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    Temer diz que acertou com governadora de Roraima intervenção federal no Estado

    (Reuters) - O presidente Michel Temer anunciou nesta sexta-feira que acertou com a governadora de Roraima, Suely Campos (PP), uma intervenção federal no Estado em função da situação financeira e de segurança.

    'A questão de Roraima está se agravando de dois dias para cá. Tentamos os mais variados meios, de maneira que pudéssemos fornecer recursos a Roraima, a fim de tentar inviabilizar esse movimento que lá está ocorrendo', disse o presidente no Palácio do Alvorada.

    'Não encontramos nenhuma saída legal para tanto, e daí porque falei com a governadora e disse que a única hipótese para solucionar essa questão, especialmente aquela de natureza salarial, seria decretar a intervenção até a posse do novo governador, ou seja, até 31 de dezembro, e fiz com a governadora uma espécie de intervenção negociada', acrescentou.

    No sábado, a decisão será levada aos conselhos de Defesa Nacional e da República.

    Segundo o Jornal Nacional, o interventor será o governador eleito Antonio Denarium, que é do PSL, mesmo partido do presidente eleito Jair Bolsonaro. Na prática, a intervenção antecipará a posse de Denarium no comando do Estado.

    Com dificuldades financeiras, Roraima tem recebido um grande fluxo de venezuelanos que deixam seu país natal por causa da grave situação econômica e social, o que vinha pressionando os serviços públicos do Estado.

    Na quinta-feira, a crise chegou à área de segurança, com paralisação de policiais e agentes penitenciários devido a salários atrasados.

    Em agosto, o governo de Roraima ingressou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a suspensão temporária da imigração de venezuelanos por meio da fronteira em Pacaraima, no norte do Estado.

    Antes disso, o governo de Roraima chegou a pedir o fechamento temporário da fronteira com a Venezuela. Temer rejeitou a possibilidade afirmando que 'fechar fronteiras é incogitável'.

    (Por Alexandre Caverni)

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    Temer sugere que Bolsonaro use atual reforma da Previdência para aprovar idade mínima

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer defendeu nesta quinta-feira que se o interesse do novo governo é aprovar rapidamente a idade mínima, dentro da reforma da Previdência, o melhor caminho seria votar no Congresso a proposta apresentada pelo seu governo.

    'Eu sugiro que se possa aprovar a nossa proposta. Já está prevista lá, seria muito útil. Tem a vantagem que já tramitou, seria só aprovar na Câmara e no Senado, em dois turnos', defendeu Temer.

    Esta semana, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que planeja enviar uma reforma 'fatiada' e que sua prioridade seria aprovar a idade mínima. Admitiu, inclusive, adotar o texto que já está no Congresso.

    Temer defende que sua proposta institui a idade mínima paulatinamente, em 20 anos até chegar a 62 anos para mulheres e 65 para homens, o que facilitaria a aprovação pela sociedade.

    Temer disse mais uma vez que a reforma precisa ser feita e lembrou que 'só se fala nisso' no novo governo.

    Em uma primeira conversa de despedida com jornalistas, a 25 dias de passar a faixa a seu sucessor, o presidente analisou positivamente os passos tomados até agora por Bolsonaro e disse acreditar que seu governo vai dar certo e que ele terá uma 'interlocução muito fértil' com o Congresso.

    Ainda assim, ao analisar a relação que o presidente eleito está tentando construir com os parlamentares, sem passar por partidos, mas concentrando as relações nas frentes temáticas e nas bancadas, afirmou que indicações políticas não são necessariamente toma lá, dá cá, como tem criticado a equipe de Bolsonaro.

    'Eu acho útil essa nova relação, mas não se pode desprezar o Congresso Nacional, que é fundamental. Ninguém melhor para fazer sugestões de cargos que a classe política. O que precisa é de um filtro', disse, lembrando a lei que adotou de exigir capacidade técnica para indicações em estatais.

    Temer fez um balanço positivo de seu governo, mesmo admitindo que questões como as denúncias de corrupção que recaem contra ele, especialmente a causada pela delação do empresário Joesley Batista, e a greve de caminhoneiros este ano impediram resultados melhores. Temer chegou a dizer que a delação de Joesley foi uma 'trama bem urdida' para que ele não aprovasse a reforma e outras propostas.

