alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE tailandia

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Jovem saudita deixa Tailândia após obter asilo no Canadá

    Jovem saudita deixa Tailândia após obter asilo no Canadá

    Por Patpicha Tanakasempipat

    BANGCOC (Reuters) - Uma jovem saudita que fugiu para a Tailândia afirmando ter medo de ser assassinada pela própria família deixou o país na sexta-feira com destino ao Canadá, onde obteve asilo, disse o chefe da imigração tailandesa.

    A saga de Rahaf Mohammed al-Qunun chamou a atenção internacional nesta semana depois que ela se trancou em um quarto de hotel no aeroporto de Bangcoc para resistir a ser mandada de volta para sua família, que nega qualquer abuso.

    Um vôo da Korean Air com Rahaf partiu de Bangcoc para Seul na noite de sexta-feira às 23h37 (horário local), disse à Reuters uma autoridade do aeroporto.

    Rahaf embarcará em um voo de conexão para Toronto no aeroporto Incheon, em Seul.

    'Era seu desejo ir ao Canadá', disse o chefe da imigração da Tailândia, Surachate Hakparn, a repórteres.

    'Ela ainda se recusa a se encontrar com seu pai e irmão, e eles vão viajar de volta hoje à noite também... Eles estão desapontados.'

    O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, confirmou nesta sexta-feira que seu país concedeu asilo à jovem.

    Rahaf chegou a Bangcoc no sábado e, inicialmente, teve a entrada negada mas na área de trânsito do aeroporto de Suvarnabhumi ela começou a postar mensagens no Twitter afirmando que havia 'escapado do Kuweit' e que sua vida estaria em perigo se fosse forçada a retornar à Arábia Saudita. Em poucas horas, uma campanha surgiu como #SalveRahaf, espalhada pelo Twitter por uma rede de ativistas.

    Após 48 horas tensas no aeroporto de Bangcoc, algumas delas trancada em um quarto de hotel, ela pôde entrar no país e foi considerada uma refugiada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

    Rahaf tem acusado sua família de abuso, e se recusou a encontrar seu pai e irmão que foram a Bangcoc tentar levá-la de volta à Arábia Saudita.

    O caso chamou atenção para as rígidas normas sociais da Arábia Saudita, incluindo a exigência de que mulheres tenham a permissão de um “guardião” homem para poder viajar, o que, segundo grupos de direitos humanos, pode tornar mulheres e meninas prisioneiras de famílias abusivas.

    A história também surge no momento em que Riad enfrenta rara vigilância de aliados do Ocidente, devido ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi dentro do consulado saudita em Istambul em outubro e às consequências humanitárias da guerra do Iêmen.

    Na quarta-feira, a Austrália disse estar considerando receber Rahaf.

    Por volta do meio-dia de sexta-feira, Rahaf postou em sua conta no Twitter que ela tinha 'boas e más notícias!', mas a conta ficou offline pouco tempo depois.

    Um usuário do Twitter conhecido como Nourah, a quem Rahaf se referiu como um amigo, tuitou que Rahaf 'recebeu ameaças de morte e por isso fechou sua conta no Twitter'.

    (Reportagem de Patpicha Tanakasempipat; Reportagem Adicional de David Ljunggren em Ottawa)

    0

    0

    15

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia ONU pede que Austrália considere receber jovem saudita que fugiu da família

    ONU pede que Austrália considere receber jovem saudita que fugiu da família

    SYDNEY/BANGCOC (Reuters) - A Organização das Nações Unidas (ONU) pediu que a Austrália considere enviar para um assentamento de refugiados uma saudita de 18 anos que fugiu para a Tailândia afirmando ter medo de ser assassinada pela família, informou o governo australiano nesta quarta-feira.

    Rahaf Mohammed al-Qunun chegou a Bangcoc no sábado pedindo asilo. A Austrália disse que irá considerar abrigá-la em um assentamento se o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) considerá-la uma refugiada.

    “O Acnur encaminhou a srta. Rahaf Mohammed al-Qunun à Austrália para consideração para assentamento refugiado”, disse o Departamento de Segurança Interna da Austrália por email.

