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    Dólar firma alta ante real com correção e à espera de novidades sobre planos do novo governo

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar firmou trajetória de alta ante o real nesta segunda-feira, em um movimento de correção das quedas recentes e com o mercado à espera de esclarecimentos sobre os planos de governo de Jair Bolsonaro (PSL) após a vitória nas eleições presidenciais.

    Às 14:56, o dólar avançava 0,82 por cento, a 3,6844 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,5822 reais logo após a abertura. Na máxima, o dólar foi a 3,7074 reais ao ultrapassar um ganho de 1 por cento.

    O dólar futuro tinha alta de cerca de 1,2 por cento.

    'Não acabou o bom humor (com a vitória de Bolsonaro). Está havendo uma zeragem de posições, uma realização', disse o operador da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado ao explicar a inversão da trajetória do dólar da queda registrada pela manhã para uma alta.

    Entre o primeiro e o segundo turno da eleição presidencial, o dólar perdeu 20 centavos de real com o mercado montando posições para a decisão de domingo passado, em que o capitão da reserva do Exército de 63 anos derrotou o petista Fernando Haddad.

    Na sexta-feira, o dólar chegou a atingir o menor valor em cinco meses, devido ao otimismo dos investidores com a vitória de Bolsonaro.

    'Existia ainda algum hedge nas posições para o risco Haddad, que foi logo devolvida na abertura', completou Alessie Machado.

    Com boa parte da vitória de Bolsonaro já precificada, os investidores estão de olho agora nos próximos passos do governo de Bolsonaro, principalmente no que se refere à economia.

    'Os próximos drivers para o dólar local serão a divulgação da equipe econômica e esclarecimentos em relação ao plano de governo', afirmou o sócio da assessoria de investimentos Criteria Investimentos, Vitor Miziara, referindo-se a questões como controle de gastos e reforma da Previdência.

    Em seu primeiro discurso após ser declarado vitorioso, Bolsonaro prometeu respeitar a Constituição, fazer um governo democrático e unificar o país, além de defender compromisso com a responsabilidade fiscal.

    O economista Paulo Guedes, que comandará o Ministério da Fazenda no novo governo e foi o principal motivo para Bolsonaro angariar o apoio do mercado financeiro, declarou que buscará zerar o déficit fiscal em um ano, além de colocar a reforma da Previdência como prioridade.

    No exterior, o dólar ganhava força ante as divisas de países emergentes e já subia ante o peso chileno, embora o maior avanço ocorresse ante o peso mexicano após uma votação em consulta pública pela interrupção das obras de um aeroporto parcialmente construído na Cidade do México no valor de 13 bilhões de dólares. O cancelamento custaria 6,1 bilhões de dólares.

    Ante a cesta de moedas, o dólar subia em dia de fraqueza do euro após a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, ter declarado que não buscará uma reeleição como presidente do partido, marcando o fim de uma era de 13 anos em que ela dominou a política europeia.

    O Banco Central vendeu nesta sessão 7,7 mil contratos de swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Desta forma, rolou 7,70 bilhões de dólares do total de 8,027 bilhões de dólares que vence em novembro.

    Se mantiver essa oferta amanhã e vendê-la integralmente, terá feito a rolagem total dos contratos.

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    Bovespa firma-se em queda após bater recorde; investidor espera de detalhes do novo governo

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa firmava-se em queda na tarde desta segunda-feira, após bater recorde intradia mais cedo, com investidores realizando lucros à espera de definições sobre os próximos passos do novo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

    Às 14:35, o Ibovespa caía 0,1 por cento, a 85.631,51 pontos. Na máxima, subiu 3,10 por cento, para 88.377,16 pontos, superando o recorde anterior, de 88.317,83 pontos, apurado em fevereiro deste ano.

    O volume financeiro do pregão somava 15,4 bilhões de reais.

    A abertura mais positiva encontrou suporte na expectativa do mercado de que Bolsonaro formará uma equipe econômica liberal e reformista, liderada pelo economista Paulo Guedes, mas agentes financeiros agora querem mais detalhes.

    Para o gestor Igor Lima, da Galt Capital, o declínio trata-se de uma realização técnica, com muitos realizando lucros sem ter a contrapartida de grandes compradores, principalmente estrangeiros, que tendem a voltar aos poucos.

    Até a sexta-feira, o Ibovespa acumulava alta de 8 por cento em outubro, mês marcado por forte saída de capital externo do segmento Bovespa, após entradas líquidas nos três meses anteriores.

