alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE china

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Empresário canadense ligado a líder norte-coreano é detido na China

    Empresário canadense ligado a líder norte-coreano é detido na China

    Por Josh Smith e David Ljunggren

    SEUL/OTTAWA (Reuters) - O empresário canadense Michael Spavor, ligado ao líder norte-coreano, Kim Jong Un, foi detido por autoridades da China devido à suspeita de pôr em risco a segurança do Estado, noticiou a mídia estatal chinesa nesta quinta-feira.

    Spavor, consultor de negócios que tem laços profundos com a Coreia do Norte, já andou de jet ski com Kim Jong Un e sentiu o chão tremer durante um teste nuclear norte-coreano.

    O governo do Canadá diz não ter conseguido contatá-lo, e ligações, mensagens e e-mails para Spavor não haviam tido resposta até esta quinta-feira.

    Quando o líder norte-coreano decidiu se reaproximar do mundo e atrair investimentos estrangeiros neste ano, Spavor estava em uma posição privilegiada para desempenhar um papel.

    Sendo um dos pouco ocidentais com laços pessoais com o governo da Coreia do Norte e com o próprio Kim, Spavor vem tentando despertar o interesse internacional em investimentos em projetos econômicos norte-coreanos, antecipando-se ao eventual relaxamento das sanções e ao estreitamento das relações.

    Spavor é mais conhecido na região por seu relacionamento com Kim e por ter facilitado uma visita do astro de basquete norte-americano Dennis Rodman a Pyongyang em 2013.

    'Aquela foi a experiência mais incrível que tive na vida... passamos três dias juntos', disse Spavor à Reuters em uma entrevista concedida em 2017.

    Imagens da ocasião mostraram Spavor bebendo coquetéis com Kim a bordo de um de seus barcos particulares depois de andarem de jet ski em uma baía próxima de Wonsan, uma das áreas de desenvolvimento econômico aos cuidados do líder.

    Em 2015 Spavor se envolveu nos esforços para atrair mais de 150 milhões de dólares de fundos estrangeiros para Wonsan, incluindo 39 milhões de dólares para abrir uma nova cervejaria.

    A investigação de Spavor vem na esteira da detenção, ocorrida em Pequim na segunda-feira, do ex-diplomata canadense Michael Kovrig, que a mídia estatal chinesa disse estar sendo investigado pelas mesmas acusações.

    A China expressou revolta quando o Canadá prendeu em 1º de dezembro a executiva Meng Wanzhou, diretora financeira da empresa chinesa Huawei Technologies, e o inquérito sobre Spavor provavelmente agravará a desavença diplomática.

    0

    0

    3

    5 H

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China vai manter crescimento em 2019 dentro de faixa razoável, diz Politburo

    China vai manter crescimento em 2019 dentro de faixa razoável, diz Politburo

    PEQUIM (Reuters) - A China vai manter seu crescimento econômico em 2019 dentro de uma faixa razoável, esforçando-se para apoiar empregos, o comércio e os investimentos, enquanto promove reformas e contém os riscos, afirmou nesta quinta-feira o Politburo, principal órgão de tomada de decisão do Partido Comunista.

    'Promoveremos um crescimento estável, promoveremos reformas, ajustaremos a estrutura, beneficiaremos a vida das pessoas e evitaremos os riscos de maneira coordenada e manteremos a operação econômica em uma faixa razoável', informou a agência de notícias oficial Xinhua, citando uma reunião do Politburo presidida pelo presidente Xi Jinping.

    O governo anunciou recentemente uma série de medidas, incluindo reduções na taxa de compulsórios dos bancos, cortes de impostos e mais gastos com infraesrutura, para evitar uma forte desaceleração da economia. A expectativa é que Pequim faça ainda mais para reforçar o crescimento do país.

    Isso vai estabilizar mais o emprego, o setor financeiro, o comércio internacional, o investimento e as expectativas de mercado, e aumentar a confiança, disse a Xinhua.

    O Politburo pediu por uma maior conscientização dos problemas potenciais na economia, dadas as mudanças nas condições externas e domésticas.

    'Devemos fortalecer a coordenação e a cooperação, concentrar em grandes contradições, compreender o ritmo e a força da economia e nos esforçar para alcançar a melhor combinação de políticas econômicas e o efeito geral máximo', afirmou.

