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    Alemanha pede apaziguamento de tensão 'explosiva' entre Irã e EUA

    Por Sabine Siebold

    TEERÃ (Reuters) - A tensão atual entre Estados Unidos e Irã está 'explosivo' e pode levar a uma escalada militar, disse o ministro das Relações Exteriores da Alemanha nesta segunda-feira, tornando-se a autoridade ocidental mais graduada a visitar o Irã desde que uma guerra de palavras irrompeu no mês passado.

    O Irã acusa os Estados Unidos de travarem uma guerra comercial ao readotarem e ampliarem sanções contra o país. Apesar disso, o governo iraniano garantiu ao ministro alemão Heiko Maas que ainda quer trabalhar com potências europeias para salvar um acordo mediante o qual limita seu programa nuclear em troca da suspensão de sanções, que os EUA abandonaram.

    Países europeus se viram no meio da intriga quando EUA e Irã passaram a adotar posturas cada vez mais agressivas nas últimas semanas.

    OS EUA intensificaram consideravelmente suas sanções no início de maio, ordenando que todas as nações e empresas parem de importar petróleo iraniano para não serem banidas do sistema financeiro global.

    Desde então, o país também começou a falar em um confronto militar, enviando tropas adicionais à região para se contrapor ao que descreve como ameaças iranianas.

    O Irã, por sua vez, ameaçou reagir elevando o enriquecimento de seu urânio a menos que potências europeias encontrem uma maneira de blindá-lo do impacto das sanções dos EUA.

    'A situação na região aqui está altamente explosiva e extremamente séria', disse Maas em uma coletiva de imprensa ao lado do chanceler iraniano, Mohammad Javad Zarif. 'Uma escalada perigosa das tensões existentes também pode levar a uma escalada militar'.

    A agência nuclear da Organização das Nações Unidas (ONU) diz que Teerã continua respeitando o acordo nuclear, apesar da retirada norte-americana -- mas especialistas dizem que, se o regime cumprir sua ameaça de aumentar a produção de urânio enriquecido, pode violá-lo futuramente.

    'Tivemos conversas francas e sérias com Maas', disse Zarif, um dos arquitetos do acordo nuclear. 'Teerã cooperará com os signatários da UE do acordo para salvá-lo', disse a respeito do pacto.

    Zarif culpou os EUA pela escalada.

    'Reduzir a tensão só é possível detendo a guerra econômica da América', afirmou. 'Aqueles que travam tais guerras não podem esperar ficar em segurança'.

    (Reportagem adicional de Tuqa Khalid, em Dubai, e François Murphy, em Viena)

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    Tensão política levará tempo e só dissipará sem novas polêmicas

    Por Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - Ainda tenso, o ambiente político precisará de tempo para se acalmar, desde que não haja mais nenhum sobressalto na relação entre o Executivo e o Legislativo e que o governo se empenhe para melhorar a articulação, avaliam parlamentares.

    Personificada nos presidentes da República, Jair Bolsonaro, e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que vêm trocando farpas publicamente nos últimos dias, a crise política teve novos capítulos nesta quarta-feira, respinga no Senado e pode comprometer o andamento da reforma da Previdência, além de dar margem para a aprovação de matérias desfavoráveis ao governo.

    Na avaliação de uma importante liderança no Congresso,  a poeira ainda deve levar dez dias, ou duas semanas, para baixar de verdade, desde que o governo ocupe o vácuo deixado na articulação. Essa seria, inclusive, a percepção da Casa Civil. Para essa fonte, e também segundo outro parlamentar ouvido, não estão descartadas uma ou outra retaliação, até que o clima se acalme.

    Um deles cita como possibilidade a votação de matéria relacionada à Lei Kandir. Para esse parlamentar, aliás, a aprovação de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na véspera tornando obrigatória a execução de emendas coletivas no Orçamento da União, tratou-se de um recado e não exatamente de uma retaliação.

    Outra fonte relata que aproveitou-se a oportunidade para se passar o recado que há muito incomodava os parlamentares: uma vez impositivas, as emendas deixam de alimentar o discurso de que fariam parte de um esquema de “toma lá, dá cá”.

    Essa liderança relata ainda que o desejo dos deputados era o de cancelar o decreto presidencial que dispensa a necessidade de visto para turistas dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão. O presidente da Câmara, no entanto, teria barrado a ideia.

