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    Recomendações para reduzir o estresse no ambiente corporativo

    De acordo com publicação da BBC, esse estado pode impactar muito negativamente na criatividade no trabalho. Por isso, é necessário fugir dessa situação.

    Segundo Bruce Daisley, vice-presidente da rede social, Twitter, na Europa, Oriente Médio e Ásia, que é um estudioso da cultura laboral, e costuma gravar podcasts sobre como alguém consegue alcançar a plenitude no trabalho.

    Vejas as dicas do renomado profissional norte-americano:

     

    1- Desative as notificações de e-mail. Afinal meu um mundo com excesso de estímulos digitais, essa pode ser a chave para encontrar a calma interior. Claro, isso funciona somente para algumas funções. Vale, também conversar com o chefe para que ele não mande mensagens no final de semana, ou durante os dias de folga, e o período seja usado para descansar mesmo.

    2-Aproveite o horário de almoço e além de se alimentar, realmente descanse.

    3- Visite um lugar tranquilo duas vezes na semana, isso pode ajudar a alcançar avanços significativos no escritório. O local precisa ser silencioso.

    4- Converse com os colegas. Isso mesmo, de acordo com pesquisas interessantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, a tática é uma das melhores, visando aumentar a criatividade no mundo corporativo.

    5- Se afaste do mundo digital, incluindo redes sociais, por um dia.

    6- Evite trabalhar mais do que 40 horas semanais. Use à noite e os momentos de descanso para realmente se revitalizar, para que no momento de voltar ao trabalho, esteja novamente cheio de vida.

     

     

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    Atividade manufatureira nos EUA cai em dezembro para menor nível em dois anos

    Por Lucia Mutikani

    WASHINGTON (Reuters) - A atividade manufatureira nos EUA atingiu o menor nível em dois anos em dezembro, com queda em novas encomendas e contratações, sugerindo provavelmente que a economia norte-americana não ficou imune à desaceleração na China e na Europa.

    A pesquisa do Institute for Supply Management (ISM) divulgada nesta quinta-feira mostrou um cenário pessimista do setor fabril, com quase todos os componentes caindo no mês passado. Preocupações sobre a saúde da economia estão aumentando, apesar do mercado de trabalho permanecer forte.

    'A economia vai ter um fraco crescimento em 2019 se acreditarmos no relatório dos gerentes de compras', disse Chris Rupkey, economista-chefe do MUFG em Nova York. 'Os novos pedidos secaram e isso vai prejudicar o investimento e o crescimento das empresas em 2019.'

    O Institute for Supply Management (ISM) informou que seu índice de atividade manufatureira dos EUA caiu 5,2 pontos, para 54,1 no mês passado, a menor leitura desde novembro de 2016.

    A queda foi a maior desde outubro de 2008, quando a economia estava no meio de uma recessão. Uma leitura acima de 50 no índice ISM indica expansão da atividade manufatureira, que responde por cerca de 12 por cento da economia dos EUA.

    O ISM apontou que o consumo continuou a se fortalecer, com a produção e o emprego ainda em expansão, mas 'em níveis muito mais baixos em comparação com períodos anteriores'.

    O subíndice de novos pedidos do ISM despencou 11 pontos, para 51,1, o piso desde agosto de 2016. O indicador do emprego da pesquisa caiu para 56,4, de 58,4 no mês anterior.

    As tarifas impostas pela administração Trump às importações de aço e alumínio e a uma gama de produtos chineses estão prejudicando a indústria. Fabricantes de equipamentos de transporte disseram que 'a demanda do cliente continua a diminuir devido a preocupações com a economia e as tarifas'.

    Fabricantes de máquinas reclamaram que 'os problemas das tarifas entre EUA e China estão causando preocupações de longo prazo sobre custos e estratégias de fornecimento para nossas operações de manufatura'. Fabricantes de computadores e produtos eletrônicos disseram que 'o crescimento parece ter parado'.