    Os principais líderes devem mapear os planos econômicos e de reforma para 2019 durante uma Conferência Anual do Trabalho Econômico Central neste mês.

    O crescimento econômico da China desacelerou para 6,5 por cento no terceiro trimestre, o ritmo mais fraco desde a crise financeira global, embora a expansão anual possa superar um pouco a meta do governo de 6,5 por cento.

    ((Tradução Redação São Paulo, 55 11 5644 7729)) REUTERS CMO SI

    0

    0

    4

    8 H

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China e EUA discutem próxima etapa de negociações comerciais

    China e EUA discutem próxima etapa de negociações comerciais

    PEQUIM (Reuters) - A China e os Estados Unidos discutiram na terça-feira o roteiro para o próximo estágio de suas negociações comerciais, durante uma ligação telefônica entre o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, e o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, e o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer.

    Os presidentes Donald Trump e Xi Jinping concordaram em uma reunião em 1º de dezembro na Argentina com uma trégua que adiou o aumento planejado para 1º de janeiro das tarifas dos EUA de 10 por cento para 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses.

    Lighthizer afirmou no domingo que, a menos que as negociações entre EUA e China se encerrem com êxito até 1º de março, novas tarifas serão adotadas.

    Em um breve comunicado, o Ministério do Comércio da China afirmou que Liu conversou com Mnuchin e Lighthizer nesta terça-feira no horário de Pequim, em uma ligação pré-arranjada.

    'Ambos os lados trocaram opiniões sobre colocar em vigor o consenso alcançado pelos líderes dos dois países na reunião, e sobre avançar com o cronograma e roteiro para a próxima etapa do trabalho de consultas econômicas e comerciais', disse o ministério, sem dar detalhes.

    Um porta-voz do Tesouro dos EUA confirmou a ligação com Liu, mas não deu mais detalhes. O gabinete do representante de Comércio dos EUA não respondeu imediatamente.

    O Wall Street Journal, citando pessoas familiarizadas com a questão, disse que Liu planeja ir a Washington no início do ano.

    Liu, principal assessor econômico de Xi, está liderando as negociações pelo lado chinês.

    Em declarações divulgadas separadamente pelo Ministério das Relações Exteriores da China, o principal diplomata do governo, o conselheiro de Estado Wang Yi, disse que se a China e os EUA cooperarem, vai beneficiar o mundo todo.

    'Se a China e os EUA forem antagonistas, não haverá vencedores, e afetará o mundo todo', disse Wang a um fórum.

    (Reportagem de Ben Blanchard e Lusha Zhang; reportagem adicional de David Lawder em Washington)

    0

    0

    10

    2 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China exige que Canadá solte executiva de Huawei ou enfrente consequências

    China exige que Canadá solte executiva de Huawei ou enfrente consequências

    Por Ben Blanchard e David Ljunggren

    PEQUIM/OTTAWA (Reuters) - A China alertou o Canadá de que haverá sérias consequências se o país não libertar imediatamente a vice-presidente financeira da Huawei Technologies, classificando o caso como “extremamente desagradável“.

    Meng Wanzhou, chefe financeira global da fabricante de equipamentos para telecomunicações e celulares Huawei, foi presa no Canadá em 1º de dezembro e pode ser extraditada para os Estados Unidos, sob acusações de que encobriu ligações da empresa com uma companhia que tentou vender equipamentos para o Irã, em violação de sanções econômicas que pesam sobre o país. A executiva é filha do fundador da Huawei.

    Se for extraditada para os EUA, Meng pode ser acusada de conspiração para fraudar instituições financeiras, com penas que podem chegar a 30 anos para cada delito.

    Ainda não houve decisão na audiência de extradição mesmo após seis horas de argumentação, e a próxima sessão ocorrerá na segunda-feira.

    Em um curto comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que o vice-chanceler, Le Yucheng, emitiu um alerta para a libertação de Meng para o embaixador do Canadá em Pequim, que foi convocado para a expressão de um “forte protesto”.

