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    Brasileiros vão se unir depois das eleições, diz Temer

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Michel Temer disse neste domingo, após votar logo pela manhã em São Paulo, que os brasileiros irão se unir após as eleições, afirmando que o poder não é de nenhum governante, mas sim do povo.

    'Essa coisa de brasileiro contra brasileiro, você tem que ter brasileiro com brasileiro, e estas eleições vão revelar exatamente isso. Logo depois de terminado o pleito, a votação no dia de hoje, vocês verão que todos os brasileiros vão se unir. Eu não tenho dúvida disso', disse Temer a repórteres depois de votar em um colégio da capital paulista.

    Questionado sobre a possibilidade de entregar o poder ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto, Temer disse que é a vontade do povo que determinará quem será eleito.

    'Quem for eleito, é a vontade do povo. A vontade do povo é que determina. Aliás, isso não é uma determinação nossa, é uma determinação da Constituição. O poder não é nosso, nem será do Bolsonaro, nem do (Fernando) Haddad (PT), de quem seja. O poder é do povo. O povo decidindo, tomará posse', disse.

    O presidente respondeu também a dúvidas sobre a segurança do sistema de urnas eletrônicas. 'Eu acredito nas urnas eletrônicas. Sempre deram certo, não houve nunca nenhum problema. Não há nenhum problema em relação às urnas eletrônicas', disse.

    Marcada por turbulências que variaram da expectativa em torno de decisões judiciais sobre a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao ataque a faca contra Bolsonaro, a eleição presidencial de 2018 chega ao primeiro turno neste domingo com a expectativa de levar à rodada decisiva de votação um duelo entre petismo e antipetismo.

    (Reportagem de Leonardo Benassatto)

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    Na esteira do #EleNão, eleitorado feminino impõe 'trava' em crescimento de Bolsonaro

    Por Ricardo Brito e Maria Carolina Marcello

    BRASÍLIA (Reuters) - O eleitorado feminino, que representa a maioria dos 147,3 milhões de brasileiros aptos a votar, tem imposto uma espécie de trava no crescimento das intenções de voto do polêmico candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ao mesmo tempo em que manifestações encampadas por mulheres contra o presidenciável começaram a tomar corpo na reta final do primeiro turno.

    Bolsonaro se envolveu em discussões públicas com mulheres e declarações do líder das pesquisas têm dividido opiniões e alimentado movimento contrários e em apoio ao candidato por parte do eleitorado feminino.

    Numa onda semelhante ao '#MeToo', em que mulheres cobram punições a autores de assédio e direitos iguais aos dos homens, grupos em redes sociais com milhões de seguidores começaram a pregar o '#EleNão', voto contra Bolsonaro nas eleições. Artistas, como a cantora Daniela Mercury e a atriz Claudia Raia, também aderiram ao movimento.

    Neste fim de semana, estão previstos passeatas e atos em protesto ao presidenciável do PSL em várias cidades brasileiros e também fora do país. Adversários de Bolsonaro também têm explorado essas polêmicas do candidato a fim de pregar o voto das mulheres contra ele.

    Os dados das pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto têm mostrado uma significativa discrepância entre o voto do eleitorado masculino e o feminino no candidato do PSL.

    Números da pesquisa Ibope divulgada na terça-feira apontam essa diferença. Naquela sondagem, na simulação de primeiro turno pegando o eleitorado total, Bolsonaro registrou 28 por cento das intenções de voto contra 22 por cento do segundo colocado, o petista Fernando Haddad. Se for levado em consideração apenas o voto masculino, o candidato do PSL teria 35 por cento de votos e Haddad, permaneceria com os 22 por cento. Mas entre as mulheres, os dois ficam empatados tecnicamente em 21 pontos percentuais cada.

    A pesquisa indica também que o candidato do PSL é derrotado com folga, quando se leva em consideração apenas o voto feminino, em todas as quatro simulações para o segundo turno --além de Haddad, Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB).

    O presidenciável --também líder na rejeição do eleitorado, com 46 por cento-- registra 54 por cento entre o eleitorado feminino que diz não votar nele de jeito nenhum. A título de comparação, entre os homens, esse índice cai para 37 por cento.

    Números de diversas pesquisas indicam que, não fosse o voto feminino, Bolsonaro estaria mais próximo de se eleger no primeiro turno.

    RESPOSTA

    Segundo a professora da escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Direito Rio, Lígia Fabris, o nível de rejeição do eleitorado feminino a Bolsonaro é uma resposta direta às posições do candidato.

    Para ela, suas colocações e atitudes ofenderam essa parcela do eleitorado a tal ponto que provocou um movimento de reação 'singular'.

    'É algo inédito alguém que tenha uma rejeição tão expressiva entre as mulheres', disse a professora à Reuters, autora de estudos relacionados às mulheres.

    Bolsonaro responde a dois processos no Supremo Tribunal Federal pelo episódio em que, em 2014, disse que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não mereceria”. Na defesa dos casos, ele alega o direito do deputado a se manifestar livremente e que não houve aumento do crime de estupro em razão da sua fala.

    O presidenciável também já disse que mulher deve ganhar menos do que os homens porque ela engravida --na campanha, numa tentativa de remediar a declaração, ele já disse que vai se empenhar para mudar essa realidade.

    O vice da chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, também recentemente causou desconforto ao afirmar que, em áreas carentes, famílias que tenham apenas mãe e avó podem levar a uma fábrica de desajustados que tendem a ingressar em quadrilhas ligadas ao tráfico de drogas. Por essa e outras declarações, foi ordenado ao vice falar menos até a reta final da campanha.

