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    Brasil tem recorde diário com 600 novas mortes por coronavírus e total se aproxima de 8 mil

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    Funcionários de SOS Funeral em Manaus 5/5/2020 REUTERS/Bruno Kelly

    Publicada em  

    Por Gabriel Araujo

    SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil registrou nesta terça-feira o maior número de novas mortes em decorrência do novo coronavírus desde o início da pandemia, com a contabilização de 600 novos óbitos, o que eleva o total a 7.921, informou o Ministério da Saúde.

    Em relação à quantidade de casos confirmados de infecção pelo vírus, o país teve salto de 6.935 em relação à véspera, chegando a 114.715. Embora o número represente uma leve alta ante os 6.633 casos confirmados na segunda-feira, não supera o recorde de 7.218 visto em 30 de abril.

    O recorde anterior para a contagem diária de óbitos era de 28 de abril, quando o país registrou 474 mortes.

    Em entrevista coletiva sobre o assunto, o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Wanderson Oliveira, fez a ressalva de que as 600 novas mortes contabilizadas não ocorreram necessariamente nas últimas 24 horas, apenas entraram no sistema ao longo do dia.

    São Paulo continua sendo o Estado mais afetado pela doença no Brasil, com 34.053 casos --alta de 1.866 na comparação diária-- e 2.851 mortes, avanço de 197 em relação à véspera.

    O coordenador Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo, David Uip, afirmou nesta terça-feira que o sistema de saúde do Estado terá problemas em no máximo um mês caso a média do isolamento social paulista siga abaixo de 50%. [nL1N2CN1BM]

    Na sequência da contagem por Estado do ministério vem o Rio de Janeiro, com 12.391 casos e 1.123 mortes, acompanhado pelo Ceará (11.470 infecções, 795 óbitos), cuja capital Fortaleza anunciou que entrará em 'lockdown' a partir de sexta-feira. [nL1N2CN25K]

    A letalidade da doença no país é de 6,9%, acrescentou o Ministério da Saúde.

    (Com reportagem adicional de Pedro Fonseca no Rio de Janeiro)

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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