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    Negociações comerciais entre EUA e China serão retomadas na próxima semana em Washington

    Por Michael Martina

    PEQUIM/WASHINGTON (Reuters) - As negociações entre China e Estados Unidos para resolver a guerra comercial serão retomadas em Washington na próxima semana, com ambos os lados dizendo que houve progresso nas conversas desta semana em Pequim.

    A Casa Branca se manteve firme no prazo de 1º de março para alcançar um acordo ou elevar tarifas sobre alguns produtos chineses, apesar do presidente dos EUA, Donald Trump, ter dito que estaria disposto a prorrogar o prazo, com certa relutância.

    A secretária de Imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse em comunicado nesta sexta-feira que as duas potências econômicas 'vão continuar trabalhando em todas as questões pendentes tendo em vista o prazo de 1º de março de 2019'.

    'Essas detalhadas e intensivas discussões levaram a progresso entre as duas partes. Muito trabalho permanece, no entanto', disse Sanders sobre a rodada de negociações em Pequim.

    A China e os EUA alcançaram um consenso preliminar sobre alguns pontos cruciais das negociações, reportou a agência estatal chinesa Xinhua, acrescentando que tiveram uma discussão detalhada sobre um memorando de entendimento envolvendo questões econômicas e comerciais. A Xinhua não deu mais detalhes.

    Os países focaram nesta semana em tecnologia, direitos de propriedade intelectual, agricultura, serviços, barreiras não tarifárias e câmbio, e discutiram possíveis compras chinesas de bens dos EUA e serviços para reduzir um 'enorme e persistente déficit comercial bilateral', disse Sanders.

    Xi se encontrou com o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, e com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, após uma semana de negociações comerciais em nível sênior e entre representantes em Pequim, e pediu por um acordo que ambos os lados aceitariam, disse a imprensa estatal.

    Tarifas norte-americanas sobre 200 bilhões de dólares em importações da China subirão de 10 para 25 por cento se nenhum acordo for alcançado até 1º de março para lidar com demandas dos EUA para a China reduzir transferências forçadas de tecnologia e cumpra melhor os direitos de propriedade intelectual.

    Após a conclusão das negociações, que incluíram um banquete na quinta-feira, Mnuchin disse no Twitter que ele e Lighthizer tinham realizado 'reuniões produtivas' com o principal assessor econômico de Xi, o vice-premiê Liu He.

    'As consultas entre as equipes dos dois lados alcançaram importante progresso', disse Xi, segundo a televisão estatal.

    'Na próxima semana, os dois lados se reunirão novamente em Washington. Eu espero que continuem os esforços para alcançar um acordo mutuamente benéfico, em que os dois lados ganhem', disse Xi durante uma reunião no Grande Salão do Povo, em Pequim.

    Ele acrescentou que a China está disposta a adotar uma 'abordagem cooperativa' para resolver atritos comerciais bilaterais.

    Lighthizer disse a Xi que as autoridades sêniores tiveram 'dois dias muito bons' de conversas.

    'Sentimos que demos início a questões muito, muito importantes e muito difíceis. Temos trabalho adicional a fazer, mas estamos esperançosos', disse Lighthizer, segundo um vídeo a veículos da imprensa estrangeira.

    Nenhum dos dois países deu novos detalhes até o momento sobre como poderão encerrar a guerra tarifária que abalou mercados financeiros e afetou cadeias de produção.

    (Reportagem adicional de Lusha Zhang, Min Zhang, Philip Wen, Ben Blanchard, Lisa Lambert e Susan Heavey)

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    Negociações comerciais entre China e EUA avançam para nível mais alto e prazo final se aproxima

    Por Michael Martina

    PEQUIM (Reuters) - O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, disse esperar ansiosamente pelas negociações comerciais com a China nesta quinta-feira, quando as discussões em Pequim avançam para um nível mais alto em uma tentativa de encerrar a guerra tarifária antes do prazo de 1º de março para um acordo.

    As negociações, que devem ser realizadas até sexta-feira, seguem-se a três dias de reuniões entre representantes para elaborar detalhes técnicos, incluindo um mecanismo para impor qualquer acordo comercial.

    'Aguardamos com expectativa as discussões de hoje', disse Mnuchin a repórteres sem dar mais detalhes ao sair do hotel.

    Ele e o representante de Comércio dos EUA, Robert Lighthizer, iniciaram as reuniões pouco depois, na casa de hóspedes do Estado de Diaoyutai, juntamente com o vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, o principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

    As tarifas dos EUA sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas devem subir de 10 para 25 por cento caso os dois lados não cheguem a um acordo dentro do prazo, aumentando a pressão e os custos em setores de produtos eletrônicos para a agricultura.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, disse a repórteres na quarta-feira que as negociações estão progredindo 'muito bem'.

    Os conselheiros de Trump descreveram a data de 1º de março como um 'prazo rígido', e o presidente disse que um adiamento é possível, embora ele prefira não colocá-lo em prática.

