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    Trump promete cortar auxílio à América Central, chama caravana de imigrantes de emergência

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira ter alertado autoridades militares e federais de patrulhamento da fronteira que uma caravana de imigrantes de Honduras a caminho dos EUA é uma emergência nacional, e que Washington começará a cortar o auxílio externo fornecido à região.

    Trump, em uma série de publicações no Twitter, não forneceu mais detalhes sobre as ações de seu governo. Representantes da Casa Branca e da Patrulha de Fronteira dos EUA não responderam de imediato a pedido por comentário.

    Representantes do Pentágono e do Departamento de Estado encaminharam às perguntas à Casa Branca.

    'Infelizmente, parece que a polícia e as Forças Armadas do México são incapazes de parar a caravana destinada à fronteira sul dos Estados Unidos', escreveu Trump em publicação no Twitter, acrescentando: 'Eu alertei a Patrulha de Fronteira e as Forças Armadas de que essa é uma emergência nacional'.

    'Guatemala, Honduras e El Salvador não foram capazes de impedir pessoas de deixarem seus países e de entrarem ilegalmente nos EUA. Nós iremos, agora, começar a cortar, ou reduzir substancialmente, o massivo auxílio externo dado rotineiramente a eles', escreveu Trump.

    Milhares de imigrantes, em sua maioria hondurenhos, chegaram no final de semana à cidade mexicana de Tapachula, na fronteira com os Estados Unidos, após percorrerem o caminho a pé desde a fronteira da Guatemala, desafiando ameaças de Trump de que iria fechar a fronteira dos EUA com o México caso eles avançassem, assim como alertas do governo mexicano.

    Policiais mexicanos com equipamentos de choque ofuscaram a chegada da caravana, mas não impediram a passagem dos imigrantes.

    (Reportagem de Susan Heavey e Makini Brice)

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    Trump diz que EUA sairão do pacto de armas nucleares; Rússia ameaça retaliação

    Por Jeff Mason

    ELKO/MOSCOU (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Washington deve se retirar de um tratado histórico da época da Guerra Fria, que baniu mísseis nucleares da Europa, porque a Rússia estaria violando o pacto, o que provocou um alerta de medidas retaliatórias vindo de Moscou.

    O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, negociado pelo então presidente dos EUA Ronald Reagan e pelo líder soviético Mikhail Gorbachev em 1987, exigia a eliminação de mísseis nucleares e convencionais de curto e médio alcances pelos dois países.

    'A Rússia, infelizmente, não honrou o acordo, então vamos encerrar o acordo e sair', disse Trump a repórteres no sábado, em discurso no Estado norte-americano de Nevada.

    O vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, disse neste domingo que uma retirada unilateral dos Estados Unidos seria 'muito perigosa' e levaria a uma retaliação 'técnica-militar'.

    Gorbachev, agora com 87 anos, disse que seria um erro Washington desistir do tratado, prejudicando o trabalho que ele e os EUA fizeram para acabar com a corrida armamentista da Guerra Fria.

    'Eles realmente não entendem em Washington o que isso poderia gerar?', teria dito Gorbachev de acordo com a agência de notícias Interfax.

    Um porta-voz do Kremlin disse que o presidente russo, Vladimir Putin, buscará respostas sobre a retirada do acordo quando ele se encontrar com John Bolton, conselheiro de segurança nacional de Trump, para negociações em Moscou nesta semana.

    Autoridades norte-americanas acreditam que Moscou está desenvolvendo e implantou um sistema lançador em terra, violando o tratado de forças nucleares, o que poderia permitir um rápido ataque nuclear à Europa. A Rússia sempre negou qualquer violação desse tipo.

    Trump disse que os Estados Unidos desenvolverão as armas a menos que a Rússia e a China concordem em parar com a corrida armamentista. A China não é parte do tratado.

    CAMPO DE BATALHA NA EUROPA

    O acordo que prevê controle de armas, assinado por Reagan e Gorbachev em uma cerimônia na Casa Branca, proíbe mísseis nucleares terrestres de médio alcance capazes de atingir a Europa ou o Alasca.