    'Criou um problema de natureza pessoal para mim e institucional para o país', disse.

    Ao ser perguntado se tinha algum arrependimento do seu tempo na Presidência, Temer garantiu que não.

    'Eu fiz o que deveria fazer, fiz o melhor que achei para o país' afirmou. 'Acho que serei recordado como alguém que pelo menos tentou por o país nos trilhos', afirmou.

    Temer explicou que pretende se retirar da vida pública ao sair da Presidência e se dedicar à área jurídica, dar aulas ou fazer pareceres, mas que já fez todo o possível na vida pública. 'Mas primeiro quero viver um pouco comigo mesmo', disse.

    Questionado sobre os inquéritos a que responde, especialmente a investigação envolvendo o Porto de Santos, em que é acusado de receber propina para editar uma medida provisória favorável a uma empresa, afirmou ainda que não teme nenhum dos processos.

    'Não tenho a menor preocupação com as denúncias. Qualquer mente jurídica mais apurada vai ver que são pífias', afirmou.

    No entanto, revelou o incômodo com a situação. 'No plano moral eu me sinto injustiçado. Politicamente não, estou acostumado. Mas no moral sim', disse, acrescentando que passou a sofrer uma campanha de oposição 'feroz' assim que assumiu a Presidência da República.

    Ao ser perguntado porque ele acha que tentaram derrubá-lo da Presidência, como acusa, respondeu: 'Acho que as pessoas não vão com a minha cara.'

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    Brasil não tem poder econômico fora do multilateralismo, diz Temer

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - A 25 dias de deixar o governo, o presidente Michel Temer afirmou que o Brasil não tem poder econômico hoje para 'patrocinar o isolacionismo' e defendeu o multilateralismo nas relações comerciais.

    'Sou francamente a favor do multilateralismo. Não temos poder ecônomico e político para o isolacionismo, o unilateralismo', defendeu Temer em conversa com jornalistas de agências internacionais em um café da manhã nesta quinta-feira.

    O presidente elogiou a postura dos países do G20, na reunião em participou em Buenos Aires na semana passada, quando todos os países presentes teriam defendido essa postura. 'Hoje não é mais uma posição possível o isolacionismo', disse.

    A posição de Temer contrasta com declarações do presidente eleito Jair Bolsonaro, que defende uma aproximação maior com os Estados Unidos, vem criticando o excesso de relação do Brasil com a China, maior parceiro comercial do país, e diz ser necessário mudar toda a política externa brasileira.

    Apesar disso, Temer afirmou que não vê mudanças significativas na área. 'Eu acho que a política externa vai continuar. Há uma ou outra afirmação, mas acho que as coisas vão ser ajustadas.'

    O presidente também defendeu a importância do Acordo de Paris, que Jair Bolsonaro já afirmou, mais de uma vez, que planeja deixar. Lembrou que o Brasil foi um dos primeiros a depositar na Organização das Nações Unidas a ratificação do acordo e que salvar o meio ambiente é salvar vidas.

    'Eu acho que aos poucos dentro do governo eleito está havendo essa compreensão', disse.

    Durante a campanha Bolsonaro já havia ameaçado sair do acordo de Paris. Apesar de recuar depois disso, ele repetiu a posição recentemente ao afirmar que havia sido dele o pedido para que o Brasil não sediasse a Conferência das Partes 25 sobre mudanças climáticas.

    'Não quero anunciar uma possível ruptura (com o acordo) dentro do Brasil. Além dos custos que seriam, no meu entender, bastante exagerados tendo em vista o déficit que nós já temos no momento', disse o presidente eleito.

    Na semana passada, durante a reunião do G20, o presidente da França, Emanuel Macron, afirmou que o apoio da França ao acordo comercial entre Mercosul e União Europeia dependeria da posição do Brasil sobre o acordo de Paris.

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    Temer sugere que Bolsonaro use atual reforma da Previdência para aprovar idade mínima

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer defendeu nesta quinta-feira que se o interesse do novo governo é aprovar rapidamente a idade mínima, dentro da reforma da Previdência, o melhor caminho seria votar no Congresso a proposta apresentada pelo seu governo.

