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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Em meio a tensões com o Irã, petroleiros sauditas estão entre os atingidos na costa dos Emirados Árabes

    Em meio a tensões com o Irã, petroleiros sauditas estão entre os atingidos na costa dos Emirados Árabes

    Por Rania El Gamal e Bozorgmehr Sharafedin

    DUBAI/LONDRES (Reuters) - A Arábia Saudita disse nesta segunda-feira que dois de seus navios petroleiros estavam entre as embarcações atingidas na costa dos Emirados Árabes Unidos, e descreveu o incidente como uma tentativa de minar a segurança da oferta de petróleo bruto em meio às tensões entre os Estados Unidos e o Irã.

    Os Emirados Árabes Unidos disseram no domingo que quatro embarcações comerciais foram sabotadas perto do Emirado de Fujairah, um dos maiores centros de abastecimento do mundo, pouco depois do estreito de Hormuz. A natureza do ataque não foi descrita e nem quem estaria por trás.

    Os Emirados Árabes Unidos identificaram na segunda-feira as embarcações como dois petroleiros sauditas de propriedade da empresa de transportes Bahri , uma barca de abastecimento de bandeira dos Emirados e um petroleiro norueguês.

    A proprietária da embarcação norueguesa, a Thome Ship Management, disse que o navio foi 'atingido por um objeto não identificado'. Imagens vistas pela Reuters mostravam um buraco no casco na linha da água, e com o metal retorcido e virado para dentro.

    Uma testemunha da Reuters disse que mergulhadores estavam inspecionando os navios. A agência estatal de notícias dos Emirados Árabes disse que o porto de Fujairah operava normalmente.

    O Irã, envolvido em uma crescente guerra verbal contra os Estados Unidos sobre sanções econômicas e a presença militar dos Estados Unidos na região, se manifestou para se isentar da autoria do possível ataque nesta segunda-feira.

    O Ministro das Relações Exteriores do Irã chamou os incidentes de 'preocupantes e terríveis' e pediu uma investigação.

    Um importante parlamentar disse que 'sabotadores de um outro país' poderiam estar por trás do ato, depois de dizerem no domingo que o incidente mostrava que a segurança dos países do Golfo Persa era frágil.

    Uma autoridade norte-americana familiarizada com informações de inteligência dos Estados Unidos disse que o Irã era um dos principais suspeitos de ter perpetrado os ataques mas que os Estados Unidos não tinham provas conclusivas.

    'Isso se encaixa no modus operandi deles', disse a autoridade em condição de anonimato, sugerindo que as declarações do Irã se distanciando do incidente eram uma tentativa de 'deixar a água mais turva'.

    O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, compartilhou informações sobre a 'intensificação' das ameaças do Irã durante encontros com seus equivalentes da UE e com o chefe da Otan em Bruxelas, segundo o representante especial dos EUA para o Irã, Brian Hook, disse a jornalistas.

    Hook se negou a dizer se acreditava que o Irã tinha um papel no caso, ou se Pompeo culpava o Irã. Ele disse que os Emirados Árabes buscaram ajuda dos Estados Unidos na investigação e que Washington estava contente em ajudar.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã Abbas Mousavi disse que o incidente nos Emirados 'tem um impacto negativo sobre a segurança de transportes marítimos' e pediu que os países da região 'estejam vigilantes contra os planos desestabilizadores de agentes externos', segundo informou a agência de notícias semi-oficial ISNA.

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    Paquistão diz que devolverá piloto indiano capturado; potências pedem moderação

    Por Alasdair Pal e James Mackenzie

    NOVA DÉLHI/ISLAMABAD (Reuters) - O Paquistão devolverá um piloto capturado à Índia 'como gesto de paz', disse o primeiro-ministro paquistanês, Imran Khan, nesta quinta-feira em meio a esforços dos Estados Unidos para desarmar a crise entre as duas potências nucleares um dia depois de ambas abaterem caças inimigos.

    O piloto, identificado por Islamabad como Abhi Nandan, se tornou o rosto do conflito mais recente após a divulgação de vídeos que o mostram sendo capturado e mais tarde colocado sob custódia.

    Khan disse que o piloto será libertado na sexta-feira, apesar de seus militares terem relatado que quatro cidadãos paquistaneses foram mortos por disparos da Índia na fronteira disputada da Caxemira.

    'Como gesto de paz, nós o libertaremos amanhã', disse Khan ao Parlamento.

    A decisão do premiê veio depois que vários outros países ofereceram assistência diplomática para refrear o confronto entre dois países que quase entraram em guerra em 2002 pela quarta vez desde sua independência do controle colonial britânico em 1947.

    O ministro das Relações Exteriores do Paquistão, Shah Mahmood Qureshi, disse que sua contraparte da Arábia Saudita deve visitar seu país com uma mensagem especial do príncipe herdeiro, Mohammed Bin Salman, que esteve no Paquistão e na Índia no início deste mês.

    Khan já pediu conversas com a Índia para evitar o risco de um 'erro de cálculo' entre os militares dos dois países, que têm armas nucleares.

    Mais cedo o presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar 'notícias razoavelmente decentes' sobre o conflito entre a Índia e o Paquistão, acrescentando que os Estados Unidos estão tentando mediar o conflito.

    'Eles estão tratando disso, e estamos envolvidos em tentar fazê-los parar', disse Trump em Hanói, onde participou de uma cúpula com o líder da Coreia do Norte. 'Estamos no meio tentando ajudar ambos a saírem.'

    O chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, também se ofereceu para facilitar as conversas entre os dois lados.