    Ele encerrou uma crise da época da Guerra Fria, quando a União Soviética instalou cerca de 400 ogivas nucleares apontadas para a Europa Ocidental. Os Estados Unidos reagiram colocando os mísseis Pershing e Cruise na Europa.

    Mas isso provocou uma onda de protestos de ativistas antinucleares, que sentiram que a implantação transformou a Europa em um potencial campo de batalha nuclear.

    No início dos anos de 1980, centenas de milhares de manifestantes reuniram-se em Bonn, na Alemanha Ocidental, e ativistas formaram um campo de protesto em Greenham Common, na Grã-Bretanha, local onde os mísseis Cruise foram instalados.

    O vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia Ryabkov, disse de acordo com agência de notícias estatal RIA que, se os Estados Unidos se retirassem, a Rússia não teria outra alternativa a não ser retaliar, inclusive tomando medidas não especificadas de 'natureza técnico-militar'.

    'Mas preferimos que as coisas não cheguem tão longe', afirmou ele de acordo com a RIA.

    A agência de notícias Tass citou-o dizendo que a retirada 'seria uma medida muito perigosa', e que foi Washington, e não Moscou, que descumpriu o tratado.

    Ele disse que o governo Trump estava usando o tratado em uma tentativa de chantagear o Kremlin, colocando em risco a segurança global. 'Nós, é claro, não aceitaremos ultimatos ou métodos de chantagem', disse ele à Interfax.

    O ministro britânico da Defesa, Gavin Williamson, disse em comentários publicados pelo 'Financial Times' que Londres está 'decidida' em se postar ao lado de Washington sobre o assunto, e que o Kremlin está ridicularizando o acordo.

    No entanto, outro membro da OTAN, a Alemanha, expressou dúvidas.

    O ministro de Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas, disse que há 30 anos o tratado é um pilar da arquitetura de segurança da Europa. 'Nós agora pedimos aos Estados Unidos que considerem as possíveis conseqüências' de desistir do pacto, disse Maas neste domingo.

    Trump ameaçou no passado rasgar acordos internacionais, mas não foi à frente com isso.

    O senador republicano Bob Corker, presidente do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA, traçou um paralelo com o pacto comercial do NAFTA, que Trump ameaçou derrubar, antes de uma versão retrabalhada do acordo ser negociada no mês passado.

    'Isso poderia ser um pouco como o fato de que eles iriam acabar com o NAFTA e depois negociaram algumas pequenas mudanças', disse Corker à CNN.

    'Então, isso poderia ser algo para tentar fazer a Rússia entrar em acordo conosco.' Corker disse que desistir do tratado não surgiu em uma conversa com o secretário de Estado de Trump, Mike Pompeo.

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    Trump diz que EUA vão abandonar tratado nuclear, Rússia alerta sobre retaliação

    Por Jeff Mason

    ELKO, Nev/MOSCOU (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Washington vai sair de um tratado da época da Guerra Fria que eliminou uma classe de armas nucleares, alegando violações da Rússia. A medida disparou um alerta de Moscou sobre adoção de medidas retaliatórias.

    O Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (INF), negociado pelo então presidente dos EUA Ronald Regan e pelo líder soviético Mikhail Gorbachev em 1987, estabeleceu a eliminação de mísseis nucleares e convencionais de alcances curto e intermediário por ambos os países.

    'A Rússia não honrou, infelizmente, o acordo então nós vamos encerrá-lo e sair dele', disse Trump a jornalistas.

    O vice-ministro de relações exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, afirmou neste domingo que uma retirada unilateral dos EUA seria 'muito perigosa' e levar a uma retaliação 'técnico-militar'.

    Autoridades dos EUA acreditam que Moscou está desenvolvendo e instalou um sistema de lançamento baseado em terra, em violação ao tratado INF. Segundo as autoridades norte-americanas, o sistema russo pode permitir ao país lançar um ataque nuclear contra a Europa com rapidez. A Rússia tem consistentemente negado qualquer violação do tratado.

