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Boeing diz não ter encontrado rachaduras em jatos 787 antes de audiência no Senado dos EUA

Placeholder - loading - Logo da Boeing em tela na Nyse, em Nova York, EUA 7/8/2019 REUTERS/Brendan McDermid/Arquivo
Logo da Boeing em tela na Nyse, em Nova York, EUA 7/8/2019 REUTERS/Brendan McDermid/Arquivo

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(Reuters) - A Boeing disse na segunda-feira que não encontrou fissuras por fadiga em aeronaves 787 que passaram por manutenção pesada, defendendo seu programa de jatos de dois corredores antes de uma audiência no Senado dos Estados Unidos na quarta-feira.

Na semana passada, um delator da Boeing alegou que a empresa não levou em conta as preocupações de segurança sobre a montagem de seus jatos 787 e 777. O denunciante, Sam Salehpour, engenheiro de qualidade da Boeing, deve testemunhar em uma audiência do Senado sobre a cultura de segurança da fabricante de aviões.

Salehpour tem alegado que a Boeing não usou adequadamente um material para preencher pequenas lacunas em um produto manufaturado, uma omissão que poderia causar falha por fadiga prematura ao longo do tempo em algumas áreas do Boeing 787 Dreamliner.

Suas alegações, que estão sendo investigadas pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês), incluem comentários de que ele viu trabalhadores 'pulando sobre as peças do avião para alinhá-las'.

A Boeing vem enfrentando uma crise de segurança generalizada que tem prejudicado sua reputação após um pedaço da fuselagem se soltar em pleno ar, em 5 de janeiro, de um avião 737 MAX.

Na segunda-feira, duas autoridades da Boeing disseram a jornalistas que não houve nenhuma constatação de fadiga da estrutura entre os quase 700 jatos Dreamliner em serviço que passaram por inspeções de manutenção pesada após seis e 12 anos.

'Todos esses resultados têm sido compartilhados com a FAA', disse Steve Chisholm, engenheiro-chefe de engenharia mecânica e estrutural da Boeing.

A Boeing interrompeu as entregas do jato 787 por mais de um ano, até agosto de 2022, enquanto a FAA investigava problemas de qualidade e falhas de fabricação.

A empresa disse que relatos de trabalhadores pulando em peças de avião 'não fazem parte de nosso processo'.

(Por Allison Lampert em Montreal)

Escrito por Reuters

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