    O departamento disse que irá considerar o encaminhamento “do jeito normal, como faz com todos os encaminhamentos do Acnur”.

    O escritório do Acnur na Tailândia se recusou a comentar.

    Inicialmente Rahaf teve a entrada negada na Tailândia. Ela então começou a publicar mensagens no Twitter da área de trânsito do aeroporto Suvarnabhumi de Bangcoc, dizendo que havia “escapado do Kuweit” e que sua vida estaria em perigo se fosse forçada a retornar à Arábia Saudita.

    Dentro de horas, uma campanha surgiu no Twitter, divulgada por uma rede de ativistas espalhados por todo o mundo, fazendo com que o governo tailandês revertesse a decisão que forçaria a jovem a retornar a sua família.

    Em seguida, ela teve a entrada autorizada na Tailândia e, na terça-feira, começou o processo de busca por asilo em um terceiro país. Ela tem se recusado a encontrar seu pai e irmão que foram a Bangcoc, segundo o chefe da imigração tailandesa, Surachate Hakparn.

    (Reportagem de Byron Kaye, Colin Packham e Jonathan Barrett em Sydney; Juarawee Kittisilpa e Panu Wongcha-um, em Bangcoc)

    0

    0

    29

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Pai de jovem saudita que fugiu para Tailândia chega a Bangcoc em busca de encontro

    Pai de jovem saudita que fugiu para Tailândia chega a Bangcoc em busca de encontro

    Por Panu Wongcha-um

    BANGCOC (Reuters) - O pai de uma jovem saudita de 18 anos em busca de asilo que fugiu para a Tailândia dizendo ter medo de ser assassinada pela própria família chegou a Bangcoc e deseja se encontrar com a filha, afirmou o chefe da imigração tailandesa nesta terça-feira.

    Entretanto, o pai e o irmão de Rahaf Mohammed al-Qunun precisarão esperar para saber se a agência de refugiados da ONU permitirá que eles a encontrem, afirmou o chefe da imigração, Surachate Hakpan.

    “O pai e o filho querem conversar com Rahaf, mas a ONU precisará aprovar tal conversa”, disse Surachate a repórteres.

    A agência de refugiados da ONU disse nesta terça-feira estar investigando o caso de Rahaf, depois que ela fugiu para a Tailândia dizendo ter medo de ser assassinada pela família se fosse enviada de volta à Arábia Saudita.

    Ativistas estão preocupados com o que a Arábia Saudita fará depois que autoridades tailandesas reverteram a decisão de expulsar Rahaf e permitiram que a jovem entrasse no país sob cuidado do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

    “Agora, o pai está aqui na Tailândia e isso é uma fonte de preocupação”, disse à Reuters o vice-diretor da organização Human Rights Watch na Ásia, Phil Robertson.

    “Nós não temos a menor ideia do que ele vai fazer... se ele vai tentar descobrir onde ela está e intimidá-la. Nós não sabemos se ele vai tentar fazer com que a embaixada faça isso”.

    Parlamentares e ativistas australianos e britânicos pediram que seus governos concedam asilo à Rahaf, que foi finalmente autorizada a entrar na Tailândia na noite de segunda-feira, após aproximadamente 48 horas presa no aeroporto internacional de Bangcoc, sob ameaça de ser expulsa do país.

    Rahaf está hospedada em um hotel em Bangcoc, enquanto o Acnur processa seu pedido de status de refugiada, antes que possa buscar asilo em um terceiro país.

    Funcionários do Acnur estão entrevistando a saudita nesta terça-feira, após terem a conhecido no dia anterior.

    “Pode demorar diversos dias para processar o caso e determinar os próximos passos”, disse em comunicado o representante do Acnur na Tailândia, Giuseppe de Vincentiis.

    “Estamos muito gratos que autoridades tailandesas não enviaram (Rahaf) de volta contra sua vontade e estão estendendo proteção a ela”, disse.

    O caso tem chamado atenção global para as rígidas normas sociais da Arábia Saudita, incluindo a exigência de que mulheres tenham a permissão de um “guardião” homem para poder viajar, o que grupos de direitos humanos dizem poder manter mulheres e meninas como prisioneiras de famílias abusivas.