    EUA, China, União Europeia e outras potências mundiais pediram moderação das duas nações, já que as tensões aumentaram na esteira de ataques aéreos recíprocos provocados por um ataque suicida com carro-bomba que matou ao menos 40 policiais paramilitares indianos na Caxemira, que é controlada pela Índia, no dia 14 de fevereiro.

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    Líder do Irã diz que sanções dos EUA são 'ato terrorista'

    LONDRES (Reuters) - O presidente do Irã, Hassan Rouhani, disse nesta quarta-feira que as relações com os Estados Unidos raramente foram tão ruins e que as sanções impostas pelo governo Trump visando os setores petrolífero e bancário de seu país equivalem a um 'ato terrorista'.

    A animosidade entre Washington e Teerã – inimigos desde a revolução iraniana de 1979 – se intensificou desde que o presidente Donald Trump retirou os EUA de um acordo nuclear internacional com Teerã em maio e readotou sanções suspensas pelo acordo.

    'A luta entre o Irã e a América está atualmente em seu ponto máximo. A América empregou todo seu poder contra nós', disse Rouhani em uma reunião de gabinete, segundo citação da emissora estatal IRIB.

    'A pressão dos EUA para que empresas e bancos encerrem os negócios com o Irã é cem por cento um ato terrorista', afirmou.

    Trump readotou as sanções sob pretexto de reduzir rendas do petróleo iraniano e sufocar a economia do país e suas atividades no Oriente Médio, especialmente nos conflitos da Síria e do Iêmen.

    HIPOCRISIA

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, acusou os EUA de hipocrisia por tentarem arruinar o programa nuclear do Irã enquanto buscam vender tecnologia nuclear à Arábia Saudita, rival regional de Teerã.

    'Nem os direitos humanos nem o programa nuclear é a verdadeira preocupação dos EUA. Primeiro um jornalista esquartejado, e agora a venda ilícita de tecnologia nuclear à Arábia Saudita, expõem totalmente a #HipocrisiaDosEUA', tuitou Zarif.

    Ele se referiu ao assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi no consulado saudita de Istambul, que causou uma revolta internacional.

    A Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA) disse que o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, provavelmente ordenou o crime, o que Riad nega. Trump ficou ao lado do príncipe, dizendo que a venda de armas à Arábia Saudita é uma fonte importante de empregos para norte-americanos.

    Parlamentares democratas dos EUA alegaram, em um relatório divulgado na terça-feira, que uma transferência de tecnologia nuclear norte-americana proposta a Riad está sendo agilizada por meio de um processo de aprovação obrigatória.

    Ao contrário dos EUA, potências europeias estão trabalhando para preservar o acordo nuclear internacional de 2015 com o Irã – mas a França disse estar disposta a reacionar sanções contra Teerã se não houver avanço nas conversas sobre programa de mísseis balísticos. O afirma que seu programa de mísseis é puramente defensivo.

    (Por Bozorgmehr Sharafedin)

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    Paquistão pede diálogo sobre explosão na Caxemira e alerta Índia sobre ataque

    Por Asif Shahzad e Fayaz Bukhari

    ISLAMABAD/SRINAGAR, Índia (Reuters) - O primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan, disse nesta terça-feira que o país está disposto a cooperar com a Índia em sua investigação de um ataque a bomba na disputada região da Caxemira na semana passada, que a Índia atribui ao Paquistão, mas alertou para uma retaliação caso seu país seja atacado.

    A tensão entre os vizinhos, ambos detentores de armas nucleares, aumentou consideravelmente depois que um ataque a bomba suicida reivindicado pelo grupo militante Jaish-e-Mohammad (JeM), radicado no Paquistão, que matou 40 policiais paramilitares indianos na quinta-feira.

    O Paquistão negou qualquer envolvimento e pediu uma intervenção da Organização das Nações Unidas (ONU). Já o premiê indiano, Narendra Modi, que enfrenta uma eleição em maio, está sendo pressionado para buscar vingança e disse que deu carta branca para uma 'reação forte' de suas forças de segurança.

    O principal comandante militar indiano na Caxemira disse às mães de filhos militantes que ou eles se rendem ou serão mortos, e as forças de segurança intensificaram a repressão em reação ao ataque mais mortífero contra forças de segurança em três décadas de insurgência na região de maioria muçulmana.

    Em um pronunciamento televisionado, Khan disse que o Paquistão está pronto para agir contra qualquer um que se descubra estar por trás do ataque.

    'Se vocês tiverem qualquer inteligência acionável de que paquistaneses estão envolvidos, entreguem-na a nós, garanto que agiremos', disse Khan no discurso à nação.

    Os militares do Paquistão têm um longo histórico de uso de militantes para atingir objetivos de política externa, e há anos a Índia acusa o país de apoiar militantes separatistas envolvidos em uma revolta de quase 30 anos em seu único Estado de maioria muçulmana.

    País muçulmano, o Paquistão vem dizendo há tempos que só oferece apoio moral e diplomático à população da Caxemira em sua busca por autodeterminação, mas jamais dissipou a convicção indiana de que auxilia os militantes.

    Khan disse que seu país mudou.

    'Estou lhes dizendo claramente que este é um novo Paquistão. Esta é uma nova mentalidade, esta é uma nova maneira de pensar'.

    'Queremos estabilidade'.

    O tenente K.J.S. Dhillon, comandante indiano na Caxemira, acusou a principal agência de espionagem paquistanesa de 'controlar' aqueles por trás do ataque de quinta-feira e alertou para uma retaliação.

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