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    Defesa de Temer pede ao STF que anule indiciamento da PF no inquérito dos portos

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A defesa do presidente Michel Temer apresentou nesta quarta-feira um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que anule o indiciamento feito pela Polícia Federal contra o chefe do Poder Executivo no chamado do inquérito dos portos.

    Os advogados argumentam ao ministro Roberto Barroso, relator do caso no STF, que a PF não tem competência de fazer 'diretamente' o indiciamento de Temer, sem autorização do Supremo ou mesmo pedido feito pela Procuradoria-Geral da República.

    Na véspera, a PF entregou ao STF o relatório final do inquérito dos portos em que indicia Temer por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

    A defesa cita o fato de que o entendimento do Supremo é no sentido de que a polícia não pode fazer o indiciamento de autoridades com foro privilegiado.

    'Está claro, pois, que a autoridade policial não dispõe de competência para formalização de ato de indiciamento contra o requerente, o qual, por isso mesmo, deve ser tornado sem efeito de forma imediata', diz o documento, para quem o indiciamento teve 'deletéria repercussão negativa', atinge a 'honorabilidade' do presidente, com 'reflexos inclusive na estabilidade da Nação'.

    A defesa de Temer diz que ainda não teve tempo de analisar as mais de 800 laudas do relatório da PF, mas reafirma que o presidente 'não praticou qualquer dos delitos que lhe foram atribuídos e que, seguramente, não há elementos suficientes para justificar a conclusão lá exposta'.

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    PF conclui inquérito dos portos e pede indiciamento e bloqueio de bens de Temer e outras 10 pessoas

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Na conclusão das investigações do inquérito dos portos entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal pediu o indiciamento e o sequestro e bloqueio de bens do presidente Michel Temer, a filha dele Maristela Temer, do ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures e de outros oito investigados, conforme despacho do relator do caso na corte, Luís Roberto Barroso, a que a Reuters teve acesso.

    No relatório final, a PF também solicitou ao Supremo a prisão preventiva do coronel João Baptista Lima Filho, amigo de Temer, da arquiteta Maria Rita Fratezi, mulher do coronel, e outras duas pessoas.

    Em despacho desta terça, Barroso disse que vai aguardar a manifestação da Procuradoria-Geral da República a respeito dos pedidos feitos pela PF antes de decidir. A PGR poderá oferecer denúncia contra Temer.

    Se isso ocorrer, seria a terceira contra o atual chefe do Poder Executivo --as outras duas ele conseguiu barrar o prosseguimento na Câmara dos Deputados, que não deu aval para o STF julgar as acusações criminais e que ficaram suspensas até ele deixar o cargo.

    Ainda assim, de antemão Barroso decidiu proibir os investigados que tiveram a prisão preventiva requerida pela PF de deixarem o Brasil.

    'Aguardarei a manifestação do Ministério Público quanto aos requerimentos de sequestro e bloqueio de bens, assim como do pedido de prisão preventiva. Determino, no entanto, desde logo, a proibição de se ausentarem do país aos investigados que tiveram sua prisão processual solicitada pela autoridade policial', disse Barroso.

    Segundo o ministro do STF, a PF decidiu apontar o indiciamento dos investigados pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ministro cita que essa organização está 'dividida em quatro núcleos: político, administrativo, empresarial (ou econômico) e operacional (ou financeiro)'.

    Na lista de indiciados estão Antônio Celso Grecco, ex-presidente da Rodrimar, Ricardo Conrado Mesquita, ex-diretor da Rodrimar, e Gonçalo Borges Torrealba, sócio do grupo Libras.

    'De acordo com o relatório, foram produzidas, no âmbito do inquérito, provas de naturezas diversas, que incluíram colaborações premiadas, depoimentos, informações bancárias, fiscais, telemáticas e extratos de telefone, laudos periciais, informações e pronunciamentos do Tribunal de Contas da União, bem como foram apurados fatos envolvendo propinas em espécie, propinas dissimuladas em doações eleitorais, pagamentos de despesas pessoais por interpostas pessoas --físicas e jurídicas--, atuação de empresas de fachada e contratos fictícios de prestação de serviços, em meio a outros', informa Barroso, citando o relatório da PF.

    O inquérito dos portos foi aberto em setembro do ano passado, diante da suspeita de que Temer teria recebido propina, por meio do então assessor especial Rodrigo Rocha Loures, para editar um decreto que beneficiou a Rodrimar em alterações legais para o setor. Mas, no curso das apurações, outros crimes foram sendo investigados.

