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    Governo prepara retirada de obrigatoriedade de vistos para EUA, Canadá, Japão e Austrália

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - O governo federal tem pronta a minuta de um decreto para retirar, unilateralmente, a obrigatoriedade de vistos para visitantes dos Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão, uma das medidas previstas nas metas para 100 dias de governo previstas pelo Ministério das Relações Exteriores.

    De acordo com fontes ouvidas pela Reuters, o texto, preparado pelo Ministério do Turismo, ainda está sendo analisado pelo Itamaraty e pelo Ministério da Justiça e não chegou à Casa Civil -etapa final, quando já há um consenso no governo. No final desta quarta-feira, o ministro do Turismo, Álvaro Antônio, o e chanceler Ernesto Araújo teriam uma reunião para tratar do tema.

    O texto que está sendo considerado pelo governo amplia o número de países beneficiados pela medida. Inicialmente, como o ministro Álvaro Antônio havia dito à Reuters, analisou-se apenas os Estados Unidos. A proposta atual incluiu Canadá, Japão e Austrália.

    A intenção do governo Bolsonaro é aumentar o fluxo de turistas estrangeiros com a facilitação dos vistos. A medida, no entanto, nunca foi vista com bons olhos pelo Itamaraty, porque tira do governo brasileiro o poder de barganha com esses países para a isenção de vistos para brasileiros.

    O Brasil negocia há vários anos a tentativa de retirar a exigência de vistos para brasileiros entrarem no país. O acordo nunca foi concluído, no entanto, mesmo com o baixo número de vistos rejeitados. Uma das razões, segundo uma fonte, é o fato da lei brasileira não permitir dar acesso a países estrangeiros de informações específicas de cidadãos brasileiros, uma das exigências americanas.

    Até a aprovação da nova lei da imigração, em 2017, a isenção de vistos poderia ser feita apenas com a aprovação do Congresso. A nova lei, no entanto, prevê que uma regulamentação definiria as hipóteses e condições para dispensa, o que está sendo interpretado como uma autorização para que a mudança seja feita por decreto.

    As mudanças chegaram a ser tentadas ainda no governo de Michel Temer, mas foram barradas pelo Itamaraty. Contrário a medida, o ex-chanceler Aloysio Nunes conseguiu barrar sua implementação, de acordo com uma fonte, mesmo com a mudança na lei. O governo então adotou visto eletrônico para esses quatro países no início de 2018.

    De acordo com fontes ouvidas pela Reuters, o novo chanceler não tem a mesma resistência de Aloysio e aprova a medida, mesmo que, internamente, diplomatas ainda questionem se o impacto positivo compensa a perde do poder de negociação.

    Uma projeção do Ministério do Turismo aponta que o número anual de turistas esperados dos EUA por ano é de cerca de 720 mil. Do Japão, pouco menos de 100 mil; 88 mil do Canadá e 62 mil da Austrália. Em 2017, os dados do ministérios apontaram para 475 mil visitantes norte-americanos, 49 mil canadenses, 80 mil japoneses e 50 mil australianos.

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    Portugal promete não exigir vistos de britânicos em caso de Brexit sem acordo

    Por Axel Bugge e Sergio Goncalves

    LISBOA (Reuters) - Os britânicos que moram em Portugal vão manter seus direitos como residentes e os turistas não precisarão de visto, mesmo em caso de um Brexit sem acordo, e Lisboa espera que o Reino Unido mantenha os mesmos benefícios aos cidadãos portugueses, disse o ministro da Economia português, Pedro Siza Vieira.

    A saída do Reino Unido da União Europeia está marcada para 29 de março, mas o Parlamento britânico rejeitou nesta semana um acordo de separação negociado pela primeira-ministra Theresa May com Bruxelas, gerando caos sobre o tema e abrindo caminho para diferentes possibilidades, desde uma separação sem entendimento sobre qualquer vínculo futuro até a reversão total do Brexit.

    “Neste momento, não sabemos nem mesmo o que o Reino Unido quer”, disse Siza Vieira à Reuters em uma entrevista na noite de quarta-feira.

    “Na ausência de uma proposta alternativa por parte do Reino Unido, o que cada Estado-membro (da UE) está a fazer é adaptar medidas que lhe permita reagir a alguma circunstância unilateral.”

