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    Bolsonaro diz no Twitter que estado de saúde está em 'plena evolução'

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, em mensagem no Twitter, que seu estado de saúde está 'em plena evolução', um dia após a previsão de alta do hospital ter sido adiada devido a tratamento com antibióticos iniciado, após uma elevação de temperatura.

    'Há um gigantesco diferencial entre informar com imparcialidade e fazer militância maldosa. Meu estado de saúde neste momento encontra-se em plena evolução e estou feliz em compartilhar este sentimento com todos! Um dia de cada vez!', disse Bolsonaro no Twitter, sem especificar a referência que fez em relação ao que chamou de 'militância maldosa'.

    Bolsonaro, de 63 anos, passou por cirurgia no dia 28 de janeiro no hospital Albert Einstein, em São Paulo, para retirar bolsa de colostomia, a terceira operação desde um atentado a faca que sofreu ainda na campanha eleitoral, em setembro do ano passado, em Juiz de Fora (MG).

    Primeiro ele teve que passar por uma delicada cirurgia de emergência na cidade mineira por causa de ferimentos nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal. Depois, passou por uma segunda cirurgia para desobstrução intestinal.

    A previsão inicial dos médicos era que o presidente passaria 10 dias internado, mas o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse na segunda-feira que Bolsonaro não deve ter alta antes do próximo dia 11 devido ao tratamento com antibióticos iniciado após elevação de temperatura na noite de domingo e, basicamente, um aumento de leucócitos.

    Segundo boletim médico do hospital divulgado na segunda-feira, o presidente apresentou 'elevação da temperatura (37,3°C) e alteração de alguns exames laboratoriais. Foi iniciado antibioticoterapia de amplo espectro e realizado novos exames de imagem'.

    'Identificou-se uma coleção líquida ao lado do intestino na região da antiga colostomia. Foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e permanece com dreno no local', acrescenta o boletim, informando ainda que Bolsonaro estava 'no momento sem dor, afebril, em jejum oral, com sonda nasogástrica e nutrição parenteral exclusiva'.

    Rêgo Barros disse que desde domingo o presidente tem se mantido em repouso e evitado fazer despachos de trabalho. Por ordem médica, ele segue com visitas restritas. O porta-voz disse que não há, por ora, uma movimentação para que Bolsonaro seja afastado da Presidência temporariamente para sua recuperação.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Bolsonaro diz que segue se 'recuperando e trabalhando do hospital'

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, por meio de sua conta no Twitter, que segue se recuperando da cirurgia para retirada de bolsa de colostomia e trabalhando do hospital, onde está internado desde domingo.

    'Sigo me recuperando e trabalhando do hospital. São muitas as linhas de atuação nesse primeiro mês de governo e ainda há muito a se fazer', afirmou o presidente.

    Bolsonaro, que já reassumiu as funções de presidente da República, deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na véspera e está em um quarto do hospital Albert Einstein, onde se recupera da cirurgia.

    De acordo com boletim médico divulgado pelo hospital no final da tarde, Bolsonaro segue em boa evolução clínica, sem febre ou outros sinais de infecção.

    'Não há disfunções orgânicas e os exames laboratoriais estão estáveis. Continua em jejum oral, recebendo os nutrientes por via endovenosa. Estão sendo mantidas as medidas de prevenção de trombose venosa e realizados exercícios respiratórios, de fortalecimento muscular e um período de caminhada fora do quarto', acrescentou o boletim.

    Bolsonaro foi operado na segunda-feira por cerca de sete horas para retirada da bolsa de colostomia que usava desde que levou uma facada durante a campanha presidencial em setembro passado. A cirurgia também serviu para reconstrução do trato intestinal de Bolsonaro.

    De acordo com informações da Presidência da República, Bolsonaro deve despachar e receber ministros em uma sala preparada para isso no hospital. O presidente deverá ficar no hospital por cerca de 10 dias.

    De acordo com o Palácio do Planalto, a agenda de despachos do presidente será divulgada diariamente, e o porta-voz da Presidência manterá os briefings diários com informações da saúde do presidente e também de temas tratados nas audiências.

    A cirurgia desta semana foi a terceira de Bolsonaro em decorrência de um atentado a faca sofrido em setembro, em Juiz de Fora (MG), durante a campanha eleitoral.

    Bolsonaro, de 63 anos, primeiro teve que passar por uma delicada cirurgia de emergência na cidade mineira por conta de ferimentos nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal. Depois, passou por uma segunda cirurgia para desobstrução intestinal.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Haddad chama Bolsonaro ao debate e ex-capitão responde que 'quem conversa com poste é bêbado'

    SÃO PAULO (Reuters) - Adversários no segundo turno da corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) trocaram farpas em uma rede social nesta terça-feira, com o petista respondendo a uma publicação do adversário chamando-o para um debate e recebeu como resposta que 'quem conversa com poste é bêbado'.