    A defesa de Temer informou à Reuters na noite desta terça que ainda não tinha tido acesso ao relatório final da apuração e que vai se manifestar na quarta-feira.

    A assessoria da Presidência informou que o Palácio do Planalto não irá se pronunciar sobre inquérito dos portos.

    BLINDAGEM

    As investigações do inquérito dos portos atingiram indiretamente o ex-diretor-geral da PF Fernando Segovia. A situação dele, que assumiu o comando da polícia em novembro, ficou abalada após entrevista à Reuters, antes do Carnaval, em que ele afirmou não haver indícios de crime cometidos pelo presidente no inquérito. Na entrevista, Segovia indicava que a tendência era de arquivamento da investigação contra Temer.

    Na mesma entrevista, o então diretor-geral disse ainda que o delegado responsável pelo inquérito, Cleyber Malta Lopes, poderia ser investigado por eventuais abusos nos questionamentos que fez ao presidente, se houvesse uma queixa formal sobre isso.

    No final de fevereiro, o então recém-empossado ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, substituiu Segovia por Rogério Galloro, que está no comando da PF desde então.

    No despacho desta terça, Barroso --que anteriormente tinha blindado o delegado responsável pelo inquérito de ser retirado da condução do caso-- disse que o trabalho foi 'conduzido diligentemente pelo Delegado da Polícia Federal Cleyber Malta Lopes, cujo compromisso na preservação dos dados sigilosos merece registro'.

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    Temer volta a dizer que falará com presidente eleito sobre reforma da Previdência

    (Reuters) - O presidente Michel Temer voltou a afirmar nesta terça-feira que conversará com o presidente eleito no dia 28 de outubro sobre a reforma da Previdência caso o vencedor da corrida presidencial esteja disposto a discutir o tema, que Temer considerou uma 'necessidade urgente'.

    'Colocamos em pauta a necessidade urgente de reforma da Previdência Social. Passadas as eleições, conversarei com o presidente eleito, se ele estiver disposto, para tratar dessa questão. Não se trata de prioridade deste ou daquele governo: estamos falando de prioridade do Brasil', escreveu Temer no Twitter, após ser homenageado pela Associação Comercial do Paraná, em Curitiba.

    Temer já afirmou no passado que estaria disposto a promover uma reforma da Previdência após a eleição de outubro, desde que houvesse concordância do presidente eleito. O segundo turno da eleição presidencial será disputado no dia 28 entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre as mudanças previdenciárias que seu governo levou ao Congresso não chegou a ser votada pela Câmara dos Deputados em meio a dificuldade de obter apoio com a proximidade das eleições.

    Além disso, a decretação de intervenção federal na área de segurança pública do Estado do Rio de Janeiro inviabilizou a votação da medida, isso porque a Constituição não pode ser emendada enquanto vigorar uma intervenção federal em alguma das unidades da federação. Para que uma reforma da Previdência seja aprovada, a intervenção federal no Rio teria, portanto, de ser revogada.

    Na semana passada, uma fonte com conhecimento do assunto disse à Reuters que membros da equipe que assessoram Bolsonaro seguem vendo a reforma da Previdência como prioritária e querem aproveitar a proposta sobre o tema que está estacionada no Congresso.

    Por outro lado, também na semana passada, Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto, disse que a reforma apresentada por Temer não passa pelo aval dos parlamentares e que não pretende usá-la. Em outra frente, seu cotado para a Casa Civil, o deputado reeleito Onyx Lorenzoni (DEM-RS), afirmou que o presidenciável, se eleito, não trataria do tema ainda neste ano.

    O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou na semana passada que reformas profundas deverão ser feitas pelo próximo presidente da República. Eunício não conseguiu se reeleger para uma cadeira no Senado e deixará o Congresso em janeiro do ano que vem.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Brasileiros vão se unir depois das eleições, diz Temer

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Michel Temer disse neste domingo, após votar logo pela manhã em São Paulo, que os brasileiros irão se unir após as eleições, afirmando que o poder não é de nenhum governante, mas sim do povo.

    'Essa coisa de brasileiro contra brasileiro, você tem que ter brasileiro com brasileiro, e estas eleições vão revelar exatamente isso. Logo depois de terminado o pleito, a votação no dia de hoje, vocês verão que todos os brasileiros vão se unir. Eu não tenho dúvida disso', disse Temer a repórteres depois de votar em um colégio da capital paulista.

