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Regras para doações mudam em decorrência dos casos de febre amarela

  • 06/03/2017 16:00
Imagem: Regras para doações mudam em decorrência dos casos de febre amarela

Em razão dos recentes casos de febre amarela, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e o Ministério da Saúde emitiram notas sobre o risco de transmissão por meio de doação de sangue e de órgãos.

Com o objetivo de prevenir novos casos da doença, novos critérios para doações foram determinados. A partir de agora, pessoas vacinadas devem aguardar, no mínimo, quatro semanas para doar sangue. Já quem contraiu a febre não poderá fazer nenhuma doação por seis meses após a total recuperação.

A medida foi tomada considerando relatos de transmissão da doença por transfusão a partir de pessoas vacinadas.

No que diz respeito a transplantes, as restrições são diferentes. Durante a investigação do histórico clínico dos candidatos, será preciso informar a possível presença de indicativos e sintomas de febre amarela. Candidatos à doação de órgãos que foram infectados serão considerados inaptos por um período de trinta dias após a recuperação, enquanto doadores de tecidos ficarão excluídos por seis meses.

Potenciais doadores, tanto de órgãos quanto de tecidos, que foram vacinados recentemente precisarão esperar quatro semanas para realizar o procedimento. Para pacientes em busca de transplantes, a vacina é recomendada, mas precisarão ficar até quatro meses afastados da lista de espera.

As medidas são ainda mais rigorosas para moradores e pessoas que tenham viajado para áreas rurais, silvestres ou de mata dos municípios com casos suspeitos. Moradores que não comprovarem a vacina não poderão doar sangue. Já os visitantes ficarão inaptos por trinta dias após o retorno da área de risco.

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