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    Dólar firma queda ante real após nova atuação do BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar firmou trajetória de baixa e operava perto do patamar de 3,75 reais após o Banco Central intensificar sua atuação no mercado de câmbio nesta quinta-feira.

    Até esta tarde, a moeda norte-americana era negociada com leves variações, em meio a preocupações com o exterior e com o mercado de olho na cena política local.

    Às 16:28, o dólar recuava 0,39 por cento, a 3,7678 reais na venda, depois de subir 1 por cento na véspera. Na máxima deste pregão, a moeda norte-americana foi a 3,8046 reais e, na mínima, a 3,7534 reais.

    O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,15 por cento.

    O BC não está deixando a moeda ir além dos 3,80 reais , afirmou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

    Pela manhã, quando o dólar chegou ao patamar de 3,80 reais, a autoridade monetária ofertou e vendeu integralmente 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares, o que reduziu o movimento de alta da moeda norte-americana naquele momento.

    Durante a tarde, no entanto, o dólar voltou a subir e o BC fez o segundo leilão, com as mesmas condições e resultados do primeiro. Com isso, já injetou o equivalente a 4 bilhões de dólares em swaps, do total de 10 bilhões de dólares prometido para esta semana.

    O BC também realizou leilão de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho, vendidos integralmente. Assim, já rolou 6,6 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    Entre os dias 8 e 15 passados, o BC já havia feito leilões de novos swaps, equivalentes a 24,5 bilhões de dólares, para tentar acalmar os mercados diante de preocupações com a cena externa e política local, a poucos meses das eleições de outubro.

    Acho que ele deveria deixar o câmbio flutuar um pouco. Espero que anuncie apenas que vai atuar no mercado cambial quando necessário , acrescentou Foresti, para quem o efeito surpresa poderia ter mais efeito sobre o mercado.

    A opinião é compartilhada por outros especialistas, que avaliam que o mercado esteve mais racional nesta semana e o BC apenas deveria reforçar que seguirá monitorando as condições, sem anunciar previamente o volume das intervenções que pretende fazer.

    Durante a sessão, além do exterior, o mercado também monitorava o cenário político doméstico, diante da dificuldade de candidatos que considerem mais comprometidos com o ajuste fiscal de subirem nas pesquisas de intenção de voto.

    Outra preocupação era o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode colocar em liberdade o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para o dia 26. Nessa situação, ele seria um forte cabo eleitoral, podendo favorecer a disputa de candidatos que menos agradam aos investidores.

    No mercado externo, o dólar operava em queda ante uma cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes

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    Ibovespa cai e acumula maior série de perdas semanais desde 2014 com incertezas locais e exterior

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou em queda nesta sexta-feira, acumulando a quinta semana seguida de quedas, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014, em meio a contínuas preocupações com o cenário político-eleitoral e o quadro macroeconômico no Brasil.

    Nesta sessão, o Ibovespa encerrou em baixa de 0,93 por cento, a 70.757 pontos, também afetado pelo cenário externo negativo para mercados emergentes. Na mínima, alcançou 69.582 pontos, queda de 2,57 por cento e menor patamar intradia desde 22 de agosto do ano passado.

    O volume financeiro neste pregão somou 16,494 bilhões de reais.

    Na semana, o índice acumulou queda de 3 por cento. Foi a quinta queda semanal seguida, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014. Em 2018, o declínio já soma 7,4 por cento.

    Profissionais da área de renda variável citaram que a bolsa permanece sem catalisadores para melhoras, mas principalmente sem defesa para movimentos que refletem a piora da percepção de risco em relação ao Brasil, dado o cenário político-eleitoral nebuloso e as incertezas sobre o quadro macroeconômico.

    O dólar tem esse efeito amortecido pelos leilões de contratos de swap cambial do Banco Central e os juros futuros têm o movimento atenuado pelos leilões do Tesouro Nacional. A bolsa fica largada, sem referência , disse um gestor.

    A saída de estrangeiros também segue enfraquecendo a B3. No último dia 13, o saldo ficou novamente negativo, em 431,3 milhões de reais. No ano, as saídas líquidas já superam 8 bilhões de reais, sendo mais de 4 bilhões de reais apenas no mês de junho.