    Questionado sobre a possibilidade de entregar o poder ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto, Temer disse que é a vontade do povo que determinará quem será eleito.

    'Quem for eleito, é a vontade do povo. A vontade do povo é que determina. Aliás, isso não é uma determinação nossa, é uma determinação da Constituição. O poder não é nosso, nem será do Bolsonaro, nem do (Fernando) Haddad (PT), de quem seja. O poder é do povo. O povo decidindo, tomará posse', disse.

    O presidente respondeu também a dúvidas sobre a segurança do sistema de urnas eletrônicas. 'Eu acredito nas urnas eletrônicas. Sempre deram certo, não houve nunca nenhum problema. Não há nenhum problema em relação às urnas eletrônicas', disse.

    Marcada por turbulências que variaram da expectativa em torno de decisões judiciais sobre a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ataque a faca contra Bolsonaro, a eleição presidencial de 2018 chega ao primeiro turno neste domingo com a expectativa de levar à rodada decisiva de votação um duelo entre petismo e antipetismo.

    (Reportagem de Leonardo Benassatto)

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    Temer diz que é preciso romper histórico de querer recriar Estado a cada 30 anos

    (Reuters) - Na véspera do aniversário de 30 anos da atual Constituição, o presidente Michel Temer defendeu nesta quinta-feira que não há caminho fora da Carta Magna e que o Brasil precisa romper seu histórico de querer reinventar o Estado a cada 20, 30 anos.

    'O correto é dizer, reiterar, enaltecer, ressaltar, repetir, afirmar e reafirmar, que não há caminho fora da Constituição federal”, disse Temer em cerimônia sobre educação no Palácio do Planalto.

    A declaração do presidente ocorre no meio de uma campanha eleitoral em que o programa do candidato à Presidência pelo PT, Fernando Haddad, menciona a eleição de uma Assembleia Constituinte exclusiva, e o candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), general da reserva Hamilton Mourão, falou na possibilidade de uma Constituinte formada por notáveis.

    Haddad já suavizou a proposta, afirmando que uma Constituinte virá 'se o Congresso assim entender', e membros da campanha de Bolsonaro rebateram os comentários de Mourão, afirmando que o papel para reformar a Constituição cabe àqueles 'que têm legitimidade para isso'.

    'Nós temos uma vocação, quase uma necessidade, quase uma compulsão, para cada 30 anos, em vez de nos unirmos e dizermos ‘vamos levar o país para frente’, não, nós temos uma crise institucional, precisamos modificar o país”, disse, num momento de fortíssima polarização na disputa eleitoral.

    'Vamos romper com esse ciclo perverso que domina a história brasileira, a história estatal, constitucional brasileira e que, a cada 20, 30 anos, precisa haver uma crise para mudar o Estado brasileiro. Não é isso não.'

    Pouco depois da cerimônia, a NBR exibiu entrevista do presidente ao canal estatal sobre os 30 anos da Constituição e reforçou que o importante é evitar retrocessos.

    'Temos uma democracia consolidada, o que a gente precisa é tomar cuidado para não retroceder', disse o presidente.

    'O que precisa daqui para a frente é fazer as reformas para as quais nós abrimos caminho', acrescentou.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Temer apoiou pressão para Lula nomear diretor da Petrobras, diz Palocci em delação

    Por Ricardo Brito e Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer e outras lideranças do então grupo do PMDB da Câmara, como Eduardo Cunha (RJ) e Henrique Eduardo Alves (RN), conseguiram fazer com que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeasse o engenheiro Jorge Zelada para a Diretoria Internacional da Petrobras, e essa divisão da estatal, sob o controle do partido, tratou de promover um contrato com 'margem para propina' de 40 milhões de dólares, afirmou o ex-ministro Antonio Palocci em depoimento de delação premiada tornado público nesta segunda-feira.

    'Que pode exemplificar que o PMDB, ao ocupar a Diretoria Internacional, tratou de promover a celebração de um contrato de SMS na área internacional com a Odebrecht com larga margem para propina, a qual alcançava cerca de 5 por cento do valor total de 800 milhões de dólares, ou seja, 40 milhões', disse Palocci, em depoimento prestado na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR) no dia 13 de abril.

