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    Ex-advogado de Trump é condenado a 3 anos de prisão por infração de campanha

    Por Brendan Pierson e Nathan Layne

    NOVA YORK (Reuters) - Michael Cohen, ex-advogado pessoal do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado a três anos de prisão nesta quarta-feira devido ao seu papel nos pagamentos ilegais feitos a duas mulheres pelo seu silêncio para ajudar a campanha de Trump na eleição de 2016 e por mentir ao Congresso sobre o projeto de uma Trump Tower na Rússia.

    O juiz William Pauley, de Manhattan, condenou Cohen a 36 meses pelos pagamentos, que violaram a legislação de financiamento de campanha, e a dois meses pelas declarações falsas ao Congresso. As duas penas serão cumpridas simultaneamente. O juiz estabeleceu a data de 6 de março para uma a apresentação voluntária de Cohen para cumprir a pena.

    Cohen se declarou culpado da infração de financiamento da campanha em agosto e de fazer declarações falsas em novembro. Como parte de sua sentença, o juiz ordenou que ele pague uma multa de 500 mil dólares e uma penalidade de quase 1,4 milhão de dólares pelas violações da legislação de financiamento de campanha.

    O advogado de 52 anos entrou no tribunal nesta quarta-feira com a esposa, o filho e a filha em meio a uma multidão de fotógrafos e repórteres.

    A condenação foi o ponto final da reviravolta surpreendente de um advogado que disse certa vez que 'levaria um tiro' por Trump, mas que agora implicou o presidente diretamente em uma conduta criminosa. A pena de três anos foi uma redução modesta dos quatro a cinco anos recomendados por diretrizes federais, mas ainda assim sublinhou a gravidade das acusações.

    'Embora o senhor Cohen se comprometa a ajudar em investigações adicionais, isto não é algo que o tribunal possa considerar agora', disse o juiz Pauley.

    Procuradores federais de Nova York acusaram Cohen de pagar 130 mil dólares à atriz pornô Stormy Daniels e ajudar a conseguir um pagamento de 150 mil dólares para a ex-coelhinha da Playboy Karen McDougal antes da eleição de 2016 para que elas silenciassem sobre seus relacionamentos passados com Trump, que é casado e nega os casos.

    Os procuradores disseram que os pagamentos violam a legislação de financiamento de campanha. Cohen disse aos procuradores que os pagamentos foram feitos por ordem de Trump, implicando-o em uma possível violação de finanças de campanha.

    A lei federal estipula que contribuições de 'qualquer coisa de valor' a uma campanha devem ser informadas e limitadas a 2.700 dólares por pessoa.

    'Foi minha própria fraqueza e lealdade cega a este homem que me levaram a escolher um caminho de trevas ao invés de luz', disse Cohen ao juiz durante a leitura da sentença. 'Senti que era meu dever acobertar suas próprias sujeiras', acrescentou, referindo-se a Trump.

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    Trump diz que pode intervir em caso de prisão de executiva da Huawei

    Por Steve Holland e Jeff Mason e Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira que vai intervir junto ao Departamento de Justiça norte-americano, no caso contra uma executiva da chinesa Huawei Technologies, caso isso ajude a garantir um acordo comercial com Pequim.

    'Se eu acho que é bom para o país, se eu acho que é bom para o que será certamente o maior acordo comercial já feito - o que é uma coisa muito importante, o que é bom para a segurança nacional - eu certamente intervirei se achar necessário', disse Trump em entrevista à Reuters.

    Trump expressou otimismo de que poderá acertar um acordo comercial com o presidente da China, Xi Jinping, enquanto os dois países travam uma disputa que contribuiu para o recente declínio do mercado acionário dos EUA e levantou dúvidas sobre se a turbulência econômica poderá afetar o governo de Trump em 2019.

    A pedido de autoridades norte-americanas, a vice-presidente financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi presa no início do mês no Canadá sob a acusação de violar sanções dos EUA contra o Irã.

    A prisão aconteceu no mesmo dia em que Trump e Xi declararam durante a cúpula do G20 em Buenos Aires uma trégua de 90 dias na guerra comercial iniciada por Washington.

