alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE trump

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump faz apelo para que militares da Venezuela abandonem Maduro ou “perderão tudo”

    Trump faz apelo para que militares da Venezuela abandonem Maduro ou “perderão tudo”

    Por Steve Holland

    MIAMI (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump advertiu os militares da Venezuela que permanecem fiéis ao presidente socialista Nicolás Maduro de que eles estão arriscando seu futuro e suas vidas, fazendo um apelo para que autorizem a entrada de auxílio humanitário no país.

    Falando a uma multidão animada composta majoritariamente por imigrantes venezuelanos e cubanos em Miami, Trump disse que se os militares venezuelanos continuarem apoiando Maduro, “vocês não encontrarão nenhum porto seguro, nenhuma saída fácil e nenhuma forma de sair. Vocês perderão tudo”.

    Trump ofereceu forte apoio ao líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, que Estados Unidos, Brasil e muitos outros países ocidentais têm reconhecido como presidente interino do país.

    Mas Maduro, reeleito no ano passado em uma eleição considerada uma farsa por críticos, têm o apoio da Rússia e da China e o controle das instituições estatais venezuelanas, incluindo os serviços de segurança.

    Trump advertiu as Forças Armadas da Venezuela a não ferir Guaidó ou outros políticos da oposição, pediu que elas aceitem a oferta de anistia do líder da Assembleia Nacional e exigiu que permitam a entrada de alimentos, medicamentos e outros auxílios no país.

    Os Estados Unidos enviaram toneladas de auxílio humanitário que está sendo armazenado na fronteira da Colômbia com a Venezuela, mas Maduro tem se recusado a permitir a entrada dos suprimentos.

    Guaidó, que invocou artigos da Constituição no mês passado para se autodeclarar presidente, tem dito que o auxílio entrará na Venezuela no sábado. Ele não forneceu detalhes sobre como isso acontecerá.

    Maduro chama o auxílio de um show orquestrado pelos Estados Unidos e nega a existência de uma crise, apesar do escasso acesso a alimentos e medicamentos sofrido por muitos venezuelanos.

    “Nós buscamos uma transição pacífica de poder, mas todas as opções estão em aberto”, disse Trump. O comentário é uma nova referência à repetida insistência de Trump de que opções militares permanecem sobre a mesa, embora a maior parte dos especialistas latino-americanos acredite que tal ação é improvável.

    Os Estados Unidos têm tido comunicações diretas com militares venezuelanos, pedindo que eles abandonem Maduro, disse à Reuters uma graduada autoridade da Casa Branca neste mês, e assessores de Trump têm abertamente previsto maiores deserções.

    Entretanto, até agora, poucos militares têm se voltado contra Maduro.

    0

    0

    6

    2 H

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump sancionará projeto sobre fronteira e vai declarar emergência em busca de recursos para muro

    Trump sancionará projeto sobre fronteira e vai declarar emergência em busca de recursos para muro

    Por Richard Cowan e Steve Holland

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai sancionar um projeto de lei sobre segurança de fronteira para evitar uma nova paralisação do governo norte-americano, mas também vai declarar uma emergência nacional para tentar obter recursos para seu prometido muro entre o país e o México, disse a porta-voz da Casa Branca nesta quinta-feira.

    Em uma tentativa de contornar o Congresso para conseguir o financiamento que parlamentares têm, até agora, se recusado a fornecer para seu muro de fronteira, Trump parece a caminho de desencadear contestações legais pelos democratas com base na Constituição.

    A principal democrata do Congresso imediatamente criticou a decisão do presidente. Questionada por repórteres se iria recorrer legalmente à declaração de emergência, a presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, disse, 'Eu posso, essa é uma opção.'

    “O presidente Trump vai sancionar o projeto de lei que financia o governo e, como ele já declarou antes, também tomará outras ações executivas --incluindo uma emergência nacional-- para garantir que acabemos com a crise humanitária e de segurança na fronteira”, disse a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders.

    “O presidente está, mais uma vez, cumprindo sua promessa de construir o muro, proteger a fronteira e garantir a segurança do nosso grande país”, disse a porta-voz.

    A legislação orçamentária bipartidária que deve chegar em breve à mesa de Trump após passar por votações no Senado, controlado por republicanos, e na Câmara dos Deputados, controlada por democratas, prevê mais de 300 bilhões de dólares para financiar o Departamento de Segurança Interna e uma gama de outras agências até 30 de setembro, quando termina o atual ano fiscal.

