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    Irã pede a Trump que trate país com respeito e sem ameaças de guerra

    LONDRES (Reuters) - O Irã cobrou os Estados Unidos, nesta segunda-feira, a se dirigirem à República Islâmica com respeito, e não com ameaças de guerra, um dia depois de o presidente Donald Trump despertar o temor de um possível conflito entre EUA e Irã.

    Como sinal de um confronto em ebulição um ano depois de Washington se desligar de um acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã e readotar sanções, Teerã anunciou um aumento de quatro vezes no ritmo de produção do enriquecimento de urânio de baixo grau.

    As tensões entre Washington e seus aliados sunitas no Golfo Pérsico, de um lado, e de Teerã e seus representantes xiitas na região do outro, ardem há semanas.

    No domingo, Trump tuitou: 'Se o Irã quiser lutar, esse será o fim oficial do Irã. Nunca mais ameacem os Estados Unidos!'.

    O ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, respondeu em sua conta de Twitter: 'Nunca ameace um iraniano. Tente o respeito – funciona!'.

    Zarif, que foi educado nos EUA, na verdade elogiou Trump por comentários anteriores vistos como alertas à linha-dura do governo norte-americano que estimula um conflito.

    O presidente 'deplora com razão o complexo militar-industrial pressionar os EUA a Guerras Infinitas', tuitou Zarif.

    Mas ele disse que Trump permitiu que um 'time B' de assessores liderados pelo conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, 'jogasse fora a diplomacia', e os acusou de 'ordenhar carniceiros despóticos através da venda maciça de armas' -- uma referência aparente ao maior rival regional do Irã, a Arábia Saudita, maior compradora de armas de Washington.

    Trump endureceu as sanções econômicas contra o Irã, e seu governo diz que reforçou a presença militar norte-americana na região.

    Os EUA acusam Teerã de representar uma ameaça a seus soldados e interesses, o que o regime nega, descrevendo as medidas dos EUA como 'guerra psicológica' e um 'jogo político'.

    Também nesta segunda-feira, o Reino Unido aconselhou o Irã a não subestimar a determinação dos EUA, alertando que se os interesses norte-americanos forem atacados o governo Trump retaliará.

    O chanceler de Omã, Estado do Golfo Pérsico que ajudou a encaminhar conversas entre Irã e EUA no passado, visitou Teerã nesta segunda-feira. Yousuf bin Alawi bin abordou questões regionais e internacionais com Zarif, relatou a agência de notícias estatal iraniana Irna sem dar detalhes.

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    Trump diz que tarifas fazem empresas deixarem a China e que acordo não pode ser igualitário

    Por David Lawder e Nandita Bose

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que suas tarifas sobre produtos chineses estão fazendo com que as empresas transfiram a produção da China para o Vietnã e outros países asiáticos e acrescentou que qualquer acordo com a China não pode ser igualitário.

    Em entrevista ao canal Fox News, gravada na semana passada e exibida no domingo à noite, Trump disse que os Estados Unidos e a China 'tinham um acordo muito forte, nós fizemos um bom negócio, e eles mudaram. E eu disse que tudo bem, nós vamos tarifar seus produtos então.'

    Nenhuma negociação entre os principais negociadores chineses e norte-americanos foi marcada desde a última rodada, que terminou em 10 de maio - mesmo dia em que Trump elevou as tarifas de sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses de 10% para 25%.

    Trump elevou as tarifas depois que a China azedou as negociações ao buscar grandes mudanças em um acordo que, segundo autoridades dos EUA, tinha sido amplamente aceito.

    Desde então, a China adotou um tom mais severo em sua retórica, sugerindo que a retomada das negociações destinadas a encerrar a guerra comercial, que já dura 10 meses, provavelmente não acontecerá em breve.