    O presidente Donald Trump defendeu tarifas para proteger a indústria norte-americana do que chama de concorrência injusta. O protecionismo da Casa Branca levou a uma guerra comercial com a China e à imposição de tarifas no comércio com outros parceiros, incluindo União Europeia, Canadá e México.

    Além das tarifas, que aumentaram custos de insumos para fabricantes, a atividade fabril também está sendo prejudicada pelo dólar forte, escassez de mão-de-obra qualificada, estímulo fiscal menor e desaceleração em economias como a da China.

    DESACELERAÇÃO ECONÔMICA

    Em contraposição, a criação de vagas de emprego no setor privado dos Estados Unidos registrou o ritmo mais forte em dois anos em dezembro, sugerindo força sustentada no mercado de trabalho apesar da atual volatilidade no mercado financeiro.

    Enquanto outros dados desta quinta-feira mostraram que o número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA aumentou mais do que o esperado na semana passada, a tendência geral seguiu indicando baixa. Os dados de pedidos tendem a ser voláteis nos dias próximos dos feriados de final de ano.

    Os dados do mercado de trabalho estão sendo acompanhados de perto para detectar se o aperto das condições financeiras pode estar impactando as decisões de contratação das empresas. Fortes vendas generalizadas no mercado de ações têm alimentado temores sobre a saúde da economia.

    O Relatório Nacional de Empregos da ADP mostrou que foram criadas 271 mil vagas de trabalho no mês passado, após criação de 157 mil em novembro. Economistas consultados pela Reuters previam criação de 178 mil postos de trabalho no mês passado, após 179 mil em novembro.

    O relatório da ADP saiu antes do relatório de emprego mais abrangente do governo para dezembro, na sexta-feira.

    De acordo com pesquisa da Reuters com economistas, a criação de vagas de emprego fora do setor agrícola provavelmente atingiu 177 mil empregos no mês passado, ante 155 mil em novembro. A taxa de desemprego foi estimada perto da mínima de 49 anos de 3,7 por cento, não muito longe da previsão do Federal Reserve de 3,5 por cento até o final de 2019.

    Em relatório separado, o Departamento de Trabalho informou que os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 10 mil, para 231 mil pedidos, em dados ajustados sazonalmente na semana encerrada em 29 de dezembro. Os dados da semana anterior foram revisados para mostrar mais 5 mil solicitações recebidas em relação ao relatado anteriormente.

    Economistas consultados pela Reuters projetavam aumento para 220 mil de pedidos na última semana.

    ((Tradução Redação São Paulo; +55 11 56447509))

    REUTERS SI CMO RBS

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    Trabalho no governo Bolsonaro terá funções divididas entre outros 3 ministérios, diz Onyx

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo de Jair Bolsonaro irá dividir as atribuições do atual Ministério do Trabalho entre as pastas de Justiça, Economia e o Ministério da Cidadania, afirmou nesta segunda-feira o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), em entrevista à rádio Gaúcha.

    O ministro confirmou que, como havia pedido Bolsonaro, o Ministério do Trabalho, criado em 1930 -primeiro ano de governo de Getúlio Vargas- vai ser extinto e suas secretarias espalhadas por outras áreas de governo.

    'Uma parte vai ficar com o ministro (Sérgio) Moro, que é aquela parte de concessão de carta sindical, a parte mais visível e que por inúmeras vezes a imprensa brasileira registrou os problemas que ocorriam ali naquela pasta de desvios, de problemas graves de corrupção', disse Onyx.

    'A outra parte, aquela que trata de políticas ligadas a emprego, vai ficar uma parte dela na Economia e a outra parte vai ficar na Cidadania.'

    Questionado sobre onde ficaria a fiscalização de condições de trabalho, como o combate ao trabalho escravo, Onyx disse acreditar que deve ir também para a Justiça, mas que não lembrava exatamente.

    Há duas semanas, Onyx já havia informado sobre a decisão do governo em dividir as atribuições do Trabalho. Na época, a intenção era que uma parte ficasse com o novo Ministério da Cidadania e a outra, com uma Pasta da Produção, mas o futuro governo desistiu de criá-la.