    Segundo relato do ex-ministro, o contrato da SMS, 'tamanha a ilicitude revestida nele', teve seu valor revisado e reduzido de 800 milhões de dólares para 300 milhões de dólares. Ele cita que esse episódio é narrado por colaboradores da Odebrecht e que houve pressão do PMDB para nomear o diretor da área internacional da Petrobras, com 'episódios de trancamento de pauta do Congresso', exemplificou.

    Zelada foi nomeado para a diretoria internacional em março de 2008 e na ocasião Temer era deputado federal e presidente do então PMDB.

    Palocci afirmou que essa diretoria era ocupada anteriormente por Nestor Cerveró, que representava os interesses do então senador Delcídio do Amaral, então no PT do Mato Grosso do Sul. Ele disse que, posteriormente, o grupo liderado pelo deputado Fernando Diniz, do PMDB mineiro, exigiu a diretoria. Diniz foi chamado por Palocci na delação de 'notadamente corrupto' e que antes de emplacar Zelada houve a recusa da nomeação de João Henriques para o cargo.

    Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República disse que 'a indicação de Jorge Zelada foi do PMDB de Minas Gerais, e não houve participação do presidente na escolha do nome'.

    O juiz federal Sérgio Moro retirou nesta segunda-feira parte do sigilo da delação premiada de Palocci. No final de abril, o ex-ministro havia firmado colaboração com a PF, local onde está preso desde setembro de 2016, após uma das fases da operação Lava Jato.

    Os termos da colaboração vinham sendo oficialmente mantidos em sigilo até então. Moro incluiu parte de informações da colaboração do ex-ministro em ação penal referente ao Instituto Lula.

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    Raquel Dodge pede suspensão de inquérito da Odebrecht contra Temer

    SÃO PAULO (Reuters) - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta terça-feira a suspensão de inquérito que investiga repasse de dinheiro ao presidente Michel Temer pela empreiteira Odebrecht sob alegação de que a Constituição proíbe que o presidente seja denunciado por atos anteriores ao mandato.

    'O pedido consta em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) e deve-se ao fato de o presidente ter imunidade temporária à persecução penal', informou a Procuradoria-Geral da República em nota.

    No começo do mês, a Polícia Federal indiciou Temer nos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em inquérito que apura um repasse de 10 milhões de reais feito pela Odebrecht ao seu partido, o MDB, em 2014, quando ele era vice-presidente.

    O Palácio do Planalto classificou as conclusões da PF no inquérito de “um atentado à lógica e à cronologia dos fatos”, e afirmou à época do indiciamento que o que foi pedido à Odebrecht durante um jantar em 2014 foram recursos para campanhas eleitorais que, de acordo com nota, foram registrados na conta do partido e declarados à Justiça Eleitoral.

    Na mesma manifestação desta terça-feira, Dodge solicitou que seja reconhecida a incompetência superveniente do STF para processar os demais investigados no inquérito, os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco.

    'Em relação aos dois, o pedido é para que o caso seja remetido à primeira instância para que o MPF no Distrito Federal analise as provas colhidas', acrescenta a PGR na nota.

    (Por Tatiana Ramil)

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    Temer defende na ONU seu governo e diz que Brasil tem democracia vibrante e sólida

    (Reuters) - A poucos dias do primeiro turno das eleições, o presidente Michel Temer usou seu discurso na abertura da Assembleia-Geral da ONU para defender seu governo e afirmar que a democracia no Brasil é vibrante e sólida.

    'A alternância no poder é da alma mesma da democracia. E a nossa, senhoras e senhores, é uma democracia vibrante, lastreada em instituições sólidas', disse Temer na Organização das Nações Unidas.

    'Transmitirei a meu sucessor as funções presidenciais com a tranquilidade do dever cumprido', disse o presidente, cujo mandato se encerra em 31 de dezembro. 'O país que entregarei a quem o povo brasileiro venha a eleger é melhor do que aquele que recebi. Muito ainda resta por fazer, mas voltamos a ter rumo.'

    Temer disse ainda que o próximo governo e o Congresso encontrarão 'bases consistentes' para um país mais 'próspero e mais justo'.

    'Dissemos não ao populismo e vencemos a pior recessão de nossa história, recessão com severas consequências para a sociedade, sobretudo para os mais pobres. Recolocamos as contas públicas em trajetória responsável e restauramos a credibilidade da economia', disse o presidente, que assumiu o governo em maio de 2016, a partir do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

    Temer centrou seu discurso em dois temas, o combate ao isolacionismo e à intolerância.

