alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE china

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Visita de Pompeo à China começa com frieza devido a queixas mútuas

    Visita de Pompeo à China começa com frieza devido a queixas mútuas

    Por Michael Martina

    PEQUIM (Reuters) - Um encontro de diplomatas de alto escalão dos Estados Unidos e da China começou com frieza nesta segunda-feira, já que o secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e o ministro de Relações Exteriores chinês e conselheiro de Estado, Wang Yi, trocaram queixas em um momento de deterioração nas relações bilaterais.

    Embora o encontro tenha incluído as cortesias diplomáticas de praxe e as duas autoridades tenham enfatizado a necessidade de cooperação, os comentários diante dos jornalistas no início de seu encontro na Casa de Hóspedes Diaoyutai de Pequim foram anormalmente contundentes.

    'Recentemente, assim como o lado dos EUA vem escalando constantemente o atrito comercial com a China, também adotou uma série de ações quanto à questão de Taiwan que fere os direitos da China, e fez críticas infundadas das políticas doméstica e externa da China', disse Wang ao falar ao lado de Pompeo.

    'Acreditamos que este foi um ataque direto contra nossa confiança mútua, e lançou uma sombra nas relações China-EUA', acrescentou.

    'Exigimos que o lado dos EUA pare com este tipo de ação equivocada'.

    Pompeo, que colocava Wang a par de sua visita ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un, disse: 'Nas questões que você caracterizou, temos uma discórdia fundamental'.

    'Temos grandes preocupações com as ações que a China adotou, e espero ter a oportunidade de debater cada uma delas hoje porque este é um relacionamento incrivelmente importante'.

    Uma autoridade de alto escalão do Departamento de Estado disse que os EUA ainda contam com a cooperação de Pequim nos esforços para desnuclearizar a Coreia do Norte, de quem é a principal aliada.

    'Eu certamente o esperaria', disse o funcionário. 'Esta é uma questão muito importante, e eles reconhecem, aceitam e percebem isso'. Pompeo e Wang discordaram abertamente sobre qual lado cancelou uma cúpula de segurança bilateral que deveria ter acontecido em Pequim neste mês.

    Na semana passada o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, intensificou a pressão de seu país contra Pequim, indo além da guerra comercial ao acusar a China de esforços 'malignos' para minar o presidente Donald Trump antes das eleições parlamentares do mês que vem e de ações militares irresponsáveis no Mar do Sul da China.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump acusa China de tentar interferir em eleições legislativas dos EUA; Pequim rejeita alegação

    Trump acusa China de tentar interferir em eleições legislativas dos EUA; Pequim rejeita alegação

    Por Yara Bayoumy e Michelle Nichols

    NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta quarta-feira a China de tentar interferir nas eleições legislativas de 6 de novembro nos Estados Unidos, afirmando que Pequim não quer que o governista Partido Republicano tenha um bom resultado na eleição devido à sua posição em questões comerciais.

    'A China tem tentado interferir em nossa eleição de 2018, em novembro. Contra o meu governo', disse Trump durante reunião do Conselho de Segurança da ONU, cujo tema oficial era a não proliferação de armas de destruição em massa e o Irã.

    Trump, que estava presidindo a reunião do Conselho de Segurança pela primeira vez desde que se tornou presidente dos EUA, não forneceu qualquer evidência para sua alegação, que a China imediatamente rejeitou durante a mesma reunião.

    'Nós não interferimos e nem interferiremos nos assuntos domésticos de nenhum país. Nos recusamos a aceitar quaisquer acusações injustificadas contra a China', disse o principal diplomata chinês, Wang Yi, ao Conselho.

    Os Estados Unidos e a China estão envolvidos em uma guerra comercial, desencadeada pelas acusações de Trump de que China há muito tempo busca roubar a propriedade intelectual dos EUA, limitar o acesso ao seu mercado próprio e injustamente subsidiar companhias estatais.

    Mais tarde nesta quarta-feira, Trump criticou um suplemento da companhia de mídia operada pelo governo chinês no jornal Sunday Des Moines Register promovendo os benefícios mútuos do comércio EUA-China. A prática de governos estrangeiros comprarem espaço em jornais dos EUA para promover comércio é comum e difere de uma operação clandestina operada por uma agência nacional de inteligência.

    'A China está realmente colocando anúncios publicitários no Des Moines Register e em outros jornais, feitos para parecer com notícias', disse Trump em um post no Twitter.

    Em seguida, um funcionário de alto escalão do governo Trump disse que a China usa ferramentas políticas, econômicas, comerciais, militares e de informação para influenciar a opinião pública norte-americana e promover os interesses do governo chinês e do Partido Comunista.

    O foco de Trump na China e sua alegação de interferência eleitoral surpreenderam durante uma reunião formal que deveria se concentrar na disseminação de armas nucleares, químicas e biológicas.

    'Eles não querem que eu vença porque eu sou o primeiro presidente a desafiar a China no comércio, e nós estamos ganhando no comércio, estamos ganhando em todos os níveis. Nós não queremos que eles intervenham ou interfiram nas nossas eleições', disse Trump, que participa da reunião anual de líderes mundiais da ONU.