    Adam Austen, porta-voz da ministra das Relações Exteriores do país, Chrystia Freeland, afirmou no sábado que “não há nada para dizer além do que já foi dito pela ministra”. Ela disse na sexta-feira que as relações com a China são muito importantes, e que Meng terá acesso a serviços consulares.

    Quando perguntado sobre a deterioração das relações entre os dois países, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, afirmou que o Canadá tem elos muito bons com Pequim.

    De acordo com o vice-chanceler chinês, a prisão de Meng a pedido dos Estados Unidos, enquanto ela trocava de avião em Vancouver, foi uma grave violação de seus direitos.

    “A China fortemente exige que o Canadá liberte imediatamente a pessoa detida, e proteja seus legítimos direitos, caso contrário o Canadá deverá aceitar toda a responsabilidade por todas as consequências causadas”, disse ele em comunicado.

    Neste domingo, o jornal oficial do Partido Comunista publicou que ninguém deve subestimar a determinação do país nesse caso.

    “Somente se os canadenses corrigirem seu erro e pararem imediatamente de infringir os legítimos direitos de uma cidadã chinesa, e deem uma explicação apropriada ao povo chinês, só assim evitarão pagar um alto preço por isso”, disse o jornal em editorial.

    A prisão de Meng ocorreu no mesmo dia em que o presidente norte-americano, Donald Trump, encontrou-se com o seu colega chinês, Xi Jinping, na Argentina, durante a cúpula do G20, na tentativa de resolver uma crescente guerra comercial iniciada por Washington.

    0

    0

    22

    4 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Executiva da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Executiva da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Por Julie Gordon e Christian Shepherd

    VANCOUVER/PEQUIM (Reuters) - A filha do fundador da Huawei e uma das principais executivas da gigante chinesa de tecnologia foi detida no Canadá e pode ser extraditada para os Estados Unidos, provocando temores de retomada da guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo e abalando os mercados acionários globais.

    A chocante prisão de Meng Wanzhou, de 46 anos, que é vice-presidente financeira da Huawei Technologies [HWT.UL], lança novas dúvidas sobre a trégua de 90 dias firmada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping no sábado --o dia em que ela foi detida.

    Sua prisão, revelada na noite de quarta-feira por autoridades canadenses, está relacionada à violação de sanções norte-americanas, disse uma pessoa com conhecimento do assunto. A Reuters não foi capaz de determinar a natureza precisa das violações.

    Fontes familiarizadas com o assunto disseram à Reuters em abril que autoridades norte-americanas estavam investigando a Huawei, a maior fabricante de equipamentos de telecomunicação do mundo, desde pelo menos 2016 por supostamente enviar produtos de origem norte-americana ao Irã e outros países, em violação a leis de exportação e sanções dos EUA.

    A prisão e qualquer possível sanção contra a segunda maior fabricante de smartphones do mundo pode ter grandes repercussões na cadeia global de fornecimento de tecnologia.

    O ações dos Estados Unidos e asiáticas caíram com a notícia, por temores elevados de que um conflito entre as duas maiores potenciais econômicas do mundo não apenas sobre tarifas, mas também sobre hegemonia tecnológica.

    A Huawei não é listada, mas a segunda maior fabricante de equipamentos de telecomunicações da China, a ZTE, recuou quase 6 por cento em Hong Kong, enquanto a maioria das bolsas nacionais na região perderam ao menos 2 por cento.

    As ações dos EUA também operam em queda, com o Dow Jones Industrial Average caía cerca de 1,8 por cento por volta das 15h45 (horário de Brasília), enquanto o S&P 500 recuava 1,35% e o Nasdaq Composite tinha variação negativa de 0,48 por cento.

    A Huawei já está sob intenso escrutínio dos EUA e de outros governos ocidentais por sua relação com o governo chinês, em razão de preocupações de que a empresa pode estar sendo usada para espionagem. Ela foi proibida de vender equipamentos de telecomunicações nos EUA e em alguns outros mercados. A empresa tem insistido repetidamente que Pequim não tem influência alguma.

    Meng, uma das vice-presidentes do conselho da companhia e filha do fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi presa no dia 1º de dezembro a pedido de autoridades norte-americanas e deve comparecer a uma audiência na sexta-feira, afirmou porta-voz do Departamento de Justiça canadense.