    'O mercado está esperando esclarecimentos sobre quem fará parte do primeiro escalão do novo governo e quais serão as primeiras medidas', acrescentou o gestor Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital.

    O deputado federal reeleito e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou na manhã desta segunda-feira que Bolsonaro fará uma reunião na terça-feira com o grupo de auxiliares mais próximos no Rio de Janeiro para dar as 'diretrizes' do governo e destacou que a equipe de transição vai começar a trabalhar somente na semana que vem, no Centro de Convenções do Banco do Brasil (CCBB) em Brasília.

    O gestor Marco Tulli, da corretora Coinvalores, disse que mercado perdeu força com investidores que tinham se posicionado na compra na sexta-feira zerando suas posições, mas ele não descarta melhora, com o declínio atraindo novos compradores.

    Bolsonaro, do PSL, derrotou o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno da eleição com 55,1 por cento dos votos válidos contra 44,9 por cento de seu oponente, com 99,99 por cento das seções eleitorais apuradas.

    DESTAQUES

    - VALE cedia 2,64 por cento, pesando no Ibovespa em razão da participação relevante na composição do índice, em ajustes de posições, uma vez que a ação da mineradora era um dos papéis usados como 'hedge' para a volatilidade eleitoral.

    - PETROBRAS PN cedia 3 por cento, em sessão volátil, após subir mais de 4 por cento, a 28,74 reais, maior cotação intradia desde abril de 2010. Na domingo, A XP Investimentos elevou a recomendação para as ações para 'compra' ante 'neutra'. PETROBRAS ON caía 2,2 por cento. As ações ainda acumulam altas ao redor de 65 e 70 por cento no ano, respectivamente.

    - BANCO DO BRASIL subia 1,25 por cento, afastando-se da máxima da sessão, quando atingiu maior cotação intradia da história, a 44,50 reais, em alta de 4,9 por cento. A ação do banco de controle estatal, que teve recomendação elevada para 'compra' pela XP Investimentos, acumula alta de cerca de 40 por cento em 2018. ITAÚ UNIBANCO PN, que divulga balanço após o fechamento, cedia 0,27 por cento.

    - ELETROBRAS PNB recuava 1,54 por cento e ELETROBRAS ON perdia 0,99 por cento, também se afastando das máximas da sessão registradas no começo do pregão.

    - CEMIG PN cedia 4,81 por cento, após subir 3,4 por cento no começo do pregão, para o maior nível desde maio de 2015, reagindo ao resultado eleitoral, com a vitória de Romeu Zema, do Partido Novo, de perfil liberal e favorável à privatização da companhia, para o governo de Minas Gerais. Até a sexta-feira, as ações subiam 68 por cento apenas em outubro.

    - KLABIN UNIT recuava 1,27 por cento, apesar da fabricante de papel e celulose ter divulgado nesta segunda-feira resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 1,25 bilhão de reais ante 750 milhões de reais um ano antes. Analistas do Itaú BBA consideraram o resultado forte.

    - HYPERA perdia 0,84 por cento, mesmo após o grupo farmacêutico reportar lucro líquido de 244,5 milhões no terceiro trimestre, aumento de 17,6 por cento ante mesma etapa de 2017, em resultado apoiado por maiores vendas de medicamentos genéricos e menor volume de impostos pagos. A equipe da Mirae considerou o resultado bom.

    - TIM e TELEFÔNICA BRASIL PN subiam 3,29 e 3,24 por cento, respectivamente, entre as maiores altas do Ibovespa, uma vez que se trata de setor mais defensivo e os papéis vinham acumulando perdas no ano, com TIM em queda de cerca de 15 por cento e Vivo recuando quase 13 por cento.

    (Por Paula Arend Laier)

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    Dólar cai 1% ante real com movimento de correção

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em baixa de 1 por cento ante o real nesta sexta-feira, num movimento de correção após saltar mais de 6,5 por cento em sete pregões e seguindo o movimento no mercado externo.

    Os investidores estavam na expectativa pelo discurso do chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, que reforçou a mensagem de gradualismo no aumento dos juros já indicada pelo banco central norte-americano, trazendo alívio aos mercados.

    Às 11:50, o dólar recuava 1,05 por cento, a 4,0797 reais na venda, depois de ter subido a 4,1230 reais na véspera, patamar que ficou atrás apenas do fechamento de 21 de janeiro de 2016, de 4,1655 reais, o maior da história.

    O dólar subiu nos últimos sete pregões seguidos, acumulando ganhos de 6,62 por cento, com temores sobre o cenário eleitoral brasileiro. O dólar futuro tinha queda de cerca de 0,85 por cento.