    Trump disse que os EUA vão desenvolver armas a menos que Rússia e China concordem em interromper o desenvolvimento.

    A China não faz parte do tratado e tem investido pesado em mísseis convencionais. O tratado INF impede a posse pelos EUA de mísseis balísticos que podem ser lançados a partir da terra e tenham alcances entre 500 e 5.500 quilômetros.

    O assessor para segurança nacional de Trump, John Bolton, vai visitar Moscou na próxima semana.

    Ryabkov, em comentários publicados pela agência estatal de notícias RIA, afirmou que se os EUA abandonarem o tratado, a Rússia não terá escolha além de retaliar, o que incluirá a tomada de medidas de 'natureza técnico-militar'.

    'Mas preferimos que as coisas não atinjam este ponto', disse o vice-ministro, segundo a RIA.

    A agência de notícias TASS citou o funcionário russo afirmando que a retirada dos EUA do tratado seria um 'passo muito perigoso' e que é Washington, não Moscou, que não cumpriu o tratado.

    Ele afirmou que o governo Trump está usando o tratado como uma tentativa de chantagear o Kremlin, o que coloca a segurança global em risco. 'Não vamos, claro, aceitar ultimatos ou métodos de chantagem', afirmou Ryabkov, segundo a Interfax.

    O ministro da Defesa da Inglaterra, Gavin Williamson, em comentários publicados pelo Financial Times, afirmou que Londres se mantém 'resoluta' no apoio a Washington sobre o assunto e que o Kremlin está zombando do tratado.

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    Trump alerta México sobre caravana de imigrantes e ameaça fechar fronteira

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que enviará militares e fechará a fronteira se o México não detiver grandes grupos de imigrantes oriundos de Guatemala, Honduras e El Salvador que estão a caminho dos EUA.

    'Preciso, com os termos mais fortes, pedir ao México que detenha essa agressão -- e se for incapaz de fazê-lo, convocarei os militares dos EUA e fecharei nossa fronteira sul!', escreveu Trump no Twitter.

    Trump ameaçou interromper a ajuda regional dos EUA a países da América Central porque uma caravana de vários milhares de imigrantes hondurenhos atravessou a Guatemala rumo ao México nesta semana na esperança de cruzar a fronteira EUA-México e fugir da violência e da pobreza endêmicas na América Central.

    O presidente também enviou o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, para conversar com o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, na Cidade do México, na sexta-feira.

    Trump, que fez da redução da imigração e da construção de um muro na fronteira com o México uma plataforma central de sua campanha, já havia ameaçado cortar a ajuda e enviar tropas para o local.

    Em uma série de tuítes publicados nesta quinta-feira, ele também pareceu ligar a questão ao comércio e a um acordo recém-criado com o México para substituir o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) que aguarda ratificação.

    'A agressão ao nosso país em nossa fronteira sul, incluindo os elementos criminosos e as drogas que estão entrando, é muito mais importante para mim, como presidente, do que o comércio ou o USMCA. A esperança é que o México detenha esta agressão em nossa fronteira sul', escreveu Trump, referindo-se ao pacto comercial mais recente conhecido como Acordo EUA-México-Canadá (USMCA).

    (Por Susan Heavey e Doina Chiacu)

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    Trump reluta em abandonar Arábia Saudita após desaparecimento de jornalista e quer provas

    Por Leah Millis e Tulay Karadeniz e Steve Holland

    ANCARA/WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que não quer abandonar a Arábia Saudita, uma aliada próxima, depois do desaparecimento de um jornalista saudita e crítico do governo do país, afirmando precisar de evidências que provem as acusações dos turcos de que ele teria sido morto por agentes sauditas.

    Trump afirmou que esperava um relatório completo sobre o que aconteceu a Jamal Khashoggi do secretário de Estado Mike Pompeo, que foi enviado por ele à Arábia Saudita e à Turquia para se reunir com autoridades e discutir o incidente.

    Autoridades turcas disseram acreditar que Khashoggi, um colunista do jornal Washington Post e um importante crítico do autoritário reino do príncipe Mohammed bin Salman, foi morto no consulado saudita em Istambul no dia 2 de outubro, e que seu corpo teria sido removido de lá. Os sauditas negam as acusações.

