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    Superministério da Economia de Bolsonaro vai enfrentar desafios para ser posto de pé

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O superministério da Economia vai enfrentar desafios para virar realidade e de fato entregar ganhos de eficiência, afirmou uma fonte com trânsito e trabalho de anos nas pastas que passarão por fusão, apontando que será necessário uma boa dose de energia para unificá-las, o que ameaça consumir um tempo que poderia ser melhor investido nas propostas para a economia.

    Nesta terça-feira, o futuro ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PSL), Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou que os Ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) serão unidos no ano que vem. A proposta já constava no programa de Bolsonaro, mas após receber representantes da indústria recentemente o presidente eleito afirmou estar aberto a deixar o MDIC de fora do plano.

    'Vai dar uma dor de cabeça para fazer porque são carreiras diferentes, são processos diferentes, são TIs diferentes. Há uma série de processos que têm rotinas diferenciadas, então você vai gastar uma energia enorme com isso e aí aquelas pautas que são fundamentais para a economia podem se perder nesse processo', disse a fonte, que falou em condição de anonimato.

    Num exercício teórico, essa fonte projetou que a fusão implicará uma redistribuição de mais de 38 unidades de trabalho --entre secretarias, órgãos, institutos, escolas e assessorias -- sob uma única aba.

    Hoje, são 12 sob a Fazenda, 17 sob o Planejamento e 9 sob o MDIC.

    Uma ideia para diminuir a demanda em relação ao ministro, que será instado a receber inúmeros parlamentares para tratar dos mais diversos assuntos, é criar duas secretarias-executivas, uma para a área econômica e outra para a área de gestão, disse a fonte.

    Na área econômica, estimou que uma só Secretaria de Assuntos Econômicos, por exemplo, poderia reunir sete secretarias que hoje estão distribuídas nos três ministérios: de Política Econômica, de Acompanhamento Fiscal, Energia e Loteria e de Promoção da Produtividade e Advocacia da Concorrência, na Fazenda; de Planejamento e Assuntos Econômicos e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), hoje no Planejamento; e de Desenvolvimento e Competitividade Industrial e de Comércio e Serviços, pertencentes ao MDIC.

    Apesar das possibilidades de sinergia, a fonte lembrou que a fusão vai ter baixíssimo impacto em termos de economia fiscal e também trará complicações logísticas.

    'O cara está lá no bloco P e vai ter que gerir pessoas que estão no bloco J. Isso também tem que ser visto', disse, sobre a configuração da Esplanada, com um edifício diferente para cada um dos ministérios hoje.

    A fusão repete fórmula usada pela última vez pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1990, mas apesar de suscitar lembranças de uma política econômica que deu errado, é também vista com simpatia por parte do atual quadro do governo. [nL2N1X2107]

    Parte do time à frente da economia avalia que colocar principalmente a Secretaria de Orçamento Federal, hoje integrante do Planejamento, sob a Fazenda alinharia a programação orçamentária à financeira, nos moldes do que já é feito em boa parte do mundo.

    Levantamento da Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE) de 2014 mostra que dentre 32 países que integram o grupo somente quatro não têm o Ministério da Fazenda como único responsável pelo Orçamento.

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    Bolsonaro incluirá Indústria em superministério para economia e unirá Agricultura e Meio Ambiente

    Por Rodrigo Viga Gaier

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro criará um superministério para cuidar da economia que unirá as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio sob comando do economista Paulo Guedes, e unirá as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente, disse nesta terça-feira o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro chefe da Casa Civil de Bolsonaro.

    Na semana passada, representantes dos setores da indústria pesada, infraestrutura, petróleo, gás, energia e comércio exterior estiveram na casa de Bolsonaro e pediram que a pasta da Indústria e Comércio ficasse desvinculada de outro ministério.

    Os executivos saíram do encontro com a certeza de que isso aconteceria e isso foi até motivo de comemoração. O próprio presidente eleito tinha sinalizado a manutenção da pasta da Indústria e Comércio separada.

    'Ministério da Economia vai ter Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio', disse Onyx a jornalistas após reunião com Guedes e Bolsonaro no Rio de Janeiro.

    Guedes também confirmou após o encontro a união dos ministérios sob uma mesma pasta.

    'No programa de governo, os três já estavam juntos. Ele foi criticado pelo setor industrial? Interessante isso”, emendou o economista Paulo Guedes

    Guedes disse que o governo Bolsonaro salvará a indústria brasileira do processo de desindustrialização vivido nos últimos 30 anos, 'apesar dos industriais brasileiros'.

    Onyx anunciou ainda que as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente também serão unificadas sob um único ministério, depois de Bolsonaro também ter afirmado que estaria aberto à sugestão de setores do agronegócio que defendiam a manutenção da separação das duas pastas. O futuro ministro-chefe da Casa Civil negou que Bolsonaro tenha recuado nos dois casos.

    'O presidente não recuou em nada e o presidente desde o início tem claro que... Agricultura e Meio Ambiente (andarão) de mãos dadas', disse Onyx, acrescentando que a união desses dois ministérios já foi experimentada no Mato Grosso do Sul e em outros países.

    Segundo Onyx, o total de ministério deve ficar entre 15 e 16.

    'Essa definição ocorrerá na quinta ou sexta-feira para permitir que na segunda-feira a gente já tenha o desenho dos ministérios com capacidade de ser divulgado“, disse.

    PREVIDÊNCIA

    Guedes disse ainda que a economia brasileira será aberta de forma gradual para evitar prejuízos e afirmou que a indústria brasileira será retomada com juros baixos e redução de impostos. Ele fez ainda a avaliação de que, do ponto de vista econômico, a reforma da Previdência já está atrasada e que quanto mais rápido ela for feita, melhor será.

    Ele alertou, no entanto, que o futuro governo precisa fazer um cálculo político para avaliar a viabilidade da medida, apontada como crucial para equilibrar as contas públicas.

    'Não queremos que uma vitória nas urnas se transforme numa confusão no Congresso, e se o Congresso não tiver condições de aprovar, não submetemos”, disse Guedes.

    Após o encontro com o núcleo duro do futuro governo, incluindo Bolsonaro, na casa do empresário Paulo Marinho, o economista afirmou que já tem em mente uma solução para o programa de subvenção ao diesel, mas ainda não houve tempo de discuti-la.

    O programa atual se encerra em 31 de dezembro e o mero sinal de que haveria uma redução gradual antes do fim do programa provocou ameaças de uma nova greve dos caminhoneiros, após a categoria paralisar o país em maio.

    Na segunda-feira a equipe de transição de Bolsonaro já começa a trabalhar em Brasília e, segundo Onyx, o presidente eleito deverá ir à capital na terça para se reunir com o presidente Michel Temer e tratar da transição.

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