    O financiamento dessas agências deve expirar na sexta-feira, o que desencadearia uma nova paralisação parcial do governo federal na manhã de sábado, se Trump e o Congresso não agirem rápido.

    Uma fonte com conhecimento da situação disse que a Casa Branca identificou 2,7 bilhões de dólares anteriormente fornecidos pelo Congresso que poderiam ser redirecionados para financiar o muro de fronteira como parte da emergência nacional.

    A fonte disse que advogados da Casa Branca examinaram os números e acreditam que eles sobreviveriam a recursos legais. De acordo com a Constituição norte-americana, o Congresso toma as grandes decisões sobre como gastar o dinheiro dos contribuintes.

    O governo Trump tem sugerido que pode usar os poderes da emergência nacional para redirecionar recursos já destinados pelo Congresso a outros fins para pagar pelo muro.

    Pelosi acusou Trump de contornar o Congresso e a separação de poderes prevista na Constituição que dá ao Congresso, e não ao presidente, a autoridade de definir os gastos federais e de declarar guerras.

    “Não é uma emergência, o que está acontecendo na fronteira. É um desafio humanitário para nós”, disse Pelosi.

    “Se o presidente pode declarar uma emergência com base em algo que criou como uma emergência --uma ilusão que quer transmitir-- apenas pensem no que um presidente com valores diferentes pode apresentar ao povo norte-americano”, acrescentou, se referindo à violência armada nos Estados Unidos como uma emergência nacional.

    0

    0

    10

    4 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que não decidiu sobre acordo para evitar outra paralisação do governo dos EUA

    Trump diz que não decidiu sobre acordo para evitar outra paralisação do governo dos EUA

    Por Susan Cornwell e Richard Cowan

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira que ainda não decidiu se apoiará um acordo alcançado pelos negociadores do Congresso para evitar outra paralisação parcial do governo que não inclua fundos para o prometido muro da fronteira EUA-México.

    'Eu tenho que estudá-lo. Eu não estou feliz com isso', disse Trump a jornalistas na Casa Branca sobre o acordo de financiamento que precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados, controlada por democratas, e pelo Senado, controlado pelos republicanos, e assinado por ele.

    Ele disse que outra paralisação parcial do governo parecia improvável.

    Parlamentares democratas e republicanos elaboraram na noite de segunda-feira um acordo sobre provisões de segurança de fronteira e dinheiro para manter várias agências governamentais, incluindo o Departamento de Segurança Interna e o Departamento de Justiça , financiadas até 30 de setembro, o final do atual ano fiscal federal . O financiamento temporário de cerca de um quarto do governo deve expirar na sexta-feira.

    Os republicanos do Congresso mostraram pouco apetite para uma nova paralisação depois de receber críticas pesadas sobre a anterior. Os comentários do líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, no plenário sobre a tentativa de acordo alcançada na noite de segunda-feira deixaram pouca dúvida de que o principal republicano no Congresso quer que Trump o apoie.

    O mais importante democrata do Senado, Chuck Schumer, foi mais direto, dizendo: 'peço insistentemente ao presidente que assine isso'.

    O presidente republicano provocou a paralisação parcial de 35 dias do governo - a mais longa da história dos EUA - com sua demanda, em dezembro, para que o Congresso lhe desse 5,7 bilhões de dólares para ajudar a construir o muro fronteiriço, ao qual os democratas se opõem.

    (Reportagem adicional de Doina Chiacu e Steve Holland em Washington e Roberta Rampton em El Paso, Texas)

    0

    0

    19

    6 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump indica funcionário do Tesouro dos EUA para comandar Banco Mundial

    Trump indica funcionário do Tesouro dos EUA para comandar Banco Mundial

    Por David Lawder

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o Banco Mundial deve ser comandado pelo funcionário do Tesouro norte-americano David Malpass, nome leal ao presidente norte-americano e crítico de instituições multilaterais que prometeu promover reformas 'pró-crescimento' na instituição global.

    A indicação de Malpass, principal diplomata do Tesouro dos EUA, por Trump deverá ser votada pelo conselho executivo do Banco Mundial e pode gerar contestações dos 188 países acionistas da instituição.