    Além de aspectos domésticos, o cenário de alta de juros nos Estados Unidos também continua afetando mercados acionários emergentes em geral, e o Brasil não fica de fora. Nesta sexta-feira, o MSCI de ações de mercados emergentes caiu 1,06 por cento.

    Em Wall Street, a última sessão da semana foi pressionada por novas medidas comerciais dos Estados Unidos contra a China, enquanto o vencimentos de opções e de futuros em Nova York adicionou volatilidade. O S&P 500 fechou em baixa de 0,11 por cento.

    O chamado 'vencimento quádruplo' em Nova York também contaminou as operações domésticas, de acordo com o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez, em razão de arbitragens decorrentes dos vencimentos de opções nos ETFs (fundos de índice) de Brasil e dos futuros do MSCI, disse.

    Na Bovespa, a segunda-feira reserva vencimento dos contratos de opções sobre ações.

    DESTAQUES

    - VALE fechou em baixa de 4,99 por cento, maior componente negativo no Ibovespa na sessão, apesar do avanço do preço do minério de ferro na China, conforme prevalecia o tom pessimista nos negócios e o dólar recuou mais de 2 por cento em relação ao real.

    - PETROBRAS PN caiu 0,86 por cento, pressionada pela queda do petróleo, enquanto também continua vulnerável a dúvidas sobre a autonomia da petrolífera de controle estatal. PETROBRAS ON cedeu 1 por cento.

    - ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB desabaram 8,39 e 8,2 por cento, respectivamente. O BNDES publicou edital do leilão de privatização de seis distribuidoras de energia da companhia, mas há preocupação sobre o interesse pelo certame. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que um projeto de lei sobre a desestatização que pode aumentar o apetite de investidores pelas empresas deve ser avaliado pelos deputados na semana que vem.

    - BRASKEM saltou 21,4 por cento, grande destaque positivo da sessão, após divulgar que a Odebrecht entrou em negociações exclusivas para vender a totalidade de sua fatia na petroquímica para a holandesa LyondellBasell. A alta garantiu um ganho de 5,4 bilhões de reais em valor de mercado para a Braskem nesta sessão.

    - VIA VAREJO UNIT caiu 6,51 por cento, com o cenário mais adverso nos mercados justificando alguma realização de lucros, após os papéis se valorizarem 10,56 por cento na semana até a véspera.

    - ITAÚ UNIBANCO PN subiu 0,97 por cento e BRADESCO PN fechou em alta de 1,78 por cento, revertendo a fraqueza do começo da sessão e afastando o Ibovespa das mínimas. Banco do Brasil ainda recuou 1,19 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT subiu 0,65 por cento.

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    Cena externa piora e dólar salta mais de 1,5% frente o real

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar disparava nesta quinta-feira, tendo encostado no patamar de 3,80 reais na máxima do dia, influenciado pelo mau humor nos mercados externos, após o Banco Central Europeu (BCE) anunciar que vai acabar com seu programa de compras de títulos, mas que isso não significava juros maiores no curto prazo.

    O mercado local também era pressionado pela perspectiva de que está chegando ao fim o plano do Banco Central de intervir mais pesado até o fim dessa semana.

    Às 15:40, o dólar avançava 1,70 por cento, a 3,7770 reais na venda, depois de ter tocado a máxima de 3,7953 reais, com alta de mais de 2 por cento. O dólar futuro tinha queda de cerca de 1,40 por cento.

    O euro despencou e fortaleceu o dólar no mundo todo. Lá fora as moedas emergentes pioraram muito, tínhamos que acompanhar , comentou o operador de câmbio de uma corretora local.

    O euro caía mais de 1,5 por cento ante o dólar nesta sessão, após o BCE decidir manter as taxas de juros em baixas recordes até o verão de 2019 no hemisfério Norte e estender seu enorme programa de compra de títulos até o final deste ano, embora vá reduzir o volume de compras a partir de outubro.

    A decisão do BCE de prolongar o estímulo monetário veio em meio a preocupações com a desaceleração do crescimento na zona do euro, a turbulência política na Itália e as tensões comerciais globais, disseram analistas.

    A decisão do banco europeu vem um dia depois de o Federal Reserve, banco central norte-americano, ter anunciado que pretende elevar os juros quatro vezes neste ano, ambas decisões com implicações sobre o fluxo global de recursos e impacto sobre países emergentes, como o Brasil.

