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    A prática de atividades físicas pode diminuir em 16 por cento o risco de depressão

    Além disso, se exercitar com frequência também diminui riscos de doenças cardíacas, comuns em pessoas depressivas

    Por Letícia Furlan

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    Cerca de 16 milhões de adultos nos EUA e 350 milhões de pessoas em todo o mundo têm depressão. Mas, felizmente, parece haver uma forma de reverter este quadro – ou pelo menos aumentar a qualidade de vida destas pessoas.

    Em um grande estudo publicado no JAMA Psychiatry, os pesquisadores dizem que pode haver uma maneira relativamente barata e não invasiva de combater a depressão, começando na meia-idade. Os cientistas, liderados pelo Dr. Madhukar Trivedi, diretor do centro de pesquisa de depressão e atendimento clínico do Centro Médico da Universidade do Texas em Dallas, relatam que estar fisicamente em forma pode diminuir o risco de desenvolver depressão.

    Pessoas com depressão normalmente têm menor expectativa de vida, em parte porque correm maior risco de outras condições crônicas, como doenças cardíacas. E as atividades físicas também diminuem o risco de morte por causa destas doenças após o diagnóstico da depressão.

    No estudo, foram analisados dados de quase 18 mil pessoas que tinham em média 50 anos de idade. Os dados incluíam informações sobre os níveis de aptidão das pessoas, medidos com base nos seus hábitos de exercício, bem como os seus diagnósticos de depressão, seus problemas relacionados ao coração e causa da morte, quando aplicável.

    Os pesquisadores acompanharam as pessoas no estudo por quase 40 anos. Eles descobriram que aqueles com maior aptidão – o que geralmente significa pessoas que se exercitaram mais ou mais intensamente – tiveram um risco 16 por cento menor de depressão quando eram mais velhos em comparação com pessoas com menor aptidão física.

    O grupo de maior aptidão também teve um risco 61 por cento menor de morrer de doença cardíaca e, entre as pessoas que foram diagnosticadas com depressão, um risco 56 por cento menor de morrer de problemas cardíacos em comparação com pessoas com menor aptidão.

    Segundo Triverdi, seria importante que médicos não só prescrevessem antidepressivos, mas também uma dose de exercícios físicos para o tratamento da depressão.

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