    Fontes turcas disseram à Reuters que as autoridades possuem uma gravação sonora que indica que Khashoggi tenha sido morto dentro do consulado. Ele não é visto desde que entrou no prédio do consulado.

    Trump, que estreitou as alianças com a Arábia Saudita e seu príncipe de 33 anos, disse que os Estados Unidos pediram à Turquia qualquer evidência em áudio ou vídeo que possa estar relacionada com o que aconteceu com Khashoggi.

    Perguntado em uma entrevista à Fox Business Network se Washington abandonaria Riad, Trump disse: 'Eu não quero fazer isso'.

    O presidente norte-americano reiterou suas esperanças de que os líderes sauditas não estejam envolvidos no desaparecimento de Khashoggi, que estava morando nos Estados Unidos.

    'Nós já pedimos, se isso existe... Eu ainda não tenho certeza se existe, provavelmente sim, possivelmente sim', disse Trump a jornalistas sobre evidências em áudio ou vídeo.

    Veículos de imprensa dos Estados Unidos já reportaram que Riad, apesar das negativas iniciais sobre seu envolvimento, irá reconhecer que o jornalista foi morto em um interrogatório frustrado. Trump já especulou, sem providenciar evidências, que 'assassinos independentes' poderiam estar envolvidos.

    O jornal governista turco Yeni Safak publicou na quarta-feira o que disse serem detalhes das gravações em áudio que supostamente documentam o interrogatório e tortura de Khashoggi.

    Khashoggi foi morto em questão de minutos, e seus torturadores removeram seus dedos durante o interrogatório, segundo o jornal. Seus assassinos ainda o decapitaram e o desmembraram, segundo o jornal.

    O The New York Times citou uma autoridade turca que confirmava os detalhes publicados no jornal Yeni Safak. Dois oficiais turcos contatados pela Reuters se negaram a confirmar o relato.

    Como o príncipe saudita se sairá desta crise é um teste para como o Ocidente irá lidar com a Arábia Saudita no futuro.

    Trump pareceu indisposto a se distanciar demais dos sauditas, citando o papel de Riad em contrapor a influência iraniana na região - e as dezenas de bilhões de dólares em acordos comerciais relacionados a armamentos.

    Outros países ocidentais, embora expressem preocupação diante do incidente, enfrentam uma situação delicada e similar em sua relação com o maior exportador de petróleo do mundo.

    Pompeo, enquanto isso, disse que Riad deveria ter mais alguns dias para completar sua própria investigação sobre o desaparecimento de Khashoggi. Ele encontrou o presidente turco e o ministro das Relações Exteriores para discutir o assunto, um dia após Trump ter dado à Arábia Saudita o benefício da dúvida.

    'Eles irão fazer uma investigação, e quando a investigação sair, vamos avaliá-la', disse Pompeo a jornalistas que viajavam com ele.

    Uma porta-voz do Departamento de Estado disse que Pompeo não tinha ouvido nenhuma gravação de áudio que indicaria que Khashoggi teria sido assassinado.

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    Governo Bolsonaro deve seguir linha de política externa de Trump

    Por Anthony Boadle

    BRASÍLIA (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, planeja colocar a política externa a cargo de um diplomata que tem elogiado a agenda nacionalista do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que abalou a ordem global, de acordo com um assessor do candidato.

    A escolha faz parte do plano do presidenciável líder nas pesquisas de intenção de voto para realizar a mudança mais dramática na política externa do país em décadas. Bolsonaro já prometeu repensar a filiação ao Mercosul e aos Brics e transferir a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém, copiando Trump como poucos na América Latina fizeram.

    Isso representa uma reversão total de quase uma década e meia de diplomacia conduzida por governos do PT, que se concentraram em alianças com vizinhos sul-americanos e potências emergentes.

    Ernesto Fraga Araújo, responsável por EUA e Canadá no Itamaraty, é a primeira opção de Bolsonaro para o cargo, de acordo com Paulo Kramer, professor de Ciência Política que aconselha a campanha do candidato.