    Ainda de acordo com esse parlamentar, o clima no Senado não é muito diferente --a Casa deve votar a PEC sobre as emendas impositivas na próxima semana.

    Para ele, o ambiente melhora, se o governo ajudar e parar de “empurrar” toda a responsabilidade --e o ônus-- da reforma da Previdência para o Congresso. Segundo ele, Maia, até então o principal articulador da reforma, vai atuar no limite de suas atribuições: indicando um relator que o governo designar e comprometendo-se a pautar a matéria apenas quando ela contar com votos suficientes para ser aprovada. Nada além disso.

    Outra liderança sinaliza que podem ser adotadas, ainda como demonstração da insatisfação do Congresso, instrumentos que limitariam a edição de medidas provisórias pelo Poder Executivo.

    Outro parlamentar que conhece o funcionamento da Casa é mais otimista, considera que não haverá a chamada “pauta-bomba” e que a situação irá voltar à normalidade, desde que o governo não crie uma nova polêmica.

    A solução, avalia uma das fontes, para o governo, será intensificar suas conversas, deixar de lado o discurso eleitoral sobre a “velha política”, dar prestígio aos deputados, e sim, em alguns casos, verificar qual a demanda dos parlamentares relacionadas a cargos e emendas. Caberá ao governo calcular o custo-benefício disso.

    MORDE E ASSOPRA

    Um dos parlamentares consultados pela Reuters avalia que, como em uma briga de criança, na crise política todos já tiveram a chance de bater e todos já apanharam. Cada um ganhou seu round e seria a hora de virar a página.

    E era essa a expectativa até a entrevista, no início da tarde desta quarta, de Bolsonaro à TV Bandeirantes. Na ocasião, o presidente da República cobrou responsabilidade de Maia e disse que ele está 'abalado por questões pessoais', possível referência a Moreira Franco, padrasto da mulher do presidente da Câmara preso na semana passada e posteriormente solto.

    Na mesma entrevista, Bolsonaro afirmou que da parte dele não existe briga com ninguém.

    Em resposta, o presidente da Câmara afirmou que “abalados estão os brasileiros, que estão esperando desde o 1º de janeiro que o governo comece a funcionar” enquanto Bolsonaro “brinca” de presidir o Brasil.

    Na mesma entrevista, no entanto, o presidente da Câmara fez um afago ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, figura que na semana passada foi alvo de críticas duras de Maia por indentificar interferências do membro do Executivo no Congresso.

    Ao comentar convocação do ministro em comissão sobre legislação participativa da Casa, Maia disse que sua tendência é revertê-la por considerar que essa não seria a prerrogativa do órgão colegiado.

    Também deixou claro que o ministro --a quem em um momento de irritação referiu-se como um “funcionário” de Bolsonaro-- tem comparecido a audiências no Congresso, razão que excluiria a necessidade de uma convocação.

    Em outro movimento, mais cedo, Maia deu seu aval à senadora Eliziane Gama (PPS-MA), a apresentar no Senado texto idêntico ao entregue por Moro à Câmara. Dessa forma, os senadores poderiam dar andamento ao projeto enquanto os deputados se dedicam à reforma da Previdência.

    O presidente da Câmara havia suspendido, na semana passada, a tramitação de propostas do pacote anticrime elaborado pelo ministro, para que um grupo de trabalho pudesse analisar a medida com projetos correlatos que já tramitam na Câmara.

    Já à noite, Bolsonaro disse “lamentar” as declarações de Maia e mostrou-se irritado com as palavras escolhidas pelo presidente da Câmara.

    “Brincar?”, questionou. “Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário. Lamento as palavras neste sentido. Até não quero acreditar que ele tenha falado isso.”

    Em resposta, logo após encerrar a sessão da Câmara, Maia disse que não responderia mais às “críticas” e às “agressões” do presidente e de aliados.  Também fez um apelo a Bolsonaro e seu entorno para que parem com os ataques.

    “Eu prometo que eu vou deixar o presidente começar a trabalhar. Então daqui para frente eu não respondo mais nenhuma gracinha, nenhuma insinuação, nada, porque a gente precisa que ele trabalhe”, disse Maia a jornalistas ao deixar a Câmara.

    “Vamos governar, eu governar a Câmara e ele o país.”