    Os Estados Unidos, principal acionista do banco com 16 por cento do poder de voto, tradicionalmente escolhe o presidente do banco, mas o comandante da instituição que está deixando o posto, Jim Yong Kim, enfrentou concorrentes da Colômbia e da Nigéria em 2012.

    A indicação de Malpass sinaliza que o governo Trump quer maior controle sobre o Banco Mundial.

    'Ele lutou para garantir que o financiamento esteja concentrado em lugares e projetos que realmente precisam de ajuda, incluindo pessoas vivendo na extrema pobreza', disse Trump ao anunciar sua escolha na Casa Branca ao lado de Malpass.

    Atualmente subsecretário do Tesouro para assuntos internacionais, Malpass criticou o Banco Mundial e outras instituições multilaterais por terem ficado maiores, mais 'intrusivas' e 'entricheiradas'. Ele também critica o banco por continuar emprestando à China, país que ele vê como muito rico para receber tal ajuda.

    0

    0

    11

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia De branco, deputadas democratas protestam durante discurso de Trump no Congresso

    De branco, deputadas democratas protestam durante discurso de Trump no Congresso

    Por Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O discurso do Estado da União do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de terça-feira, foi anunciado como uma tentativa de unificar o país, mas ele não contava com as mulheres de branco.

    Deputadas democratas da Câmara dos EUA, muitas delas vestidas elegantemente de branco para comemorar os 100 anos da conquista do direito ao voto feminino, projetaram uma imagem serena de descontentamento durante o discurso de Trump, deixando claro que não aceitam a ideia de união do presidente.

    A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, a democrata mais poderosa do país, se sentou atrás de Trump na tribuna vestindo um terninho branco. Ela balançou a cabeça ou fez ares de desaprovação quando ele desafiou seus correligionários ou pintou um quadro sombrio de imigrantes ilegais invadindo a América.

    A deputada Alexandria Ocasio-Cortez, estrela das redes sociais, olhou para o chão ou para os lados quando Trump fez comentários que ela considerou ofensivos, e fulminou com olhares os colegas que se ergueram para aplaudir.

    Depois o presidente falou sobre as mulheres na força de trabalho, e a dinâmica mudou -- por um breve momento.

    Quando ele louvou o número crescente de mulheres que estão encontrando emprego, as parlamentares de branco se levantaram e aplaudiram, aparentemente a si mesmas, por ocuparem muitos das vagas em aberto no Congresso nas eleições parlamentares de novembro.

    'Vocês não deveriam fazer isso', disse Trump com um sorriso, apontando para elas e provocando riso.

    Dizendo-lhes para não se sentarem ainda porque havia mais boas notícias pela frente, Trump reconheceu o número recorde de mulheres servindo no Capitólio.

    Elas aplaudiram mais um pouco e gritaram 'USA, USA!', acompanhadas por republicanos.

    Foi um momento raro em um pronunciamento logo, que de resto provocou reações variadas da plateia, dividida entre republicanos de um lado e democratas de outro -- um reflexo da profunda divisão partidária que caracterizou o país antes e depois da vitória eleitoral de Trump em 2016.

    Quando Trump disse que os EUA estariam em guerra com a Coreia do Norte se ele não tivesse sido eleito, os democratas resmungaram, e quando declarou que o Estado da União está 'forte', discordaram, e a maioria ficou sentada.

    3

    0

    25

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump pede ao Congresso dos EUA que proíba aborto no final da gestação

    Trump pede ao Congresso dos EUA que proíba aborto no final da gestação

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu restrições ao aborto no final da gestação em seu discurso do Estado da União, na noite de terça-feira, citando controvérsias sobre a questão nos Estados de Nova York e da Virgínia.

    Com uma linguagem emotiva, Trump se envolveu em um tema que divide a política norte-americana há tempos, apesar de o procedimento ter sido legalizado por um veredicto da Suprema Corte mais de 40 anos atrás.

    'Para defender a dignidade de todas as pessoas, estou pedindo ao Congresso para aprovar uma legislação para proibir o aborto no final da gestação de crianças que podem sentir dor no útero da mãe', disse Trump.

    'Vamos trabalhar juntos para criar uma cultura que preza vidas inocentes. Vamos reafirmar uma verdade fundamental: todas as crianças --nascidas e não nascidas-- são feitas à imagem sagrada de Deus'.