    'Tem um comportamento muito expressivo de quase metade do eleitorado feminino que diz que não votaria de jeito nenhum neste candidato', afirmou a professora da FGV, lembrando que as mulheres representam mais da metade dos eleitores do país --são 52,5 por cento de quem está apto a votar em outubro.

    Também são as mulheres, aliás, que integram boa parcela dos que ainda se declaram indecisos na disputa presidencial daqui a poucos dias. Isso confere ao segmento, explica a professora, a possibilidade de influenciar no resultado das urnas.

    Da mesma forma, avalia a professora da FGV, o posicionamento de artistas e formadores de opinião, assim como as manifestações previstas para o sábado, podem ajudar a sensibilizar e criar empatia em outras pessoas, mesmo que não se encaixem nos grupos preferencialmente abordados pelos comentários do presidenciável.

    'Essa conjunção de elementos, de posicionamentos, pode ser ainda mais expressiva em relação a essas eleições', disse a professora Lígia Fabris.

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    Marina diz que grupos polarizados querem que povo se oriente por pesquisas

    BRASÍLIA (Reuters) - A presidenciável pela Rede, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira que interessa a grupos polarizados que o povo decida seu voto com base em pesquisas e disse confiar que os eleitores não farão desta uma eleição 'plebiscitária'.

    Marina iniciou a campanha competitiva, mas foi ultrapassada nas pesquisas mais recentes pelos candidatos Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT), e tem, assim como outros presidenciáveis, modulado seu discurso ao chamado voto útil.

    'Eu acredito que os brasileiros não vão cair nessa história, nessa canoa furada de fazer uma eleição plebiscitária', afirmou.

    'Toda eleição as pessoas tentam decidir o futuro do Brasil com base nas pesquisas. Os grupos que se alimentam da polarização não querem que a população mude de verdade, então eles querem que o povo desista do seu voto e se oriente única e exclusivamente pelas pesquisas. A verdadeira pesquisa de um cidadão livre e consciente é no dia 7 de outubro.'

    A candidata aproveitou para atacar os adversários, mirando em Jair Bolsonaro (PSL), líder nas sondagens, e indiretamente em Haddad, e em Geraldo Alckmin (PSDB).

    'O povo brasileiro é quem deve estar unido para combater aquelas propostas que querem retomar novamente no Brasil o autoritarismo dos saudosos da ditadura ou aqueles que já tiveram uma chance e usaram a chance que tiveram para enriquecimento ilícito em prejuízo da saúde da educação e da segurança pública', disse Marina.

    Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira apontou Bolsonaro na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto com 28 por cento de apoio, e Haddad com 16 por cento em empate técnico com Ciro, que registra 13 por cento. Alckmin aparece com 9 por cento, e Marina com 7 por cento.

    (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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    Segmento evangélico tem atuação reativa a medidas ditas progressistas

    Por Ricardo Brito

    BRASÍLIA (Reuters) - Numa manobra política, deputados das bancadas evangélicas e católicas conseguiram aprovar em novembro do ano passado em uma comissão especial da Câmara dos Deputados uma proposta que proíbe a realização do aborto em qualquer hipótese, mesmo para circunstâncias já previstas atualmente.

    A articulação era uma resposta à uma ação, movida meses antes pelo PSOL no STF, que pretende descriminalizar a interrupção de gravidez feita até 12 semanas no país em qualquer caso. Está previsto o aborto atualmente em casos de vítimas de estupro e risco de morte para a gestante --as duas estão no Código Penal-- e no caso de feto anencéfalos, a partir de um decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012.

    A bancada evangélica tem tido historicamente, na avaliação de estudiosos ouvidos pela Reuters, uma atuação reativa em relação a eventuais medidas ditas progressistas tomadas pelo governo e pelo Supremo, como a união civil de pessoas do mesmo sexo, em 2011, e a permissão do aborto de mulheres com fetos anencéfalos, em 2012.

    Em seu parecer à comissão da Câmara no ano passado, o deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), da bancada evangélica, criticou duramente o Supremo por seu ativismo judicial.

    'No caso específico do aborto, assunto complexo e sensível, a sede própria para a sua discussão é, indiscutivelmente, o Poder Legislativo e não o Supremo Tribunal Federal, seja como colegiado, seja sobretudo em suas turmas ou considerando-se os seus membros isoladamente. Ao tribunal falta competência e legitimação constitucional para definir o tema de tal importância', protestou o parlamentar.

    Pouco depois, o presidente da Câmara e responsável por definir a pauta do plenário, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sinalizou que essa proposta não iria avançar na Casa.

    Neste mês, o STF fez audiências públicas para instruir a ação do PSOL que acaba com punições para o aborto.

    'É um grupo de veto com o objetivo de impedir o avanço de causas polêmicas ou negativas para eles', disse o professor de Ciências Políticas da Universidade de Brasília (UnB) Ricardo Caldas.

    O especialista da UnB destacou que o segmento tem agido cada vez mais em conjunto com outros grupos de pressão, a exemplo da bancada católica. O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Takayama (PSC-PR), concorda e avalia que as pautas das duas principais vertentes cristãs no Brasil são semelhantes.

    'Não temos os católicos como adversários. Já houve uma tendência de maior oposição no passado. Hoje batalhamos juntos. Juntas, a presença de deputados de fé cristã contam com a simpatia de mais da metade da Câmara', segundo Takayama, número que conseguiria brecar o avanço de propostas mais liberalizantes na área dos costumes e da moral.

    A expectativa é que esse peso se confirme ou até cresça na próxima Legislatura. Contudo, o professor da UnB disse que não há 'margem de manobra' para uma atuação mais propositiva.

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