    'Powell não trouxe nenhuma surpresa... frisou o gradualismo', afirmou o operador da H.Commcor Corretora Cleber Alessie Machado.

    Powell afirmou que aumentos constantes da taxa de juros pelo Fed são a melhor maneira de proteger a recuperação econômica dos Estados Unidos e manter o crescimento do mercado de trabalho o mais forte possível e a inflação sob controle.

    Endossando a postura de política monetária do Fed poucos dias depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter criticado as altas de juros, Powell usou o simpósio anual de Jackson Hole para 'explicar hoje porque meus colegas e eu acreditamos que esse processo gradual... continua apropriado'.

    Trump, em entrevista recente à Reuters, disse que não estava 'animado' com Powell por causa dos aumentos de juros e que o Fed deveria ser mais expansionista e ajudar na atividade econômica.

    O Fed já subiu os juros duas vezes neste ano e o mercado acredita que outras duas altas virão ainda, dentro do cenário de movimento gradual ressaltado pela própria autoridade monetária em meio à força que a maior economia vem mostrando e ações do governo para impulsioná-la ainda mais.

    No exterior, o dólar ampliou a queda ante uma cesta de moedas após o discurso de Powell. O dólar também caía ante divisas de países emergentes, entre elas o real.

    Internamente, a cena política continuava sob os holofotes. Nova pesquisa semanal da corretora XP Investimentos divulgada mais cedo mostrou poucas mudanças na preferência do eleitorado, com oscilações dentro da margem de erro e o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) mantendo a liderança na disputa em cenário sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no páreo.

    Nos últimos dias, as pesquisas içaram o dólar para acima de 4,10 reais depois que de mostrarem que o candidato preferido do mercado, Geraldo Alckmin (PSDB), seguia sem ganhar tração, e que o PT poderia ir para o segundo turno.

    'Sinto que o dólar subiu demais, mas dado o cenário eleitoral e a conjuntura volátil, difícil falar que ele vai voltar para abaixo de 4 reais tão cedo', acrescentou Machado.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 4,32 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Investidor reforça posição defensiva, dólar dispara e vai acima de R$4,10

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar intensificou a alta e já operava acima de 4,10 reais nesta quinta-feira, com os investidores reforçando posições defensivas diante do quadro externo de maior aversão ao risco e temores com o cenário eleitoral doméstico.

    Às 16:07, o dólar avançava 1,40 por cento, a 4,1125 reais na venda, depois de ter tocado a máxima de 4,1289 reais neste pregão. O maior patamar de fechamento do dólar foi batido em 21 de janeiro de 2016, quando foi a 4,1655 reais.

    A moeda norte-americana caminhava para fechar seu sétimo pregão consecutivo de valorização ante o real, acumulando cerca de 6,50 por cento neste período até o meio da tarde. O dólar futuro subia cerca de 1,80 por cento.

    'É o conjunto da obra. Problemas lá fora, China e Estados Unidos, eleição no Brasil, a decisão do TSE e ainda o fator especulação', afirmou o operador da Advanced Corretora, Alessandro Faganello.

    Há dias o mercado tem ficado cada vez mais defensivo diante da cena política, com a aproximação das eleições presidenciais de outubro e após pesquisas de intenção de votos mostrarem que o candidato que mais agrada aos investidores, Geraldo Alckmin (PSDB), seguia sem decolar. Também contribuía a possibilidade de o PT ir para o segundo turno da disputa, cenário até então não previsto pelos investidores.

    Neste sentido, o estresse ficou maior nesta tarde, após o ministro Roberto Barroso, relator do registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar a intimação da defesa do ex-presidente e deu sete dias de prazo para os advogados rebaterem os pedidos apresentados para barrar a candidatura com base na Lei da Ficha Limpa.

    Assim, o registro da candidatura do líder petista, que foi alvo de 16 impugnações, só deve ser julgado TSE após o início da campanha eleitoral no rádio e na televisão, afirmaram à Reuters fontes com conhecimento do caso.

    O mercado esperava que o prazo fosse menor, de modo a evitar que Lula participasse do horário eleitoral gratuito de rádio e televisão, que começa no dia 31 agora.

    Lula, que está preso desde abril por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, é visto pelo mercado como um candidato menos comprometido com o ajuste fiscal do país, ao contrário de Alckmin.