    Com uma grande vantagem nas pesquisas a doze dias do segundo turno contra o petista Fernando Haddad, Bolsonaro já começou a selecionar nomes para seu futuro ministério, mas não confirmou sua escolha para ministro de Relações Exteriores.

    Em um comportamento atípico para um diplomata brasileiro, Fraga Araújo usou um blog pessoal dedicado a discussões 'Contra o Globalismo' para conclamar seus compatriotas a apoiarem a campanha de Bolsonaro.

    Mas foi um artigo intitulado 'Trump e o Ocidente', publicado em um periódico diplomático, que mostrou ao campo de Bolsonaro o quanto o diplomata de 51 anos compartilha de sua visão de mundo, disse Kramer.

    Nele, Fraga Araújo argumenta que Trump está salvando a civilização cristã ocidental do islamismo radical e do 'marxismo cultural globalista' ao defender a identidade nacional, os valores familiares e a fé cristã, enquanto a Europa não o faz.

    O Brasil tem a chance de recuperar sua 'alma ocidental', adotar a vertente de nacionalismo de Trump e buscar os interesses nacionais, ao invés de ficar preso a blocos de nações, escreveu ele.

    TORNE O BRASIL GRANDE

    Bolsonaro não esconde sua afinidade com o presidente norte-americano, cuja campanha de 2016 serviu como modelo para seu próprio movimento anti-establishment, prometendo mão firme contra a corrupção e o crime.

    'Trump quer os Estados Unidos grande e eu quero o Brasil grande', disse o ex-capitão do Exército a entrevistadores.

    Ele saudou a bandeira dos EUA com orgulho em um evento na Flórida com expatriados brasileiros, segundo um vídeo que sua campanha publicou nas redes sociais no ano passado.

    O Brasil, uma das grandes economias mais fechadas do mundo, já é cético do livre comércio, mas Bolsonaro também indicou várias medidas simbólicas que ressaltam um realinhamento ideológico.

    Um dos sinais mais claros seria transferir a embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém seguindo o exemplo de Trump, como o vizinho Paraguai já fez.

    Há tempos Brasília apoia uma solução de dois Estados para o conflito israelo-palestino, e em 2010 reconheceu um Estado palestino baseado nas fronteiras de 1967 com Israel.

    Mas Bolsonaro disse que a Palestina não é um país e prometeu mudar a embaixada brasileira para Jerusalém e fechar a embaixada palestina em Brasília.

    'É uma ótima ideia, porque sinalizaria uma mudança e diria ao mundo que prezamos democracias que têm o Estado de Direito e poderes independentes com contrapesos', disse Luiz Philippe de Orléans e Bragança, deputado federal recém-eleito do PSL que tem aconselhado Bolsonaro na política externa.

    'Israel provavelmente é o único país do Oriente Médio que entra nesta categoria. Todos os outros são oligarquias ou ditaduras', disse Bragança, membro da antiga família real, que perdeu o trono quando o Brasil se tornou uma república em 1889.

    QUESTIONANDO ALIANÇAS

    A atitude de Bolsonaro em relação aos vizinhos da América do Sul é mais fria, especialmente com a socialista Venezuela, que ele prometeu confrontar com o máximo de pressão. Mas seus assessores disseram que ele não romperá as relações diplomáticas nem fechará a fronteira porque isso barraria os refugiados que chegam ao Brasil.

    Ele desdenhou publicamente do turbulento Mercosul, que o Brasil fundou com Argentina, Paraguai e Uruguai.

    “A política externa do Bolsonaro vai se formar no pragamatismo, sem nenhum tipo de preconceito contra qualquer nação e perseguindo o melhor interesse brasileiro', disse Kramer, um dos conselheiro do candidato do PSL. “O Bolsonaro vai desfazer aquela orientação bolivariana da política externa do governo de Dilma,” acrescentou.