    Também no dia 1º de dezembro, Trump e Xi jantaram na Argentina durante cúpula do G20.

    A Huawei, que faturou 93 bilhões de dólares no ano passado, confirmou a prisão em um comunicado. 'A empresa recebeu pouca informação sobre as acusações e não tem conhecimento de qualquer irregularidade da Sra. Meng', disse.

    Ela foi detida enquanto pegava uma conexão no Canadá, acrescentou.

    O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, disse durante um briefing diário nesta quinta-feira que a China havia pedido ao Canadá e aos EUA explicações sobre a prisão de Meng, mas eles não 'deram nenhum esclarecimento'.

    O consulado chinês em Vancouver tem dado assistência a Meng, acrescentou ele, sem mais comentários. Na quarta-feira, a embaixada chinesa no Canadá disse que se opõe firmemente à prisão e pediu por sua soltura imediata.

    Fontes disseram à Reuters em abril que a investigação do Departamento de Justiça dos EUA estava sendo manejada pelo gabinete do advogado-geral dos EUA no Brooklyn.

    O Departamento de Justiça dos EUA não quis comentar na quarta-feira. Um porta-voz do gabinete do advogado-geral no Brooklyn também não quis comentar.

    (Reportagem de Makini Brice e Karen Freifeld; reportagem adicional de Julie Gordon e David Ljunggren em Ottawa, Diane Bartz em Washington, Tony Munroe e Christian Shepherd em Pequim, Josh Horwitz e John Ruwitch em Xangai e Jessie Pang em Hong Kong)

    0

    0

    10

    6 D

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China exalta encontro Trump-Xi e diz estar 'muito confiante' em acordo comercial

    China exalta encontro Trump-Xi e diz estar 'muito confiante' em acordo comercial

    Por Yawen Chen e Se Young Lee

    PEQUIM (Reuters) - A China expressou nesta quinta-feira confiança em alcançar um acordo comercial com os Estados Unidos dentro do período de 90 dias de trégua acertado entre as partes, e considerou o encontro recente entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, um grande sucesso.

    Trump e Xi acertaram na semana passada, durante cúpula do G20 na Argentina, um cessar-fogo que adiou um aumento nas tarifas impostas a 200 bilhões de dólares de bens chineses de 10 para 25 por cento, planejado para 1º de janeiro, enquanto negociam um pacto comercial.

    'Estamos muito confiantes de chegar a um acordo (com os EUA) dentro dos próximos 90 dias', disse o porta-voz do Ministério do Comércio da China, Gao Feng, em um boletim semanal, acrescentando que os dois lados têm se comunicado e cooperado 'tranquilamente' desde que os líderes se encontraram em Buenos Aires.

    O grande objetivo da China durante os três meses de negociações comerciais é cancelar todas as tarifas impostas pelos EUA aos seus bens, disse Gao.

    Seus comentários coincidiram com a prisão de uma importante executiva da gigante tecnológica chinesa Huawei por parte de autoridades canadenses a pedido de Washington, o que ameaça aumentar novamente as tensões entre as duas maiores potências econômicas do mundo.

    EUA e China adotaram tarifas sobre bens de centenas de bilhões de dólares em setores como o de automóveis, agrícola e energético, travando o comércio e reformulando as cadeias de suprimento globais.

    Pela primeira vez desde o encontro, Gao confirmou que Pequim concordou em adotar o consenso alcançado pelos dois lados nestes três setores, mas não deu detalhes de nenhuma medida específica.

    'Começaremos com produtos agrícolas, energia, automóveis para implementar imediatamente as questões sobre as quais os dois lados chegaram a um consenso', disse Gao quando indagado sobre o que está na pauta das negociações.

    'Depois, nos próximos 90 dias, seguiremos um cronograma e um itinerário claros para negociar questões como a proteção do direito de propriedade intelectual, cooperação tecnológica, acesso ao mercado e equilíbrio comercial', afirmou, enfatizando que as consultas devem ter como base atender os interesses das duas partes.

    A Casa Branca disse que a China se comprometeu a comprar mais produtos norte-americanos e a remover barreiras tarifárias e não-tarifárias de imediato, ao mesmo tempo iniciando conversas sobre mudanças estruturais ligadas a transferências forçadas de tecnologia e proteção da propriedade intelectual.

