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    Real Madrid recontrata Zidane como técnico para substituir Solari

    Por Rik Sharma

    MADRI (Reuters) - O Real Madrid recontratou Zinedine Zidane como técnico, nesta segunda-feira, em um acordo de três anos para substituir o demitido Santiago Solari, informou o time espanhol, na esteira de sua eliminação da Liga dos Campeões.

    'O conselho do Real Madrid se reuniu hoje e decidiu encerrar o contrato de Santiago Solari como técnico do time principal do clube e, ao mesmo tempo, propôs mantê-lo no clube', disse o Real em comunicado.

    'O conselho nomeou Zinedine Zidane como novo técnico a ser incorporado imediatamente pelo resto da temporada e as próximas três, até 30 de junho de 2022'.

    O francês Zidane realizou o feito inédito de conquistar três títulos consecutivos da Liga dos Campeões com os gigantes espanhóis antes de se demitir em maio. Seu substituto, Julen Lopetegui, foi demitido em outubro, e Solari só ficou quatro meses a cargo do time.

    O Real Madrid foi eliminado da Liga dos Campeões pelo Ajax Amsterdã nas oitavas de final na terça-feira, depois de sofrer duas derrotas em clássicos com o Barcelona que o tiraram da Copa do Rei e o deixaram 12 pontos atrás dos catalães na liga espanhola.

    Zidane, que assumiu o time pela primeira vez em janeiro de 2016, venceu a Liga dos Campeões naquela temporada, antes de conquistar a dobradinha da liga espanhola e da Champions em 2017.

    Cinco dias depois de uma terceira vitória na final da Liga dos Campeões da última temporada contra o Liverpool, o técnico francês e ex-meia do Real Madrid decidiu se afastar do futebol, dizendo que era o momento certo para partir.

    O ex-jogador de 46 anos venceu nove troféus em Madri e é considerado um herói pelos torcedores.

    O trabalho de Zidane agora será manter o time entre os quatro primeiros colocados da liga espanhola para garantir classificação para a Liga dos Campeões na próxima temporada. O Real está em terceiro com 11 jogos para jogar e 10 pontos à frente do quinto lugar.

    Solari venceu por 4 x 1 o Real Valladolid no domingo, no que foi seu último jogo como técnico do Real Madrid.

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    Trump enfrenta mais turbulência política na volta de cúpula de Hanói

    Por Steve Holland e Roberta Rampton

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarcou para sua viagem ao Vietnã com uma nuvem política pairando sobre sua cabeça e determinado a mostrar um avanço em uma questão de política externa espinhosa que desnorteou muitos de seus antecessores.

    Agora, mal chegou de uma cúpula fracassada com a Coreia do Norte em Hanói e a nuvem já está mais escura.

    Enquanto a muito alardeada reunião de Trump com o norte-coreano Kim Jong Un terminou em discórdia sobre as sanções ligadas ao programa de armas nucleares de Pyongyang, um depoimento de seu ex-advogado Michael Cohen, que o acusa de violar a lei no cargo, representou um desdobramento potencialmente prejudicial para o presidente em casa.

    Trump também enfrenta desafios em outras frentes: conversas delicadas com a China sobre um acordo comercial, uma crise persistente na Venezuela, tensões entre a Índia e o Paquistão e uma tentativa de frear no Congresso sua declaração de emergência visando conseguir financiamento para um muro na fronteira com o México.

    O procurador especial Robert Mueller também pode finalizar seu inquérito sobre a interferência da Rússia na eleição presidencial de 2016 em questão de dias, fazendo com que a especulação sobre o papel de Trump e sua campanha continuem rendendo manchetes.

    Antes de partir para o Vietnã, Trump se queixou em particular do fato de os democratas levarem adiante o depoimento de Cohen, violando uma regra não escrita contra ataques ao presidente quando este se encontra no exterior. Ele também gostaria que o relatório Mueller fosse finalizado.

    'Ele estava muito insatisfeito por eles estarem realizando as audiências enquanto ele estava no exterior', disse uma pessoa que estava presente e pediu para não ser identificada. 'Ele também estava muito insatisfeito de a investigação Mueller não ter sido concluída antes de ele partir. Ele sentia uma nuvem pairando sobre sua cabeça.'

    Já na cúpula, Trump abreviou as conversas sobre a desnuclearização da Coreia do Norte e os dois lados deram relatos conflitantes sobre o que aconteceu, provocando dúvidas sobre o futuro de uma das principais iniciativas de Trump.

    A Casa Branca havia incluído uma cerimônia de assinatura de um acordo na agenda pública de Trump em Hanói – que cancelou abruptamente.

    A conclusão do círculo íntimo de Trump é que ele terminou a semana bem, sentindo que não há grandes novidades no depoimento de Cohen e que o presidente ganhou crédito por evitar um acordo potencialmente ruim com os norte-coreanos.

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    Volta anunciada de Guaidó à Venezuela será desafio ao governo Maduro

    Por Brian Ellsworth e Sarah Marsh

    CARACAS (Reuters) - Primeiro ele se autoproclamou presidente interino, depois ensaiou retomar a Citgo, no final de semana ignorou uma proibição de viagem e, agora, Juan Guaidó disse que está voltando à Venezuela, em mais um desafio ao presidente Nicolás Maduro.