    'O investidor corrige um pouco, mas não quer ficar vendido (aposta na queda do dólar) em dólar. Não há muito espaço para realização maior com as notícias atuais', afirmou mais cedo o diretor da consultoria de valores mobiliários Wagner Investimentos, José Faria Júnior, quando o dólar ainda operava de lado frente ao real numa tentativa de correção.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta de moedas impulsionado pela incerteza política, nova rodada de tarifas comerciais entre Estados Unidos e China e pela ata da última reunião do banco central dos Estados Unidos, que sinalizou aumento da taxa de juros em setembro.

    O dólar também subia ante divisas de países emergentes, com destaque para o rand sul-africano, depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, expressou no Twitter suas preocupações sobre a reforma agrária do país.

    À tarde, a ameaça do vice-primeiro-ministro da Itália, Luigi Di Maio, de que seu partido votará pela suspensão do financiamento à União Europeia no próximo ano se parceiros não concordarem em receber os imigrantes que estão sendo mantidos em um navio da guarda costeira em Sicília, também ajudou a prejudicar o euro e, assim, elevar a pressão do dólar ante a cesta de moedas.

    Internamente, o Banco Central brasileiro seguiu sem atuações extraordinárias no mercado de câmbio e, segundo analistas ouvidos pela Reuters, pelo menos por enquanto não deve interferir porque o movimento do real não está muito diferente do comportamento de outras divisas emergentes. Além disso, não há falta de liquidez no mercado.

    Nesta sessão, o BC apenas ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 4,08 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

    (Edição de Patrícia Duarte)

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    Dólar sobe e encosta em R$3,95 após pesquisa eleitoral

    Por Claudia violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava em alta e perto do patamar de 3,95 reais nesta segunda-feira, após a pesquisa eleitoral CNT/MDA mostrar que o candidato que mais agrada ao mercado, Geraldo Alckmin (PSDB), continuava com pequena fatia do eleitorado, bem atrás de outros postulantes.

    Às 12:15, o dólar avançava 0,75 por cento, a 3,9439 reais na venda, depois de bater 3,9569 reais na máxima do dia. O dólar futuro tinha avanço de cerca de 0,80 por cento.

    'Qualquer candidato que mostre crescimento melhor que Alckmin vai fazer preço', afirmou o superintendente da Correparti Corretora, Ricardo Gomes da Silva.

    De acordo com a pesquisa CNT/MDA, Lula tem 37,3 por cento das intenções de voto, seguido por Jair Bolsonaro (PSL), com 18,8 por cento, Marina Silva (Rede), com 5,6 por cento, Alckmin, com 4,9 por cento, e Ciro Gomes (PDT), com 4,1 por cento.

    O mercado avalia que Alckmin é mais comprometido com reformas que considera necessárias ao ajuste fiscal do país.

    O levantamento da CNT/MDA não trouxe cenários sem a presença de Lula. O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) é o provável substituto do líder petista, que está preso desde abril passado e deve ser impedido de concorrer à Presidência por conta da Lei da Ficha Limpa.

    Depois do fechamento dos mercados nesta sessão, deverá ser divulgada outra pesquisa para as eleições de outubro, dessa vez do Ibope. E na madrugada de quarta-feira deve ser sair a nova pesquisa do Datafolha.

    No exterior, o dólar subia ante uma cesta e também sobre divisas de países emergentes, como os pesos mexicano e chileno.

    Os investidores estavam sob a expectativa das conversas entre representantes de Estados Unidos e China nesta semana, com esperanças de que possam haver algum avanço na disputa comercial entre os dois países.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 3,36 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar sobe e chega a tocar em R$3,95 com exterior e cena eleitoral local

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com forte alta nesta sexta-feira, já tendo tocado o patamar de 3,95 reais mais cedo, em mais um dia de nervosismo no mercado externo por conta da Turquia e com a cena eleitoral no Brasil, com os mercados reagindo a mais uma pesquisa de intenção de votos.

    Às 12:02, o dólar avançava 0,90 por cento, a 3,9402 reais na venda, depois de chegar a 3,9535 reais na máxima do dia. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,8 por cento.

    A lira turca voltava a recuar frente ao dólar neste pregão, ainda com preocupações com a influência do presidente turco, Tayyip Erdogan, sobre a economia e suas solicitações por taxas de juros mais baixas.

    Pesava ainda mais a notícia de que um tribunal turco rejeitou recurso para libertar o pastor norte-americano cristão Andrew Brunson de prisão domiciliar.

    Brunson, que mora na província turca de Esmirna, está sendo julgado na Turquia por acusações de terrorismo. Seu caso está no centro de uma crise diplomática entre a Turquia e os Estados Unidos.

    Os temores em relação à Turquia derrubavam outras moedas de países emergentes ante o dólar, mas que recuava frente a uma cesta de moedas.

