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    Uso do ácido fólico durante a gravidez não evita pré-eclâmpsia

    Alguns estudos indicavam o composto para evitar pressão alta em gestantes.

    Por Letícia Furlan

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    Alguns especialistas acreditam que uma alta dose diária de ácido fólico é capaz de reduzir o risco de pré-eclâmpsia, a alta pressão sanguínea perigosa que pode ocorrer durante a gravidez. Um estudo randomizado, no entanto, descobriu que isso não funciona.

    É comprovado que o ácido fólico em pequenas doses reduz o risco de sérios defeitos congênitos do cérebro ou da medula espinhal, chamados defeitos do tubo neural, de modo que as vitaminas pré-natais contêm o nutriente. Mas algumas evidências epidemiológicas sugerem que, quanto mais ácido fólico, menor o risco de pré-eclâmpsia.

    Os pesquisadores testaram essa hipótese com um grupo de 2.464 mulheres que tiveram pelo menos um fator de risco para pré-eclâmpsia, como pressão alta ou diabetes. Metade recebeu 4,0 miligramas de ácido fólico por dia, e metade recebeu diariamente comprimidos placebo juntamente com 1,1 miligramas de ácido fólico. O estudo está na publicação britânica BMJ.

    Não houve diferença entre os grupos na incidência de pré-eclâmpsia ou qualquer outro resultado negativo.

    O autor sênior, Dr. Mark C. Walker, presidente de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Ottawa, disse que não sabemos quais são os efeitos a longo prazo da utilização da substância. “Há tantas vezes na medicina em que as coisas vão da panacéia à prescrição para envenenar. Eu estou aconselhando as pessoas a tomar um multivitamínico regular, e é isso". 

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