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    Erdogan diz que diferença é pequena demais para oposição declarar vitória em eleição de Istambul

    ANCARA (Reuters) - O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse nesta segunda-feira que a diferença de votos entre os dois principais candidatos à Prefeitura de Istambul foi pequena demais para a oposição declarar vitória, e que seu partido quer uma recontagem total para lidar com o que classificou como 'crime organizado'.

    Os resultados iniciais da eleição da semana passada mostraram uma vitória apertado de Ekrem Imamoglu, candidato da principal sigla opositora turca, o Partido Republicano do Povo (CHP), nas eleições municipais de 31 de março.

    O partido AKP, de Erdogan, recorreu dos números iniciais em todos os 39 distritos de Istambul, provocando recontagens parciais ou totais na maior cidade do país, que tem cerca de 10 milhões de eleitores. No domingo, o AKP disse ter solicitado uma recontagem total.

    'Os cidadãos estão nos pedindo para proteger seus direitos, estão se queixando de crimes organizados. E nós, como partidos políticos, determinamos tais crimes organizados', disse Erdogan em uma coletiva de imprensa em Istambul.

    O AKP está abalado com sua derrota aparente de Istambul e da capital Ancara, ambas cidades que o partido e seus antecessores islâmicos dominaram durante um quarto de século. O próprio Erdogan se destacou como prefeito de Istambul nos anos 1990 antes de emergir como um líder nacional.

    Ele disse que só aceitará o desfecho depois que a Alta Comissão Eleitoral (YSK) tiver processado todas as apelações.

    'Ninguém tem direito de entrar em clima de vitória eleitoral em uma cidade de 10 milhões de eleitores com uma diferença de 13 mil-14 mil', disse. 'Quando as apelações tiverem sido finalizadas, aceitaremos o resultado'.

    (Por Ece Toksabay; Reportagem adicional de Ali Kucukgocmen)

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    Marina diz que denunciará compra e venda de votos no Congresso se eleita

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou que, se eleita, denunciará parlamentares que quiserem vender votos dentro do Congresso e que alianças não podem ser feitas na base do 'toma lá, dá cá'.

    'Se alguém vier me dizer que só vai votar se eu tiver que pagar pelo voto dele, eu vou denunciar', afirmou a candidata durante sabatina promovida por UOL, Folha de S.Paulo e SBT nesta terça-feira.

    Ao ser questionada sobre como pretende governar sem ceder recursos em troca da aprovação de medidas, Marina disse que a pergunta leva a uma armadilha: 'Ou você se rende a esses partidos, ou você se rende ao centrão --e olha que estou usando a palavra rende porque ela rima com outra coisa--, ou você não vai conseguir governar', disse, acrescentando que foram essas práticas que levaram o Brasil 'ao fundo do poço'.

    A sua intenção, repetiu, é governar com os melhores nomes e, para isso, os partidos precisam se reinventar, explicou.

    'Chegou a hora de (os partidos) tirarem do banco de reserva os seus melhores quadros e colocá-los em cena para ajudar a melhorar o país. É uma chance que eles vão ter', afirmou a candidata, acrescentando que não vê esse discurso sendo adotado por seus adversários.

    A ex-senadora relembrou que, durante o período como ministra do Meio Ambiente no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu aprovar 'todas as leis importantes para a sua pasta no Congresso Nacional' dialogando com parlamentares de todos os partidos, às vezes sem contar com o apoio da base governista.

    PREVIDÊNCIA

    Marina argumentou ainda que falta transparência à reforma da Previdência submetida ao Congresso pelo presidente Michel Temer e sugeriu que o governo tenha 'economizado' nos 'números necessários' para debater o tema.

    'O governo federal mandou um projeto de reforma da Previdência economizando bastante nos números. A sociedade brasileira não tem os números que deveria ter', disse a candidata da Rede.