    Trump, que quer que a China abra seus mercados para mais produtos fabricados nos Estados Unidos e acabe com o que Washington chama de roubo de propriedade intelectual, disse que ainda não falou com Xi sobre a prisão da executiva da Huawei.

    Na esteira de seu encontro com Xi em Buenos Aires, Trump disse durante a entrevista que conversas comerciais com Pequim estavam em andamento por telefone, com mais prováveis reuniões entre autoridades norte-americanas e chinesas.

    Já preocupante, as relações entre os Estados Unidos e a China ficaram ainda mais complicadas com a prisão de Meng. Se extraditada para os Estados Unidos, Meng enfrentará acusações de conspiração para fraudar várias instituições financeiras, o que pode render condenações de vários anos de prisão.

    Um tribunal canadense na terça-feira definiu uma fiança para que Meng aguarde uma audiência de extradição fora da prisão.

    INTERVENÇÃO

    Durante a entrevista, Trump disse que Meng poderia ser libertada. 'Bem, é possível que muitas coisas diferentes aconteçam. Também é possível que seja parte das negociações (comerciais). Mas falaremos com o Departamento de Justiça, falaremos com a China, teremos muitas pessoas envolvidas', disse ele.

    Perguntado se gostaria de ver Meng extraditada para os EUA, Trump disse que queria primeiro ver o que os chineses pedem. Ele acrescentou, no entanto, que as alegações contra a Huawei são preocupantes.

    'Esse tem sido um grande problema que tivemos de tantas maneiras diferentes com empresas da China e de outros lugares', disse ele.

    Trump já interveio em nome de uma empresa chinesa antes. No começo do ano, ele revisou as multas aplicadas à empresa chinesa ZTE por mentir aos EUA depois que a empresa se declarou culpada de violar as sanções de Washington contra o Irã. Segundo Trump, a revisão ocorreu porque a fabricante da área de telecomunicações é uma grande compradora de componentes produzidos por fornecedores norte-americanos.

    (Por Steve Holland, Jeff Mason e Roberta Rampton)

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    EXCLUSIVO - Trump mantém apoio a príncipe herdeiro saudita apesar de apelos do Senado

    Por Steve Holland e Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira que continua apoiando o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, apesar da avaliação da CIA de que ele ordenou o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi e de apelos de senadores para que o presidente repreenda o governante de fato do reino.

    Trump se recusou a comentar se o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman foi cúmplice do assassinato, mas deu talvez sua demonstração mais explícita de apoio ao príncipe desde a morte de Khashoggi, quase dois meses atrás.

    'Ele é o líder da Arábia Saudita. Eles têm sido ótimos aliados', disse Trump em entrevista no Salão Oval da Casa Branca.

    Questionado pela Reuters se apoiar o reino significa apoiar o príncipe, conhecido como MbS, Trump respondeu: 'Bem, neste momento, certamente sim'.

    Alguns membros da família governante saudita estão se mobilizando para impedir que MbS se torne rei, disseram à Reuters fontes próximas à corte real, e acreditam que os Estados Unidos e Trump podem desempenhar um papel decisivo nesta questão.

    'Eu simplesmente não ouvi nada sobre isso', disse Trump. 'Honestamente, não posso comentar porque não ouvi nada sobre isso. Na verdade, se ouvi algo é que ele está muito estável no poder'.

    Embora Trump tenha repudiado o assassinato de Khashoggi, morador dos Estados Unidos e colunista do jornal Washington Post que muitas vezes criticava MbS, o presidente norte-americano deu o benefício da dúvida ao príncipe, com quem tem cultivado um relacionamento próximo.

    Na terça-feira Trump voltou a reiterar que o 'príncipe herdeiro nega veementemente' ter envolvimento com o crime que provocou revolta em todo o mundo.

    Trump tem sido fortemente criticado por colegas republicanos no Senado, especialmente depois que Gina Haspel, diretora da CIA, se reuniu com eles. No mês passado a CIA avaliou que MbS ordenou o assassinato, em uma conclusão que Trump classificou como 'muito prematura'.

    'Você tem que estar intencionalmente cego para não chegar à conclusão de que isto foi orquestrado e organizado por pessoas sob o comando de MbS', afirmou o senador republicano Lindsey Graham, aliado de Trump, na semana passada.