    O caso acontece em um momento em que Riad está enfrentando incomum vigilância por parte de aliados do Ocidente, devido ao assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istambul em outubro e devido às consequências humanitárias da guerra do Iêmen.

    (Reportagem de Panu Wongcha-um, Patpicha Tanakasempipat, e Panarat Thepgumpanat, em Bangcoc; e Maher Chmaytelli, em Dubai)

    0

    0

    26

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Tailândia suspende plano de expulsar jovem saudita trancada em quarto de hotel

    Tailândia suspende plano de expulsar jovem saudita trancada em quarto de hotel

    Por Patpicha Tanakasempipat

    BANGCOC/DUBAI (Reuters) - A Tailândia suspendeu nesta segunda-feira os planos de expulsar do país uma saudita de 18 anos que está fugindo da família, depois que a jovem se trancou em um hotel de aeroporto para impedir que autoridades de imigração a colocassem em um voo para o Kuweit.

    Rahaf Mohammed al-Qunun está no aeroporto internacional de Bangcoc desde sábado, quando chegou em um voo do Kuweit. Ela afirma ter medo de ser assassinada se voltar para a família, que não pôde ser encontrada para comentar acusações de abuso feitas pela jovem.

    Agora, autoridades tailandesas planejam se reunir com representantes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) para discutir o caso, disse a repórteres o chefe de imigração da Tailândia, Surachate Hakparn.

    Hakparn havia negado mais cedo alegações de Rahaf de que ela estaria sendo detida a pedido da Arábia Saudita.

    O Ministério de Relações Exteriores saudita também negou as acusações de Rahaf de que a embaixada do reino teria confiscado seu passaporte, dizendo em publicação no Twitter que a jovem foi parada no aeroporto por violar as leis de imigração da Tailândia.

    Nesta segunda-feira, Rahaf publicou no Twitter um vídeo em que aparece bloqueando a porta de seu quarto de hotel com uma mesa e um colchão.

    A saudita disse à Reuters que fugiu do Kuweit enquanto sua família visitava o país do Golfo e que planejava viajar da Tailândia para a Austrália para pedir asilo, mas foi detida após desembarcar em Bangcoc e informada que seria enviada de volta ao Kuweit.

    “Meus irmãos e minha família e a embaixada saudita estarão me esperando no Kuweit”, disse Rahaf por mensagens de texto e voz enviadas de seu hotel no domingo.

    “Eles vão me matar”, disse. “Minha vida está em perigo. Minha família ameaça me matar pelas coisas mais triviais”.

    Questionada sobre porque está buscando refúgio na Austrália, ela disse: “Abuso físico, emocional e verbal e por ficar presa dentro de casa por meses. Eles ameaçam me matar e me impedem de continuar minha educação”.

    A cultura saudita e a política de guardiões exige que mulheres tenham a permissão de um parente homem para trabalhar, viajar, se casar e até ter acesso a alguns tratamentos médicos. No ano passado, o país muçulmano altamente conservador suspendeu uma proibição que impedia mulheres de dirigir.

    (Reportagem Adicional de Ghaida Ghantous, em Dubai, e Panu Wongcha-um, em Bangcoc)

    0

    0

    21

    4 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Meninos resgatados em caverna tailandesa viram aprendizes de monges em homenagem a mergulhador morto

    Meninos resgatados em caverna tailandesa viram aprendizes de monges em homenagem a mergulhador morto

    Por Patpicha Tanakasempipat

    BANGCOC (Reuters) - Meninos que foram resgatados em uma caverna tailandesa inundada, em um drama acompanhado por pessoas do mundo todo, foram ordenados como aprendizes de monges budistas, nesta quarta-feira, em homenagem a um mergulhador voluntário que morreu durante seu resgate.

    Vestindo mantos brancos, os 11 meninos e seu técnico, Ekapol Chanthawong, chegaram ao templo Wat Phra That Doi Tung, localizado em Chiang Rai, província do norte da Tailândia, em um dia de chuva leve e neblina.

