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    Campanha de Trump vê saúde pública como arma para 2020

    Por Ginger Gibson e James Oliphant

    WASHINGTON (Reuters) - A campanha à reeleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acredita que pode transformar o debate sobre o futuro da saúde pública no país, a maior fragilidade dos republicanos nas eleições parlamentares do ano passado, em uma vantagem para a disputa pela Casa Branca em 2020.

    Isso teria parecido altamente improvável poucos meses atrás, quando os democratas capitalizaram sobre a questão da cobertura para problemas médicos preexistentes para assumir a maioria da Câmara dos Deputados.

    Desde então, os pré-candidatos presidenciais democratas estão debatendo o quão longe devem ir para transformar o sistema de saúde pública dos EUA. Alguns deles sugeriram abolir os planos particulares em favor de um único plano administrado pelo governo, que alguns chamam de Medicare for All, e outros postulam reformas mais modestas.

    A campanha de Trump está apostando que o eventual vencedor da indicação democrata no ano que vem terá sido forçado a defender uma proposta de reforma abrangente da saúde pública que pode afugentar eleitores moderados.

    'O presidente retomou o assunto', disse Tim Murtaugh, diretor de Comunicação da campanha de Trump, à Reuters em uma entrevista. Segundo ele, os democratas estão tirando os cartões de plano de saúde de suas carteiras e 'tornando-o sem valor'.

    Cerca de metade dos doze postulantes democratas de primeiro escalão disputando a indicação defendem alguma versão do Medicare for All, segundo uma análise de propostas de campanha feita pela Reuters.

    Os democratas podem acabar cedendo terreno político se indicarem um candidato que defenda a saúde pública universal, disse Drew Altman, presidente da Kaiser Family Foundation, grupo de defesa da saúde pública sem filiação partidária.

    'As pesquisas mostram muito claramente que os democratas têm uma vantagem muito substancial na saúde e em todos os temas de saúde', disse Altman. 'Se o democrata for um candidato que é um grande defensor do Medicare for All, passará uma impressão um pouco diferente'.

    Alguns eleitores terão receio de perder seus planos particulares, mas os democratas ainda têm probabilidade de conquistar aqueles preocupados com problemas preexistentes e acesso ao aborto, disse Altman.

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    Medicamentos para Aids evitam transmissão de HIV em homens gays, aponta estudo

    Por Kate Kelland

    LONDRES (Reuters) - Um estudo europeu com quase 1 mil casais de homens gays que fizeram sexo sem camisinha, e nos quais um parceiro tinha HIV e estava tomando medicamentos antirretrovirais para inibi-lo, descobriu que o tratamento pode evitar a transmissão sexual do vírus.

    Depois de oito anos de acompanhamento dos chamados casais serodiferentes, o estudo não encontrou nenhum caso de transmissão de HIV.

    O estudo prova, disseram os pesquisadores, que usar uma terapia antirretroviral para inibir o vírus da Aids a níveis indetectáveis também significa que ele não pode ser transmitido pelo sexo.

    'Nossas descobertas oferecem indícios conclusivos para homens gays de que o risco de transmissão de HIV com inibidor ART é zero', disse Alison Rodger, professora da Universidade College de Londres que coliderou a pesquisa.

    Ela disse que a 'mensagem poderosa' poderia ajudar a acabar com a pandemia de HIV evitando a transmissão do vírus em populações de risco alto. Só neste estudo, por exemplo, os pesquisadores estimam que o tratamento antirretroviral inibidor evitou cerca de 472 transmissões de HIV durante os oito anos.

    O estudo, publicado no periódico médico Lancet na quinta-feira, avaliou o risco de transmissão de HIV entre casais de homens gays serodiferentes --em que um parceiro é HIV positivo e um é HIV negativo-- que não usam camisinha.

    As conclusões se somam a uma fase anterior do estudo que analisou o risco de HIV entre casais heterossexuais serodiferentes nas mesmas circunstâncias, e que também encontrou um risco zero.

    Embora 15 homens dos 972 casais gays desta fase tenham se infectado com HIV durante os oito anos de acompanhamento, testes genéticos mostraram que suas infecções foram com cepas de HIV recebidas de outro parceiro sexual.

    Desde o início da epidemia de Aids nos anos 1980, mais de 77 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV. Quase metade delas, ou 35,4 milhões, morreram em decorrência da Aids.

    Especialistas globais de saúde dizem que a luta contra o HIV está em um estágio precário, uma vez que o número anual de mortes ligadas à Aids está diminuindo e o número de pessoas recebendo tratamento antirretroviral está aumentando, mas o número de novas infecções se mantém teimosamente alto na casa dos 1,8 milhão por ano em todo o mundo.