    Com a fraqueza do euro, o dólar subia mais de 1 por cento ante uma cesta de moedas e avançava ante as divisas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano, devolvendo as quedas de mais cedo.

    Os profissionais das mesas de operações no Brasil citavam que contribuía ainda para reforçar o salto do dólar ante o real a proximidade do fim do lote de 20 bilhões de dólares em swaps cambiais tradicionais --equivalentes à venda futura de dólares-- que o BC sinalizou que injetaria no mercado até esta semana.

    O estoque do BC está acabando. Voltou a especulação, o mercado está chamando o BC, quer saber o que ele vai fazer , comentou o gerente de câmbio da corretora Ourominas, Mauriciano Cavalcante.

    Nesta sessão, a autoridade fez três leilões de swaps, somando desde a sexta-feira passada até agora 18 bilhões de dólares. O último leilão do dia, de 20 mil contratos, foi realizado no meio da tarde, quando o dólar disparava ao redor do mundo.

    Na véspera, especialistas consultados pela Reuters avaliaram que a atuação mais firme do BC deve cumprir o prazo dado pelo presidente da instituição, Ilan Goldfajn, e terminar nesta sexta-feira, o que não queria dizer que a autoridade deixará o mercado à deriva.

    Ilan também disse na semana passada que, se fosse necessário, o BC continuaria atuando no mercado, inclusive com outros instrumentos.

    O BC vendeu ainda nesta sessão a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem, já somando 4,4 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    (Por Claudia Violante)

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    Dólar passa a subir ante real após Fed sinalizar mais juros neste ano

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar anulou a queda e passou a subir ante o real após o Federal Reserve, banco central norte-americano, indicar que elevará os juros mais vezes neste ano, movimento que tende a afetar o fluxo de capital global.

    Com a alta do dólar após o Fed, o Banco Central brasileiro voltou a atuar no mercado durante a tarde ao anunciar seu terceiro leilão de swaps cambiais do dia.

    Às 15:48, o dólar subia 0,42 por cento, a 3,7228 reais, depois de bater 3,7391 reais na máxima do dia. O dólar futuro subia cerca de 0,10 por cento.

    As projeções em onde as taxas (dos EUA) terminarão em 2020 não mudaram. Assim, as previsões indicam ritmo mais forte de aperto , escreveu o analista da gestora CIBC Capital Markets, Royce Mendes.

    Como amplamente esperado, Fed elevou a taxa de juros pela segunda vez neste ano, para o intervalo entre 1,75 e 2 por cento ao ano, e indicou que vê outras duas altas ainda neste ano.

    Antes, o mercado estava dividido entre três ou quatro altas de juros pelo Fed neste ano ao todo, em meio a sinais de melhor desempenho econômico que os Estados Unidos têm dado. Taxas mais altas têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados em outras praças financeiras.

    A ação do BC brasileiro vem ajudando a segurar altas mais agressivas no câmbio. Mais cedo, o BC já havia feito dois leilões de novos swaps cambias, totalizando 70 mil contratos. Neste mês até agora, já injetou 19,616 bilhões de dólares em novos swaps.

    À tarde, após o Fed, anunciou o leilão de outros 30 mil swaps, equivalentes à venda futura de dólares.

    Na semana passada, o BC informou que injetaria 20 bilhões de dólares até o final desta semana por meio de novos swaps cambiais, além dos 750 milhões de dólares que já vinha ofertando diariamente, para dar liquidez ao mercado.

    O BC vendeu ainda a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem, já somando 3,960 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

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    Dólar tem leve queda ante real com BC e à espera de Fed

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar tinha leve queda ante o real nesta quarta-feira após o Banco Central atuar mais forte no mercado, mas com os investidores mantendo a cautela antes da reunião de política monetária do Federal Reserve à espera de pistas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos neste ano.

    Às 12:11, o dólar recuava 0,17 por cento, a 3,7013 reais na venda, depois de cair 0,52 por cento na véspera. Na mínima do dia, a moeda norte-americana foi a 3,6877 reais e, na máxima, a 3,7222 reais. O dólar futuro recuava cerca de 0,5 por cento.

    Para esta reunião (do Fed), espera-se que a dissidência dê o tom da quantidade de movimentos (de juros) neste ano e, neste ponto, o BC se mantém atento, inclusive com a atuação mais forte no câmbio , escreveu o economista-chefe da gestora Infinity Asset, Jason Vieira.