    Eles ouviram cânticos budistas e depois receberam mantos cor de açafrão durante uma cerimônia de grande comoção transmitida ao vivo pelas autoridades no Facebook. Um dia antes suas cabeças foram raspadas, um dos preparativos para se tornarem aprendizes de monges.

    'Suas vidas mudarão agora', disse Manit Prakobkit, autoridade de um grupo regional cultural, à mídia. 'Esta experiência os ajudará a valorizar seus pais e lhes dar uma ideia do Dhamma'.

    O grupo passará nove dias em outro templo budista, aderindo aos ensinamentos e preceitos do budismo, a principal religião do país.

    Sua estadia será o cumprimento de uma promessa feita por seus familiares no caso de eles voltarem sãos e salvos, além de uma homenagem ao mergulhador Samarn Kunan, de 38 anos, a única fatalidade da operação de salvamento do grupo, que ficou preso na caverna por causa de chuvas da estação de monções.

    A operação de resgate internacional terminou com sucesso em 10 de julho, quando o último membro do grupo foi retirado da caverna inundada de Tham Luang, em Chiang Rai.

    O 12º integrante do time, Adul Sam-on, de 14 anos, é cristão, e por isso não foi ordenado.

    Na quarta-feira, no templo, os meninos ajudaram uns aos outros a vestir os novos mantos em uma cerimônia assistida por seus familiares e pela esposa de Samarn, Valeepoan Kunan.

    A cerimônia terminou com os visitantes e fiéis usando guarda-chuvas para pegar pacotes de moedas atiradas ao ar, um costume que significa que os aprendizes abdicaram das riquezas terrenas.

    Os meninos e Ekapol entraram no complexo de cavernas no dia 23 de junho para explorá-las quando ficaram presos. Eles sobreviveram durante nove dias graças à água que pingava de rochas até mergulhadores os encontrarem em uma barragem enlameada.

    0

    0

    84

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Meninos tailandeses resgatados de caverna iniciam cerimônia para se tornarem aprendizes de monges

    Meninos tailandeses resgatados de caverna iniciam cerimônia para se tornarem aprendizes de monges

    Por Amy Sawitta Lefevre

    BANGCOC (Reuters) - Meninos de um time de futebol de adolescentes que foram resgatados de uma caverna na Tailândia em um drama que prendeu a atenção do mundo deram seus primeiros passos nesta terça-feira para serem ordenados aprendizes de monges budistas.

    A cerimônia foi transmitida ao vivo no Facebook por autoridades locais e dá início a um processo no qual os meninos viverão por nove dias em um templo budista -- uma promessa feita por suas famílias para agradecer seu resgate e em homenagem a um mergulhador que morreu durante a operação.

    O resgate envolveu mergulhadores e voluntários de todo o mundo e terminou no dia 10 de julho, quando o último grupo foi retirado com segurança da caverna de Tham Luang, em Chiang Rai, no norte da Tailândia.

    Os meninos e seu técnico de 25 anos, Ekapol Chanthawong, tinham ido explorar a caverna no dia 23 de junho, quando ficaram presos. Eles sobreviveram por nove dias bebendo a água que pingava de estruturas rochosas antes de serem encontrados por mergulhadores.

    'Os onze meninos serão ordenados como aprendizes, enquanto o técnico Ek será ordenado como monge', disse Rachapol Ngamgrabuan, da assessoria de imprensa de Chiang Rai, durante transmissão no Facebook.

    O budismo é a principal religião da Tailândia e é seguida por mais de 90 por cento da população. Um dos meninos, Adul Sam-on, de 14 anos, é cristão e não será ordenado.

    Vestindo roupas brancas simples, os meninos juntaram as mãos em sinal de oração, enquanto um monge de traje vermelho agradecia por seu resgate seguro.

    Os meninos e seu treinador acenderam velas amarelas no templo Wat Phra That Doi Wao, no distrito de Mae Sai, em Chiang Rai.

    0

    0

    37

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Capitão de time tailandês resgatado de caverna relata alegrias da volta para casa

    Capitão de time tailandês resgatado de caverna relata alegrias da volta para casa

    Por Patpicha Tanakasempipat

    MAE SAI, Tailândia (Reuters) - A felicidade é um bolo de aniversário, uma refeição de arroz com carne de porco, uma cama aconchegante e uma viagem para comprar um celular novo.