    'Os desafios à integridade da ordem internacional são muitos. Vivemos tempos toldados por forças isolacionistas. Reavivam-se velhas intolerâncias. As recaídas unilaterais são cada vez menos a exceção', criticou.

    'Pois à primeira dessas tendências, o isolacionismo, o Brasil responde com mais abertura, mais integração. O Brasil sabe que nosso desenvolvimento comum depende de mais fluxos internacionais de comércio e investimentos'.

    O presidente citou ainda a recepção aos venezuelanos que têm buscado a imigração para o Brasil e afirmou que o país tem respondido à crescente intolerância no mundo com 'diálogo e solidariedade'.

    'Na América Latina, o Brasil tem trabalhado pela preservação da democracia e dos direitos humanos. Seguiremos, junto a tantos outros países, ao lado de povos irmãos que tanto têm sofrido', disse.

    Temer cobrou ainda a reforma do sistema ONU, especialmente do Conselho de Segurança, uma reivindicação brasileira desde o governo de Fernando Henrique Cardoso. O Brasil se candidata a ser um dos novos membros permanentes, em uma ampliação que iria além dos cinco países com poder de veto atualmente --Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido--, mas que é hoje um assunto esquecido na entidade.

    'Precisamos fortalecer esta organização. Precisamos torná-la mais legítima e eficaz. Precisamos de reformas importantes --entre elas a do Conselho de Segurança, que, como está, reflete um mundo que já não existe mais. Precisamos, enfim, revigorar os valores da diplomacia e do multilateralismo', defendeu Temer.

    (Por Lisandra Paraguassu, em Brasília)

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    Temer diz que tentará fazer reforma da Previdência após eleições

    (Reuters) - O presidente Michel Temer disse nesta segunda-feira que, passada a eleição de outubro, tentará aprovar a reforma da Previdência no Congresso Nacional e manifestou confiança de que nenhum dos candidatos ao Palácio do Planalto no pleito deste ano questiona a responsabilidade fiscal.

    Em sua conta no Twitter, o presidente relatou almoço que teve com empresários em Nova York, onde está para participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas e disse ainda que nenhum dos postulantes à Presidência põe em dúvida a democracia ou propõe a redução da rede de proteção social existente.

    'Quero anunciar que, passadas as eleições, buscarei fazer a reforma da Previdência. O déficit previdenciário é elevado demais. Não podemos legar a nossos filhos e netos um sistema de Previdência sob ameaça, nem um orçamento que seja quase todo tomado por gastos previdenciários', escreveu o presidente no Twitter.

    O governo Temer enviou uma proposta de reforma previdenciária ao Legislativo. Mas depois de gastar boa parte de seu capital político para garantir que a Câmara dos Deputados impedisse o andamento de duas denúncias apresentadas contra ele, Temer não teve força para aprovar a reforma, mesmo fazendo várias concessões em relação ao projeto original.

    Após a decretação da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, a medida foi adiada, já que se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e a carta magna não pode ser alterada durante a vigência de uma intervenção federal em um dos Estados.

    'Tenho confiança na continuidade da agenda de reformas que está transformando o Brasil. Confiança na nossa democracia, na solidez de nossa economia, na nossa capacidade de crescer com justiça social', acrescentou Temer no Twitter.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Brasil abre 110.431 vagas formais de trabalho em melhor agosto desde 2013

    BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil registrou criação líquida de 110.431 mil vagas formais de emprego em agosto, melhor desempenho para o mês em cinco anos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho.

    O número, contudo, veio um pouco pior que o antecipado pelo presidente Michel Temer durante evento no fim desta manhã, quando anunciou a abertura de 117 mil vagas no período.

    Questionada sobre a diferença, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto não se manifestou imediatamente.

    O desempenho deste ano foi o mais forte para o mês desde 2013, quando foram criados 127.648 postos, ultrapassando com folga o saldo positivo de 35.457 empregos formais em agosto de 2017, conforme série histórica sem ajustes.

    Dos oito setores pesquisados, sete ficaram no azul. O principal destaque foi para o setor de serviços, que criou 66.256 vagas no mês passado.