    As apostas são de que o Fed elevará sua taxa de juros nesta tarde pela segunda vez neste ano. Mas os investidores estarão mais atentos ao comunicado da decisão e à entrevista que o chair da instituição, Jerome Powell, dará em seguida atrás de indicações sobre os próximos passos.

    O mercado estava dividido entre três ou quatro altas de juros pelo Fed neste ano ao todo, em meio a sinais de melhor desempenho econômico que os Estados Unidos têm dado. Taxas mais altas têm potencial para atrair à maior economia do mundo recursos aplicados em outras praças financeiras.

    A decisão do Fed será divulgada às 15h (horário de Brasília).

    A ação do BC brasileiro nos mercados também dava o tom desta sessão. Na semana passada, o BC informou que injetaria 20 bilhões de dólares até esta sexta-feira por meio de novos swaps cambiais, além dos 750 milhões de dólares que já vinha ofertando diariamente, para dar liquidez ao mercado.

    Nesta manhã, o BC já fez um leilão de 40 mil novos swaps, equivalentes à venda futura de dólares, vendidos integralmente. No início da tarde, anunciou outro leilão de 30 mil novos swaps, e também vendeu tudo. Neste mês até agora, já injetou 19,616 bilhões de dólares em novos swaps.

    Temos o suspense com a atuação do BC no câmbio via swaps , escreveu a corretora H.Commcor em relatório. Mais da metade do montante ficou guardada para este momento de Fed e eventuais efeitos do que conhecermos hoje .

    Também vendeu a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem, já somando 3,960 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

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    Dólar cai mais de 1% e vai ao patamar de R$3,67 após nova atuação do BC

    Por Claudia violante

    SÃO PAULO (Reuters) - Após mais duas atuações de surpresa do Banco Central, o dólar terminou a terça-feira em queda e no patamar de 3,70 reais, afastando-se da tendência de valorização no exterior em meio à expectativa sobre o desfecho do encontro de política monetária do Federal Reserve, banco central norte-americano, no dia seguinte.

    O dólar recuou 0,52 por cento, a 3,7075 reais na venda, depois de subir 0,54 por cento na véspera.

    Na mínima do dia, o dólar chegou a 3,6680 reais, marcada no início da tarde, logo após o BC chamar mais um leilão de novos swaps cambiais tradicionais com oferta de até 30 mil, vendidos integralmente.

    O mercado está cauteloso em função da reunião do Fed e questões internas, mas ele se mantém amortecido com o BC agindo , afirmou o operador de câmbio da corretora Spinelli José Carlos Amado.

    Na semana passada, o BC prometeu injetar 20 bilhões de dólares adicionais em novos swaps cambiais --equivalentes à venda futura de dólares-- até a próxima sexta-feira para dar liquidez ao mercado e ajudar a conter a volatilidade.

    Pela manhã, o BC já havia feito outro leilão de até 30 mil swaps, também vendido integralmente, colocando neste mês, até o momento, 16,116 bilhões de dólares em novos swaps.

    Também vendeu a oferta integral de até 8.800 swaps cambiais tradicionais para rolagem, já somando 3,520 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence em julho. Se mantiver esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    O dólar chegou a subir ante o real nesta sessão, em sintonia com o exterior, com os investidores cautelosos com o desfecho do encontro do Fed no dia seguinte, depois de terem recebido dados em linha sobre a inflação norte-americana.

    No geral, esses números estão alinhados com as expectativas e, como tal, não devem movimentar muito os mercados hoje ou mudar o debate para os formuladores de políticas antes da reunião do Fed amanhã , afirmou mais cedo o analista da gestora CIBC Andrew Grantham.

    Ele referia-se ao índice de preços ao consumidor dos Estados Unidos de maio divulgado nesta manhã, com alta de 0,2 por cento, dentro do esperado.

    O Fed acompanha uma medida de inflação diferente, que está um pouco abaixo da meta de 2 por cento. A autoridade deverá aumentar a taxa de juros pela segunda vez este ano na quarta-feira.

    Os economistas estavam divididos sobre se sinalizará mais um ou dois aumentos dos juros em seu comunicado. Taxas elevadas têm potencial de atrair aos Estados Unidos recursos aplicados em outras praças financeiras, como a brasileira.

    O dólar subia ante uma cesta de moedas e também ante a maioria das divisas de países emergentes.

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