    Essas foram algumas das alegrias desfrutadas por Duangpetch Promthep, capitão do time de futebol de meninos tailandeses resgatado de uma caverna inundada na semana passada, durante suas primeiras horas em casa.

    'Minha cama estava aconchegante', disse Dom, como é conhecido, à Reuters.

    Os 12 meninos, cujas idades variam entre 11 e 16 anos, e seu técnico, de 25 anos, do time 'Javalis Selvagens', voltaram para casa na quarta-feira, depois de receberem alta de um hospital e aparecerem na televisão nacional para descreverem sua provação dentro da caverna de Tham Luang.

    'Quando cheguei em casa havia muitas pessoas esperando por mim. Fiquei muito surpreso', disse Dom, que foi recebido por familiares vindos até da China.

    Sua primeira refeição foi arroz com jarrete de porco, um prato de que sentiu saudade na caverna onde os meninos ficaram sem comida durante dias e só sobreviveram com a água que pingava do teto da caverna.

    Dom também comemorou com atraso seu 13º aniversário do dia 3 de julho, um dia depois de os garotos terem sido encontrados por dois mergulhadores britânicos a cerca de 4 quilômetros de profundidade na caverna.

    As autoridades pediram que os meninos sejam deixados à vontade para se recuperar em casa, longe da curiosidade pública, para poderem retomar suas vidas normais.

    Dom, que mora com sua tia, seu tio e sua avó, escreveu no Facebook que teve que criar uma nova conta por causa do grande aumento de pedidos de amizade. Ele também comprou um novo celular para substituir o que perdeu na caverna.

    Voltar ao normal significa lições de casa nos finais de semana e treinos de futebol depois da escola, disse Thanaporn Promthep, a tia de 41 anos de Dom, que ele chama de mãe.

    'Ele é um bom aluno, muito responsável', garantiu ela, acrescentando que isso significa nada de namorada durante mais dois anos.

    Os garotos embarcam em um curso neste mês para se tornarem aprendizes de monges budistas em homenagem a Samarn Kunan, mergulhador voluntário e ex-membro da unidade SEAL da Marinha tailandesa que morreu durante a missão que os resgatou.

    'É uma coisa muito importante a fazer', disse Dom.

    (Reportagem adicional de Jiraporn Kuhakan, em Mae Sai, e Panarat Thepgumpanat, em Bangcoc)

    0

    0

    50

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Meninos tailandeses relembram dias dentro de caverna em 1ª aparição pública após resgate

    Meninos tailandeses relembram dias dentro de caverna em 1ª aparição pública após resgate

    Por Amy Sawitta Lefevre

    CHIANG RAI, Tailândia (Reuters) - Os 12 meninos tailandeses e seu técnico de futebol que foram resgatados de um complexo inundado de cavernas na semana passada acenaram, sorriram e fizeram o tradicional gesto 'wai' de respeito em sua primeira aparição pública desde o salvamento, nesta quarta-feira, em entrevista coletiva transmitida ao vivo para o mundo todo.

    Médicos, parentes e amigos, alguns vestindo trajes amarelos tradicionais, cumprimentaram os meninos, de entre 11 e 16 anos, e seu técnico, de 25 anos, que vestiam camisetas estampadas com a ilustração de um javali vermelho e carregavam bolas de futebol que chutaram cuidadosamente pela sala.

    'Trazendo os Javalis Selvagens para casa', dizia um cartaz em tailandês na sala, que foi arrumada para parecer um campo de futebol, com traves e redes, para receber os meninos do time Javalis Selvagens e cinco membros da equipe de resgate.

    Uma multidão de repórteres e curiosos se aglomerou atrás de barreiras no momento da chegada do grupo em vans do hospital onde os jogadores e o técnico ficaram internados desde a operação internacional para resgatá-los de um complexo inundado de cavernas na semana passada.

    'Eu disse a todos para continuarem lutando, não se desesperarem', disse um dos meninos, relembrando como passaram os difíceis dias dentro da caverna.

