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Países da UE alteram proposta sobre direitos dos trabalhadores de apps; empresas reclamam

Placeholder - loading - Logo da Uber em Davos, Suíça 20/01/2023 REUTERS/Arnd Wiegmann
Logo da Uber em Davos, Suíça 20/01/2023 REUTERS/Arnd Wiegmann

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Por Foo Yun Chee

BRUXELAS (Reuters) - Os países da União Europeia ajustaram um projeto destinado a dar benefícios de funcionários com vínculos empregatícios aos trabalhadores de empresas de aplicativos como Uber e Deliveroo, antes das negociações com os parlamentares do bloco que desejam regras mais abrangentes.

Em sua versão preliminar acordada nesta segunda-feira, os países da União Europeia propõem que as empresas sejam consideradas empregadoras se atenderem a três de sete critérios.

Os critérios são fiscalizar o desempenho dos trabalhadores por meios eletrônicos, restringir sua capacidade de escolher o horário de trabalho e suas tarefas, impedindo-os de trabalhar para terceiros, fixando um limite máximo de remuneração, estabelecendo regras sobre aparência ou conduta e restringindo a capacidade de usar subcontratados ou substitutos.

A Comissão disse que as regras irão abranger cerca de 4,1 milhões dos 28 milhões de trabalhadores em empresas de plataformas online nos 27 países da União Europeia.

O Parlamento Europeu, que propôs suas próprias mudanças em fevereiro, quer que as regras incluam uma lista indicativa para determinar se um trabalhador é um empregado. Esses critérios incluirão se o trabalhador está sujeito a um salário fixo, horário de trabalho definido e horário de trabalho e supervisão do empregador.

Os países do bloco disseram que os trabalhadores devem ser informados sobre o uso de algoritmos usados ​​nos processos de tomada de decisão no trabalho quando essas decisões lhes dizem respeito, enquanto os parlamentares dizem que decisões importantes não devem ser tomadas por sistemas automatizados.

A Uber criticou as propostas do projeto de regras. “Como muitos países da Europa demonstraram, existem maneiras melhores de defender os valores sociais europeus sem remover a independência e a flexibilidade que a maioria dos trabalhadores da plataforma diz querer”, disse a vice-presidente da empresa, Anabel Diaz Calderon, em comunicado.

A Delivery Platforms Europe, cujos membros são Bolt , Deliveroo, Delivery Hero, Glovo, Uber e Wolt, foi igualmente crítica.

'Embora o texto aprovado hoje traga mais clareza do que a proposta original, ainda não traça uma linha clara o suficiente entre emprego e trabalho autônomo e pouco faz para melhorar a situação dos genuinamente autônomos', afirmou.

Escrito por Reuters

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