    Mesmo a aliança dos Brics, que ganhou ímpeto depois que o Brasil criou bancos de desenvolvimento e incentivou o comércio com Rússia, Índia, China e África do Sul, pode ser alvo de uma revisão cética de Bolsonaro – mas muitos na chancelaria brasileira resistiriam a uma iniciativa de rompimento.

    'Bolsonaro poderia tentar sair dos Brics com uma atitude trumpista', opinou Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. 'Isso enviaria à China o sinal de que o Brasil está se tornando hostil'.

    Stuenkel disse que Bolsonaro terá menos dificuldade de desfiliar o país do Acordo Climático de Paris, que ele culpa por amarrar as mãos do Brasil com o gerenciamento de terras, inclusive na Floresta Amazônica.

    Quanto à China, a principal parceira comercial do Brasil e uma fonte de investimento estrangeiro nos últimos anos, especialistas dizem que Bolsonaro pode ter que conter seus impulsos mais antagônicos em nome dos interesses econômicos.

    Bolsonaro fez alerta aos investidores chineses que vêm assumindo o controle de recursos naturais estratégicos nos setores de mineração e energia.

    “A China não está comprando no Brasil, ela está comprando o Brasil”, afirmou ele. 'Você vai deixar o Brasil na mão do chinês?'

    Mas Rubens Barbosa, ex-embaixador brasileiro nos EUA, acredita que um governo Bolsonaro repudiaria o protecionismo, mesmo em relação à China.

    'Bolsonaro pode ter reservas quanto à venda de certos ativos, mas se o investimento chinês for para a infraestrutura de que o Brasil tanto precisa para exportar alimentos e minerais, não acho que ele se oporá', disse Barbosa.

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    Trump ameaça cortar ajuda a Honduras devido a caravana de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou cortar fundos de ajuda destinados a Honduras se o país da América Central não detiver uma caravana de pessoas que está seguindo para os EUA.

    'Os Estados Unidos informaram fortemente o presidente de Honduras que, se a grande caravana de pessoas que está rumando aos Estados Unidos não for detida e levada de volta a Honduras, não se dará mais dinheiro ou ajuda a Honduras, entrando em vigor imediatamente!', escreveu Trump no Twitter.

    Em meio a uma jornada rumo ao norte, mais de 3 mil imigrantes cruzaram de Honduras para a Guatemala na segunda-feira depois de um confronto com um batalhão de choque da polícia e alertas de Washington para que os imigrantes não tentem entrar nos EUA ilegalmente.

    A multidão mais do que dobrou de tamanho desde sábado, quando cerca de 1.300 pessoas partiram do norte hondurenho para o que foi apelidado de 'Marcha do Imigrante', disse um organizador. Os imigrantes planejam buscar o status de refugiados no México ou atravessar para os EUA.

    A Reuters não conseguiu verificar de forma independente o número de participantes, mas imagens mostraram um grupo carregando mochilas e enchendo estradas próximas da fronteira, alguns acenando com a bandeira de Honduras.

    Países da América Central, de onde milhares de imigrantes fugiram nos últimos anos, estão sendo cada vez mais pressionadas pelo governo Trump para fazerem mais para conter a imigração em massa.

    (Por Doina Chiacu)

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    Trump diz que 'assassinos particulares' podem estar por trás de desaparecimento de jornalista saudita

    Por Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enviou nesta segunda-feira o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, para se encontrar com o rei Salman, da Arábia Saudita, para debater o desaparecimento misterioso do proeminente jornalista saudita Jamal Khashoggi, e aventou a possibilidade de 'assassinos particulares' serem os responsáveis.

    Trump disse ter conversado por telefone durante cerca de 20 minutos com o rei saudita a respeito de Khashoggi, que desapareceu depois de entrar no consulado saudita em Istambul em 2 de outubro, e que pareceu que nem o rei Salman nem o príncipe Mohammed bin Salman tinham informações sobre o incidente.

    Fontes da Turquia disseram acreditar que Khashoggi foi assassinado dentro do edifício diplomático e que seu corpo foi removido. O governo saudita descartou as alegações, afirmando serem infundadas.