    'A produção acabou ficando no Ministério da Economia, até para poder fazer a retomada de emprego e renda e ele (Paulo Guedes) ter sob seu comando essas duas pontas. Ele tem o Planejamento, tem a Receita, a Fazenda, precisa uma parte do seu ministério ter atuação mais direta na geração de emprego e renda', explicou.

    Mais tarde, o Ministério do Trabalho divulgou nota afirmando que o desmembramento da pasta atenta contra a Constituição.

    'O Ministério do Trabalho reitera que o eventual desmembramento da pasta atenta contra o artigo 10 da Constituição Federal, que estabelece a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação', diz a nota.

    Onyx disse ainda que o governo terá 20 ministérios 'funcionais', incluindo Direitos Humanos, e dois que deverão perder o status nos próximos meses, Banco Central e Advocacia-Geral da União.

    'Quando vier a independência (do BC) ele automaticamente deixa de ter o status de ministério, e o segundo é a AGU, que pretendemos fazer um ajuste constitucional, através de uma emenda, e quando isso estiver definido não haverá necessidade nenhuma de status de ministério', contou.

    O ministro confirmou ainda que a pastora evangélica Damares Alves, assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES), deve ser confirmada essa semana como ministra dos Direitos Humanos.

    'Ela é, vamos dizer assim, mais provável que seja confirmada ao longo da semana. Quem confirma sempre, e essa disciplina mantenho, é o presidente', disse Onyx.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Governo Bolsonaro estuda duas propostas para futuro do Ministério do Trabalho

    (Reuters) - O governo do presidente eleito Jair Bolsonaro tem duas propostas para o futuro do Ministério do Trabalho, uma delas juntá-lo em um Ministério da Produção e outra de incluí-lo na pasta da Cidadania, disse o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em entrevista à Rádio Gaúcha nesta quarta-feira.

    Tanto a pasta da Produção quanto a da Cidadania não existem atualmente e serão criadas pelo próximo governo, que prometeu enxugar o número de ministérios em um esforço para reduzir a máquina pública.

    'O Ministério do Trabalho ficará junto com a Produção, ou vai para o outro ministério chamado de Cidadania, que tem o desenvolvimento social, os direitos humanos. Para a gente poder sair de 30 ministérios para 16, 17 ou 15, tem que fazer essa concentração, tem que fazer essa reestruturação, e isso é bem complexo', disse Onyx.

    Também em entrevista nesta manhã, Bolsonaro afirmou à TV Record que a pasta do Trabalho pode tanto ser combinada com outra como se tornar uma secretaria vinculada a algum ministério. Segundo o presidente eleito, a medida não será apenas para 'enxugar ministério', mas também para que seja implementada uma fiscalização sobre um ministério alvo de denúncias de corrupção nos últimos anos.

    'O mais importante: a legislação trabalhista está preservada. Não interessa se vai ter status de ministério ou não vai ter, isso não interessa. Pouco tem a ver. Você pode botar ministério disso, disso e trabalho ou então botar como uma secretaria em baixo de um ministério qualquer, não influencia em absolutamente nada', disse Bolsonaro.

    'Agora, o que todo mundo sabe, esse ministério foi largamente usado para ações não republicanas ao longo dos últimos anos. É um festival de denúncias em cima desse ministério que fazia de tudo, menos se preocupar com o trabalho', acrescentou.

    De acordo com o futuro ministro da Casa Civil, o governo eleito estuda transferir para o Ministério da Justiça e Segurança Pública a área do Ministério do Trabalho responsável pela concessão de cartas sindicais, de forma a combater a corrupção existente nesse setor, uma vez que a pasta terá como chefe o juiz federal Sérgio Moro.

    Na entrevista, Onyx confirmou ainda que o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) é o preferido de Bolsonaro para assumir o Ministério da Saúde, mas disse que uma possível nomeação só deve ocorrer na próxima semana.