    Uma matéria da Bloomberg citou fontes segundo as quais que Trump está considerando prorrogar o prazo por mais 60 dias para dar mais tempo aos negociadores.

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    Dados comerciais da China em janeiro superam expectativas, mas sustentabilidade é dúvida

    Por Stella Qiu e Kevin Yao

    PEQUIM (Reuters) - As exportações da China voltaram a crescer inesperadamente em janeiro após recuo no mês anterior enquanto as importações caíram muito menos do que o esperado, mas analistas disseram que a força deve-se provavelmente a fatores sazonais e preveem nova fraqueza à frente.

    As exportações em janeiro avançaram 9,1 por cento em relação ao ano anterior, mostraram dados da alfândega, contra expectativas de economistas de queda de 3,2 por cento e após contração em dezembro de 4,4 por cento.

    As importações caíram 1,5 por cento, em um resultado melhor do que as estimativas de recuo de 10 por cento e ante perda de 7,6 por cento em dezembro.

    Isso deixou o país com um superávit comercial de 39,16 bilhões de dólares no mês.

    Embora as leituras pareçam positivas à primeira vista, analistas alertaram que dados da China no começo do ano têm que ser tratados com cautela devido a distorções provocadas pelo feriado do Ano Novo Lunar, que começou em 4 de fevereiro deste ano.

    Muitas empresas apressam carregamentos ou reabastecem seus estoques de matérias-primas antes do feriado.

    'Claramente, os números surpreenderam o mercado. Mas dada a desaceleração (de leituras industriais) globais e dados comerciais fracos da Coreia, pode ser prematuro concluir que as perspectivas de comércio melhoraram com base somente no número de janeiro', disse Tommy Xie, economista do OCBC Bank.

    O comércio também tem fraquejado globalmente em meio ao crescente protecionismo e perda de força em algumas importantes economias, mais destacadamente na Europa.

    O crescimento econômico da China desacelerou a 6,6 por cento em 2018, pressionado pelos crescentes custos de empréstimos e pela repressão a empréstimos mais arriscados.

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    China mostra otimismo com negociações comerciais com EUA, mas tensões sobre Mar do Sul da China pesam

    PEQUIM (Reuters) - A China adotou um tom positivo nesta segunda-feira, quando as negociações comerciais com os Estados Unidos foram retomadas, mas também expressou irritação com uma missão da Marinha norte-americana no Mar do Sul da China, jogando dúvidas sobre as perspectivas de melhora nos laços entre Pequim e Washington.

    Os EUA devem continuar pressionando a China sobre as exigências de que mude a forma como trata a propriedade intelectual das empresas norte-americanas para fecharem um acordo comercial que possa impedir o aumento das tarifas sobre as importações chinesas.

    As negociações começarão com discussões entre grupos de trabalho entre segunda e quarta-feiras, antes de discussões de mais alto nível no final da semana. Discussões foram finalizadas em Washington no mês passado sem um acordo e com o principal negociador dos EUA declarando que muito mais trabalho precisa ser feito.

    'Nós, claro, esperamos, e as pessoas do mundo querem ver, um bom resultado', disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, a repórteres em Pequim.

    Os dois lados buscam fechar um acordo comercial antes do prazo de 1 de março em que as tarifas dos EUA sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas subirão para 25 por cento, de 10 por cento.

    No mesmo dia que as negociações começaram, dois navios de guerra dos EUA navegaram perto das ilhas reivindicadas pela China no Mar do Sul da China, disse uma autoridade dos EUA à Reuters.

    Hua disse que os navios entraram nas águas sem a permissão da China, e que Pequim expressou firme oposição e insatisfação com isso.

    A Marinha da China seguiu os navios e os alertou a irem embora, disse Hua, acusando Washington de provocação e de prejudicar a soberania da China.

    (Reportagem de Michael Martina e Ben Blanchard)

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    Chanceler mostra otimismo, mas indica que Brasil não tem informação sobre negociações para fim de governo Maduro

    Por Lisandra Paraguassu

    BRASÍLIA (Reuters) - Para além do discurso otimista de que o regime de Nicolás Maduro está próximo do fim, o governo brasileiro não tem, de fato, informações concretas sobre possíveis negociações para o fim do regime ou de movimentos dos militares que ainda apoiam o atual governo venezuelano, admitiu nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

    'A inteligência que a gente acompanha é mais pelos contatos que temos nas forças democráticas da Venezuela, não temos uma inteligência específica das movimentações. Nós temos a expectativa, a esperança, de que haja realmente elementos que ainda eram fiéis ao regime de Maduro que possam transferir sua lealdade para o regime legítimo. Esperamos que esteja acontecendo, que se avolume', afirmou o chanceler em uma longa entrevista no Itamaraty.

    O Brasil trabalha com outros países, no chamado Grupo de Lima, para aumentar a pressão sobre o governo de Maduro e forçar, diplomaticamente, uma mudança de regime. Parte do governo brasileiro admite que o atual presidente venezuelano só deixaria o poder se fosse dada a ele uma saída que não o levasse à prisão --uma posição que tem sido defendida pelo vice-presidente, Hamilton Mourão.