    Trump, que disse que a entrevista com o apresentador da Fox News Steve Hilton ocorreu dois dias depois de ele ter aumentado as tarifas, afirmou que ficará feliz em simplesmente manter tarifas sobre produtos chineses, porque os Estados Unidos receberão 100 bilhões de dólares ou mais em tarifas.

    Mas ele acrescentou que acredita que a China acabará fazendo um acordo com os EUA 'porque eles estão sendo massacrados com as tarifas, a China está sendo totalmente destruída'.

    Mas ele explicou que disse ao presidente chinês, Xi Jinping, antes das rodadas de negociações mais recentes, que qualquer acordo não poderia ser igualitário entre os dois países e teria que ser mais favorável aos EUA por conta das práticas comerciais anteriores da China.

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    Trump sinaliza otimismo sobre negociações com a China, mas prepara novas tarifas

    Por Susan Heavey e Ben Blanchard

    WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizou otimismo sobre as perspectivas de um acordo comercial com a China nesta terça-feira, enquanto autoridades do governo preparam tarifas de 25 por cento sobre todas as importações chinesas restantes sem novas negociações agendadas.

    Em uma série de publicações em sua conta no Twitter nesta terça-feira, Trump manteve sua agenda 'América Primeiro' em apoio às tarifas comerciais dos EUA e pediu para que as empresas norte-americanas o apoiem e afastem seus negócios da China. No entanto, ele também suavizou sua postura quanto à soja e outros produtos agrícolas, pedindo uma atitude por parte de Pequim.

    'Quando for o momento certo, faremos um acordo com a China', disse Trump. 'Vai acontecer e muito mais rápido do que as pessoas imaginam.'

    'Espero que a China nos faça a honra de continuar comprando nossos ótimos produtos agrícolas, que são os melhores, mas se não continuar, seu país irá compensar a diferença', escreveu ele ao se referir diretamente aos agricultores dos EUA.

    Trump disse na segunda-feira que espera se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, em uma cúpula de líderes do G20 no Japão no final de junho.

    Com base em um cronograma acelerado estabelecido pelo gabinete do representante de Comércio dos EUA na segunda-feira, Trump estará em posição de impor tarifas de 25 por cento sobre outros 300 bilhões de dólares em produtos chineses quando se reunir com Xi.

    O gabinete informou que realizará uma audiência pública sobre a lista de tarifas em 17 de junho e fará os comentários finais apenas sete dias depois. A lista inclui um amplo leque de produtos de consumo, de telefones celulares e computadores a roupas e calçados, mas exclui produtos farmacêuticos e alguns compostos especiais.

    Enquanto as negociações para resolver a guerra comercial entre EUA e China estagnaram na semana passada, Trump aumentou a pressão elevando as tarifas na sexta-feira para 25%, ante 10%, sobre uma lista anterior de 200 bilhões de dólares em importações chinesas.

    A China retaliou na segunda-feira com tarifas mais altas sobre uma lista revisada de 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA.

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    Trump alerta China a não retaliar contra aumento de tarifas

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, alertou nesta segunda-feira a China a não retaliar contra o aumento nas tarifas que ele impôs na semana passada e disse que o país 'será duramente afetado se não fizer um acordo'.

    'Não há motivo para o consumidor dos EUA pagar as tarifas, que entram em vigor sobre a China hoje...a China não deveria retaliar --só vai piorar!', escreveu Trump no Twitter, acrescentando que as tarifas podem ser evitadas se as indústrias mudarem a produção da China para outros países.

    Trump elevou as tarifas para 25%, de 10% antes, sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas na semana passada. Ele também ordenou que o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, elabore um documento para impor tarifas sobre um valor adicional de 300 bilhões de dólares em mercadorias vindas da China, o que e cobrirá todas as importações chinesas com impostos.

    A negação do presidente de que os consumidores dos EUA serão afetados pelo aumento das tarifas contraria as palavras de seu próprio assessor econômico. O diretor do Conselho Nacional de Economia da Casa Branca, Larry Kudlow, disse em uma entrevista no domingo que 'ambos os lados' provavelmente sofrerão em meio ao aumento das tensões comerciais com a China.