    'Eu sugiro que se possa aprovar a nossa proposta. Já está prevista lá, seria muito útil. Tem a vantagem que já tramitou, seria só aprovar na Câmara e no Senado, em dois turnos', defendeu Temer.

    Esta semana, o presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou que planeja enviar uma reforma 'fatiada' e que sua prioridade seria aprovar a idade mínima. Admitiu, inclusive, adotar o texto que já está no Congresso.

    Temer defende que sua proposta institui a idade mínima paulatinamente, em 20 anos até chegar a 62 anos para mulheres e 65 para homens, o que facilitaria a aprovação pela sociedade.

    Temer defendeu mais uma vez que a reforma precisa ser feita e lembrou que 'só se fala nisso' no novo governo.

    Ap ser perguntado se tinha algum arrependimento do seu tempo na Presidência, Temer garantiu que não.

    'Eu fiz o que deveria fazer, fiz o melhor que achei para o país' afirmou.

    Temer explicou que pretende se retirar da vida pública ao sair da Presidência e se dedicar à área jurídica. Afirmou ainda que não teme os processos contra si sobre corrupção.

    'Não tenho a menor preocupação com as denúncias. Qualquer mente jurídica mais apurada vai ver que são pífias', afirmou, revelando ainda, no entanto, o incômodo com a situação. 'No plano moral eu me sinto injustiçado. Politicamente não, estou acostumado.'

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    Brasil e Chile assinam acordo comercial para impulsionar investimentos e reforçar integração regional

    SANTIAGO (Reuters) - Brasil e Chile assinaram nesta quarta-feira um acordo de livre comércio voltado para dar um maior impulso aos investimentos e à troca de produtos entre os dois países, além de servir como aproximação entre os blocos Mercosul e Aliança do Pacífico.

    O presidente Michel Temer viajou a Santiago para firmar ao lado do presidente chileno, Sebastián Piñera, o documento que inclui 17 pontos não tarifados, como comércio de serviços, eletrônicos e medidas sanitárias y fitossanitárias, entre outros.

    Os dois governantes afirmaram que o acordo reforçará a integração regional, uma vez que o Chile é um dos membros da Aliança do Pacífico --bloco formado também por México, Colômbia e Peru-- e o Brasil lidera junto com a Argentina o Mercosul.

    'Quero ressaltar o agradecimento de termos feito uma aliança entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, resultado de diálogo', disse Temer em discurso ao lado de Piñera. 'Em menos de seis meses, fomos capazes de formatar e formalizar esse acordo. Isso é fruto de uma convergência natural que existe entre os nossos governos'.

    Entre janeiro e setembro deste ano, o intercâmbio comercial entre Brasil e Chile foi de 7,2 bilhões de dólares, uma alta anual de 13 por cento.

    O Brasil é o maior sócio comercial do Chile na América Latina e o maior destino do investimento direto chileno no exterior, com um saldo acumulado de 35,2 bilhões de dólares (1990-2017), o que equivale a 29,5 por cento do total dos investimentos diretos chilenos no mundo.

    O acordo de livre comércio será um complemento ao Acordo de Complementação Econômica 35, que regula o comércio entre o Chile e os países do Mercosul em temas tarifários e que atualmente tem tarifa zero para toda a lista de produtos.

    Essa é a primeira vez que o Brasil assume, em um acordo bilateral, compromissos em termos de comércio eletrônico, boas práticas regulatórias, transparência e anticorrupção, entre outros.

    (Reportagem de Antonio de la Jara)

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    Governo pode tentar aprovar este ano mudanças na Previdência que não envolvam alterações constitucionais

    BRASÍLIA (Reuters) - As medidas de reforma da Previdência que poderão ser aprovadas este ano devem ser infraconstitucionais e não exigirão o fim da intervenção federal no Rio de Janeiro, disse o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, depois de encontro com o presidente Michel Temer.

    Segundo o governador, que esteve no Palácio do Planalto para pedir que, em caso necessário levantar a intervenção para votar a Previdência, as forças militares permanecessem no Rio por meio de um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Temer informou que isso não seria necessário.

    'Ele (Temer) disse que a conversa com Bolsonaro era no sentido de aprovar as matérias infraconstitucionais', disse o governador.

