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    Usiminas vê retomada de alto forno 3 de Usina de Ipatinga até 4ª-feira; não tem estimativa de prejuízo

    SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas prevê a retomada do Alto Forno nº 3 da usina de Ipatinga, em Minas Gerais, até o dia 15, quarta-feira, disse a siderúrgica em fato relevante divulgado nesta segunda-feira, acrescentando que ainda não há nenhuma estimativa de prejuízos operacionais, financeiros e materiais com a explosão de um gasômetro da usina na sexta-feira.

    A empresa informou também que já foram retomadas as operações dos Altos Fornos nº 1 e 2, Laminações a Frio, Unigal e Despacho, e que as operações de Laminadores de Chapas Grossas e Tiras a Quente devem retornar respectivamente na terça e quinta-feira desta semana.

    'A companhia trabalha para compensar as perdas de produção ao longo do ano', disse a Usiminas, acrescentando que possui seguro para este tipo de evento, incluindo seguro do equipamento em si, ressarcimento de danos a terceiros e lucros cessantes, e que já está tomando as medidas necessárias junto à seguradora.

    As operações da usina de Ipatinga foram interrompidas após a explosão de um dos quatro gasômetros --grande tanque que armazena gases gerados pelo processo de produção de aço-- por volta das 12h de sexta-feira, deixando 34 feridos. A força da explosão, que pode ser vista a quilômetros de distância, causou pânico em Ipatinga, cidade que tem a Usiminas como principal empregadora.

    Segundo a empresa, foi realizado um monitoramento de presença de gases na comunidade e não foi registrada qualquer anormalidade. 'Apesar dos impactos, em momento algum houve risco para a comunidade de Ipatinga', disse a empresa em fato relevante.

    As causas do acidente ainda estão sendo investigadas pela empresa e autoridades públicas, mas a Usiminas ressaltou que toda a manutenção preventiva dos gasômetros foi realizada.

    (Por Raquel Stenzel)

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    Explosão deixa 30 feridos e paralisa usina siderúrgica da Usiminas em MG

    SÃO PAULO (Reuters) - A usina siderúrgica da Usiminas em Ipatinga (MG) sofreu uma forte explosão nesta sexta-feira e paralisou alto-fornos, em um incidente que deixou 30 feridos e assustou moradores da cidade.

    Segundo informações da usina e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, um equipamento conhecido como gasômetro explodiu causando forte estrondo ouvido na cidade e a emissão de grossa coluna de fumaça.

    O gasômetro, um equipamento de grande porte com vários metros de altura, armazena gases que são gerados no processo de produção de aço.

    'Houve uma explosão no gasômetro por volta das 12h. O incidente está controlado. Já foi interrompido o fluxo de gás', informou um representante da Usiminas. Em comunicados ao mercado, a Usiminas afirmou que, como medida de precaução, decidiu paralisar, 'de forma emergencial e temporária', os altos-fornos da usina.

    'Foram realizados, até o momento, 30 atendimentos no Hospital Márcio Cunha (em Ipatinga). Não há feridos em estado grave e a maior parte das pessoas apresenta leves escoriações. Não há registro de vítima fatal', afirmou a companhia.

    As ações da empresa chegaram a despencar quase 11 por cento logo após as primeiras notícias do incidente, mas às 16h14 os papéis reduziam perdas, recuando 6,57 por cento, enquanto o Ibovespa exibia baixa de 3,18 por cento.

    'Ipatinga é a única usina da Usiminas que produz aço bruto atualmente, com uma capacidade total de 5 milhões de toneladas (por ano). Como referência, a CSN teve um importante incidente em janeiro de 2016 que parou suas operações por vários meses. A ação da CSN caiu 10 por cento no dia que o incidente foi revelado, mas o impacto para o fluxo de caixa da companhia foi minimizado pelo fato da CSN ter seguro, que cobriu as perdas de lucro', afirmaram analistas do Itaú BBA em nota a clientes, acrescentando que avaliam o impacto sobre a ação da empresa como 'exagerado'.

    A explosão em Ipatinga ocorreu depois que na quarta-feira um funcionário terceirizado morreu prestando serviços de manutenção em equipamento na área de aciaria da usina.

    A usina de Ipatinga está em operação desde a década de 1960 e tem cerca de 6.500 funcionários diretos. O complexo tem três alto-fornos, dos quais o número 1 foi reativado em abril deste ano após ficar parado desde 2015 em meio à queda na demanda brasileiro por aço.

    (Por Alberto Alerigi Jr.; com reportagem adicional de Paula Arend Laier)

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    Com minério de ferro a US$65, mineração é menos estratégica para Usiminas, diz presidente

    SÃO PAULO (Reuters) - A unidade de produção de minério de ferro da Usiminas é menos estratégica para a empresa atualmente em função do atual nível de preço da commodity, afirmou nesta sexta-feira o presidente-executivo do grupo siderúrgico, Sergio Leite.

    A Usiminas desenvolve atualmente uma série de estudos sobre o futuro da companhia, que incluem o que fazer com uma divisão de minério de ferro que precisará em alguns anos de investimentos volumosos para continuar operando.

    'Nosso negócio principal é produzir aço. Há 10 anos, em função dos preços (do minério) houve uma discussão sobre se as siderúrgicas deveriam verticalizar...(Hoje) o que é estratégico para a Usiminas é produzir aço', disse Leite ao responder se a mineradora Musa é um ativo estratégico para companhia ou se poderia ser um ativo passível de uma eventual venda.

    'Quando o minério estava a 200 dólares (a tonelada), uma mineração era estratégica, a 65 é menos estratégica', acrescentou o executivo.

