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    Tecnologia de impressão 3D é usada na medicina veterinária no exterior

    Recurso foi empregado, por pesquisadores canadenses, para reconstruir parte do crânio de um cão

    Por Larissa Valença

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    Segundo publicação do canal canadenses Global News, pesquisadores de uma universidade de Ontário usaram a tecnologia da impressora 3D para substituir a maior parte do crânio de um bassê de nove anos, que estava com câncer no local. O procedimento pode representar um avanço na medicina veterinária.

    Segundo Michelle Oblak, uma veterinária cirurgiã oncologista da Universidade de Guelph, em Ontário, uma das responsáveis pelo procedimento, esse foi o primeiro do tipo feito na América do Norte.

    A cachorra, que se chama Patches, tinha um tumor no cérebro do tamanho de uma laranja que cresceu no crânio dela e teria sido fatal, caso não tivesse sido removido, sugere a dona do animal.

    Os estudiosos canadenses usaram a tecnologia de impressora 3D– também conhecida como tecnologia de prototipagem rápida- para cães.

    No caso do bicho, segundo a especialista, o tumor e parte do crânio seriam removidos em cirurgia e depois, enquanto o animal ainda estivesse sob efeito, um cirurgião colocaria uma malha de titânio no lugar. Tal ação seria muito imprecisa, custosa, e demorada. Por isso, um novo tipo de procedimento, em que a impressora 3D cria um crânio de titânio para cachorros é muito melhor, aponta Oblak.

    E Patches, a perfeita candidata, fez parte da pesquisa. Ela precisava de cerca de que 70% do seu crânio fosse removido e substituído.

     

    Como foi?

    O novo método começou com a realização de uma tomografia computadorizada da cabeça e do tumor do animal.

    Usando inúmeros programas de software diferentes nessa imagem, a veterinária Oblak e seu time, cortaram digitalmente o tumor e partes do crânio do animal. Depois, eles mapearam onde o elemento substituto impresso em 3D caberia e como isso seria, por exemplo.  

    Os planos digitais foram enviados para uma empresa, a ADEISS, que realiza impressões 3D de grau médico em Londres, Ontário. A companhia fez o crânio de titânio personalizado para Patches.

    Inclusive, foi necessária a criação de um guia para ser seguido ao longo da cirurgia.

    Oblak contou sobre quanto tempo levou a implantação do novo método: “Demorou duas horas para realizar o monitoramento e enviar para a organização responsável pela impressão, após isso, em duas semanas, o crânio de titânio estava pronto. A cirurgia durou cerca de quatro horas.

    Segundo o proprietário do bicho, o procedimento foi quase perfeito. A cabeça da pequena ficou com uma boa aparência, apenas a orelha ficou torta.

     

     

     

     

     



     

    Segundo Michelle Oblak, uma veterinária cirurgiã oncologista da Universidade de Guelph, em Ontário, uma das responsáveis pelo procedimento, esse foi o primeiro do tipo feito na América do Norte.

    A cachorra, que se chama Patches, tinha um tumor no cérebro do tamanho de uma laranja que cresceu no crânio dela e teria sido fatal, caso não tivesse sido removido, sugere a dona do animal.

     

    Os estudiosos canadenses usaram a tecnologia de impressora 3D– também conhecida como tecnologia de prototipagem rápida- para cães.

    Para o bicho, segundo a especialista, o tumor e parte do crânio removeria em cirurgia e depois, enquanto o animal ainda sob efeito, um cirurgião colocaria uma malha de titânio no lugar. Tal ação seria muito imprecisa, custosa, e demorada.

    Por isso, um novo tipo de procedimento, em que a impressora 3D cria um crânio de titânio para cachorros é muito melhor, aponta Oblak.

    E Patches, a perfeita candidata, foi usada na pesquisa. Ela precisava de cerca de que 70% do seu crânio fosse removido e substituído.

     

    Como foi?

    O novo método começou coma realização de uma tomografia computadorizada da cabeça e do tumor do animal.

    Usando inúmeros programas de software diferentes nessa imagem, a veterinária Oblak e seu time, cortaram digitalmente o tumor em partes do crânio do animal. Depois, eles mapearam onde o elemento substituto impresso em 3D caberia e como isso seria, completo com a localização dos furos para os parafusos para manter os objetos no lugar.

     

    Os planos digitais foram enviados para uma empresa, a ADEISS, que realiza impressões 3D de grau médico em Londres, Ontário. A companhia fez o crânio de titânio personalizado para Patches.

    Foi criado, também, um guia para ser seguido ao longo da cirurgia.

    Oblak contou sobre quanto tempo levou a implantação do novo método: “Demorou duas horas para realizar o monitoramento e enviar para a organização responsável pela impressão, após isso, em duas semanas, o crânio de titânio estava pronto. A cirurgia durou cerca de quatro horas.

    Segundo o proprietário do bicho, o procedimento foi quase perfeito. A cabeça da pequena ficou com uma boa aparência, apenas a orelha ficou torta.

     

     

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