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    Índia realiza ataque aéreo a suposto campo de militantes no Paquistão

    Por Drazen Jorgic e Sanjeev Miglani

    ISLAMABAD/NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia disse que seus aviões de guerra atacaram um campo de treinamento de militantes dentro do Paquistão nesta terça-feira, matando 'um número muito grande' de combatentes e elevando o risco de um conflito entre os vizinhos com armas nucleares, mas autoridades paquistanesas negaram ter havido baixas.

    O ataque aéreo perto da cidade de Balakot, situada a cerca de 50 quilômetros da fronteira, foi a incursão mais profunda da Índia através da divisa desde a última de suas três guerras com o Paquistão, em 1971.

    Islamabad repudiou a ação indiana e disse que reagirá em um momento e um local de sua escolha.

    Segundo o governo indiano, os ataques aéreos atingiram um campo de treinamento do Jaish-e-Mohammed (JeM), que assumiu a autoria de um ataque suicida com carro-bomba que matou ao menos 40 policiais paramilitares indianos na Caxemira no dia 14 de fevereiro. A ação foi ordenada, disse a Índia, porque sua inteligência mostrou que o Jaish estava planejando mais ataques.

    'Diante do perigo iminente, um ataque preventivo se tornou absolutamente necessário', disse o secretário das Relações Exteriores, Vijay Gokhale, aos repórteres.

    'A existência de tais instalações de treinamento, capazes de treinar centenas de jihadistas, não poderia ter funcionado sem o conhecimento das autoridades paquistanesas', afirmou Gokhale.

    O Paquistão nega abrigar o JeM, grupo originalmente anti-Índia que forjou laços com a Al Qaeda e está em uma lista de terroristas da Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2001. Em dezembro de 2001, combatentes do Jaish, além de membros de outro grupo militante radicado no Paquistão, o Lashkar-e-Taiba, realizou um ataque contra o Parlamento indiano que quase provocou uma quarta guerra.

    Gokhale disse que 'um número muito grande' de militantes morreu nos ataques com caças franceses Mirage 2000 contra um campo de treinamento do Jaish próximo de Balakot, cidade da província paquistanesa de Khyber Pakhtunkhwa.

    Segundo Gokhale, o comandante do campo era Maulana Yusuf Azhar, cunhado do líder do JeM, Masood Azhar.

    Uma fonte de alto escalão de Nova Délhi disse que 300 militantes morreram nos ataques e que os aviões de guerra penetraram até 80 quilômetros no Paquistão – mas não surgiram indícios imediatos para sustentar as afirmações sobre baixas de militantes.

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    3 M

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    Trump diz que Irã não deve ameaçar EUA ou enfrentará consequências

    Por Warren Strobel e Parisa Hafezi

    WASHINGTON/ANCARA (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ao Irã que o país arriscava consequências 'do tipo que poucos sofreram antes ao longo da história' se a república islâmica fizesse mais ameaças contra os Estados Unidos.

    Suas palavras, escritas em letras maiúsculas em uma mensagem no Twitter tarde da noite, foram publicadas horas depois que o presidente iraniano, Hassan Rouhani, disse a Trump que políticas hostis contra Teerã poderiam levar à 'mãe de todas as guerras'.

    O aumento na retórica acontece depois que a administração Trump lançou uma ofensiva de discursos e comunicações online com o objetivo de fomentar dissidência e pressionar o Irã a encerrar seu programa nuclear e seu apoio a grupos militantes, de acordo com autoridades dos EUA.

    O Irã tem enfrentando crescente pressão dos EUA e possíveis sanções, desde a decisão de Trump de retirar os Estados Unidos de um acordo internacional de 2015 sobre o programa nuclear do Irã.

    Em sua mensagem dirigida a Rouhani, Trump escreveu: Nunca, jamais ameace os Estados Unidos de novo ou você enfrentará consequências do tipo que poucos ao longo da história já enfrentaram antes. Não somos mais um país que ficará parado ante suas palavras dementes de violência e morte. Tenha cuidado'

    Mais cedo no domingo, Rouhani disse a um grupo de diplomatas iranianos: 'Sr. Trump, não brinque com a cauda do leão, isso só levaria a arrependimento.'