    Haddad respondeu no Twitter a uma publicação de Bolsonaro em que o ex-capitão do Exército classificou de história 'para boi dormir' o fato de o petista ter reconhecido erros cometidos pelo seu partido.

    'Essa história de o fantoche de corrupto admitir erros do seu partido é pra boi dormir. A corrupção nos governos Lula/Dilma não era caso isolado, era regra para governar. Por isso estão presos presidente, tesoureiros, ministros marqueteiros, etc, além de tantos outros investigados', disparou Bolsonaro.

    Em resposta, Haddad voltou a chamar o rival para debates. O ex-capitão do Exército tem sido orientado por médicos a não participar de debates entre os dois candidatos ao Planalto, após passar por duas cirurgias devido à facada que sofreu no início de setembro durante ato de campanha.

    'Tuitar e fazer live é fácil, deputado. Vamos debater frente a frente, com educação, em uma enfermaria se precisar. O povo quer ver você aparecer na entrevista de emprego', rebateu Haddad.

    Bolsonaro, então, subiu ainda mais o tom, referindo-se ironicamente ao adversário como 'Andrade' e insinuando que o petista poderá ser preso em breve.

    'Senhor Andrade, quem conversa com poste é bêbado. Existe um que está preso por corrupção e você vai toda semana na cadeia visitá-lo intimamente além de receber ordens! Cuidado que pelo desenrolar das notícias reveladas você pode ser o próximo!'

    O petista voltou a responder, publicando uma foto do estúdio em que é realizado o debate da TV Globo vazio e a mensagem: 'Te espero aqui, deputado.'

    Bolsonaro tem atacado Haddad pela relação que o rival tem com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso desde abril em Curitiba por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex no Guarujá, litoral de São Paulo.

    Originalmente, Lula era o candidato petista à Presidência, mas ele teve sua candidatura barrada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com base na Lei da Ficha Limpa, que torna inelegíveis condenados por órgãos colegiados do Judiciário.

    Haddad, que está registrado como um dos advogados de Lula, tornou-se o presidenciável do PT em 11 de setembro e visitava o ex-presidente toda segunda-feira. A última visita que fez a Lula foi no dia seguinte ao primeiro turno da eleição.

    Após isso, o próprio Lula aconselhou o afilhado político a não mais visitá-lo, e Haddad tem buscado sinalizar ao centro para tirar a vantagem que Bolsonaro tem nas pesquisas e vencer o segundo turno, marcado para 28 de outubro.

    (Por Eduardo Simões, em São Paulo)

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    Bolsonaro diz que país não merece ser governado de dentro da cadeia

    (Reuters) - O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, disse nesta quarta-feira em publicação no Twitter que o Brasil não merece ser governado de dentro da cadeia, em aparente referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está preso desde abril, e a seu indicado para concorrer ao Palácio do Planalto, Fernando Haddad (PT).

    Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto para a eleição de outubro à frente de Haddad, contra quem deve disputar o segundo turno, de acordo com os levantamentos mais recentes.

    Pesquisa Datafolha divulgada na terça-feira mostrou que o candidato do PSL aparece à frente de Haddad, por 44 a 42 por cento, no segundo turno, em empate técnico dentro da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais.

    'Não permitiremos que controlem a mídia e a internet e que acabem com a Lava Jato. Nosso país não merece ser governado de dentro da cadeia ou por seus alinhados políticos mascarados como opções, mas com a mesma essência que nos destrói. Vamos juntos impedir que destruam o Brasil', disse Bolsonaro em publicação no Twitter.

    O candidato do PSL não tem feito campanha na rua desde que recebeu alta do hospital no sábado após ser esfaqueado em 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Na terça-feira, ele fez uma transmissão ao vivo no Facebook em que disse que a alta da bolsa de valores e a queda do dólar são uma demonstração de confiança em seu futuro ministro da Fazenda, Paulo Guedes, caso ele seja eleito.

    Também na terça-feira, Bolsonaro recebeu o apoio formal da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), um grupo que reúne 261 deputados federais e senadores que defendem pautas de interesse do setor.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Facebook e Twitter depõem ao Congresso dos EUA sobre influencia política de estrangeiros

    Por Patricia Zengerle

    WASHINGTON (Reuters) - Executivos do Facebook e Twitter defenderam suas empresas no Congresso dos Estados Unidos nesta quarta-feira sobre o que os legisladores veem como um fracasso no combate aos esforços estrangeiros para influenciar a política norte-americana.

    A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, que testemunhou ao lado do presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, reconheceu ao Comitê de Inteligência do Senado que a empresa demorou a responder aos esforços russos para interferir na eleição norte-americana de 2016 e nas discussões políticas em geral nos EUA, mas insistiu que a empresa está melhorando.

    'Nós removemos centenas de páginas e contas envolvidas em comportamento não autêntico coordenado - o que significa que eles enganaram os outros sobre quem eram e o que estavam fazendo', disse Sandberg.