    O comércio aparece em seguida, com abertura de 17.859 postos em agosto, seguido pela indústria da transformação (+15.764) e pela construção civil (+11.800) como os setores com maior contribuição positiva.

    Em contrapartida, a agropecuária apresentou demissões líquidas de 3.349 vagas no período.

    Na esteira da reforma trabalhista, houve 15.010 demissões mediante acordo empregado e empregador. Por outro lado, foram criados 3.996 postos de trabalho intermitente e outras 3.165 vagas de trabalho em regime de tempo parcial.

    No acumulado dos oito meses do ano, houve criação líquida de 568.551 vagas, na série com ajustes, apontou o Caged.

    Segundo dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego caiu a 12,3 por cento no país no trimestre até julho. Ainda assim, registrou-se número recorde de desalentados diante das atuais incertezas em torno da economia, expondo a inconstância na retomada da atividade.

    Nos três meses até julho, o Brasil tinha 12,868 milhões de desempregados.

    (Mateus Maia e Iuri Dantas)

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    Brasil criou 117 mil postos de trabalho em agosto, diz Temer

    SÃO PAULO (Reuters) - A economia brasileira gerou um saldo positivo de 117 mil postos de trabalho com carteira assinada em agosto, disse o presidente Michel Temer em cerimônia no Palácio do Planalto, atribuindo o dado ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

    O dado representaria um forte aumento ante as pouco mais de 47 mil vagas formais abertas em julho. O Ministério do Trabalho informou que divulgará o relatório detalhando os números do Caged às 16h (horário de Brasília) nesta sexta-feira.

    'Eu recebi ainda ontem à noite a notícia do ministro Caio, do Trabalho, que no mês de agosto foram abertas, ou contratadas, registradas 117 mil vagas. E é claro que nós precisamos de mais. Aliás, esse índice de agosto é um índice recorde, nos últimos tempos não houve em mês algum uma abertura tão grande, uma contratação tão grande quanto se deu no mês de agosto', disse Temer no evento.

    Na véspera, o presidente Temer já havia publicado um post em sua conta no Twitter antecipando que o país havia criado em agosto mais de 100 mil empregos com carteira assinada, sem detalhar.

    Em julho, o Brasil registrou a criação líquida de 47.319 vagas formais de trabalho, resultado acima da expectativa apurada em pesquisa Reuters com analistas, que indicava abertura de 7.940 vagas e também mais forte que o resultado do mesmo mês do ano passado, quando foram abertos 35.900 postos formais no país. [nL2N1VD1TR]

    (Por Iuri Dantas)

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    Justiça quer ouvir Temer, Padilha e Moreira em processo por organização criminosa

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - A Justiça Federal de Brasília incluiu o presidente Michel Temer e dois dos seus ministros mais próximos, Eliseu Padilha (Casa Civil e Moreira Franco (Minas e Energia), como testemunhas em processo que apura uma suposta organização criminosa que atuou na Petrobras.

    O juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, também pediu para ouvir como testemunha o empresário Joesley Batista, ligado à J&F.

    Em decisão a que a Reuters teve acesso, o magistrado afirmou que as referências feitas a Temer, Moreira, Padilha e Joesley por réus no processo tornam 'imprescindíveis' a tomada de testemunho deles. A data do depoimento deles, disse o juiz, será marcada após se ouvir testemunhas de acusação no processo.

    Por ser presidente, Temer tem a prerrogativa de mandar as respostas por escrito.

    Vallisney também abriu prazo de 15 dias para que o MPF e a defesa dos réus formulem as perguntas a Temer e, após esse prazo, o próprio magistrado poderá formular questionamentos adicionais se julgar conveniente.

    STF

    Esse caso refere-se à denúncia feita inicialmente há um ano pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em que acusou Temer no Supremo Tribunal Federal (STF) de ser o chefe do esquema do chamado grupo do MDB da Câmara.

    Essa acusação criminal foi encaminhada para a Câmara, que posteriormente rejeitou permitir o Supremo de julgar se tornava o presidente réu. O caso contra Temer foi suspenso até ele deixar o mandato, mas o STF remeteu para a primeira instância prosseguir a apuração contra outros acusados.

    Em abril deste ano, a Justiça Federal de Brasília tornou réus nove pessoas, como integrantes do MDB e amigos de Temer, o coronel João Baptista de Lima Filho e o advogado José Yunes, após o MPF da capital confirmar a denúncia de Janot e acrescentar novos fatos.

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