    Adul Sam-on, de 14 anos, relembrou o momento quando dois mergulhadores britânicos encontraram o grupo no dia 2 de julho, amontoados sobre um banco de lama em uma câmara inundada a diversos quilômetros da entrada do complexo de cavernas.

    'Foi mágico', disse. 'Tive que pensar muito antes de conseguir responder às perguntas deles. Foi durante a noite quando estávamos raspando pedras no topo da rocha e escutamos vozes'.

    Essa descoberta deu início à operação de resgate que retirou todo o grupo da caverna ao longo de três dias, liderada pela unidade de elite da Marinha tailandesa e por um time internacional de especialistas em mergulho.

    O grupo havia planejado explorar o complexo de cavernas de Tham Luang por cerca de uma hora após treino de futebol no dia 23 de julho. Mas uma tempestade típica da temporada de monções inundou o local, os deixando presos.

    'Nós nos revezamos escavando as paredes da caverna', disse o técnico, Ekkapol Chantawong, que tem sido elogiado por alguns pais como responsável por manter os meninos vivos. 'Nós não queríamos ficar esperando até as autoridades nos encontrarem'.

    Mas seus esforços foram em vão, disse, acrescentando que 'quase todos sabem nadar. Alguns não são bons nadadores, entretanto'.

    O grupo, que havia comido logo antes de entrar no complexo de Tham Luang, não levou nenhuma comida para o passeio e teve que sobreviver apenas com a água que pingava de formações rochosas no teto da caverna, acrescentou.

    'Nós só bebemos água', disse um dos meninos, apelidado de Tee.

    O integrante mais jovem do time, Titan, acrescentou: 'Eu não tinha nenhuma força. Eu tentava não pensar em comida para não ficar com mais fome'.

    Os meninos, com cabelos recém cortados, ganharam em média 3 kg cada desde o resgate, e passaram por exercícios de confiança antes do evento desta quarta-feira, disso o diretor do hospital onde estavam internados.

    0

    0

    31

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Meninos tailandeses sorriem e acenam em 1ª aparição pública após resgate

    Meninos tailandeses sorriem e acenam em 1ª aparição pública após resgate

    Por Amy Sawitta Lefevre

    CHIANG RAI, Tailândia (Reuters) - Os 12 meninos tailandeses e seu técnico de futebol que foram resgatados de um complexo inundado de cavernas na semana passada acenaram, sorriram e fizeram o tradicional gesto 'wai' de respeito em sua primeira aparição pública desde o resgate, nesta quarta-feira, em transmissão ao vivo na província de Chiang Rai.

    Médicos, parentes e amigos, alguns vestindo trajes amarelos tradicionais, cumprimentaram os meninos, de entre 11 e 16 anos, e seu técnico, de 25 anos, que vestiam camisetas estampadas com a ilustração de um javali vermelho e carregavam bolas de futebol que chutaram cuidadosamente pela sala.

    'Trazendo os Javalis Selvagens para casa', dizia um cartaz em tailandes na sala, que foi arrumada para parecer um campo de futebol, com traves e redes, para receber os meninos e cinco membros da equipe de resgate.

    Uma multidão de repórteres e curiosos se aglomerou atrás de barreiras, à medida que o grupo chegava em vans do hospital onde ficou internado desde a operação internacional para resgatá-los de um complexo inundado de cavernas na semana passada.

    'Hoje nós teremos as respostas às perguntas que temos feito, dos próprios meninos', disse Suthichai Yoon, apresentador do programa de 45 minutos que está sendo transmitido ao vivo em diversos canais.

    Os meninos, com cabelos recém cortados, ganharam em média 3 kg cada desde o resgate, e passaram por exercícios de confiança antes do evento desta quarta-feira, disso o diretor do hospital onde estavam internados.

    0

    0

    35

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Meninos tailandeses farão coletiva de imprensa na 4ª-feira com auxílio de psicólogo

    Meninos tailandeses farão coletiva de imprensa na 4ª-feira com auxílio de psicólogo

    Por Panarat Thepgumpanat

    BANGCOC (Reuters) - Os 12 meninos tailandeses e seu técnico de futebol que foram resgatados de um complexo inundado de cavernas na semana passada serão liberados do hospital na quarta-feira e concederão uma entrevista coletiva no mesmo dia para satisfazer o grande interesse da mídia, informou uma autoridade do governo.