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    Bolsonaro diz no Twitter que estado de saúde está em 'plena evolução'

    (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira, em mensagem no Twitter, que seu estado de saúde está 'em plena evolução', um dia após a previsão de alta do hospital ter sido adiada devido a tratamento com antibióticos iniciado, após uma elevação de temperatura.

    'Há um gigantesco diferencial entre informar com imparcialidade e fazer militância maldosa. Meu estado de saúde neste momento encontra-se em plena evolução e estou feliz em compartilhar este sentimento com todos! Um dia de cada vez!', disse Bolsonaro no Twitter, sem especificar a referência que fez em relação ao que chamou de 'militância maldosa'.

    Bolsonaro, de 63 anos, passou por cirurgia no dia 28 de janeiro no hospital Albert Einstein, em São Paulo, para retirar bolsa de colostomia, a terceira operação desde um atentado a faca que sofreu ainda na campanha eleitoral, em setembro do ano passado, em Juiz de Fora (MG).

    Primeiro ele teve que passar por uma delicada cirurgia de emergência na cidade mineira por causa de ferimentos nos intestinos grosso e delgado e em uma veia abdominal. Depois, passou por uma segunda cirurgia para desobstrução intestinal.

    A previsão inicial dos médicos era que o presidente passaria 10 dias internado, mas o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse na segunda-feira que Bolsonaro não deve ter alta antes do próximo dia 11 devido ao tratamento com antibióticos iniciado após elevação de temperatura na noite de domingo e, basicamente, um aumento de leucócitos.

    Segundo boletim médico do hospital divulgado na segunda-feira, o presidente apresentou 'elevação da temperatura (37,3°C) e alteração de alguns exames laboratoriais. Foi iniciado antibioticoterapia de amplo espectro e realizado novos exames de imagem'.

    'Identificou-se uma coleção líquida ao lado do intestino na região da antiga colostomia. Foi submetido à punção guiada por ultrassonografia e permanece com dreno no local', acrescenta o boletim, informando ainda que Bolsonaro estava 'no momento sem dor, afebril, em jejum oral, com sonda nasogástrica e nutrição parenteral exclusiva'.

    Rêgo Barros disse que desde domingo o presidente tem se mantido em repouso e evitado fazer despachos de trabalho. Por ordem médica, ele segue com visitas restritas. O porta-voz disse que não há, por ora, uma movimentação para que Bolsonaro seja afastado da Presidência temporariamente para sua recuperação.

    (Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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    Marina anuncia plano nas áreas de saúde, educação e de atenção à mulher

    (Reuters) - A candidata à Presidência da República pela Rede, Marina Silva, anunciou nesta terça-feira o plano 'Vida Digna', que atuará, caso eleita, nas áreas de saúde, educação e de igualdade de gênero.

    Em visita ao Centro de Parto Humanizado Casa Angela, na zona sul de São Paulo, acompanhada do vice em sua chapa, Eduardo Jorge (PV), Marina lançou o programa que pretende reformar o Sistema Único de Saúde (SUS), ampliar a oferta de creches e a proposição de ampliar o prazo da licença paternidade --algo que serviria de transição para um modelo em que o período da licença possa ser compartilhado entre pais e mães.

    A reformulação do SUS prevê a criação de 400 regiões de saúde e uma autoridade nacional sanitária.

    No caso das creches, a promessa é de criar 2,5 milhões de vagas e centrar as ações na educação infantil.

    A ideia é que os três eixos envolvam o trabalho simultâneo de vários ministérios.

    'Quando tem uma boa escola, uma boa creche, um bom atendimento de saúde, as mulheres já estão sendo favorecidas. Mas elas precisam também de políticas que combatam o preconceito, a discriminação que lhe dê possibilidade de ter uma formação profissionalizante, e que elas possam ter acesso aos meios para fazer seus investimentos', disse Marina.

    No eixo voltado às mulheres, um dos principais alvos da campanha de Marina e grupo que mais tem oferecido resistência ao líder das pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro (PSL), o plano de Marina prevê políticas de prevenção da violência, combate ao feminicídio e punição da diferença de salários entre homens e mulheres.

    A candidata voltou a criticar fala na véspera do vice de Bolsonaro, general da reserva Hamilton Mourão (PRTB), segundo quem famílias desestruturadas --onde não há pai ou avô-- levam ao surgimento de 'elementos desajustados', que 'tendem a ingressar em narco-quadrilhas'.

    Marina citou sua avó, que a criou, e repudiou o discurso do vice na chapa adversária.

    'Não sei de onde ele constatou isso e de onde tira tanta insensibilidade e desrespeito.'