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    EXCLUSIVO-Trump diz que China está 'de volta ao mercado' por soja dos EUA

    Por Roberta Rampton e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira que a China está comprando uma 'enorme quantidade' de soja norte-americana e que negociações comerciais com Pequim já estão sendo feitas por telefone, acrescentando que são aguardadas mais reuniões entre autoridades dos dois países.

    Trump disse à Reuters em uma entrevista que o governo chinês está 'de volta ao mercado' para comprar soja dos EUA depois de uma trégua em 1º de dezembro na guerra comercial envolvendo Washington e Pequim.

    Operadores em Chicago, no entanto, disseram não ter visto nenhuma evidência de uma retomada de tais compras após a imposição de uma tarifa de 25 por cento sobre a soja dos EUA em julho.

    'Acabei de ouvir hoje que eles estão comprando enormes quantidades de soja. Eles estão começando, apenas começando agora', afirmou Trump na entrevista.

    Trump também disse acreditar que a China reduzirá em breve as tarifas dos automóveis norte-americanos para 15 por cento, em relação aos atuais 40 por cento.

    'Eu acho que eles estão querendo fazer isso imediatamente, muito rapidamente', disse.

    Um funcionário do governo Trump disse à Reuters que o plano da China para cortar as tarifas de automóveis foi esboçado em um telefonema entre o vice-premiê chinês, Liu He, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin.

    VENDAS DA SOJA ATENDIDAS

    Os dados do governo dos EUA não mostram nenhuma venda de soja para a China desde julho, quando Pequim impôs tarifas sobre o fornecimento de oleaginosas dos EUA em retaliação aos impostos dos EUA sobre produtos chineses.

    Traders vêm observando atentamente por sinais de confirmação de uma retomada das compras chinesas de soja dos EUA, particularmente depois que Trump tuitou na manhã de terça-feira que 'conversas muito produtivas' estavam acontecendo com a China. 'Preste atenção em alguns anúncios importantes!', acrescentou.

    Os futuros de soja na Bolsa de Chicago avançaram na terça-feira, com a esperança de que novos acordos fossem assinados em breve, mas não havia sinais de aumento de atividade nos mercados à vista, disseram operadores.

    As normas do Departamento de Agricultura dos EUA exigem que os exportadores relatem imediatamente as vendas de 100 mil toneladas ou mais de uma commodity em um único dia.

    No ano passado, a China comprou cerca de 60 por cento das exportações de soja dos EUA em transações avaliadas em mais de 12 bilhões de dólares. Com as exportações perdidas, os preços da soja caíram para o menor patamar em uma década, sobrecarregando os fazendeiros norte-americanos, um importante eleitorado dos Trump.

    Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, pediram uma trégua temporária em sua guerra comercial em 1º de dezembro. Trump concordou em adiar por 90 dias o aumento previsto para 1º de janeiro nas tarifas sobre produtos chineses enquanto os dois lados negociam o aumento das compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA, entre outros pontos.

    Trump disse na terça-feira que essas negociações já estavam acontecendo por telefone.

    'Provavelmente teremos outra reunião. E talvez uma reunião das principais pessoas de ambos os lados', disse Trump. 'Se for necessário, vou ter outra reunião com o presidente Xi, de quem gosto muito e com quem me dou muito bem.'

    Trump não ofereceu nenhum cronograma para novas reuniões face a face entre autoridades americanas e chinesas.

    Ele disse que esperaria para aumentar as tarifas sobre produtos chineses para 25 por cento, de 10 por cento, até que se torne evidente se os Estados Unidos e a China podem fazer um acordo.

    (Reportagem adicional de Tom Polansek e Michael Hirtzer, em Chicago)

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    EXCLUSIVO-Trump diz que Fed não deveria elevar juros, mas chama Powell de 'bom homem'

    Por Roberta Rampton e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira que será um erro se o Federal Reserve elevar a taxa de juros quando se reunir na próxima semana, como esperado, dando continuidade às críticas ao banco central dos Estados Unidos.

    'Acho que seria insensato, mas o que posso dizer', disse Trump à Reuters em entrevista.

    Trump afirmou que precisa da flexibilidade de taxa de juros mais baixa para sustentar a economia dos EUA em meio à batalha comercial conta a China, e potencialmente contra outros países.