    Saber se um feto sente dor ou não é uma questão que foi abordada nos últimos anos com frequência por críticos do aborto, que pressionam por mais restrições em legislaturas estaduais. Não existe consenso médico sobre o tema.

    Graças ao ingresso do juiz Brett Kavanaugh, escolhido por Trump, na Suprema Corte no ano passado, os conservadores têm uma maioria de 5 a 4 no maior tribunal da nação, e por isso os defensores do direito ao aborto temem que o veredicto do caso 'Roe versus Wade', de 1973, seja enfraquecido ou revertido.

    Atualmente as leis sobre o aborto no final da gestação variam de Estado para Estado.

    Trump criticou uma lei de Nova York aprovada no mês passado que concede grandes proteções ao direito ao aborto, inclusive o aborto no final da gestação quando a saúde da mãe está em perigo.

    Em seu discurso, ele disse que os parlamentares do Estado 'vibraram de alegria' com a lei, 'que permitirá que um bebê seja arrancado do útero da mãe momentos antes do nascimento'.

    O presidente republicano também embarcou em uma polêmica implicando o governador da Virgínia, Ralph Northam, repetindo as acusações de seus correligionários de que o democrata Northam postulou o infanticídio ao defender um projeto de lei que teria anulado restrições ao aborto no final da gestação.

    Northam disse que seus comentários foram mal interpretados. 'Extrapolar em outro sentido é má fé', disse sua porta-voz, Ofirah Yheskel, na semana passada.

    O governador ainda enfrenta outra polêmica a respeito de uma foto racista em um livro de registro de alunos de medicina de 1984, mas rejeitou os pedidos para que renuncie.

    (Por Makini Brice e Doina Chiacu)

    0

    1

    21

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump promete construir muro na fronteira e alerta democratas contra investigações

    Trump promete construir muro na fronteira e alerta democratas contra investigações

    Por Steve Holland e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu em seu discurso de Estado da União, na noite de terça-feira, construir um muro na fronteira que é motivo de profunda divisão na política dos EUA, e disse que tentativas da oposição democrata de realizar 'ridículas investigações partidárias' podem prejudicar a economia norte-americana.

    Trump falou em uma sessão conjunta do Congresso, que enfrenta discórdia política devido às exigências do presidente para que os democratas terminem com sua oposição ao financiamento para um muro na fronteira dos EUA com o México, que ele diz ser necessário para conter a imigração ilegal e o tráfico de drogas.

    Durante seu discurso de 82 minutos, Trump delineou suas prioridades políticas, sem fornecer detalhes específicos.

    Trump chamou a imigração ilegal de 'uma crise nacional urgente', mas não chegou a declarar uma emergência na fronteira que permitiria que ele contornasse o Congresso em busca de fundos para erguer o muro. Em vez disso, ele pediu que os democratas e os republicanos encontrem um acordo até o prazo final de 15 de fevereiro.

    'No passado, a maioria das pessoas nesta sala votou por um muro, mas o muro apropriado nunca foi construído. Eu o construirei', disse Trump no plenário da Câmara dos Deputados, com sua principal adversária democrata, a nova presidente da Câmara, Nancy Pelosi, o observando.

    Os democratas consideram o muro um desperdício de dinheiro e uma medida ineficaz.

    Trump também alertou, sem oferecer evidências, que os esforços dos democratas para investigarem seu governo, assim como o possível envolvimento dos EUA em guerras no exterior, podem colocar em risco a economia dos EUA.

    'Um milagre econômico está ocorrendo nos Estados Unidos e a única coisa que pode impedi-lo são guerras insensatas, políticas ou investigações partidárias ridículas', disse.

    A declaração foi dada no momento em que os democratas que agora controlam a Câmara planejam uma série de investigações sobre o governo Trump e as finanças pessoais do presidente, ao mesmo tempo em que o procurador especial Robert Mueller investiga o envolvimento russo nas eleições presidenciais de 2016 e o possível conluio entre a campanha de Trump e Moscou.

    A Rússia nega qualquer envolvimento e Trump afirma que não houve conluio.

    0

    0

    15

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump indicará nome do Tesouro como candidato ao comando do Banco Mundial, dizem fontes

    Trump indicará nome do Tesouro como candidato ao comando do Banco Mundial, dizem fontes

    Por David Lawder

    WASHINGTON (Reuters) - O governo dos Estados Unidos noticiou os membros do Banco Mundial que o presidente Donald Trump pretende escolher David Malpass, autoridade de alto escalão do Departamento do Tesouro, como candidato ao comando do banco, disseram pessoas a par da decisão na segunda-feira.