    A Musa elevou sua capacidade de produção de 4 milhões para 12 milhões de toneladas de minério de ferro entre 2008 e 2012, mas em 2024 ou 2025 a reserva de minério mais facilmente extraível vai se esgotar. Para continuar operando, a empresa precisará fazer investimentos de grande porte para explorar minérios mais profundos.

    Este projeto, chamado de 'Compactos', teria como objetivo elevar a capacidade de produção das minas da Musa em Minas Gerais, que hoje produzem a commodity por método 'friável', de mais fácil extração que o minério 'compacto', que precisa de perfuração e detonações de rocha.

    Segundo Leite, para continuar tendo minério de ferro para vender a partir de 2025, a Musa precisará do projeto Compactos, um investimento que precisa de dois anos para ser implantado. 'Temos uns quatro anos ainda para decidir (se a Musa fará o projeto Compactos). Não há urgência agora para a decisão', disse o executivo.

    ALTO-FORNO

    Outro item na pauta de estudos da Usiminas são reformas de alto-fornos. O maior da empresa é o de número 3, na usina de Ipatinga (MG), com capacidade para 3 milhões de toneladas de ferro gusa por ano.

    O equipamento está perto de atingir 20 anos de operação, prazo em que precisa passar por uma reforma geral que costuma exigir investimentos de 'centenas de milhões de reais', disse Leite. Segundo ele, o equipamento passará por uma reforma em 2021, mas a empresa ainda não decidiu se os trabalhos envolverão uma remodelação completa do forno.

    'O mais provável será uma reforma completa', disse Leite, comentando que o alto-forno 3 está operando a um ritmo de 8 mil toneladas diárias.

    Em outra frente, o executivo afirmou que a Usiminas deverá tomar até o ano que vem decisão sobre a implantação de uma quarta linha de galvanização em Ipatinga, de 500 mil toneladas por ano. Atualmente, as três linhas da usina estão operando na capacidade total de 1,35 milhão de toneladas, impulsionadas pela demanda do setor automotivo, que no primeiro semestre elevou a produção em cerca de 14 por cento sobre um ano antes.

    'Para este ano não tem decisão sobre isso', disse o presidente da Usiminas.

    CUBATÃO E FRETE

    Mais cedo, o executivo comentou durante teleconferência com analistas que uma reativação das áreas de produção de aço-bruto da usina da empresa em Cubatão (SP) não será feita antes de 2021 e quando esse prazo chegar a empresa ainda fará uma análise sobre se a demanda por aço gerada pela economia será suficiente para a retomada.

    'O que vai acontecer com a demanda de aço é o que vai acontecer com a economia...Este ano começamos com projeções de crescimento do PIB de 3 por cento, mas estamos vendo que vai ser um número próximo de 1 por cento', disse Leite.

    Neste ano, o grosso do investimento previsto de 500 milhões de reais será feito no segundo semestre, apesar da expectativa da empresa de crescimento menor da demanda por aço que na primeira metade do ano. Leite afirmou que os 368 milhões de reais que ainda faltam ser investidos pela Usiminas serão aplicados em 'dezenas de projetos de manutenção de capacidade produtiva. Muitos destes projetos foram aprovados entre o fim do ano passado e início deste ano'.

    Sobre os impactos da greve dos caminhoneiros no planejamento estratégico da Usiminas, Leite comentou que os estudos da empresa também envolvem ampliar operações da cabotagem usando os portos da companhia. 'A greve, no longo prazo, traz reflexão sobre uso de outros modais. Temos dois portos e estamos estudando fazer mais cabotagem', disse o executivo, citando que atualmente a empresa usa navios para o transporte de produtos para a região Nordeste, mas não para o Sul do país.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Usiminas tem prejuízo líquido de R$19 mi no 2º tri e Ebitda ajustado recua 31%

    SÃO PAULO (Reuters) - A Usiminas teve prejuízo líquido de 19 milhões de reais no segundo trimestre, ante lucro de 176 milhões de reais no mesmo período do ano passado, devido principalmente à variação cambial no período, anunciou a siderúrgica mineira nesta sexta-feira.

    A companhia teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado 519 milhões de reais, queda de 30,8 por cento ante abril a junho de 2017. A margem Ebitda despencou para 16 por cento, ante 29 por cento no mesmo período do ano passado.

    A Usiminas vendeu um total de 977 mil toneladas de aço, queda de 1,31 por cento na comparação anual, enquanto as vendas de minério saltaram 120 por cento para 1,386 milhão de toneladas.

    A receita líquida total saltou 24,7 por cento para 3,204 bilhões de reais no trimestre, enquanto os custos dos produtos vendidos subiram 19,8 por cento, para 2,621 bilhões de reais.

    A receita com mineração subiu para 202,1 milhões de reais, ante 89,1 milhões de reais no segundo trimestre de 2017, com Ebitda ajustado de 33,3 milhões de reais e margem de 16,5 por cento

    Já a receita com siderurgia subiu para 2,9 bilhões de reais ante 2,5 bilhões de reais no segundo trimestre do ano passado, apesar da queda do volume vendido.

    O resultado financeiro ficou negativo em 276,6 milhões de reais, ante 171,3 milhões de reais negativos no mesmo trimestre do ano passado, devido a perdas cambiais líquidas de quase 150 milhões de reais.

    O capital de giro no trimestre foi de 3,7 bilhões de reais, em função dos aumentos dos estoques devido a greve dos caminheiros, que dificultou o escoamento da produção, entre outros fatores.

    A dívida líquida consolidada encerrou o semestre em 4,7 bilhões de reais, contra 5 bilhões de reais em junho de 2017. A dívida líquida/Ebitda caiu para 2,3 vezes ante 2,8 vezes no segundo trimestre de 2017.

    (Por Raquel Stenzel)

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