    Perguntado sobre qual seria a saída para Maduro, Araújo respondeu que a melhor seria a 'a porta da rua'.

    'O Brasil não está envolvido diretamente em negociar ou formatar o que seria essa saída. Nós entendemos que essa função é dos venezuelanos, desse novo quadro democrático que está se formando em torno do presidente encarregado Juan Guaidó', disse.

    No entanto, frisou Araújo, qualquer solução só será aceitável com a saída do atual governo e de Maduro.

    'O final da crise só virá quando houver uma substituição completa do regime atual, inclusive com seu líder, por um regime plenamente democrático, primeiro por seu presidente encarregado e depois por eleições livres', defendeu.

    Araújo insistiu que o maior papel do governo brasileiro e de outros países é a pressão internacional e que isso teria levado o governo de Maduro a balançar pela primeira vez.

    O governo brasileiro estuda ainda, segundo o chanceler, novas medidas de pressão. Admitiu que entre elas podem estar o congelamento de bens de venezuelanos no Brasil ou até mesmo a transferências de contas de créditos do atual governo para passarem a ser administradas pelo governo interino.

    'Do ponto de vista de pressão externa sobre o regime, o congelamento de bens em muitos casos é um instrumento útil. Teremos que ver se seria possível implementar dentro da legislação brasileira', afirmou. 'Temos que fazer dentro da legislação e das normas internacionais. Isso requer uma coordenação que no caso vai além do Itamaraty.'

    A legislação brasileira não autoriza sanções unilaterais, mas apenas aquelas determinadas por órgãos internacionais, como a Organização das Nações Unidas. O congelamento de bens poderia ser feito, no entanto, em casos de pessoas condenadas por crimes, segundo as regras internacionais.

    CHINA E RÚSSIA

    O chanceler brasileiro disse esperar que Rússia e China, principais aliados internacionais da Venezuela, vejam a realidade do país e que o Brasil está disposto a contribuir para isso se os dois países se dispuserem ao diálogo.

    'Esperamos que China e Rússia vejam a realidade da Venezuela. Se houver uma disposição deles de conversar com quem conhece a realidade, estamos dispostos', afirmou.

    Araújo atacou duramente o governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmando que o regime é fortemente ligado ao crime organizado, narcotráfico e terrorismo, mas que a pressão internacional e o papel do Brasil levaram o país pela primeira vez mais perto de ver o fim do regime.

    'A situação ainda não está totalmente definida em favor da democracia. É preciso continuar trabalhando para consolidar essa esperança', defendeu.

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    Futuros do minério de ferro na China têm máxima em quase 17 meses após cortes da Vale

    Por Enrico Dela Cruz

    MANILA (Reuters) - Os futuros do minério de ferro na China subiram fortemente para o maior nível em quase 17 meses nesta quarta-feira, após a mineradora brasileira Vale anunciar que terá uma redução na produção devido à decisão de fechar mais barragens similares a uma unidade da empresa que rompeu na semana passada.

    A maior produtora de minério de ferro do mundo disse que terá de parar até 10 por cento de sua produção para descomissionar mais 10 barragens, após uma barragem de rejeitos ter rompido na sexta-feira passada em Brumadinho (MG), destruindo instalações da companhia, matando dezenas de pessoas e deixando centenas de desaparecidos.

    O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian fechou a 587 iuanes (87,42 dólares) por tonelada, alta de 5,6 por cento, após tocar o limite diário de alta de 589 iuanes por tonelada mais cedo na sessão, maior nível desde o início de setembro de 2017.

    O desastre gerou incertezas para o mercado de minério de ferro na China, maior importador global da commodity, segundo operadores.

    A Vale é a principal fornecedora mundial de minério de ferro de baixo teor de alumínio, preferido pelas usinas siderúrgicas chinesas devido a seu baixo nível de impurezas, uma vez que a China está em meio a uma campanha contra a poluição.

    Levando em consideração a redução na produção da Vale, a empresa de análise de dados de aço e minério de ferro Tivlon Technologies, em Cingapura, projetou que os preços do minério de ferro devem atingir 120 dólares por tonelada em agosto.

    O desastre no Brasil também pode levar a regulamentações mais duras para a indústria de mineração também em outros países, como a Austrália, o que poderia desacelerar ou até reduzir a produção global, disse o cientista de dados da Tivlon, Darren Toth.

    'Mineradoras de minério de ferro de todo o mundo estiveram ocupadas aumentando sua produção nos últimos cinco anos. Os reguladores vão querer começar a avaliar mais de perto todas essas minas para prevenir acidentes'.

    O contrato mais ativo do vergalhão de aço na bolsa de Xangai ficou praticamente estável, com alta de 0,1 por cento, a 3.677 iuanes por tonelada, após chegar a subir 2,6 por cento na sessão.

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