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AB InBev supera previsões de lucros e aposta no impulso dos esportes em 2026

AB InBev supera previsões de lucros e aposta no impulso dos esportes em 2026

Reuters

12/02/2026

Placeholder - loading - Cans of Budweiser brand beer are pictured at a liquor store in Washington, D.C. U.S., September 1, 2024. REUTERS/Daniel Becerril
Cans of Budweiser brand beer are pictured at a liquor store in Washington, D.C. U.S., September 1, 2024. REUTERS/Daniel Becerril

LONDRES, 12 Fev (Reuters) - A cervejaria Anheuser-Busch ​InBev superou as previsões do quarto trimestre em termos de lucro, receita e volumes nesta quinta-feira, afirmando que grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de futebol, podem ajudá-la a superar os lucros de seus principais concorrentes em 2026, apesar do cenário difícil do mercado.

A cervejaria mais valiosa do mundo e suas rivais estão enfrentando vendas ⁠fracas, ⁠com a queda na demanda ​nos ‌principais mercados, afetados pelas dificuldades financeiras dos consumidores e pelo mau tempo. A rival Heineken anunciou na quarta-feira que cortaria até 6.000 empregos nos próximos dois ⁠anos.

A fabricante da Budweiser e da Stella Artois ​repetiu sua previsão anual regular de crescimento de lucro ​entre 4% e 8% em 2026. ‌A Heineken ​e a ⁠Carlsberg esperam entre 2% e 6%.

A AB InBev disse que investiu US$7,4 bilhões em vendas e marketing, ganhou ou manteve ​participação em dois terços de seus mercados e deve se beneficiar em 2026 de eventos como o Super Bowl, as Olimpíadas de Inverno e a Copa ​do Mundo.

“Saímos de 2025 com um impulso melhorado e entramos em 2026 bem posicionados”, disse o presidente-executivo Michel Doukeris.

O lucro e a receita aumentaram mais do que o esperado no trimestre, enquanto os volumes caíram menos do que o previsto.

O crescimento anual do lucro de 4,9% atingiu o ​limite mínimo da previsão da AB InBev e marcou ‌uma desaceleração em relação aos ⁠mais de 8% em 2024.

Além da fraca demanda, a cervejaria tem sido prejudicada pelo fraco desempenho na ⁠China, pelas oscilações cambiais que elevam ⁠os custos e pelas tarifas ⁠dos EUA ⁠sobre ​insumos importantes, como o alumínio para latas.

(Reportagem de Emma Rumney)

Reuters

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