    Segundo Onyx, o fato de Mandetta responder a processo em que é acusado de irregularidades em seu Estado não representa um empecilho, uma vez que o deputado tem documentos que comprovam sua lisura no caso, de acordo com o futuro chefe da Casa Civil.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    PGR denuncia ex-ministro do Trabalho e 5 deputados por organização criminosa

    (Reuters) - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, apresentou denúncia nesta segunda-feira contra cinco deputados federais, o ex-ministro do Trabalho Helton Yomura e o presidente do PTB, Roberto Jefferson, pela formação de uma organização criminosa que realizava negociações ilícitas de registros sindicais em troca de propina e de vantagens políticas, informou a Procuradoria-Geral da República (PGR).

    No total foram denunciadas 26 pessoas em consequências das investigações realizadas no âmbito da operação Registro Espúrio, que foi deflagrada em maio deste ano e que resultou no afastamento do então ministro do Trabalho Yomura, que fora nomeado para o cargo pelo presidente Michel Temer.

    Além do ex-ministro também foram denunciados os deputados federais Jovair Arantes (PTB-GO), Cristiane Brasil (PTB-RJ), Nelson Marquezelli (PTB-SP), Wilson Filho (PT-PB) e Paulo Pereira da Silva (SDD-SP), o Paulinho da Força, além do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, e de servidores e ex-servidores do ministério.

    De acordo com a PGR, o esquema criminoso consistia na cobrança de vantagens indevidas, como o pagamento a servidores públicos, apoio, financiamento e votos para partidos e agentes políticos, em troca da concessão fraudulenta de registros sindicais.

    Apenas pela liberação irregular de um único registro sindical houve pagamentos que envolviam,, segundo os investigadores, valores que chegaram a 4 milhões de reais.

    A defesa de Cristiane Brasil refutou a denúncia e disse que a deputada provará sua inocência 'como já o fez em outras ocasiões'.

    'A Polícia Federal e o Ministério Público insistem em tratar pedidos políticos --comuns a todos os parlamentares, de todos os partidos, em todos os ministérios-- em crime. Crime é acusar sem provas, como fazem a PF e o Ministério Público, com objetivos puramente político-partidários', afirmou o advogado Gustavo Pereira da Cunha.

    A defesa de Yomura informou que ainda não havia obtido acesso à denúncia, para poder se pronunciar.

    Jefferson se mostrou surpreso com a denúncia e disse que fez 'solicitações de natureza política em atenção a pedidos a mim dirigidos, não para obter vantagens, quaisquer que sejam, muito menos financeiras'.

    Já Arantes afirmou que recebeu a denúncia com 'perplexidade'. Em nota, sua assessoria diz que o deputado irá se manifestar após conhecer o 'inteiro teor das acusações equivocadamente delineadas contra si'.

    Também em nota Paulinho da Força reafirmou que a menção de seu nome na operação 'não possui nenhum fundamento senão criminalizar o movimento sindical como um todo e degradar' sua imagem. E o deputado Nelson Marquezelli disse que 'a denúncia protocolada junto ao STF não condiz com a realidade'.

    A denúncia foi enviada pela PGR ao Supremo Tribunal Federal e será analisada, inicialmente, pelo relator do inquérito, ministro Edson Fachin.

    A PGR pede na denúncia a decretação da perda da função pública para os condenados detentores de cargo público ou mandato eletivo, além de pagamento do valor mínimo de 4 milhões de reais por danos materiais e outros 4 milhões por danos morais.

    A operação Registro Espúrio foi lançada no final de maio, quando a PF fez buscas nos gabinetes de Paulinho, Arantes e Wilson Filho, além das sedes dos partidos PTB e Solidariedade e em centrais sindicais.

    Na segunda etapa, lançada semanas depois, o principal alvo foi Cristiane Brasil, que chegou a ser indicada no início do ano pelo presidente Michel Temer para ser ministra do Trabalho, mas não tomou posse porque a Justiça barrou seu nome sob alegação de que ela não tinha condições de assumir o cargo por ter sido condenada em processo trabalhista.