    Trump continuou a acusar a China de quebrar um acordo comercial que os dois países estavam negociando e ameaçou o país asiático com dificuldades econômicas caso a guerra comercial se estenda, dizendo que as empresas deixarão a China em massa.

    'Eu digo abertamente ao presidente Xi e a todos os meus muitos amigos na China que a China será afetada com força se vocês não fizerem um acordo, porque as empresas serão forçadas a deixar a China e ir para outros países. Caro demais comprar na China. Vocês tinham um ótimo acordo, quase finalizado, e voltaram atrás', disse Trump.

    (Reportagem de Makini Brice)

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    Trump pode provocar parlamentares dos EUA a moverem impeachment, diz democrata

    WASHINGTON (Reuters) - Democratas estão relutantes a mover um impeachment contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas ele pode provocar tal medida ao continuar a obstruir os esforços do Congresso para supervisionar seu governo, disse um parlamentar democrata do alto escalão neste domingo.

    Adam Schiff, presidente do Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados, disse ao programa 'This Week', do canal ABC, que um impeachment pela Câmara, controlada por democratas, seria politicamente divisivo e dificilmente passaria pelo Senado, controlado por republicanos.

    'Mas ele (Trump) pode nos levar lá', disse Schiff. 'Ele certamente parece estar tentando e talvez esse seja seu modo perverso de nos dividir mais... ele acha que isso seria para sua vantagem política, mas certamente não é vantajoso para o país.'

    A obstrução de investigações congressuais por Trump sobre o seu governo dá peso ao impeachment, disse Schiff ao ABC. 'Mas você sabe, parte da nossa relutância é que já somos um país amargamente dividido e um processo de impeachment nos dividiria ainda mais'.

    Democratas confrontaram o presidente republicano e seu governo por se recusar a cooperar com ao menos seis diferentes investigações do Congresso sobre Trump, sua turbulenta presidência, sua família e seus interesses empresariais.

    Na quarta-feira, um comitê da Câmara liderado por democratas aprovou uma medida para responsabilizar o secretário de Justiça, William Barr, por se recusar a entregar uma versão integral do relatório Mueller sobre a interferência russa na eleição, mesmo que Trump tenha invocado o princípio legal do privilégio executivo para impedir sua divulgação.

    Democratas estão divididos sobre quão longe levar suas investigações, com alguns pedindo procedimentos de impeachment enquanto outros apoiam continuar com as investigações.

    (Por Susan Cornwell)

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    Trump diz que ficará feliz em manter tarifas sobre importações chinesas em vigor

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que ficará feliz em manter as tarifas sobre as importações chinesas, acrescentando que a China está equivocada se espera negociar o comércio mais tarde com uma administração presidencial democrata.

    'A razão para a revisão dos termos da China e a tentativa de renegociação do acordo comercial é a sincera esperança de que eles possam negociar com Joe Biden ou um dos democratas muito fracos', publicou Trump no Twitter.

    'Adivinhe, isso não vai acontecer! A China acaba de nos informar que eles (vice-premiê) estão chegando aos EUA para fazer um acordo. Vamos ver, mas estou muito feliz com mais de 100 bilhões de dólares por ano em tarifas enchendo os cofres dos EUA', acrescentou.

    Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira que elevarão as tarifas sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas de 10 para 25 por cento na sexta-feira, de acordo com o Federal Register, diário oficial do país.

    Fontes com conhecimento das negociações disseram à Reuters que a China buscou alterar questões previamente acordadas especificando mudanças nas leis chinesas, o que afeta quase todos os capítulos do um acordo comercial de 150 páginas entre Washington e Pequim.

    As mudanças solicitadas pela China criarão grandes obstáculos para chegar a um acordo em dois dias de negociações com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, nesta semana, antes que o aumento tarifário entre em vigor.

    (Por Makini Brice e David Lawder)

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