    'É preciso entender, estamos disputando algumas batalhas e estamos vencendo. Mas preciso de expansão também', disse ele.

    Trump escolheu Jerome Powell como chairman do Fed, mas tem se oposto repetidamente a ele desde que Powell assumiu o comando do banco central norte-americano em fevereiro. Em agosto, Trump disse à Reuters que não estava 'animado' com as altas de juros promovidas por Powell.[nL2N1VB1DG]

    Trump adotou um posicionamento mais conciliatório em seus comentários sobre Powell nesta terça-feira, mas ainda criticou as políticas de seu escolhido para o cargo de maior poder do Fed.

    'Acho que ele é um bom homem. Acho que ele está tentando fazer o que acha melhor. Eu discordo dele', disse Trump. 'Acho que ele está sendo muito agressivo, na verdade, agressivo até demais'.

    Quando questionado sobre se ele está preocupado que possa haver uma recessão quando estiver concorrendo à reeleição em 2020, Trump apontou que outros fatores no mundo podem afetar a economia, incluindo os planos britânicos de deixar a União Europeia, conhecidos como Brexit, e a instabilidade na França.

    'Bem, você tem problemas no mundo, como o Brexit, como a França - um grande problema na França. É chocante ver o que está acontecendo em Paris', disse Trump, fazendo referência aos protestos contra o governo e seu colega francês, Emmanuel Macron.

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    Trump indicará porta-voz do Departamento de Estado como nova embaixadora na ONU, dizem fontes

    Por Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicará a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert, como embaixadora na Organização das Nações Unidas (ONU), disseram duas fontes da Casa Branca na quinta-feira, escolhendo uma pessoa sem experiência política para lidar com alguns dos temas mais espinhosos do mundo.

    O anúncio da decisão é esperado para esta sexta-feira, disseram os funcionários, pedindo anonimato.

    Heather, cuja nomeação exigiria a confirmação do Senado, é ex-correspondente e âncora do canal Fox News. Ela se tornou porta-voz do Departamento de Estado em abril de 2017 e no início deste ano foi escolhida como subsecretária interina para diplomacia pública e assuntos públicos.

    Se confirmada, Heather, de 48 anos, sucederá Nikki Haley, que em outubro comunicou que deixaria o cargo na ONU no final do ano.

    O Departamento de Estado não quis comentar, e Heather não respondeu de imediato a pedidos de comentário.

    Heather, que no início deste ano foi considerada uma possível sucessora da porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, ganhou experiência na diplomacia trabalhando no Departamento de Estado, mas carece das credenciais políticas de Nikki, que é ex-governadora da Carolina do Sul.

    No entanto, contar com o apoio direto do presidente e do secretário de Estado, Mike Pompeo, pode fortalecer sua imagem entre os diplomatas globais na ONU, que repudiaram a política externa 'América Primeiro' de Trump.

    Ela enfrentará uma variedade de desafios se assumir o posto, entre eles defender os esforços dos EUA para conter a influência do Irã no Oriente Médio e fazer com que a entidade global mantenha a Coreia do Norte sujeita a sanções rígidas enquanto Washington tenta negociar o fim dos programas nuclear e de mísseis de Pyongyang.

    Trump já expressou ressalvas à ONU, queixando-se de seu custo para Washington e criticando-a por se concentrar na burocracia e em processos, ao invés de resultados.

    Ele retirou os EUA do organismo de direitos humanos da entidade em setembro, citando um preconceito contra Israel. Seu governo cortou o financiamento da agência de refugiados da ONU, e no ano passado propôs cortes de fundos norte-americanos na assistência e na diplomacia que poderiam limitar o trabalho da entidade global.

    (Reportagem adicional de Makini Brice, David Alexander e Arshad Mohammed)

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    Trump diz que Arizona receberá enorme onda de imigrantes

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira, sem apresentar provas, que o Estado do Arizona 'está se preparando para um aumento enorme' de imigrantes ao longo da fronteira que não tem cerca de proteção, reiterando seu apelo para que os democratas apoiem o financiamento do muro que propôs erguer na divisa.

    'O Arizona, juntamente com nossos militares e a patrulha de fronteira, está se preparando para um surto enorme em uma área sem muro. Não os deixaremos passar', escreveu Trump no Twitter, parecendo manter a pressão para os parlamentares aprovarem uma legislação para manter o governo em funcionamento até 30 de setembro do ano que vem.