    Ela, por sua vez, prometeu, enviará um projeto 'calçado com todos os números necessários para que deputados, senadores e cidadãos saibam o que está acontecendo' e que seja resultado de muito debate, o que faltou à atual gestão, afirmou.

    'Quem não quer resolver é quem joga um pacote em cima da sociedade', argumentou.

    INDÚSTRIA

    Ao ser questionada sobre a queda na produção industrial do Brasil em julho, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, Marina defendeu o fim do protecionismo para retomar o crescimento do setor e adquirir competitividade, prometendo reduzir tarifas que possam prejudicar as exportações brasileiras. [nL2N1VQ0DP]

    'O governo ajudará nessa transição, nós iremos diminuir tarifas, que muitas vezes são ruins para as exportações brasileiras, mais acesso àqueles equipamentos necessários para modernização das indústrias brasileiras, mas sem o velho protecionismo que nos levou para essa situação que estamos hoje', afirmou a candidata a jornalistas após a sabatina.

    (Reportagem de Laís Martins)

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    Marina diz que denunciará compra e venda de votos no Congresso se eleita

    SÃO PAULO (Reuters) - A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, afirmou que, se eleita, denunciará parlamentares que quiserem vender votos dentro do Congresso e que alianças não podem ser feitas na base do 'toma lá, dá cá'.

    'Se alguém vier me dizer que só vai votar se eu tiver que pagar pelo voto dele, eu vou denunciar', afirmou a candidata durante sabatina promovida por UOL, Folha de S.Paulo e SBT nesta terça-feira.

    Ao ser questionada sobre como pretende governar sem ceder recursos em troca da aprovação de medidas, Marina disse que a pergunta leva a uma armadilha: 'Ou você se rende a esses partidos, ou você se rende ao centrão --e olha que estou usando a palavra rende porque ela rima com outra coisa--, ou você não vai conseguir governar', disse, acrescentando que foram essas práticas que levaram o Brasil 'ao fundo do poço'.

    A sua intenção, repetiu, é governar com os melhores nomes e, para isso, os partidos precisam se reinventar, explicou.

    'Chegou a hora de (os partidos) tirarem do banco de reserva os seus melhores quadros e colocá-los em cena para ajudar a melhorar o país. É uma chance que eles vão ter', afirmou a candidata, acrescentando que não vê esse discurso sendo adotado por seus adversários.

    A ex-senadora relembrou que, durante o período como ministra do Meio Ambiente no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu aprovar 'todas as leis importantes para a sua pasta no Congresso Nacional' dialogando com parlamentares de todos os partidos, às vezes sem contar com o apoio da base governista.

    PREVIDÊNCIA

    Marina argumentou ainda que falta transparência à reforma da Previdência submetida ao Congresso pelo presidente Michel Temer e sugeriu que o governo tenha 'economizado' nos 'números necessários' para debater o tema.

    'O governo federal mandou um projeto de reforma da Previdência economizando bastante nos números. A sociedade brasileira não tem os números que deveria ter', disse a candidata da Rede.

    Ela, por sua vez, prometeu, enviará um projeto 'calçado com todos os números necessários para que deputados, senadores e cidadãos saibam o que está acontecendo' e que seja resultado de muito debate, o que faltou à atual gestão, afirmou.

    'Quem não quer resolver é quem joga um pacote em cima da sociedade', argumentou.

    INDÚSTRIA

    Ao ser questionada sobre a queda na produção industrial do Brasil em julho, divulgada nesta terça-feira pelo IBGE, Marina defendeu o fim do protecionismo para retomar o crescimento do setor e adquirir competitividade, prometendo reduzir tarifas que possam prejudicar as exportações brasileiras.

    'O governo ajudará nessa transição, nós iremos diminuir tarifas, que muitas vezes são ruins para as exportações brasileiras, mais acesso àqueles equipamentos necessários para modernização das indústrias brasileiras, mas sem o velho protecionismo que nos levou para essa situação que estamos hoje', afirmou a candidata a jornalistas após a sabatina.

    (Reportagem de Laís Martins)

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