    (Por Maria Carolina Marcello)

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    Lava Jato prende ex-secretário de Saúde do RJ pela 2ª vez em nova etapa de investigação

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Polícia Federal prendeu nesta sexta-feira o ex-secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro Sergio Côrtes em uma nova etapa da investigação sobre um amplo esquema de corrupção na administração da saúde pública do Estado, com estimativa de desvio de 74 milhões de reais apenas no esquema investigado nesta fase.

    Côrtes foi preso pela primeira vez em abril do ano passado por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral, mas havia deixado a prisão em abril deste ano para responder ao processo em liberdade favorecido por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes.

    De acordo com o Ministério Público Federal, Côrtes participou de um esquema ao lado de empresários para fraudar contratos para a administração de vários hospitais do Estado do Rio de Janeiro a partir de 2013. A defesa do ex-secretário não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

    “Essa nova fase das investigações comprova que os empresários controlavam a destinação dada aos recursos públicos repassados às organizações sociais que administravam hospitais estaduais, desviando tais verbas em benefício próprio e de terceiros, contando com a atuação de gestores da organização social e de diversos funcionários públicos da Secretaria de Saúde para que a empreitada criminosa fosse concretizada”, disseram os procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro em nota.

    Segundo o MPF, foi possível estimar apenas nesta fase da investigação que os contratos fraudados permitiram o desvio de cerca de 74 milhões de reais dos cofres públicos.

    Além de Côrtes, outras 20 pessoas tiveram prisão decretada pela Justiça Federal no âmbito da nova investigação, e também foi determinada a indisponibilidade de bens e valores dos

    investigados e empresas no montante de até 149 milhões de reais para garantia do ressarcimento dos danos provocados pelo esquema criminoso.

    A investigação sobre fraudes na saúde pública do Rio de Janeiro também atingiu grandes empresas multinacionais acusadas de integrarem organização criminosa e fraudar licitações, como a General Electric.

    No início deste mês, o MPF apresentou denúncia contra o presidente-executivo da GE para a América Latina, Daurio Speranzini Jr., ao lado de outras 23 pessoas, por envolvimento no esquema.

    As fraudes na área de saúde, segundo os procuradores, faziam parte de um amplo esquema de corrupção comandando pelo ex-governador Sérgio Cabral, que desviou no total mais de 100 milhões de dólares dos cofres públicos do Estado durante seu governo, de acordo com os procuradores.

    O ex-governador, que está preso desde novembro de 2016, já foi condenado em diversas ações.

    (Por Pedro Fonseca)

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    ONU diz que luta global contra Aids está em 'situação precária'

    Por Kate Kelland

    LONDRES (Reuters) - A complacência tem prejudicado a luta contra a epidemia global da Aids, uma vez que o ritmo de avanço não corresponde ao que é necessário, alertou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta quarta-feira.

    A Unaids, agência de combate ao HIV/Aids da ONU, disse em um relatório de atualização que a luta está em uma 'situação precária' e que, embora as mortes estejam diminuindo e os índices de tratamento aumentando, os índices de novas infecções de HIV ameaçam os esforços para derrotar a doença.

    'O mundo está saindo dos trilhos. As promessas feitas aos indivíduos mais vulneráveis da sociedade não estão sendo cumpridas', disse o relatório. 'Há muito a se avançar na jornada para acabar com a epidemia da Aids. O tempo está acabando'.

    Michel Sidibé, diretor-executivo da Unaids, observou no prefácio do relatório que houve um grande progresso na redução das mortes decorrentes da Aids e no encaminhamento de um número recorde de pessoas para tratamentos com antirretrovirais.

    Segundo o relatório, estimadas 21,7 milhões das 37 milhões de pessoas que têm o vírus da imunodeficiência humana (HIV), que causa a Aids, estavam em tratamento em 2017, cinco vezes e meia a mais do que uma década atrás.

    Esse aumento rápido e contínuo ajudou a reduzir em 34 por cento as mortes relacionadas à Aids entre 2010 e 2017. Neste último ano elas foram as menores deste século -- menos de um milhão de pessoas, disse o relatório.

    Mas Sidibé também disse que hoje existem pontos de 'crise' na prevenção da disseminação do HIV --particularmente entre populações de alto risco e vulneráveis-- e na obtenção de financiamento contínuo.

    'O sucesso no salvamento de vidas não está se equiparando a um sucesso igual na redução de novas infecções de HIV', explicou. 'As novas infecções de HIV não estão diminuindo com rapidez suficiente. Os serviços de prevenção de HIV não estão sendo supridos em escala adequada... e não estão alcançando as pessoas que mais precisam deles'.

    Sidibé disse que a incapacidade de impedir novas infecções em crianças é uma grande preocupação.

    'Estou perturbado com o fato de que, em 2017, 180 mil crianças foram infectadas com HIV, longe da meta geral de 2018 de eliminar novas infecções de HIV em crianças', escreveu.

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