    Representantes da Casa Branca, do Departamento de Segurança Interna e do Pentágono não responderam de imediato a pedidos de comentário. Não ficou claro se Trump tinha um grupo específico de imigrantes em mente.

    Na quarta-feira a agência de Alfândega e Proteção de Fronteira dos EUA disse que os agentes de fronteira do Arizona apreenderam dois grupos de famílias de Honduras e da Guatemala, um total de 124 imigrantes que havia cruzado para o território norte-americano.

    O Congresso aprovou um projeto de lei de gastos provisórios de uma quinzena na quinta-feira, mas os parlamentares ainda precisam acertar uma medida de financiamento de longo prazo para subsidiar agências do governo até o final do ano fiscal, em setembro.

    Trump, que fez da construção do muro um fundamento de sua presidência, exigiu 5 bilhões de dólares do Congresso neste ano para a divisa e ameaçou paralisar o governo se os parlamentares não consentirem.

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    Falta de cordialidade entre Trump e ex-presidentes marca funeral de George H. W. Bush

    Por Jeff Mason e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - Apertos de mão incômodos, braços cruzados e um olhar fixo para frente.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se juntou ao grupo de ex-presidentes vivos dos país para homenagear, na quarta-feira, a vida do ex-presidente George H. W. Bush, mas, em uma cerimônia marcada por fortes emoções, a cordialidade entre o atual e os ex-ocupantes da Casa Branca estava claramente ausente.

    Trump cumprimentou de maneira incômoda seu antecessor, Barack Obama, e a ex-primeira-dama Michelle Obama, enquanto ocupava seu lugar na primeira fila da cerimônia, realizada na Catedral Nacional de Washington.

    Ele não cumprimentou o ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, que estavam sentados ao lado dos Obamas. Hillary, que perdeu a eleição de 2016 para Trump, acenou com a cabeça, mas não sorriu, à medida que o ex-empresário e sua mulher, Melania, se juntaram ao grupo que também incluía o ex-presidente Jimmy Carter e sua mulher, Rosalynn.

    Trump, em seguida, ficou sentado durante toda a cerimônia, muitas vezes com os braços cruzados e os olhos fixados à frente.

    O fato de ele ter comparecido ao evento, entretanto, e de ter sido bem recebido pela família Bush, com quem já teve discussões, forneceu um vislumbre de civilidade política e bipartidária que muitos sentem estar ausente desde que Trump assumiu o cargo em janeiro de 2017.

    O presidente não compareceu a uma cerimônia de escala semelhante realizada na catedral para o senador republicano John McCain, que morreu também neste ano, e precisou ser convencido a deixar a bandeira norte-americana a meio-mastro na Casa Branca.

    O comportamento de Trump foi contrastado pelo os dos ex-presidentes presentes. Os Clintons conversaram amigavelmente com os Obamas antes do atual presidente chegar. As duas ex-primeiras-damas deram um longo abraço quando se encontraram e apertaram as mãos ao se despedir no final da cerimônia.

    George W. Bush também apertou as mãos de todos os presidentes e suas mulheres, sentados na primeira fileira da cerimônia.

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    Procurador diz que ex-assessor de Trump colaborou em inquérito sobre possível elo com a Rússia

    Por Sarah N. Lynch e Nathan Layne

    WASHINGTON/NOVA YORK (Reuters) - O procurador especial Robert Mueller disse na terça-feira que Michael Flynn, ex-conselheiro de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ofereceu uma cooperação 'substancial' ao inquérito sobre um possível conluio entre a campanha de Trump e a Rússia.

    O escritório de Mueller disse em um documento legal que Flynn colaborou com a investigação 'a respeito de elos ou coordenação entre o governo russo e indivíduos associados à campanha de Trump'.

    Flynn também forneceu 'informações em primeira mão sobre o conteúdo e o contexto de interações entre a equipe de transição e autoridades do governo russo', segundo o documento.

    Citando 19 depoimentos de Flynn aos procuradores federais, o escritório de Mueller pediu a um juiz federal para não condená-lo à prisão.