    'Para mim pareceu que talvez podem ter sido assassinos particulares. Quem sabe?', disse Trump a repórteres na Casa Branca, sem oferecer indícios que expliquem por que acredita que assassinos particulares podem estar envolvidos.

    Representantes da Casa Branca não responderam de imediato a um pedido adicional de comentário.

    Pompeo viajará a Riad, informou o Departamento de Estado.

    'O presidente pediu uma investigação imediata e aberta sobre o desaparecimento do jornalista do Washington Post Jamal Khashoggi', disse a porta-voz do departamento, Heather Nauert, em um comunicado.

    'Não deixaremos nada descoberto', disse Trump a repórteres.

    Mas a negação de Salman 'não poderia ter sido mais forte', acrescentou.

    No final de semana Trump ameaçou uma 'punição grave' a Riad caso se descobrisse que Khashoggi, crítico destacado das autoridades sauditas e morador legal dos EUA, foi morto no consulado saudita em Istambul. A Arábia Saudita, por sua vez, ameaçou retaliar.

    Mas Trump disse estar relutando em suspender as vendas militares norte-americanas a Riad por causa do incidente.

    Na manhã desta segunda-feira Salman ordenou uma investigação interna sobre o sumiço de Khashoggi, e uma equipe conjunta turco-saudita deve fazer uma busca no consulado.

    Segundo Trump, o monarca saudita lhe disse nesta segunda-feira que os dois países estão trabalhando estreitamente no caso.

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    Trump se diz 'confortável' como presidente dos EUA, apesar de batalhas políticas

    Por David Morgan

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse em uma entrevista transmitida no domingo que está 'confortável' na Casa Branca depois de quase dois anos no cargo, apesar das tempestades políticas sobre imigração, tarifas e a indicação do juiz Brett Kavanaugh à Suprema Corte.

    'Era um pouco surreal dizer que sou presidente dos Estados Unidos, mas acho que isso acontece com todos', disse Trump no programa de notícias '60 Minutes', da rede CBS.

    'Mesmo meus amigos, eles não me chamam de Donald, me chamam de senhor presidente. E eu digo 'querem fazer o favor de relaxar? Aprendi durante o trabalho. De verdade''.

    'Agora realmente me sinto POTUS', acrescentou Trump, usando a sigla em inglês para presidente dos Estados Unidos.

    A entrevista, na qual Trump se mostrou disposto como sempre a batalhas verbais em uma série de questões, não deu nenhum sinal de que ele pretende abandonar seu estilo autônomo e ríspido na Presidência.

    Trump não quis dizer se pretende retomar a política polêmica de separar crianças imigrantes de suas famílias na fronteira, mas não cedeu no que vê como a necessidade de uma diretriz severa.

    'Quando você permite que os pais fiquem juntos, OK, quando você permite isso, o que acontece é que as pessoas virão aos montes ao nosso país', disse ele. 'Tem que haver consequências... para se entrar em nosso país ilegalmente'.

    As separações de familiares e a detenção de milhares de crianças, a maioria da Guatemala, Honduras e El Salvador, provocaram uma rejeição generalizada à política de Trump. Cerca de 2.500 crianças e pais foram separados antes de Trump descartar a prática em junho. Dias depois um juiz federal ordenou que as famílias sejam reagrupadas, um processo que ainda está incompleto.

    Após uma disputa política no Senado causada por alegações de má conduta sexual de Kavanaugh, Trump disse que seus comentários em um comício no Mississippi, no qual críticos disseram que ele desdenhou a acusadora Christine Blasey Ford, foram necessários para vencer a batalha pela confirmação do juiz.

    'Se eu não tivesse feito aquele discurso, não teríamos vencido. Eu só estava dizendo que ela parecia não saber nada', afirmou Trump.

    Ele disse à CBS que descobriu que a cena política de Washington é ainda mais dura do que o mundo empresarial, mas que 'à minha maneira, me sinto muito à vontade aqui'.