    Mesmo sem um acordo sobre o Brexit, os cidadãos britânicos que vivem em Portugal manteriam seus direitos, incluindo o acesso a serviços de saúde. “Estamos preparados para fazer isso unilateralmente”, disse ele, acrescentando que espera que o Reino Unido faça o mesmo em relação aos portugueses.

    Também nesta quinta-feira, o primeiro-ministro António Costa disse que os aeroportos no Algarve e na Madeira abrirão filas de entrada separadas para turistas britânicos, de modo a facilitar a passagem depois que o Reino Unido sair da UE. Também deve haver cooperação judicial com os britânicos.

    Os britânicos são o maior grupo de turistas que visita Portugal, mas os números caíram recentemente com a queda da libra ante o euro devido às preocupações com o Brexit.

    Portugal deve lançar uma campanha para promover o país no Reino Unido, numa tentativa de reverter essa tendência, disse o ministro da Economia.

    Portugal e Reino Unido são um dos mais antigos aliados do mundo, desde um tratado assinado em 1386.

    Uma alta no turismo levantou a economia de Portugal depois de sua crise fiscal, entre os anos 2010 e 2014, e Siza Vieira prevê que o número de turistas continue a aumentar, mesmo que em ritmo mais lento.

    “Estimamos que o turismo vai continuar a crescer, embora provavelmente não no mesmo ritmo que em anos recentes – Portugal foi um dos destinos de turismo que mais cresceu nos últimos anos”, disse ele.

    No ano passado, um recorde de 13 milhões de turistas visitou Portugal.

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    Para fomentar turismo, Brasil quer acabar com visto para cidadãos dos EUA, diz ministro

    Por Jake Spring

    BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil planeja acabar com a necessidade de visto de visita para cidadãos dos Estados Unidos, disse nesta quarta-feira à Reuters o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, numa tentativa do presidente Jair Bolsonaro de reavivar o setor turístico e aproximar o país dos EUA.

    A medida integra o plano do Ministério das Relações Exteriores para os primeiros 100 dias de governo Bolsonaro, disse Antônio em entrevista à Reuters.

    “Nossa intenção é realmente acabar com os pedidos de visto para norte-americanos”, afirmou Antônio.

    Eleito sobre um plataforma populista de direita, Bolsonaro é admirador declarado do presidente norte-americano, Donald Trump, e busca realinhar os interesses do Brasil com os EUA, diferentemente dos governos do PT, que nos 13 anos em que comandaram o país favoreceram as relações com outras economias em desenvolvimento.

    “A esquerda tratou os Estados Unidos como adversário, o novo governo não”, disse Antônio. “O presidente Bolsonaro quer abraçar os Estados Unidos como um parceiro do Brasil.”

    Apesar de ser a maior economia da América Latina, há muito o Brasil apresenta baixos indicadores de turismo. O país recebe atualmente 6,6 milhões de turistas estrangeiros por ano, cerca de metade dos visitantes de Nova York.

    O Brasil buscará também acabar com a exigência de vistos para canadenses, japoneses e australianos, mas o cronograma depende do Ministério das Relações Exteriores, disse Antônio. Uma porta-voz do Itamaraty não quis comentar.

    Hoje, os cidadãos dos EUA pagam 44 dólares para um visto com validade de dois anos, ou 160 dólares para um de 10 anos.

    Antônio disse que a burocracia aumentou para os cidadãos dos EUA que queiram visitar o Brasil durante os governos do PT, que pregava dar o mesmo tratamento rígido aos norte-americanos em busca de vistos brasileiros que o recebido por brasileiros que queiram ir aos EUA.

    Entre outros planos para reestruturar a política de turismo brasileira está a duplicação do gasto com propagandas no exterior, para mais de 34 milhões de dólares até 2023, disse Antônio.

    Ele acrescentou que está mantida uma meta anterior de duplicar para 12 milhões o número de visitantes anuais até 2022.

    O governo também busca converter o Conselho Nacional de Turismo em uma agência, de modo que possa firmar parcerias com empresas privadas, tais como companhias aéreas, o que hoje não é permitido, disse Antônio.

    (Reportagem de Jake Spring)

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