    Em julho, na terceira etapa da operação, o STF decretou o afastamento de Yomura do cargo, o que levou o então ministro a pedir demissão.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Padilha assume interinamente Ministério do Trabalho após saída de Yomura

    BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, assume interinamente o Ministério do Trabalho, acumulando as funções, no lugar de Helton Yomura, que pediu demissão após ter sido afastado do cargo nesta quinta-feira pelo STF por suspeita de envolvimento em um esquema de concessões irregulares de registros sindicais.

    A nomeação de Padilha foi confirmada em edição extra do Diário Oficial da União.

    Yomura foi afastado na terceira fase da operação Registro Espúrio, deflagrada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal, nesta quinta-feira.

    Antes mesmo do pedido de demissão de Yomura, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, informava que o partido colocava o comando do Ministério do Trabalho à disposição do governo.

    O afastamento de Yomura ampliou o imbróglio que atinge o ministério desde o final do ano passado, quando Ronaldo Nogueira anunciou que deixaria o cargo para tentar a reeleição à Câmara dos Deputados em outubro deste ano.

    O PTB indicou o deputado Pedro Fernandes (MA) para substituí-lo. Mas a proximidade do parlamentar com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) --opositor ferrenho do governo Temer-- levou a um veto a seu nome.

    No início de janeiro, Jefferson indicou sua filha, a deputada Cristiane Brasil, para o cargo. Condenada em processo trabalhista, Cristiane viu sua indicação questionada, levando a uma batalha jurídica que só acabou no final de fevereiro, com a desistência da deputada de ocupar o cargo.

    Yomura assumiu o ministério de forma provisória inicialmente, sendo efetivado apenas em abril.

    No mês seguinte, a Polícia Federal lançou a primeira fase da operação Registro Espúrio, quando fez buscas nos gabinetes de deputados, nas sedes do PTB e Solidariedade e em centrais sindicais.

    Na segunda etapa, lançada em junho, o principal alvo foi a deputada Cristiane Brasil.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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    Yomura pede demissão e Temer avalia destino do Ministério do Trabalho

    BRASÍLIA (Reuters) - Helton Yomura pediu demissão do cargo de ministro do Trabalho nesta quinta-feira, informou o Palácio do Planalto, depois de ter sido afastado da função pelo STF por suspeita de envolvimento em um esquema de concessões irregulares de registros sindicais, e o presidente Michel Temer avalia o destino do ministério.

    O presidente está avaliando, é uma situação que nos entristece obviamente , disse Marun em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

    Pouco depois da entrevista, o Planalto divulgou nota informando que Yomura apresentou pedido de demissão a Temer, que aceitou. Mais cedo, Yomura negou qualquer imputação de crime ou irregularidade, por meio de seus advogados.

    A terceira fase da operação Registro Espúrio, deflagrada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal nesta quinta-feira, também prendeu três pessoas e cumpriu mandados de busca e apreensão na Superintendência Regional do Trabalho no Rio de Janeiro, no Ministério do Trabalho e na Câmara dos Deputados.

    Em nota, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, disse que a Executiva Nacional do partido colocou o comando do Ministério do Trabalho à disposição do governo e disse apoiar as investigações.

    Marun revelou ter conversado com o líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), sobre o ministério.

    Eu estive realmente com o líder Jovair e troquei ideias a respeito dessa questão e como não poderia ser diferente, o líder Jovair coloca a posição da bancada de apoio a qualquer decisão que venha a ser tomada pelo senhor presidente , disse Marun.

    ABUSO DE AUTORIDADE

    Marun gastou quase que a entrevista toda para negar qualquer irregularidade ao encaminhar o que chamou de demandas rotineiras que recebe em seu ministério e criticar vazamentos de informação.