    'A América deveria saber que paz com o Irã é a mãe de todas as pazes, e guerra com o Irã é a mãe de todas as guerras', disse Rouhani, de acordo com a agência estatal de notícias IRNA.

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    11 M

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    Tensões entre EUA e Irã aumentam por rota de petróleo; UE tenta salvar acordo nuclear

    Por Bozorgmehr Sharafedin

    LONDRES (Reuters) - A Marinha dos Estados Unidos está pronta para garantir navegação livre e o fluxo de comércio, informou nesta quinta-feira o Comando Central das forças militares dos EUA, conforme a Guarda Revolucionária do Irã alertou que irá bloquear carregamentos de petróleo através do Estreito de Ormuz se necessário.

    Com tensões pairando sobre o canal estratégico, a União Europeia está propondo um plano para salvar um acordo nuclear multinacional com Teerã após a saída de Washington, mas o presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse a líderes em Paris e Berlim nesta quinta-queira que o pacote de medidas não agradou.

    Rouhani e alguns comandantes militares sêniores ameaçaram nos dias recentes interromper carregamentos de petróleo de países do Golfo se Washington tentar sufocar as exportações de Teerã.

    Elogiando a “firme postura” de Rouhani contra os EUA, o chefe da Guarda Revolucionária disse que suas forças estão prontas para bloquear o Estreito de Ormuz, que liga o Golfo ao mar aberto.

    Em maio, o presidente dos EUA, Donald Trump, abandonou um acordo sob o qual sanções sobre o Irã foram suspensas em troca de contenções em seu programa nuclear. Washington desde então disse para países que devem parar de comprar petróleo iraniano a partir de 4 de novembro ou enfrentar medidas financeiras.

    Mohammad Ali Jafari, que comanda o Exército dos Guardiões da Revolução Islâmica, a força militar mais poderosa do Irã, respondeu nesta quinta-feira.

        Se o Irã não puder vender seu petróleo por conta de pressão dos EUA, nenhum outro país da região terá permissão de fazer isto, disse Jafari, segundo a agência de notícias Tasnim. “Nós estamos esperançosos de que este plano expresso por nosso presidente será implementado caso necessário”, disse. “Nós iremos fazer o inimigo entender que todos podem usar o Estreito de Ormuz, ou ninguém pode”.

    O estreito é o canal de trânsito de petróleo mais importante do mundo, com cerca de um quinto do consumo global de petróleo passando por ele todos os dias.

        “Os EUA e seus parceiros fornecem e promovem segurança e estabilidade na região”, disse o porta-voz do Comando Central, o capitão da Marinha Bill Urban, em e-mail à Reuters.

    Perguntado sobre qual será a reação naval dos EUA se o Irã bloquear o estreito, ele disse: “Juntos, nós estamos prontos para garantir a liberdade de navegação e o fluxo livre de comércio onde a lei internacional permite”.

    O braço naval da Guarda não possui uma forte frota convencional. No entanto, possui muitos barcos de velocidade e lançadores de mísseis antinavio portáteis, e pode colocar minas.

    Um líder militar sênior dos EUA disse em 2012 que a Guarda possui a habilidade de bloquear o estreito “por um período de tempo”, mas que os EUA irão tomar ações para reabri-lo em caso de tal evento.

    A União Europeia, grande importadora de petróleo do Irã, prometeu manter o acordo nuclear de 2015 vivo sem os EUA, ao tentar manter petróleo e investimentos fluindo. Ministro das Relações Exteriores dos cinco signatários remanescentes irão discutir a proposta europeia com autoridades iranianas na sexta-feira em Viena.

    No entanto, Rouhani disse ao presidente da França, Emmanuel Macron, por telefone nesta quinta-feira que o pacto de medidas econômicas fracassou em compensar suficientemente os efeitos da saída norte-americana e sua reimposição de sanções relacionadas ao programa nuclear iraniano.

    “O pacote proposto pela Europa para continuação de cooperação no acordo nuclear não cumpre todas nossas demandas”, disse Rouhani segundo seu site oficial. “Nós esperamos um plano de ação claro da Europa, com um cronograma para que possamos compensar a saída dos EUA do acordo”.

    Ele enviou uma mensagem similar em telefonema com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, relatou o site do presidente. O pacote proposto “só inclui algumas promessas gerais, como afirmações prévias da EU”, disse Rouhani.

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    11 M

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