    (Por Ben Blanchard, Se Young Lee e Yawen Chen; Reportagem adicional de Adam Jourdan e Ryan Woo)

    0

    0

    11

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Filha de fundador da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Filha de fundador da Huawei é presa a pedido dos EUA; trégua comercial com China é ameaçada

    Por Julie Gordon e Karen Freifeld

    VANCOUVER/WASHINGTON (Reuters) - A filha do fundador da gigante chinesa de tecnologia Huawei foi detida no Canadá e pode ser extraditada para os Estados Unidos, em um forte golpe às esperanças de amenizar as tensões comerciais entre Pequim e Washington e abalando os mercados financeiros globais.

    A chocante prisão de Meng Wanzhou, que também é vice-presidente financeira da Huawei Technologies, lança novas dúvidas sobre a trégua de 90 dias firmada entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping no sábado --o dia em que ela foi detida.

    A prisão está relacionada à violação de sanções norte-americanas, disse uma pessoa com conhecimento do assunto. A Reuters não foi capaz de determinar a natureza precisa das violações.

    A prisão e qualquer possível sanção contra a segunda maior fabricante de smartphones do mundo pode ter grandes repercussões na cadeia global de fornecimento de tecnologia. As ações de fornecedoras asiáticas da Huawei, que incluem a Qualcomm e a Intel, caíram nesta quinta-feira.

    Meng, uma das vice-presidentes do conselho da companhia e filha do fundador da empresa, Ren Zhengfei, foi presa no dia 1º de dezembro a pedido de autoridades norte-americanas e deve comparecer a audiência na sexta-feira, afirmou porta-voz do Departamento de Justiça canadense.

    Também no dia 1º de dezembro, Trump e Xi jantaram na Argentina durante cúpula do G20.

    Fontes disseram à Reuters em abril que autoridades norte-americanas estavam investigando a Huawei, a maior fabricante de equipamentos de telecomunicação do mundo, desde o final de 2016 por supostamente enviar produtos de origem norte-americana ao Irã e outros países, em violação a leis de exportação e sanções dos EUA.

    A Huawei confirmou a prisão em um comunicado e disse que recebeu poucas informações sobre as acusações, acrescentando que 'não tem conhecimento de qualquer irregularidade da Sra. Meng'.

    0

    0

    17

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia China diz que encontro entre Trump e Xi foi 'amigável', mas não dá novos detalhes

    China diz que encontro entre Trump e Xi foi 'amigável', mas não dá novos detalhes

    PEQUIM (Reuters) - O encontro entre os presidentes dos da China, Xi Jinping, e dos Estados Unidos, Donald Trump, na Argentina foi 'amigável e sincero' e ajudará a evitar mais tensões comerciais, afirmou nesta quinta-feira um diplomata chinês, mas sem oferecer novos detalhes sobre as negociações.

    Os dois líderes mantiveram discussões durante a cúpula do G20 em Buenos Aires na semana passada e concordaram com uma trégua em sua guerra comercial.

    O conselheiro de Estado, Wang Yi, principal diplomata do governo chinês, afirmou que as discussões sobre os atritos comerciais foram extremamente positivas e construtivas, ajudando a alcançar um consenso que funcionou tanto para a China quanto para os EUA.

    Xi e Trump tiveram 'profundas conversas em uma atmosfera amigável e sincera', marcando a direção para uma resolução apropriada entre os dois países, disse Wang, em comunicado publicado no site do Ministério das Relações Exteriores.

    'Os dois lados concordaram em promover de forma conjunta as relações sino-americanas com base em coordenação, cooperação e estabilidade, e promover trocas e cooperação em vários campos nos dois países para alcançar ainda mais resultados', completou.

    'As discussões sobre questões econômicas e comerciais entre os dois lados foram bastante positivas e construtivas, e alcançaram um consenso consistente.'

    Esse consenso inclui impedir atritos comerciais com a disseminação, retorno ao diálogo para resolver questões, e uma meta conjunta de cooperação para beneficiar a economia global, disse Wang.