    Dorsey também descreveu a monitoração mais rígida do Twitter sobre o uso malicioso de sua plataforma, incluindo a notificação à polícia no mês passado de contas que pareciam estar localizadas no Irã. O executivo disse que a empresa suspendeu 770 contas por violar as políticas do Twitter.

    O Facebook, o Twitter e outras empresas de tecnologia estão na defensiva há muitos meses devido à atividade de influência política em suas plataformas, bem como às preocupações com a privacidade do usuário.

    'Infelizmente, o que eu descrevi como 'vulnerabilidade de segurança nacional' e 'risco inaceitável', em novembro, continua sem solução', disse o senador Richard Burr, presidente do comitê.

    Antes da audiência, o presidente norte-americano, Donald Trump, sem dar provas, acusou as próprias redes sociais de interferirem nas eleições de novembro, dizendo ao jornal Daily Caller que as empresas de mídia social são 'superliberais'.

    A audiência pesava nas ações das companhias, com os papéis do Twitter em baixa de quase 5 por cento e os do Facebook cedendo 1,7 por cento por volta das 13:05 (horário de Brasília).

    Executivos das empresas, que repetidamente negaram o viés político, viajaram várias vezes a Washington para testemunhar no Congresso, incluindo 10 horas de depoimento do presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, durante dois dias em abril.

    O Comitê de Inteligência do Senado está estudando os esforços russos para influenciar a opinião pública norte-americana durante a presidência de Trump, depois que as agências de inteligência dos EUA concluíram que entidades apoiadas pelo Kremlin buscaram aumentar suas chances de conquistar a Casa Branca em 2016.

    (Por Patricia Zengerle)

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    Twitter avisa que eliminação de contas falsas reduzirá usuários; ações despencam mais de 20%

    Por Paresh Dave

    SAN FRANCISCO (Reuters) - O Twitter disse nesta sexta-feira que perdeu 1 milhão de usuários ativos mensais no trimestre passado e alertou que o número observado de perto pode continuar caindo, uma vez que a rede social elimina mais contas falsas, levando as ações a terem a maior queda diária desde 2016.

    A empresa disse que o trabalho que estava fazendo para limpar o Twitter ao eliminar contas automatizadas e spam teve algum impacto nas métricas de usuários no segundo trimestre, e que decidiu priorizar o ataque às contas suspeitas e reduzir o discurso de ódio e outros conteúdos abusivos em detrimento de projetos que poderiam atrair mais usuários.

    As alegações de interferência russa na eleição presidencial dos EUA de 2016, ao espalhar conteúdo enganoso ou divisionista nas mídias sociais, tornaram a questão de melhorar o controle sobre contas e conteúdo crítico para o Twitter.

    O Twitter, assim como o seu maior rival Facebook, vem enfrentando pressão de reguladores em vários países para eliminar discursos de ódio, conteúdo abusivo e desinformação, bem como proteger melhor dados dos usuários e aumentar a transparência nos gastos com propaganda política.

    A perspectiva para o número de usuários veio no momento em que o Twitter reportou receita acima do esperado graças à Copa do Mundo da Fifa, aos anúncios em vídeo e ao crescimento da receita publicitária internacional. O Twitter também ganha receita com o licenciamento de seus dados.

    O trimestre marcou a primeira vez que a receita no exterior contribuiu com a maioria das vendas de anúncios do Twitter.

    A Copa do Mundo trouxe 30 milhões de dólares de receita no trimestre. Mas o diretor financeiro da companhia, Ned Segal, disse a analistas que o evento esportivo, que se estendeu ao início do terceiro trimestre, gerou menos receita nas duas últimas semanas.

    O Twitter elevou sua previsão de gastos de capital para 2018 e disse que as margens Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustadas no terceiro trimestre devem ficar abaixo das apuradas no segundo trimestre.

    As ações do Twitter despencavam mais de 20 por cento, para 34,68 dólares nesta sexta-feira, marcando a maior queda em um dia desde 6 de outubro de 2016.

    O declínio ecoou o do Facebook na quinta-feira, quando seus papéis caíram quase 19 por cento depois que a empresa disse que os gastos para melhorar a privacidade e o crescimento mais lento do número de usuários em grandes mercados vão impactar as margens por anos.

    A receita do Twitter subiu 24 por cento no segundo trimestre, para 711 milhões de dólares, superando a estimativa média de 696 milhões de dólares em pesquisas com analistas compilada pela Thomson Reuters.

    Usuários ativos mensais caíram 1 milhão ante o período imediatamente anterior, para 335 milhões. Analistas previam ganho de 1 milhão de usuários, e os resultados podem elevar preocupações de que o Twitter não tem uma estratégia clara para consertar os problemas da plataforma e aumentar o uso e a receita juntos.

    O lucro do Twitter no trimestre foi de 100 milhões de dólares, com um acréscimo de 42 milhões de dólares devido a um movimento da contabilidade fiscal.

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