    Os pontos centrais da reforma da Previdência proposta no atual governo, como a idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres, alteram a Constituição e não podem ser votadas durante a Intervenção, período em que qualquer mudança constitucional é vedada. Mas pontos como, por exemplo, as regras para pensões por morte e a carência da aposentadoria por idade para trabalhadores do Regime Geral de Previdência Social podem ser alteradas por projeto de lei.

    Mais cedo, o presidente eleito disse que os projetos de reforma da Previdência a serem colocados sobre a mesa seriam os possíveis de aprovar este ano, e nenhum deles seria de emenda constitucional.

    'O que vale não é o que eu quero, é o que pode passar pela Câmara e pelo Senado. Vão ser colocados na mesa os projetos, que vão ser esses projetos nenhum será emenda constitucional, e vamos decidir o que pode ser aprovado', disse.

    'Ninguém mais do que o parlamentar para ter esse sentimento, mas não podemos esquecer que tem metade de Câmara que não foi reeleita... É o que nós temos pela frente, é com essa massa crítica que nós vamos trabalhar.'

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Temer convida Bolsonaro para cúpula do G20 na Argentina

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer disse nesta quarta-feira que convidou o presidente eleito Jair Bolsonaro para acompanhá-lo em viagens internacionais que fará até o fim do ano, inclusive para a reunião de cúpula do G20 na Argentina no final deste mês, e se prontificou a trabalhar por projetos que estejam no Congresso e que o futuro governo considere oportuno aprovar ainda este ano.

    Temer recebeu Bolsonaro no Palácio do Planalto para um ato formal para marcar o início da transição do governo atual para o eleito.

    Em breve pronunciamento à imprensa, Bolsonaro agradeceu Temer pela receptividade e disse que pode, inclusive, pedir o auxílio do atual presidente depois que tomar posse em 1º de janeiro.

    'Não podemos nos furtar do conhecimento daqueles que passaram pela Presidência', afirmou Bolsonaro, ao lado de Temer.

    Os dois presidentes se reuniram nesta quarta pela primeira vez, por cerca de 40 minutos. Temer entregou simbolicamente as chaves do Centro Cultural Banco do Brasil, sede da transição, a Bolsonaro e também um livro de 250 páginas e capa dura com um balanço dos dois anos de governo Temer.

    'Estamos dispostos a colaborar intensamente. Pedi a ele que nos mandasse quais projetos em andamento na Câmara e no Senado sobre os quais haja interesse e que ainda agora se possa aprovar', disse Temer. 'Acho que isso significa aquele momento político-administrativo em que todos os brasileiros devem unir-se para prosperidade da nação.'

    Temer acrescentou o convite para viagens internacionais, inclusive para a Cúpula do G20, que acontece entre 30 de novembro e 1º de dezembro, em Buenos Aires.

    Bolsonaro, que está com uma bolsa de colostomia após sofrer uma facada no início de setembro, não mencionou se pretende aceitar.

    (Por Lisandra Paraguassu)

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    STF suspende inquérito da Odebrecht contra Temer por imunidade presidencial

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou nesta quarta-feira pedido feito há um mês pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, de suspender o inquérito que investiga suspeita de repasse de dinheiro da empreiteira Odebrecht ao presidente Michel Temer.

    Fachin concordou com a alegação da PGR de que a Constituição proíbe que o presidente seja denunciado por atos anteriores ao mandato, de acordo com a decisão do ministro.

    No começo de setembro, a Polícia Federal havia sugerido o indiciamento de Temer pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro em inquérito que apura um repasse de 10 milhões de reais feito pela Odebrecht ao MDB, partido do presidente, em 2014, quando Temer era vice-presidente da República.

    Procurada, a defesa de Temer não respondeu de imediato pedido de comentário sobre a decisão do ministro do Supremo.

    Em nota anterior, o Palácio do Planalto havia classificado as conclusões da PF sobre Temer no inquérito de “um atentado à lógica e à cronologia dos fatos”, e afirmou à época do indiciamento que o que foi pedido à Odebrecht durante um jantar em 2014 foram recursos para campanhas eleitorais que, de acordo com nota, foram registrados na conta do partido e declarados à Justiça Eleitoral.

    Fachin também aceitou pedido de Dodge para reconhecer a incompetência do STF para processar os demais investigados no inquérito, os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, e decidiu remeter o caso para o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo para prosseguir com a apuração.

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