    Os dois países aplicaram tarifas sobre produtos um do outro no valor de centenas de bilhões de dólares. Os EUA adotaram taxas adicionais de entre 10 e 25 por cento sobre 250 bilhões de dólares em produtos chineses este ano, mas como parte da trégua acordada por Xi e Trump, os EUA não elevarão mais as tarifas em 1º de janeiro, para que novas negociações possam acontecer.

    (Reportagem de Ben Blanchard; reportagem adicional de Adam Jourdan em Xangai)

    0

    0

    13

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EUA esperam ação imediata da China em compromissos comerciais

    EUA esperam ação imediata da China em compromissos comerciais

    Por David Lawder e Jeff Mason

    WASHINGTON (Reuters) - Os Estados Unidos esperam uma ação imediata da China em questões comerciais após um acordo alcançado pelos líderes dos países, incluindo tarifas reduzidas sobre automóveis e medidas contra roubo de propriedade intelectual e transferências forçadas de tecnologia, afirmou uma autoridade da Casa Branca nesta segunda-feira.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, concordaram em não impor novas tarifas por 90 dias durante conversas na Argentina no sábado, declarando uma trégua após meses de crescentes tensões sobre comércio e outros assuntos.

    Esse período de 90 dias começará em 1º de janeiro, afirmou o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, a repórteres.

    Os chineses ofereceram mais de 1,2 trilhão de dólares em novos compromissos comerciais, afirmou o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, nesta segunda-feira. Kudlow disse que esse número era um amplo valor de referência e se referia a transações privadas de compra de bens dos EUA, sujeito a condições de mercado.

    A China também se comprometeu a imediatamente começar a retirar tarifas e barreiras não-tarifárias, incluindo uma redução à sua tarifa de 40 por cento sobre automóveis, disse Kudlow.

    'Esperamos que essas tarifas caiam a zero', disse ele a repórteres.

    Norte-americanos ganharão um controle majoritário em companhias na China pela primeira vez, o que deve ajudar a endereçar grandes preocupações dos EUA sobre roubo de propriedade intelectual e transferências forçadas de tecnologia.

    Nenhum dos compromissos foram acordados por escrito e os detalhes ainda serão acertados.

    Mnuchin disse que houve uma mudança de tom em Buenos Aires na comparação com discussões anteriores, com Xi oferecendo um claro compromisso a abrir o mercado chinês a companhias dos EUA.

    'Essa é a primeira vez em que temos um compromisso deles de que esse será um acordo real', disse Mnuchin à CNBC.

    Kudlow, diretor do Conselho Econômico Nacional, disse que ele, Mnuchin e o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, tiveram duas reuniões particulares com o vice-primeiro-ministro da China, Liu He, na Argentina e que ele disse a eles que Pequim iria agir imediatamente sob os novos compromissos.

    'O histórico aqui com promessas chinesas não é muito bom. E sabemos disso', disse Kudlow. 'No entanto, eu vou dizer isso: o presidente Xi nunca esteve tão envolvido como agora.'

    Kudlow disse: 'Eles não podem desacelerar isso, interromper isso, vaguear isso. Palavra deles: 'imediatamente'.'

    A trégua impulsionou mercados globais nesta segunda-feira, com ações mundiais subindo aos maiores níveis em cerca de três semanas. Em Wall Street, o S&P 500

    Kudlow disse que autoridades dos EUA monitorarão de perto o progresso chinês no cumprimento das promessas.

    Trump nomeou Lighthizer, um dos críticos mais vocais da China dentro do governo, para supervisionar a nova rodada de negociações comerciais com a China, disseram autoridades.

    A nomeação de Lighthizer, que acaba de selar um novo acordo com o Canadá e o México, pode significar uma linha mais dura nas negociações com Pequim e representa uma mudança em relação às conversas anteriores, nas quais Mnuchin tinha um papel central.

    'Ele é o negociador mais duro que tivemos no cargo dele e ele irá preparado e retirar as tarifas, as barreiras não-tarifárias e encerrará todas essas práticas estruturais que impedem acesso ao mercado', disse o assessor comercial da Casa Branca, Peter Navarro, à National Public Radio mais cedo nesta segunda-feira.

    Kudlow disse que ele e Mnuchin estarão fortemente envolvidos também, com o secretário do Tesouro lidando com questões financeiras e cambiais.

