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UM COMÉRCIO MAIS PROTEGIDO VENDE MAIS

A SEGURANÇA COMO ALIADA DO FLUXO E DA CONFIANÇA DOS CLIENTES

João Carlos

03/11/2025

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Crédito da imagem: gerada por IA

As ruas comerciais do Brasil vivem um momento de transformação profunda. O avanço acelerado do comércio eletrônico, que movimentou R$ 204,3 bilhões em 2024 e deve ultrapassar R$ 235 bilhões em 2025, mudou o comportamento do consumidor e acentuou a crise das lojas físicas.

Hoje, sete em cada dez brasileiros acreditam que os preços online são mais vantajosos e fazem a maior parte das compras pelo celular. Essa nova dinâmica reduziu o fluxo de pedestres nas áreas comerciais — 27% menor do que no período pré-pandemia — e colocou o varejo de rua diante de uma disputa desigual com o e-commerce e os shopping centers.

Mas há outro fator, menos comentado e igualmente decisivo, que ajuda a explicar a retração do setor: a sensação de insegurança.

Assaltos, furtos e vandalismo se tornaram obstáculos diários para lojistas e clientes, comprometendo o movimento, os horários de funcionamento e até o valor dos imóveis comerciais. Em cidades grandes, segurança e conforto passaram a influenciar diretamente onde as pessoas escolhem comprar — e, cada vez mais, onde decidem não entrar.

Do apocalipse do varejo à reinvenção das ruas

A alta dos custos operacionais, o fechamento de dezenas de lojas de grandes redes em 2023 e 2024 e a dificuldade de atrair novos locatários reforçaram o cenário que especialistas chamam de “apocalipse do varejo físico”. Em muitos endereços, vitrines deram lugar a academias, clínicas e bares, atividades que não podem ser digitalizadas.

Ainda assim, o comércio de rua resiste — sustentado por tradição, conveniência local e vínculo comunitário. É nesse ponto que a segurança volta a ser protagonista, transformando-se de custo inevitável em ferramenta de competitividade.

Quando segurança vira parte da experiência de compra

Mais do que proteger vitrines e estoques, a segurança colaborativa já é reconhecida como um fator de atração e fidelização no varejo. Em lojas, restaurantes, farmácias ou academias, a percepção de tranquilidade influencia diretamente o tempo de permanência e o ticket médio dos clientes.

A CoSecurity leva esse conceito para o comércio, conectando fachadas, calçadas e estacionamentos a uma rede de monitoramento inteligente, que atua 24 horas por dia e integra alertas em tempo real à sua Central de Providências.

Tecnologia que protege e agiliza

Os totens Vision Tower e Compact CoSecurity criam uma presença ostensiva que desestimula o crime, sem comprometer a estética do ponto comercial. Equipados com câmeras de alta definição, vídeo analytics e leitura automática de placas (LPR), os dispositivos reconhecem situações fora do padrão — como aglomerações suspeitas, tentativas de arrombamento ou veículos rondando — e enviam alertas imediatos à central.

Com isso, comerciantes ganham resposta rápida, registro em nuvem e análise preditiva que identifica padrões de risco e horários críticos.

Benefício direto para o negócio

Além da redução de incidentes, os sistemas da CoSecurity geram insights operacionais: fluxos de entrada e saída, mapa de calor de movimento e horários de maior concentração de clientes. Essas informações ajudam na gestão de equipe, ajuste de vitrines e planejamento de promoções, sempre em conformidade com a LGPD.

Quando a sensação de segurança aumenta, o cliente permanece mais tempo, consome com tranquilidade e retorna com frequência.

Integração com a cidade

Todos os dispositivos da rede comercial podem ser conectados ao Smart Sampa, programa da Prefeitura de São Paulo que une segurança pública e privada em um mesmo ecossistema de dados. Assim, um alerta gerado na sua loja pode contribuir para ações de prevenção e investigação em toda a região — um exemplo real de colaboração urbana.

Casos que inspiram

Empresários de diferentes segmentos relatam ganhos em produtividade e reputação. “Depois que o totem foi instalado, os clientes dizem que se sentem mais seguros até na calçada. Isso se refletiu nas vendas”, afirma André R. Santos, proprietário de um minimercado em Moema.

Em locais com rede ativa, a empresa de segurança registra reduções expressivas de furtos e vandalismo, reforçando a ideia de que segurança também é estratégia de marketing.

Saiba como fazer parte da rede de segurança colaborativa e descubra como ela pode aumentar a confiança dos seus clientes — clique AQUI e assista ao episódio do podcast Estúdio Antena 1, que recebeu Chen Gilad, Co-CEO do Grupo Haganá e cofundador da CoSecurity.

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