    Renovados temores com a disputa eleitoral no Brasil também deixavam os mercados mal-humorados após nova pesquisa de intenção de votos encomendada pela XP Investimentos mostrar que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, tinha 9 por cento das intenções de voto em cenários sem a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, frente a 10 por cento no levantamento da semana anterior.

    O mercado avalia que Alckmin é mais comprometido com reformas que considera necessárias ao ajuste fiscal do país.

    A pesquisa também mostrou que Fernando Haddad, provável substituto do líder petista no pleito, ganhou terreno frente ao levantamento anterior, que ainda trazia o nome de Manuela D'Ávila (PCdoB), antes de abrir mão da candidatura para fechar aliança com o PT.

    'O mercado tem dúvidas que outros candidatos tenham condição de fazer reformas, o que gera mau humor', afirmou a estrategista de câmbio do banco Ourinvest, Fernanda Consorte, acrescentando que a campanha em rádio e TV, quanto começar, será muito importante nas campanhas.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 4,8 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 3,12 bilhões de dólares do total de 5,255 bilhões de dólares que vence em setembro.

    Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.

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    Dólar segue exterior e sobe mais de 1% ante real

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com alta de mais de 1 por cento ante o real nesta quinta-feira, sintonizado ao comportamento externo após declarações otimistas sobre a economia norte-americana do chairman do Federal Reserve, Jerome Powell, terem reforçado as expectativas de investidores sobre a força do dólar a longo prazo.

    Às 12:14, o dólar avançava 1,10 por cento, a 3,8837 reais na venda, depois de bater a máxima de 3,8936 reais no dia. O dólar futuro tinha alta de 0,86 por cento.

    'Em síntese, o mercado doméstico está voltado totalmente para o exterior', afirmou o operador de câmbio da corretora H.Commcor Cleber Alessie Machado.

    O chair do Fed, banco central norte-americano, não alterou as expectativas para a política monetária dos EUA nos seus depoimentos ao Congresso nesta semana, mas operadores viram as declarações de Powell como sinais de que as autoridades estão confortáveis com o aumento de quase 6 por cento do dólar contra os seus rivais nos últimos três meses.

    O dólar subia cerca de 0,35 por cento ante a cesta de moedas e também contra as divisas de países emergentes, como rand sul-africano e os pesos mexicano e chileno.

    Internamente, as eleições presidenciais também seguiam no horizonte, em dia de agenda de indicadores esvaziada, com o foco voltado para a costura de apoio das legendas para o pleito de outubro.

    'A definição sobre quem será apoiado pelo 'centrão', bloco que conta com os partidos Solidariedade, PRB, DEM e PP, e que servirá como 'fiel da balança' nas eleições, mantém os investidores atentos às novidades', resumiu a Correparti Corretora em relatório.

    O mercado teme que um candidato que considere menos comprometido com ajuste fiscal ganhe tração.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, rolando 9,10 bilhões de dólares do total de 14,023 bilhões de dólares dos contratos que vencem em agosto.

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    Dólar tem leves variações após bater R$3,95 com cena externa e de olho no BC

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar operava com leves variações nesta sexta-feira depois de superar o patamar de 3,95 reais, com o foco na cena externa e com os investidores cautelosos com o os próximos movimentos do Banco Central brasileiro --se voltará a atuar no mercado ou se continuará de fora como nos últimos dias.

    Às 11:53, o dólar recuava 0,16 por cento, a 3,9282 reais na venda, depois de ter fechado o pregão passado no maior nível de fechamento desde 1º de março de 2016, a 3,9344.

    Na máxima dessa sessão, a moeda norte-americana chegou a 3,9532 reais. O dólar futuro era negociado praticamente estável.

    A moeda (norte-americana) continua se valorizando fortemente contra o real, mostrando que o mercado vem testando a autoridade monetária , escreveu a Rico Investimentos em relatório.

    O presidente do BC, Ilan Goldfajn, reforçou na noite passada, em entrevista à GloboNews, que não pautará a atuação no câmbio por mudanças de preço, buscando apenas dar tranquilidade ao mercado quando avaliar a ocorrência de falta de liquidez ou sensação de pânico .

    O BC não tem feito intervenções extraordinárias no mercado por meio de leilões de novos swaps cambiais --equivalentes à venda futura de dólares-- desde a semana passada. Tem feito apenas as vendas desses contratos para rolagem dos vencimentos futuros, como nesta sessão.

    Ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de 14,023 bilhões de dólares.

    Com isso, rolou o equivalente a 3,5 bilhões de dólares do total que vence no próximo mês.