    A Casa Branca está intensificando esforços para levar outros países a produzirem mais veículos nos Estados Unidos. Lighthizer e outras autoridades, incluindo Kudlow, devem se encontrar com montadoras alemãs na terça-feira, incluindo os executivos principais da Volkswagen e Daimler , afirmaram pessoas com conhecimento do tema.

    Kudlow disse que a reunião não tem o objetivo de focar em possíveis tarifas comerciais sobre automóveis, embora Trump ainda mantenha essa opinião, e as montadoras serão encorajadas a construir motores nos EUA.

    Reguladores chineses não responderam a pedidos de comentário sobre o tuíte de Trump relacionado a tarifas sobre automóveis. Nenhum dos dois países tinha mencionado tarifas sobre carros em seus comunicados da reunião Trump-Xi.

    No domingo, Trump tuitou que a China havia concordado em cortar tributos de importação sobre carros de fabricação norte-americana.

    (Por David Lawder e Jeff Mason; reportagem adicional de David Shepardson em Washington, Meng Meng e Stella Qiu em Pequim, Andrew Galbraith e David Stanway em Xangai, e Noah Sin e Anne Marie Roantree em Hong Kong)

    REUTERS LM MA

    0

    0

    9

    1 S

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump diz que China cortará tarifas de carros dos EUA após trégua comercial

    Trump diz que China cortará tarifas de carros dos EUA após trégua comercial

    Por David Lawder e Christian Shepherd

    WASHINGTON/PEQUIM (Reuters) - A China concordou em 'reduzir e remover' tarifas abaixo do nível de 40 por cento que Pequim cobra atualmente de veículos fabricados nos Estados Unidos, disse o presidente Donald Trump, agora que uma trégua comercial entre os dois países está ganhando impulso e animando os mercados.

    Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, concordaram em adiar novas tarifas durante conversas na Argentina no sábado, declarando uma trégua depois de meses de escalada nas tensões no comércio e em outras áreas.

    Em um encontro de duas horas e meia, os EUA concordaram em não elevar mais as tarifas em 1º de janeiro, e a China concordou em comprar mais produtos agrícolas dos agricultores norte-americanos imediatamente.

    Os dois lados também concordaram em iniciar debates sobre como resolver assuntos preocupantes, como a proteção à propriedade intelectual, barreiras comerciais não-tarifárias e o roubo cibernético.

    Mas a Casa Branca também disse que as atuais tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares de bens chineses serão elevadas para 25 por cento se não se chegar a um acordo dentro de 90 dias, o que reinicia o cronômetro.

    Tuitando na noite de sábado, Trump disse: 'A China concordou em reduzir e remover tarifas sobre carros indo dos EUA para a China. Atualmente a tarifa é de 40 por cento'. Ele não deu detalhes.

    Agências reguladoras da China não responderam a pedidos de comentário sobre o que seria um impulso em potencial para montadoras como Tesla e BMW, que fabricam nos EUA e exportam para a China.

    Nenhum dos países mencionou tarifas a automóveis nas transcrições oficiais da reunião Trump-Xi.

    Falando em Pequim, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Geng Shuang, reiterou comentários do principal diplomata do governo, o conselheiro de Estado Wang Yi, que disse no sábado que o objetivo final é a eliminação de todas as tarifas.

    'O consenso obtido pelos líderes de nossos dois países é deter a imposição de novas tarifas, e ao mesmo tempo os líderes dos dois lados instruíram as equipes econômicas dos dois lados a intensificarem as conversas para a remoção de todas as tarifas que foram impostas', disse Geng em um boletim de notícias diário.

    As ações e commodities chinesas e a moeda iuan tiveram alta, apesar das incertezas que pairam sobre o acordo. O índice de referência Shanghai Composite fechou o pregão 2,6 por cento mais elevado com 2.654,80 pontos, e o índice blue-chip CSI300 subiu 2,8 por cento – ambos tiveram seus maiores ganhos diários desde 2 de novembro.

    (Reportagem adicional de Meng Meng e Stella Qiu em Pequim, Andrew Galbraith e David Stanway em Xangai e Noah Sin e Anne Marie Roantree em Hong Kong)

    0

    0

    10

    1 S

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. china

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.