    Com a indicação de Malpass, Trump encaminharia um servidor leal e um cético das instituições multilaterais à presidência do Banco Mundial, que destinou quase 64 bilhões de dólares a nações em desenvolvimento no período anual encerrado em 30 de junho de 2018.

    O site Politico, o primeiro a noticiar a decisão de Trump, disse que a escolha será anunciada na quarta-feira, citando funcionários de governo não identificados.

    Porta-vozes da Casa Branca e do Tesouro dos EUA não quiseram comentar.

    Uma fonte diplomática disse que o governo Trump notificou várias capitais europeias sobre a indicação de Malpass, acrescentando que os membros europeus do banco dificilmente a vetarão.

    Mesmo assim, Malpass, ou qualquer outro indicado dos EUA, precisaria da aprovação do comitê executivo de 12 integrantes do Banco Mundial. Embora Washington predomine por deter 16 por cento dos votos do comitê e tradicionalmente escolher o líder da entidade, desafiantes podem emergir.

    Se aprovado, Malpass, que na posição de subsecretário de Relações Exteriores é o diplomata mais graduado do Tesouro, substituirá o físico e ex-reitor universitário Jim Yong Kim.

    Kim, indicado pela primeira vez pelo ex-presidente norte-americano Barack Obama em 2012, renunciou em 10 de fevereiro para assumir um cargo no fundo de private equity Global Infrastructure Partners mais de três anos antes do final de seu mandato devido a diferenças com a gestão Trump a respeito da mudança climática e de recursos para o desenvolvimento.

    0

    0

    11

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que irá se reunir com presidente chinês para tentar fechar acordo comercial

    Trump diz que irá se reunir com presidente chinês para tentar fechar acordo comercial

    Por Jeff Mason e David Lawder

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira que irá se reunir em breve com o presidente da China, Xi Jinping, para tentar firmar um abrangente acordo comercial, à medida que o principal negociador de comércio dos EUA relatou “progresso substancial” em dois dias de negociações de alto escalão.

    Em pronunciamento na Casa Branca durante reunião com o vice-premiê da China, Liu He, Trump disse estar otimista de que as duas maiores economias do mundo podem alcançar “o maior acordo já feito”.

    Nenhum plano específico para uma reunião com Xi foi anunciado, mas o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, e o secretário do Tesouro,  Steven Mnuchin, liderarão um time de negociação dos EUA que irá a Pequim no início de fevereiro.

    Delegações chinesas e norte-americanas realizaram o segundo de dois dias de negociações na capital dos EUA.

    “Acho que nós fizemos um progresso tremendo. Isso não quer dizer que vocês vão ter um acordo”, acrescentou Trump, citando “um tremendo relacionamento e um sentimento caloroso”.

    Lighthizer disse que há muito trabalho a ser feito para chegar a um acordo, mas citou um “progresso substancial” alcançado nas conversas que focaram em questões como a proteção da propriedade intelectual norte-americana,

    transferências forçadas de tecnologia, agricultura e “aplicação da lei, aplicação da lei, aplicação da lei”.

    “Nesse momento, é impossível para mim predizer o sucesso. Mas, estamos em um ponto em que se as coisas derem certo, pode acontecer”, acrescentou Lighthizer.

    Trump disse que não acha que será necessário prorrogar o prazo de 1º de março, quando tarifas norte-americanas sobre bens chineses podem ser elevadas se um acordo não for firmado.

    “Eu acho que quando o presidente Xi e eu nos encontrarmos, todos os pontos serão acertados”, acrescentou Trump.

    O presidente norte-americano tem ameaçado elevar as tarifas impostas sobre 200 bilhões de bens chineses de 10 por cento para 25 por cento no dia 2 de março se um acordo não for alcançado, além de impor novas tarifas sobre o restante dos produtos chineses exportados para os Estados Unidos.

    “Isso não vai ser um acordo pequeno com a China. Isso vai ser um acordo muito grande, ou vai ser um acordo que nós simplesmente vamos adiar um pouco”, disse Trump, que tem se envolvido em uma série de disputas com diversos parceiros comerciais desde que assumiu a Presidência em 2017.

    0

    0

    22

    2 S

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. trump

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.