    'Queremos reduzir a curiosidade do público', disse à Reuters o porta-voz do governo tailandês, Sansern Kaewkamnerd, nesta terça-feira.

    Os meninos, de entre 11 e 16 anos, e seu técnico de 25 anos foram resgatados com segurança do complexo de cavernas de Tham Luang perto da fronteira da Tailândia com Mianmar na semana passada, após uma perigosa operação que atraiu a atenção da mídia global e levou centenas de jornalistas ao local.

    Os meninos e seu treinador estão internados em um hospital na cidade de Chiang Rai desde que foram resgatados.

    Autoridades têm estado preocupadas com o impacto que a fama e a atenção repentina podem ter na saúde mental dos meninos, então a entrevista coletiva de quarta-feira será controlada cuidadosamente.

    Jornalistas precisarão inscrever suas perguntas, que serão, então, avaliadas por um psicólogo. Perguntas aprovadas serão feitas aos meninos por um moderador.

    'Nós organizamos para que, depois disso, os meninos possam voltar às suas vidas normais', disse Sansern.

    Passakorn Bunyalak, vice-governador da província de Chiang Rai, disse que os meninos serão enviados para casa após a coletiva de imprensa, e pediu que seus pais e jornalistas evitem entrevistas por cerca de 30 dias.

    'Nesse momento inicial, estamos tentando impedir que a mídia incomode os meninos', disse à Reuters, acrescentando que eles são protegidos pela Lei de Proteção Infantil da Tailândia.

    Um artigo da lei protege menores de 18 anos de cobertura midiática que pode causar danos emocionais e de reputação.

    0

    0

    70

    10 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Tailandeses fazem cerimônia para agradecer espíritos da caverna por salvarem meninos

    Tailandeses fazem cerimônia para agradecer espíritos da caverna por salvarem meninos

    Por Amy Sawitta Lefevre e Panarat Thepgumpanat

    BANGCOC (Reuters) - Ao ritmo de música tradicional, pessoas acenderam velas e ofereceram frutas e outros alimentos perto de uma caverna nesta segunda-feira em uma cerimônia para agradecer espíritos pelo resgate de um time de futebol formado por meninos tailandeses.

    Os 12 meninos do time 'Javalis Selvagens' e seu técnico estão se recuperando desde o resgate dramático da semana passada, que foi acompanhado por todo o mundo. Na quinta-feira eles devem receber alta do hospital em que estão internados na cidade de Chiang Rai, no norte da Tailândia.

    Cabeças de porco, ovos cozidos, peixes, doces e frutas são algumas das iguarias oferecidas aos espíritos na cerimônia desta segunda-feira para agradecê-los pelo salvamento dos meninos.

    'Estamos prestando homenagem aos anjos que cuidam da floresta e dentro da caverna', disse Nippon Anchai, um religioso tradicional, à mídia tailandesa.

    O grupo também rezou por Samarn Kunan, ex-membro da unidade de elite da Marinha tailandesa que foi a única vítima fatal da operação – ele morreu, aos 38 anos, depois de levar tanques de oxigênio à caverna.

    Os 12 meninos, cujas idades variam entre 11 e 16 anos, e seu técnico de 25 anos exploravam a caverna no dia 23 de junho quando uma chuva sazonal intensa inundou os túneis, prendendo-os dentro do complexo de caverna de 10 quilômetros.

    Reza uma lenda tailandesa que a caverna, chamada Tham Luang Nang Non, ou 'caverna da dama reclinada', marca o local em que uma linda princesa se suicidou depois que os soldados de seu pai mataram seu amante plebeu.

    'Pedimos desculpas a Jao Mae Nang Non', disse Nippon, referindo-se à princesa cujo espírito se acredita proteger a caverna e que muitos tailandeses temem ter sido perturbado pela multidão de agentes de resgate, voluntários e membros da mídia durante a operação de 17 dias.

    (Reportagem adicional de Athit Perawongmetha)

    0

    0

    28

    10 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. tailandia

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.