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    Andar a pé ajuda a reduzir o risco de insuficiência cardíaca em idosas, aponta pesquisa

    No geral, o ideal é que elas se exercitem, pois ser fisicamente ativo pode diminuir os riscos de desenvolver certos problemas cardiovasculares

    Por Larissa Valença

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    Segundo estudo norte-americano, publicado pela agência de notícias Reuters, mulheres mais velhas, que praticam atividades físicas têm chances menores de desenvolver insuficiência cardíaca. Inclusive, andar a pé já conta e pode ser mais favorável do que não realizar nenhuma prática.

    Cientistas americanos examinaram dados de mais de 130 mil mulheres após a menopausa, com idade entre 50 e 79 anos. Mais de um terço tinha pressão alta, contudo, somente algumas apresentavam outros fatores de risco para enfermidades do coração, como diabetes, ou hábitos ruins, como fumar.

    Depois de aproximadamente 14 anos, mais de 2 mil mulheres desenvolveram insuficiência cardíaca. Quando comparadas àquelas que não se exercitavam. Já quem realizava alguma atividade física apresentou 11% menos chances de ter insuficiência cardíaca. Enquanto, mulheres que praticavam muitos exercícios tiveram 35% menos possibilidades de desenvolver o quadro.

    Segundo um autor do estudo, Michael LaMonte, da Universidade de Buffalo, em Nova York, a descoberta mostra claramente que maiores quantidades de atividade físicas estão associadas com menores riscos de desenvolver insuficiência cardíaca e cada subtipo.

    Andar a pé, por sinal, é a atividade mais comum realizada na velhice, todavia, isso somente é eficaz quando a tarefa é feita de forma vigorosa, aponta LaMonte. Aliás, muitos deles, têm esse hábito e a prática é frequente.

    Para ter acesso ao nível de atividade, pesquisadores examinaram dados de questionários sobre exercícios, respondidos pelas mulheres. Daí, eles pontuaram o nível de atividade física feita pelos participantes e a intensidade, baseados na medida conhecida como equivalente metabólico (MET) em tarefas, avaliando horas por semana.

    Mulheres obtiveram uma média de 13 MET horas por semana. Andar a pé foi a forma mais comum de exercício realizado por elas.

    Cada hora adicional MET de atividade por semana foi relacionada a um risco 16% menor de desenvolver insuficiência cardíaca, o material foi publicado, inclusive, no periódico científico ' Journal of the American College of Cardiology'.

    Devido aos dados, é sempre bom ressaltar que nunca é tarde para começar a se exercitar. Aliás, é claro que doses elevadas de exercícios são mais benéficas, porém, qualquer nível de atividade é melhor do que ser sedentário.

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