    Segundo notícias publicadas na mídia, a PF suspeita de envolvimento de Marun com o esquema de fraudes no ministério, mas o ministro Edson Fachin, do STF, manteve o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR), que avaliou não haver provas no momento dessa ligação.

    Marun disse que há cerca de 90 dias recebeu sindicalistas do Mato Grosso do Sul que tinham várias demandas em relação a sua atividade sindical . Segundo o ministro, ele pediu a uma assessora que acompanhasse os sindicalistas ao Ministério do Trabalho para que fosse verificada a possibilidade ou não do atendimento às reinvindicações.

    Esse ato de rotina, nada mais do que isso, é utilizado de forma nefasta no sentido de denegrir a minha honra e constranger os meus familiares , disse.

    Para o ministro, o episódio é uma retaliação por suas críticas ao que chama de abusos de autoridade.

    Marun disse que apresentará na próxima segunda-feira representação e queixa-crime na Corregedoria da PF e PGR contra esses vazamentos que tentam me denegrir .

    (Reportagem de Mateus Maia)

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    Afastamento de ministro do Trabalho estende imbróglio no pasta e enfraquece ainda mais Temer

    BRASÍLIA (Reuters) - O afastamento do ministro do Trabalho, Helton Yomura, determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira por suspeita de envolvimento em um esquema de concessões irregulares de registros sindicais, amplia imbróglio que atinge o ministério desde o final do ano passado e debilita ainda mais o presidente Michel Temer.

    Sem comentários oficiais de imediato do governo, fontes do Planalto ouvidas pela Reuters indicaram que a postura inicial do governo era tentar desviar o problema diretamente para o PTB, partido que controla o ministério desde que Temer assumiu a Presidência da República.

    Mas o anúncio do PTB de colocar o Ministério do Trabalho à disposição do governo Temer devolveu a bola ao colo do Planalto. Está previsto que o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, dê uma entrevista à imprensa após cerimônia no Palácio do Planalto.

    Segundo uma das fontes, Marun esteve em reunião com Temer e o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha.

    O impasse no ministério teve início no fim do ano passado, quando Ronaldo Nogueira anunciou que deixaria o cargo para tentar a reeleição à Câmara dos Deputados em outubro deste ano. O PTB indicou o deputado Pedro Fernandes (MA) para substituí-lo. Mas a proximidade do parlamentar com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) --opositor ferrenho do governo Temer-- levou a um veto a seu nome.

    No início de janeiro, o presidente do PTB, ex-deputado Roberto Jefferson, indicou sua filha, a deputada Cristiane Brasil, para o cargo. Condenada em processo trabalhista, Cristiane viu sua indicação questionada, levando a uma batalha jurídica que só acabou no final de fevereiro, com a desistência da deputada de ocupar o cargo.

    Yomura assumiu o ministério de forma provisória inicialmente, sendo efetivado apenas em abril.

    No mês seguinte, a Polícia Federal lançou a primeira fase da operação Registro Espúrio, quando fez buscas nos gabinetes de deputados, nas sedes do PTB e Solidariedade e em centrais sindicais.

    Na segunda etapa, lançada em junho, o principal alvo foi a deputada Cristiane Brasil. Nesta quinta-feira, com a terceira fase, o ministro Helton Yomura foi afastado.

    Além de abrir mão do controle do ministério, Jefferson defendeu as investigações e negou participação em qualquer irregularidade.

    Como já foi dito, se houve irregularidade na pasta caberá aos responsáveis responder à Justiça por seus atos , diz Jefferson em nota.

    Não concordamos, todavia, com inferências divulgadas antes que as investigações estejam concluídas. Pessoalmente, insisto: não participei de qualquer esquema espúrio no Ministério do Trabalho. E acrescento que minha colaboração restringiu-se a apoio político ao governo para que o PTB comandasse a pasta.

    A poucos meses da eleição e do final do governo, com esse movimento, o PTB deixa de ter motivos para dar apoio a Temer no Congresso.

    Na semana que vem, o PTB deve anunciar seu apoio ao pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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