigo Viga Gaier e Patrícia Duarte

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO, 14 Ago (Reuters) - O setor de serviços do Brasil surpreendeu em junho e subiu muito mais que o esperado, revertendo por completo as perdas causadas pela greve dos caminhoneiros, mas com resultado ainda insuficiente para mostrar recuperação mais forte.

    A atividade saltou 6,6 por cento em junho quando comparada com maio, melhor desempenho mensal da série histórica iniciada em 2011, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira. Em maio, o setor havia registrado contração de 5 por cento, em número revisado da queda de 3,8 por cento reportada antes.

    Sobre junho de 2017, houve alta de 0,9 por cento nos serviços. Expectativas de analistas ouvidos em pesquisa Reuters eram de que o setor teria expansão de 3,2 por cento em junho na comparação mensal, mas retração de 0,3 por cento sobre um ano antes.

    'A greve dos caminhoneiros criou um distúrbio no transporte brasileiro e desarticulou a economia brasileira', afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, as destacar o forte vaivém nas atividades.

    Segundo o IBGE, em junho o destaque ficou para o segmento de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, com salto de 15,7 por cento sobre maio, quando houve retração de 10,6 por cento. Segundo Lobo, esses serviços representam cerca de um terço da pesquisa total.

    O movimento dos caminhoneiros no final de maio abalou ainda mais a confiança de consumidores e empresários no país ao prejudicar o abastecimento, afetando a atividade econômica. As expectativas de analistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano vêm recuando, agora em torno de 1,50 por cento depois de terem chegado a 3 por cento há poucos meses.

    Os demais resultados positivos em junho vieram dos ramos de serviços de Informação e comunicação (+2,5 por cento), de Outros serviços (+3,9 por cento) e de Serviços profissionais, administrativos e complementares (+0,4 por cento).

    Na outra ponta, os Serviços prestados às famílias recuaram 2,5 por cento e assinalaram a segunda taxa negativa seguida, acumulando perda de 3,8 por cento, segundo o IBGE.

    Apesar do desempenho forte em junho, o setor de serviços fechou o segundo trimestre com queda de 0,3 por cento sobre o período anterior, segunda taxa negativa seguida. Entre janeiro e março, quando comparado com o quarto trimestre de 2017, a queda foi de 0,5 por cento.

    'O cenário em vista não é de aumentos fortes, a tendência é devolução dessa alta acima da perda na série ajustada de julho', afirmou Lobo. 'A conjuntura não é favorável, com eleições no horizonte que são motivo de incerteza. Julho vamos ter algum tipo de devolução (perda)', explicou ele, acrescentando que o setor de serviços estava operando no nível equivalente a 2012.

    Em julho, a confiança do setor de serviços no Brasil subiu e interrompeu sequência de quatro meses seguidos de perdas, mas ainda não o suficiente para compensar a queda em junho. O Índice de Confiança de Serviços (ICS) da Fundação Getulio Vargas (FGV) chegou a 87,5 pontos, com alta de 0,8 ponto sobre junho, quando atingiu o menor nível em nove meses com impactos da greve dos caminhoneiros no final de maio, causando forte desabastecimento no país todo e desacelerando a economia.

    Também em julho, outros indicadores de confiança mostraram alguma recuperação ou pararam de cair, após os efeitos mais pesados da greve dos caminhoneiros terem ficado para trás. O indicador do consumidor subiu e o da indústria, permaneceu estável.

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    Confiança de serviços no Brasil sobe após quatro quedas consecutivas, diz FGV

    SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do setor de serviços subiu em julho e interrompeu sequência de quatro meses seguidos de perdas, mas ainda não foi o suficiente para compensar a queda em junho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.

    O Índice de Confiança de Serviços (ICS) chegou a 87,5 pontos, com alta de 0,8 pontos sobre junho, quando atingiu o menor nível em nove meses com impactos da greve dos caminhoneiros no final de maio, causando forte desabastecimento no país todo e desacelerando a economia.

    'A reação da confiança do setor de serviços em julho não foi

    suficiente para compensar a perda verificada em junho. Se na leitura das empresas sobre a situação corrente houve uma recuperação, a percepção sobre os próximos meses manteve a trajetória negativa', explicou o consultor da FGV, em nota, Silvio Sales.

    No mês, o Índice da Situação Atual (ISA-S) avançou 1,6 ponto, para 86,7 pontos, com uma melhora no indicador que avalia a Situação atual dos negócios, que avançou 2,7 pontos, para 88,1 pontos.

