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    O país proibia os casais de terem um segundo filho desde 1979.

    Casais chineses finalmente podem ter o segundo filho

    Por Redação, antena 1

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    Há 20 anos, o mundo não via tantos chineses nascendo. Em 2016, foram quase 19 milhões de nascimentos na China - dos milhões a mais do que a média dos cinco anos anteriores.

    A taxa de fertilidade subiu para 1,7 filhos por mulher após ter se mantido entre 1,5 e 1,6 entre 2000 a 2015. A taxa de 2 filhos por mulher é o suficiente para manter a população estável no longo prazo, alegam especialistas. 

    Tudo isso porque 2016 foi o primeiro ano, depois de décadas, em que os casais puderam ter um segundo filho. Desde 1979, quando a taxa de fertilidade no país era de quase três filhos por mulher, a regra foi imposta. O medo era de descontrole populacional; poucas exceções eram permitidas e a fiscalização era intensa.

    O problema foi que, com o tempo, a preferência pelo sexo masculino gerou um excedente de homens solteiros que deve chegar a 30 milhões já em 2020 e causa tensões sociais.

    Além disso, o boom demográfico passou e a China começou a ter poucos jovens sustentando cada vez mais idosos, pressionando o sistema de pensões.

    Acabar com a restrição vai na direção certa, mas pode não ser a solução total para o problema. De acordo com a consultoria Euromonitor, os casais nas grandes cidades já hesitam em ter o segundo filho devido à falta de tempo e ao alto custo de vida. Mesmo assim, segundo a consultoria, os novos bebês chineses devem levar a um crescimento anual de 11 por cento nos mercados de roupas e sapatos infantis do país até 2020. Nenhum outro setor de vestuário chinês tem uma perspectiva tão boa.

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