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    Trump chama Fed de 'louco' e diz que ainda tem 'muito mais a fazer sobre a China' em entrevista à Fox

    Por Howard Schneider e Susan Heavey

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou as críticas contra o Federal Reserve nesta quinta-feira, dizendo que a política de juros da autoridade monetária norte-americana é 'ridícula' e está tornando mais caro para seu governo financiar o seu déficit crescente.

    'Estou pagando juros a uma taxa alta por causa do nosso Fed. E eu gostaria que nosso Fed não fosse tão agressivo porque acho que eles estão cometendo um grande erro', disse Trump em entrevista ao programa 'Fox & Friends'.

    Este foi o seu segundo ataque contra o banco central dos Estados Unidos nas últimas 24 horas, após um queda em Wall Street parcialmente atribuída a investidores que se ajustaram totalmente aos aumentos constantes dos juros pelo Fed, e a um aumento em particular nos rendimentos dos títulos de longo prazo do Tesouro norte-americano, que são uma alternativa importante e mais segura ao investimento em ações.

    O conselheiro econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, rapidamente disse que o Fed estava 'no alvo' em políticas que estavam respondendo a uma economia forte.

    O aumento das taxas de juros é 'um sinal de saúde econômica, algo que deve ser bem-vindo e não temido', disse Kudlow à rede de TV CNBC. 'O presidente não está ditando a política para o Fed ... Eles são independentes. Eles vão fazer o que vão fazer.'

    Outros presidentes dos EUA já criticaram o banco central, mas esta foi uma crítica incomum até mesmo para Trump. Desde o fechamento da sessão de quarta-feira de Wall Street, ele chamou o Fed de 'louco', 'maluco' e 'ridículo', e classificou os aumentos dos juros de 'agressivos demais' e 'um grande erro'. Os mercados acionários do EUA abriram em queda nesta quinta-feira.

    “O problema que tenho é com o Fed. O Fed está ficando louco. Quer dizer, eu não sei qual é o problema deles, mas eles estão aumentando as taxas de juros e isso é ridículo”, disse Trump na noite de quarta-feira. “O problema na minha opinião são os Treasuries e o Fed. O Fed está ficando louco e não há razão para fazer isso e não estou feliz com isso. ”

    Uma autoridade do Fed disse que o banco central não comentará as declarações do presidente.

    Líderes econômicos globais, incluindo o chefe do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, defenderam o Fed, observando que a independência da política monetária da influência de autoridades eleitas tornou-se um marco de governança econômica eficaz e ajuda a impedir que políticos usem dinheiro barato para seus próprios interesses.

    Nas reuniões do FMI em Bali, Lagarde disse que 'não associaria' o presidente do Fed, Jerome Powell, 'à loucura'.

    O Fed elevou as taxas de juros no mês passado, e espera-se que o faça novamente em dezembro. Autoridades do Fed, incluindo Powell, o presidente escolhido por Trump, disseram enfaticamente que não serão influenciados por comentários de autoridades eleitas e tomarão decisões com base em dados econômicos.

    Até agora, isso foi forte o suficiente para garantir aumentos constantes nas taxas, um sinal da perspectiva do Fed de que a economia se recuperou completamente da crise financeira de 2007 a 2009. Um pouco acima de 2 por cento, a taxa de juros de curto prazo do Fed permanece baixa pelos padrões históricos, e as condições financeiras ainda são consideradas frouxas e propícias ao crescimento econômico.

    O rendimento do título de 10 anos do Tesouro norte-americano subiu para cerca de 3,1 por cento, em comparação com cerca de 2,1 por cento no ano passado.

    As taxas de juros gradualmente crescentes, dizem as autoridades do Fed, buscam evitar um aumento rápido da inflação, enquanto permanecem baixas o suficiente para que a recuperação econômica e a forte geração do emprego continuem.

    CHINA

    O presidente norte-americano também afirmou que suas políticas econômicas e comerciais prejudicaram a economia da China e que ainda há muito mais que ele pode fazer.

    'Eu tenho muito mais o que fazer', disse Trump em entrevista ao programa da Fox News, acrescentando que as pessoas na China viveram bem demais por muito tempo.

    (Por Doina Chiacu e Susan Heavey)

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