    Procuradores disseram que Flynn também ofereceu ajuda para outras investigações criminais, mas que estes detalhes foram editados para manter informações sobre casos em andamento em segredo.

    David Weinstein, um ex-procurador federal, disse que os trechos editados provavelmente apontam para acusações iminentes contra outros na órbita de Trump e provocaram dúvidas sobre os rumores de que Mueller está quase encerrando seu inquérito.

    'Deve ter relação com outras pessoas que ele acredita estarem envolvidas na conspiração ou conluio geral que ele está encarregado de investigar', disse Weinstein. 'Se ele estivesse quase terminando não haveria virtualmente nada sendo editado'.

    Flynn, que ocupou o cargo na Casa Branca só durante 24 dias, se declarou culpado em dezembro de 2017 de ter mentido ao FBI sobre seus contatos com a Rússia. Ele receberá uma pena do Tribunal do Distrito de Columbia no dia 18 de dezembro.

    Até o momento ele é a única pessoal com passagem pelo governo Trump a assumir a culpa de um crime revelado pela investigação abrangente de Mueller sobre as tentativas russas de influenciar a eleição norte-americana de 2016 e um possível conluio de assessores de Trump.

    O inquérito de Mueller, que pode ameaçar a presidência Trump, já implicou 32 indivíduos e três empresas russas. Ele deve emitir um relatório sobre suas conclusões possivelmente em algum momento do ano que vem.(Reportagem adicional de Makini Brice)

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    Trump: se não for possível nenhum acordo comercial com China, 'eu sou um homem tarifa'

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta terça-feira que se um acordo comercial com a China for possível, ele será feito, mas que se ambos os lados não resolverem as disputas, ele recorrerá a tarifas.

    Trump disse que sua equipe de assessores comerciais sob o comando do negociador-chefe com a China, o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, determinará se um 'real acordo' com a China é possível.

    'Se for, faremos ele', disse Trump no Twitter. 'Mas se não for, lembre-se, eu sou um homem tarifa.'

    O presidente republicano disse que não se oporia a uma prorrogação da trégua de 90 dias que ele e o presidente chinês, Xi Jinping, concordaram no fim de semana e que congelará tarifas enquanto um acordo mais amplo é negociado.

    'As negociações com a China já começaram. A menos que sejam prorrogadas, elas terminarão 90 dias a partir da data de nosso maravilhoso e caloroso jantar com o presidente Xi na Argentina', disse Trump no Twitter.

    Os dois líderes concordaram no fim de semana a um cessar fogo na guerra comercial que, através de tarifas, levou à interrupção de um fluxo de centenas de bilhões de dólares em bens entre as duas maiores economias do mundo.

    Trump e Xi disseram que vão segurar a imposição de novas tarifas por 90 dias a partir de 1º de dezembro, enquanto buscam uma solução para a disputa comercial.

    O líder dos EUA disse que a China deve começar a comprar produtos agrícolas imediatamente e cortar suas tarifas de 40 por cento sobre importações de carros dos EUA.

    O assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse nesta terça-feira que uma redução nas tarifas chinesas sobre carros e commodities agrícolas e energéticas dos EUA será um 'teste decisivo' para ver se as negociações comerciais EUA-China estão no caminho do sucesso.

    Os EUA também esperam que a China tome ação imediata para tratar de roubo de propriedade intelectual e transferências forçadas de tecnologia, afirmaram autoridades dos EUA.

    'De novo, isso será um acordo real de novo e não que possamos alcançar tudo em 90 dias, mas esperamos ter muito progresso e o presidente Trump estará diretamente envolvido', disse o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, à Fox Business Network nesta terça-feira.

    Há muito tempo Trump acusa a China de práticas comerciais injustas que prejudicam norte-americanos e a economia dos EUA.

    'Quando pessoas ou países entram para roubar a grande riqueza da nossa nação, eu quero que elas paguem pelo privilégio de fazer isso. Sempre será o melhor jeito de maximizar nosso poder econômico', disse ele nesta terça-feira.

    A indicação do representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, para comandar as negociações em vez do secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, coloca no comando um dos mais críticos à China dentro do governo. Trump disse pelo Twitter que Lighthizer trabalhará junto de Mnuchin, Kudlow e do assessor comercial Peter Navarro.

    (Reportagem de Doina Chiacu)

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