    Já o Índice de Expectativas (IE-S) se manteve estável, apresentando variação negativa de 0,1 ponto, para 88,6 pontos, pontos, o menor nível desde dezembro de 2016, informou ainda a FGV.

    Nos últimos dois meses, a confiança do setor de serviços vinha apresentando deteriorização da percepção sobre a situação corrente e também sobre as expectativas, mas, mesmo com a melhora do indicador, a queda registrada em junho ainda não foi anulada.

    'O início do segundo semestre mostra que as empresas vislumbram um cenário de recuperação ainda muito tímida, o que

    deve estar relacionado à frustração com o fraco desempenho corrente e à elevada incerteza associada ao processo eleitoral', completou Sales.

    Neste mês, outros indicadores de confiança mostraram alguma recuperação ou pararam de cair, após os efeitos mais pesados da greve dos caminhoneiros terem ficado para trás. O indicador do consumidor subiu e o da indústria, permaneceu estável.

    (Por Stéfani Inouye)

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    Serviços no Brasil despencam 3,8% em maio com greve dos caminhoneiros, maior perda desde 2011

    Por Rodrigo Viga Gaier e Camila Moreira

    RIO DE JANEIRO/SÃO PAULO (Reuters) - O volume de serviços do Brasil registrou em maio a maior queda em sete anos, afetada pela forte contração na atividade de transportes causada pela greve dos caminhoneiros.

    O volume de serviços recuou 3,8 por cento em maio na comparação com abril, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

    Esse foi o pior resultado da série iniciada em janeiro de 2011, ainda que tenha sido um pouco melhor do que a expectativa de recuo de 4,4 por cento em pesquisa da Reuters com analistas.

    Na comparação com o mesmo período de 2017, o volume de serviços também encolheu 3,8 por cento em maio, leitura mais fraca desde a perda de 5,7 por cento vista em abril de 2017 e contra projeção de recuo de 3,7 por cento.

    As perdas foram generalizadas entre os setores, mas lideradas pelos danos provocados pela greve dos caminhoneiros no final de maio.

    O transporte terrestre despencou 15 por cento no mês, recuo mais intenso na série histórica, o que levou a perdas de 9,5 por cento na atividade de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, também a mais forte já registrada.

    O cerne dessa queda generalizada foi a greve dos caminhoneiros que afeta transporte, pedágio, estocagem de produtos, deslocamento de pessoas e funcionários , afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

    Marginalmente, restaurantes, comércio e indústria foram afetados pela greve. A greve tem efeitos primário, secundário e marginais , acrescentou ele.

    O movimento dos caminhoneiros no final de maio abalou ainda mais a confiança de consumidores e empresários no país ao prejudicar o abastecimento de combustíveis e alimentos, entre outros insumos, abalando a atividade econômica.

    Com a cautela já em alta diante das incertezas políticas antes da eleição presidencial de outubro, as expectativas de analistas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este ano vêm recuando sistematicamente, agora em torno de 1,50 por cento depois de terem chegado a 3 por cento há poucos meses.

    Em junho, a confiança do consumidor apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) atingiu o menor nível em 10 meses, enquanto a de serviços chegou ao nível mais fraco em nove meses.

    Temos que ver se o efeito da greve permanecerá, seja pelo impacto da própria greve, seja pela formação de expectativas dos empresários, que podem estar segurando investimentos por conta dos cenários político e eleitoral , afirmou Lobo.

    Veja o desempenho do setor de serviços na variação mensal (%):

    Atividade Abril Maio

    Serviços +1,1 -3,8

    1.Serviços prestados à família +1,6 -0,3

    1.1.Serviços de alojamento e +1,8 -0,8

    alimentação

    1.2.Outros serviços prestados à 0,0 +0,2

    família

    2.Serviços de informação e -0,5 -0,4

    comunicação

    2.1.Serviços de TI e comunicação -1,2 -0,3

    2.2.Serviços audiovisuais, de +3,8 -1,8

    edição e agências de notícias

    3.Serviços profissionais, +1,5 -1,3

    administrativos e complementares

    3.1.Serviços técnico-profissionais +4,8 -0,3

    3.2.Serviços administrativos e +0,7 -1,5

    complementares

    4.Transportes, serviços auxiliares +0,7 -9,5

    e correios

    4.1.Transporte terrestre +4,5 -15,0

    4.2.Transporte aquaviário +4,1 +0,4

    4.3.Transporte aéreo +10,8 -1,8

    4.4.Armazenagem, serviços +0,9 -6,2

    auxiliares e correios

    5.Outros serviços -0,6 -2,7

    0

    0

    22

    5 M

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    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

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