    No exterior, o dólar recuava cerca de 0,55 por cento frente ao uma cesta de moedas e algumas divisas de países emergentes, após a divulgação de que a criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos em junho foi maior do que o esperado. Entretanto, o aumento salarial estável indica pressão inflacionária moderada que deve manter o banco central do país na trajetória de aumento gradual da taxa de juros.

    O Federal Reserve elevou a taxa de juros dos EUA duas vezes este ano e, de modo geral, a expectativa é de que os juros sejam elevados mais duas vezes neste ano.

    Taxas mais elevadas tendem a atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira.

    Esta sessão deve ter volume de negócios reduzido devido ao jogo o Brasil contra a Bélgica à tarde pela Copa do Mundo, o que manterá os investidores afastados das mesas de operação. E na segunda-feira, por conta de feriado em São Paulo, a B3 estará fechada.

    (Por Patrícia Duarte; Edição de Camila Moreira)

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    Dólar sobe e vai acima de R$3,93, maior patamar desde março de 2016

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou em alta nesta quinta-feira, no maior patamar em mais de dois anos e a caminho da casa de 3,95 reais, com o foco na cena externa em dia de divulgação da ata do Federal Reserve, banco central norte-americano, pela qual foi reforçada a percepção de mais elevações nos juros neste ano.

    Com o avanço, os investidores também acreditavam que o Banco Central brasileiro deve voltar a atuar com mais força no mercado de câmbio.

    O dólar avançou 0,55 por cento, a 3,9344 reais na venda, maior nível de fechamento desde 1º de março de 2016 (3,9411 reais), e depois de ir a 3,9416 reais na máxima deste pregão. O dólar futuro tinha alta de cerca de 0,50 por cento no final da tarde.

    O Fed colocou que os riscos se intensificaram para a economia dos EUA mas, em princípio, continuará subindo os juros , afirmou o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior.

    Os banqueiros centrais dos Estados Unidos discutiram se há uma recessão próxima e expressaram preocupações de que as tensões no comércio global poderiam atingir a economia norte-americana que pela maioria dos indicadores parecia forte, mostrou a ata da reunião realizada em 12 e 13 de junho, divulgada nesta tarde. [nL1N1U119N]

    No encontro passado, o Fed elevou as taxas de juros pela segunda vez este ano. De modo geral, a expectativa é de que os juros sejam elevados mais duas vezes neste ano.

    Taxas mais elevadas tendem a atrair à maior economia do mundo recursos aplicados hoje em outras praças financeiras, como a brasileira.

    (O mercado) tende a ser defensivo , afirmou Faria Jr., lembrando que no dia seguida serão divulgados mais dados sobre mercado de trabalho dos Estados Unidos, conhecidos como payroll , o que também será importante para os investidores calibrem suas apostas sobre juros.

    Ainda no exterior, os mercados também estavam atentos à guerra comercial e ao prazo de sexta-feira, quando os Estados Unidos devem adotar taxas sobre produtos chineses, o que deve gerar retaliações da China como resposta.

    O dólar recuava cerca de 0,20 por cento contra uma cesta de moedas, mas ganhava terreno sobre algumas moedas de países emergentes, como o peso chileno.

    O Banco Central brasileiro ofertou e vendeu integralmente 14 mil swaps tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de 14,023 bilhões de dólares. [nEMN0UMRWJ]

    Com isso, rolou o equivalente a 2,8 bilhões de dólares do total que vence no próximo mês. Como tem feito recentemente, o BC não anunciou intervenção extraordinária no mercado de câmbio para este pregão, mas já havia especulações de que pode voltar a qualquer momento devido à alta cotação da moeda norte-americana.

    (Por Patrícia Duarte)

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    Dólar sobe mais de 1% e se aproxima de R$3,85 com exterior, mesmo com atuação do BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar subia mais de 1 por cento e se reaproximava do patamar de 3,85 reais nesta quarta-feira, influenciado pelo cenário externo, mesmo após o Banco Central voltar a atuar com mais força no mercado de câmbio.

    As preocupações com a cena doméstica também pressionavam a trajetória da moeda norte-americana, em dia de liquidez comprometida devido ao jogo entre Brasil e Sérvia pela Copa do Mundo à tarde.

    Às 12:11, o dólar avançava 1,21 por cento, a 3,8438 reais na venda, depois de bater a máxima de 3,8445 reais no dia. Na véspera, a moeda já havia subido 0,53 por cento. O dólar futuro subia cerca de 1,10 por cento.

    A conjuntura atual não nos ajuda em nada. Além de o cenário externo não estar ajudando, não temos nada para comemorar no doméstico , avaliou o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo.

