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    Ter animais de estimação durante a infância pode ajudar a evitar a asma, diz estudo

    A informação foi divulgada numa revista científica e contraria o mito de que um ambiente sem a presença de animais domésticos é o melhor local para quem tem a doença respiratória

    Por Redação

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     Segundo estudo, ter animais em casa,  durante os primeiros anos de vida, reduz o risco de asma. A pesquisa publicada em periódico científico mostra que o convívio com animais domésticos quando criança pode prevenir o desenvolvimento do problema respiratório. 

    O estudo contraria a crença de que ter um ambiente livre de animais é o caminho ideal para evitar alergias. O trabalho evidencia que um ser humano na primeira infância exposto aos alérgenos, o que inclui, não apenas animais domésticos, mas, também, pestes e bactérias tem menos chance de ter asma.

    Os cientistas acompanharam mais de 400 crianças, sendo mais de uma centena delas asmáticas, durante os sete primeiros anos de vida.

    Nesse período, os pesquisadores coletarem amostras de poeira de suas casas, na busca por alérgenos. Com isso, foi possível descobrir que a exposição a gatos, ratos e até mesmo baratas até os 3 anos reduzia a probabilidade de a criança ter essa enfermidade.


    No entanto, algumas bactérias podem sim provocar a asma. Para compreender melhor essa relação é  imprescindível que haja a realização de estudos mais aprofundados.

    Segundo pesquisas anteriores, existem diversos fatores que ajudam a aumentar o risco dessa condição nas crianças, como a exposição pré-natal à fumaça do cigarro, ao stress e à depressão materna.

     

     Se for possível criar estratégias para prevenir a asma antes de seu desenvolvimento, isso implicará na vida de milhões de pessoas pelo mundo.

    Porém, é importante ressaltar que quem possui asma deve evitar o contato com certos alérgenos, como a poeira e o pólen, já que essa exposição pode aflorar mais os sintomas da doença e levar a crises respiratórias.

    Apesar de terem colhido os resultados, os cientistas ainda estão analisando o cotidiano dos voluntários. Eles separaram os participantes em grupos baseados nas características das alergias, e esperam descobrir mais novidades.

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