    Guaidó, reconhecido pela maioria das nações ocidentais como o líder legítimo do país, foi para a vizinha Colômbia na semana passada para liderar um esforço, no final das contas frustrado, para levar ajuda humanitária ao seu país, que vive uma crise econômica que tem levado desabastecimento à população.

    Depois de se encontrar com líderes regionais, entre eles o vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, em Bogotá, Guaidó deve retornar através da fronteira nos próximos dias e retomar suas atividades políticas, confrontando abertamente uma ordem da Suprema Corte venezuelana.

    'Voltarei a Caracas nesta semana', disse Guaidó em uma entrevista à emissora NTN24 na terça-feira. 'Meu papel e minha tarefa é estar em Caracas, apesar dos riscos.'

    Na semana passada ele partiu da capital venezuelana e atravessou o país em uma caravana, entrando na Colômbia por estradas secundárias ao longo da divisa de 2.200 quilômetros, segundo a mídia colombiana. Guaidó disse ter recebido ajuda de membros das Forças Armadas da Venezuela.

    Representantes de Guaidó não quiseram informar um cronograma para seu regresso, nem disseram se ele voltará pelo mesmo caminho. Voltar por uma rota oficial seria um desafio ainda mais impetuoso à autoridade de Maduro.

    Maduro enfrentou um repúdio regional nesta semana por repelir com violência as tentativas oposicionistas de enviar ajuda humanitária. Ele nega haver uma crise, apesar de ser responsável por um colapso econômico hiperinflacionário que provocou a escassez generalizada de alimentos e remédios.

    A volta de Guaidó forçará Maduro a decidir se arrisca causar uma revolta internacional ainda maior tentando prender o presidente da Assembleia Nacional de 35 anos ou se lhe permite esnobar abertamente as instituições estatais ligadas ao Partido Socialista governista.

    'Tentar administrar a situação Guaidó se tornou um verdadeiro problema para o governo, por ele (Guaidó) ter crescido tanto politicamente', opinou Luis Salamanca, cientista político e professor de lei constitucional da Universidade Central da Venezuela.

    Guaidó invocou cláusulas da Constituição para se declarar presidente interino em janeiro, afirmando que Maduro é um usurpador após sua reeleição de 2018, amplamente boicotada pela oposição, que apontou fraudes no processo.

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    Ex-líder catalão Puigdemont retornará à Bélgica para continuar campanha separatista

    Por Paul Carrel

    BERLIM (Reuters) - O ex-líder catalão Carles Puigdemont, que enfrenta acusações de rebelião na Espanha, anunciou nesta quarta-feira que deixará a Alemanha e voltará à Bélgica, onde continuará a fazer campanha pela separação da região do restante da Espanha.

    A Suprema Corte espanhola revogou um mandado de prisão europeu contra Puigdemont na semana passada depois que Berlim se recusou a extraditá-lo para enfrentar acusações por ter declarado a independência da região do nordeste espanhol no ano passado, um gesto que Madri considerou ilegal.

    Puigdemont disse que voltará a Bruxelas com a família no sábado.

    'Todos sabem que isto não é mais um assunto interno da Espanha', afirmou ele em uma coletiva de imprensa em Berlim, acrescentando que a campanha separatista que ele continuará a fomentar da Bélgica adquiriu um aspecto europeu.

    A anulação espanhola do mandado de prisão ilustrou claramente a dificuldade que o país tem tido para tentar convencer seus parceiros da União Europeia a cooperarem com seus esforços para levar ex-membros do governo regional da Catalunha a julgamento em razão da campanha secessionista.

    Autoridades de Madri desfizeram o governo catalão em resposta à declaração de independência, que ocorreu após um referendo proibido pela Justiça sobre o rompimento com a Espanha realizado em outubro.

    Puigdemont estava em Berlim aguardando uma ordem de extradição depois de ser preso por autoridades alemãs em um posto de gasolina na região de Schleswig-Holstein em março, quando voltava à Bélgica após uma viagem à Finlândia.

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    Douglas Costa volta aos treinos do Brasil e pode ser opção contra Bélgica

    (Reuters) - O meia-atacante Douglas Costa está recuperado de uma lesão na coxa que o tirou das últimas duas partidas da seleção brasileira na Copa do Mundo e pode ser uma importante opção para o jogo das quartas de final contra Bélgica.

    O jogador voltou a treinar nesta terça-feira, 10 dias após a lesão na coxa sofrida na partida contra a Costa Rica, em que entrou no segundo tempo e deu mais mobilidade ao time na vitória por 2 x 0.

    O camisa 7 se destacou durante a atividade de finalizações, mostrando movimentação e precisão nos chutes , informou a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

    O trabalho do dia foi direcionado aos atletas que ficaram na reserva ou entraram no decorrer do jogo contra o México, pelas oitavas de final.

    “Fizemos um trabalho mais leve para quem está voltando e não participou muito da partida, porque quem não joga também sofre emocionalmente e se desgasta com a viagem. Fizemos uma atividade de perde e pressiona em espaço curto, jogo rápido, e terminamos com finalizações após cruzamentos e em batidas de média distância, dando ação para os zagueiros também“, explicou Matheus Bachi, auxiliar técnico e filho de Tite.

    O lateral-esquerdo Marcelo, que ficou de fora das oitavas com dores nas costas, também deve ficar à disposição na sexta-feira.

    Os titulares só treinam na quarta-feira feira e na quinta a seleção viaja para Kazan, local do jogo com os belgas.

    (Por Rodrigo Viga Gaier, no Rio de Janeiro)

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