    O dólar subia ante uma cesta de moedas e já estava no patamar de 95 nesta sessão, além de se valorizar sobre moedas de países emergentes e exportadores de commodities, com os investidores ainda temerosos com as consequências de uma guerra comercial global.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta manhã que vai usar um processo de revisão de segurança aprimorado para lidar com as ameaças de investimentos da China para adquirir tecnologia norte-americana em vez de impor restrições específicas. [nL1N1TT0L1]

    Internamente, pressionava o mercado a notícia de que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandoswki, decidiu que a venda de ações de empresas públicas, sociedades de economia mista ou subsidiárias e controladas exige autorização prévia legislativa sempre que tratar de alienação do controle acionário. [nE6N1RH02G]

    O mercado não gosta desse tipo de interferência política... inibe a entrada de dólares , afirmou o diretor de operações da corretora Mirae Asset, Pablo Spyer.

    O salto do dólar vinha mesmo após o BC voltar com mais força ao mercado, ao anunciar leilão de até 2,5 bilhões de dólares em leilão de linha, venda de dólares com compromisso de recompra. Vendeu 2,425 bilhões de dólares do total, bem mais do que os 500 milhões de dólares vendidos da oferta realizada no pregão de segunda-feira. [nE6N1TM006]

    Na sessão passada, não fez leilão de linha e, nesta semana até agora, não fez leilão de novos swaps cambias.

    Também realizou leilão de até 8.800 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda de dólares no futuro, já rolando 8,36 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume diariamente até o final do mês, fará a rolagem integral. [nEMN4HM47R]

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    Dólar firma queda ante real após nova atuação do BC

    Por Claudia Violante

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar firmou trajetória de baixa e operava perto do patamar de 3,75 reais após o Banco Central intensificar sua atuação no mercado de câmbio nesta quinta-feira.

    Até esta tarde, a moeda norte-americana era negociada com leves variações, em meio a preocupações com o exterior e com o mercado de olho na cena política local.

    Às 16:28, o dólar recuava 0,39 por cento, a 3,7678 reais na venda, depois de subir 1 por cento na véspera. Na máxima deste pregão, a moeda norte-americana foi a 3,8046 reais e, na mínima, a 3,7534 reais.

    O dólar futuro tinha baixa de cerca de 0,15 por cento.

    O BC não está deixando a moeda ir além dos 3,80 reais , afirmou o gerente da mesa de câmbio do banco Ourinvest, Bruno Foresti.

    Pela manhã, quando o dólar chegou ao patamar de 3,80 reais, a autoridade monetária ofertou e vendeu integralmente 20 mil novos swaps cambiais, equivalentes à venda futura de dólares, o que reduziu o movimento de alta da moeda norte-americana naquele momento.

    Durante a tarde, no entanto, o dólar voltou a subir e o BC fez o segundo leilão, com as mesmas condições e resultados do primeiro. Com isso, já injetou o equivalente a 4 bilhões de dólares em swaps, do total de 10 bilhões de dólares prometido para esta semana.

    O BC também realizou leilão de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho, vendidos integralmente. Assim, já rolou 6,6 bilhões de dólares do total de 8,762 bilhões de dólares que vence no mês que vem. Se mantiver e vender esse volume até o final do mês, fará rolagem integral.

    Entre os dias 8 e 15 passados, o BC já havia feito leilões de novos swaps, equivalentes a 24,5 bilhões de dólares, para tentar acalmar os mercados diante de preocupações com a cena externa e política local, a poucos meses das eleições de outubro.

    Acho que ele deveria deixar o câmbio flutuar um pouco. Espero que anuncie apenas que vai atuar no mercado cambial quando necessário , acrescentou Foresti, para quem o efeito surpresa poderia ter mais efeito sobre o mercado.

    A opinião é compartilhada por outros especialistas, que avaliam que o mercado esteve mais racional nesta semana e o BC apenas deveria reforçar que seguirá monitorando as condições, sem anunciar previamente o volume das intervenções que pretende fazer.

    Durante a sessão, além do exterior, o mercado também monitorava o cenário político doméstico, diante da dificuldade de candidatos que considerem mais comprometidos com o ajuste fiscal de subirem nas pesquisas de intenção de voto.

    Outra preocupação era o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode colocar em liberdade o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para o dia 26. Nessa situação, ele seria um forte cabo eleitoral, podendo favorecer a disputa de candidatos que menos agradam aos investidores.

