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    The Weeknd mantém críticas ao Grammy após mudança na premiação

    Recording Academy realizou alterações após boicote de grandes músicos

    Placeholder - loading - The Weeknd segurando seus dois Grammys em 2016 – Photoshoot/Divulgação
    The Weeknd segurando seus dois Grammys em 2016 – Photoshoot/Divulgação

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    Recentemente, a Recording Academy, liderada por Harvey Mason Jr., anunciou que os comitês secretos, que selecionam as produções indicadas ao Grammy, haviam sido extinguidos. A decisão foi tomada após uma série de críticas de diversos músicos influentes na indústria fonográfica, que não só atacaram a organização da premiação, como também decidiram realizar um boicote. Dentre eles, o cantor canadense The Weeknd, se revoltou ao não ter sido indicado em alguma categoria no ano passado, e revelou ontem (03), que ainda não mandará suas produções como um concorrente para a estatueta dourada.

    "A confiança entre a organização do Grammy e os artistas foi quebrada há tanto tempo, que seria imprudente levantar a bandeira da vitória. Acho que a indústria e o público precisam ver o sistema transparente realmente em jogo para que a vitória seja celebrada, mas é um começo importante. Eu continuo sem interesse em fazer parte do Grammy, principalmente pela sua própria adesão à corrupção durante todas essas décadas. Não vou enviar no futuro", afirmou o artista em entrevista a Variety.

    Essa á uma decisão emblemática, já que se trata de um boicote ao mais importante prêmio na indústria fonográfica global, além de ser considerado uma das quatro gigantes honras – marcadas pela sigla EGOT: Emmy, Grammy, Oscar e Tony –, que um artista pode ser consagrado no mercado do entretenimento. O empresário do músico, Wassim Slaiby, declarou que apoia a decisão de Tesfaye.

    "Nenhuma mudança acontece sem uma voz a ser ouvida. Estou orgulhoso do Abel [nome verdadeiro de The Weeknd] por defender aquilo em que acredita. Eu fiquei em choque quando tudo isso aconteceu, mas agora enxergo claramente, e fico feliz de termos defendido o que acreditamos", disse o empresário.

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    ‘Cry Maho’: novo filme de Clint Eastwood fala sobre o significado do sucesso

    Neste mês de setembro foi lançado Cry Macho, o mais novo filme do consagrado ator e diretor, Clint Eastwood. Mesmo com 91 anos e com uma certa fragilidade na aparência, o astro se mostra incansável, chegando a montar a cavalo e cavalgar em uma cena. “Trate o cavalo como um amigo e ele vai cuidar de você", disse sobre a tensão sentida por todos no set ao verem um homem dessa idade subir no animal.

    No longa, Clint assume o papel de Mike Milo, um ex-peão de rodeio que está velho e bem distante de seus dias de glória. Devendo um favor a seu chefe, Mike aceita a tarefa de resgatar seu filho, Rafo, de sua mãe abusiva. O único porém é que o garoto mora no México.

    A obra, baseada no livro homônimo de 1975 escrito por N. Richard Nash, já teve outras diversas tentativas frustradas de adaptação para as telonas, das quais se destacam duas: uma que seria estrelada por Roy Scheider (ator de Tubarão) em 1991 e uma por Arnold Schwarzenegger em 2011, após seu mandato como governador da Califórnia. 

    Durante a produção, que sofreu com a pandemia do coronavírus, houve um grande susto com a ocorrência de um caso de infecção entre uma das atrizes - que, felizmente, era um falso positivo e não atrapalhou o processo de filmagem.

    Cry Macho está em cartaz nos cinemas e disponível no serviço de streaming HBO Max. Veja o trailer:

    Clint Eastwood e sua trajetória em Hollywood

    Eastwood começou sua carreira em 1955, mas ascendeu ao estrelato com seus papéis em filmes de faroeste, como a consagrada Trilogia dos Dólares do diretor italiano Sergio Leone, com Por um Punhado de Dólares (1964), Por uns Dólares a Mais (1965) e Três Homens em Conflito (1966)

    Tal como em suas últimas realizações como diretor, como Gran Torino (2008) e A Mula (2018), ele aproveita para refletir a relação entre o Clint ícone - imponente e classicamente sério - e o Clint homem, agora mais velho e com a simples preocupação de contar uma história.

    Dê play no vídeo abaixo para conferir os trailers de Gran Torino (2008) e A Mula (2018):

    ‘Gran Torino’ (2008) 



    ‘A Mula’ (2018)

    6 min
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