    No mercado externo, o dólar operava em queda ante uma cesta de moedas e também ante divisas de países emergentes

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    Ibovespa cai e acumula maior série de perdas semanais desde 2014 com incertezas locais e exterior

    Por Paula Arend Laier

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa, principal índice de ações da B3, fechou em queda nesta sexta-feira, acumulando a quinta semana seguida de quedas, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014, em meio a contínuas preocupações com o cenário político-eleitoral e o quadro macroeconômico no Brasil.

    Nesta sessão, o Ibovespa encerrou em baixa de 0,93 por cento, a 70.757 pontos, também afetado pelo cenário externo negativo para mercados emergentes. Na mínima, alcançou 69.582 pontos, queda de 2,57 por cento e menor patamar intradia desde 22 de agosto do ano passado.

    O volume financeiro neste pregão somou 16,494 bilhões de reais.

    Na semana, o índice acumulou queda de 3 por cento. Foi a quinta queda semanal seguida, maior sequência de perdas semanais desde janeiro de 2014. Em 2018, o declínio já soma 7,4 por cento.

    Profissionais da área de renda variável citaram que a bolsa permanece sem catalisadores para melhoras, mas principalmente sem defesa para movimentos que refletem a piora da percepção de risco em relação ao Brasil, dado o cenário político-eleitoral nebuloso e as incertezas sobre o quadro macroeconômico.

    O dólar tem esse efeito amortecido pelos leilões de contratos de swap cambial do Banco Central e os juros futuros têm o movimento atenuado pelos leilões do Tesouro Nacional. A bolsa fica largada, sem referência , disse um gestor.

    A saída de estrangeiros também segue enfraquecendo a B3. No último dia 13, o saldo ficou novamente negativo, em 431,3 milhões de reais. No ano, as saídas líquidas já superam 8 bilhões de reais, sendo mais de 4 bilhões de reais apenas no mês de junho.

    Além de aspectos domésticos, o cenário de alta de juros nos Estados Unidos também continua afetando mercados acionários emergentes em geral, e o Brasil não fica de fora. Nesta sexta-feira, o MSCI de ações de mercados emergentes caiu 1,06 por cento.

    Em Wall Street, a última sessão da semana foi pressionada por novas medidas comerciais dos Estados Unidos contra a China, enquanto o vencimentos de opções e de futuros em Nova York adicionou volatilidade. O S&P 500 fechou em baixa de 0,11 por cento.

    O chamado 'vencimento quádruplo' em Nova York também contaminou as operações domésticas, de acordo com o operador Alexandre Soares, da BGC Liquidez, em razão de arbitragens decorrentes dos vencimentos de opções nos ETFs (fundos de índice) de Brasil e dos futuros do MSCI, disse.

    Na Bovespa, a segunda-feira reserva vencimento dos contratos de opções sobre ações.

    DESTAQUES

    - VALE fechou em baixa de 4,99 por cento, maior componente negativo no Ibovespa na sessão, apesar do avanço do preço do minério de ferro na China, conforme prevalecia o tom pessimista nos negócios e o dólar recuou mais de 2 por cento em relação ao real.

    - PETROBRAS PN caiu 0,86 por cento, pressionada pela queda do petróleo, enquanto também continua vulnerável a dúvidas sobre a autonomia da petrolífera de controle estatal. PETROBRAS ON cedeu 1 por cento.

    - ELETROBRAS ON e ELETROBRAS PNB desabaram 8,39 e 8,2 por cento, respectivamente. O BNDES publicou edital do leilão de privatização de seis distribuidoras de energia da companhia, mas há preocupação sobre o interesse pelo certame. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que um projeto de lei sobre a desestatização que pode aumentar o apetite de investidores pelas empresas deve ser avaliado pelos deputados na semana que vem.

    - BRASKEM saltou 21,4 por cento, grande destaque positivo da sessão, após divulgar que a Odebrecht entrou em negociações exclusivas para vender a totalidade de sua fatia na petroquímica para a holandesa LyondellBasell. A alta garantiu um ganho de 5,4 bilhões de reais em valor de mercado para a Braskem nesta sessão.

    - VIA VAREJO UNIT caiu 6,51 por cento, com o cenário mais adverso nos mercados justificando alguma realização de lucros, após os papéis se valorizarem 10,56 por cento na semana até a véspera.

    - ITAÚ UNIBANCO PN subiu 0,97 por cento e BRADESCO PN fechou em alta de 1,78 por cento, revertendo a fraqueza do começo da sessão e afastando o Ibovespa das mínimas. Banco do Brasil ainda recuou 1,19 por cento. SANTANDER BRASIL UNIT subiu 0,65 por cento.

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