    Trump não concorre nas eleições deste ano e só enfrentará novamente as urnas pessoalmente em 2020, mas a eleição de novembro vai determinar se o governista Partido Republicano poderá manter o controle da Câmara dos Deputados e do Senado.

    (Reportagem de Yara Bayoumy, Steve Holland, David Lawder e Michelle Nichols)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Papa pede 'confiança, coragem e cautela' à China em novo relacionamento

    Papa pede 'confiança, coragem e cautela' à China em novo relacionamento

    CIDADE DO VATICANO (Reuters) - O papa Francisco pediu nesta quarta-feira ao governo da China que siga adiante com 'confiança, coragem e cautela' para continuar um diálogo iniciado a partir da assinatura de um acordo histórico entre o Vaticano e Pequim para a nomeação de bispos.

    Em uma mensagem aos católicos chineses, Francisco ainda disse que, embora devam ser bons cidadãos, não devem deixar de oferecer 'uma palavra crítica' quando necessário para defender a dignidade humana.

    O acordo, costurado durante mais de 10 anos e assinado no sábado em Pequim, atende ao anseio do Vaticano de opinar na escolha de bispos na China, mas críticos rotularam o pacto como uma capitulação ao governo comunista.

    O acordo também pode ser o precursor da retomada das relações diplomáticas com a China depois de um rompimento de mais de 70 anos.

    Os cerca de 12 milhões de católicos chineses se dividiram em uma igreja clandestina leal ao Vaticano e a Associação Católica Patriótica supervisionada pelo Estado. O Vaticano disse que a falta de um acordo poderia ter criado um cisma entre os católicos da China que teria sido difícil sanar.

    Em sua carta, Francisco disse ter percebido que alguns católicos chineses que foram perseguidos no passado por sua lealdade a ele podem se sentir abandonados, mas os estimulou a terem fé no novo arranjo pelo bem de todos os católicos do país.

    (Por Philip Pullella)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia China anuncia novos cortes de tarifas de importação em meio a guerra comercial

    China anuncia novos cortes de tarifas de importação em meio a guerra comercial

    PEQUIM (Reuters) - A China apresentou nesta quarta-feira planos para cortar tarifas de importação de produtos como maquinário, equipamentos elétricos e têxteis a partir de 1º de novembro, enquanto o país se prepara para uma intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos.

    Os cortes para mais de 1,5 mil produtos industriais devem reduzir os custos para consumidores e empresas em cerca de 60 bilhões de iuanes este ano, disse o gabinete estatal em uma reunião presidida pelo primeiro-ministro, Li Keqiang, segundo a rádio estatal.

    Como resultado, o nível tarifário geral será reduzido para 7,5 por cento em 2018, de 9,8 por cento em 2017, disse o gabinete do Estado.

    Pequim prometeu tomar medidas para aumentar as importações este ano em meio ao aumento da tensão com alguns de seus maiores parceiros comerciais, como os Estados Unidos.

    A China disse na terça-feira que está difícil avançar com as negociações comerciais com os Estados Unidos enquanto Washington coloca 'uma faca no pescoço do país', um dia depois de ambos os lados adotarem novas tarifas sobre os produtos um do outro.

    As tarifas médias sobre máquinas e equipamentos elétricos - uma das maiores importações da China em termos de valor - serão reduzidas em quase um terço, para 8,8 por cento, de 12,2 por cento, informou o gabinete do governo.

    A China importou mais de 632 bilhões de dólares em máquinas e equipamentos elétricos nos primeiros oito meses do ano, um aumento de 19,6 por cento em relação ao ano anterior, mostraram dados oficiais.

    As tarifas sobre produtos têxteis e materiais de construção cairão para 8,4 por cento, ante 11,5 por cento, enquanto a tarifa sobre produtos de papel será reduzida de 6,6 por cento para 5,4 por cento.

    Em julho, a China reduziu as tarifas de importação sobre uma série de itens de consumo, incluindo roupas, cosméticos, eletrodomésticos e produtos de condicionamento físico, para cumprir as promessas de abrir ainda mais o mercado consumidor da China.

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia China diz que EUA adotam intimidação em disputa comercial no momento em que novas tarifas entram em vigor

    China diz que EUA adotam intimidação em disputa comercial no momento em que novas tarifas entram em vigor

    Por Se Young Lee e Min Zhang

    PEQUIM (Reuters) - Os Estados Unidos e a China adotaram novas tarifas sobre os produtos um do outro nesta segunda-feira, com as duas maiores economia do mundo sem mostrar sinais de recuo em uma disputa comercial cada vez mais amarga que deve prejudicar o crescimento econômico global.

    Pouco depois de as novas taxas entrarem em vigor, a China acusou os EUA de adotarem 'intimidação comercial' e disse que está ameaçando outros países para se submeterem a suas vontades, afirmou a agência de notícias oficial Xinhua, reiterando a disposição da China de lutar se necessário.

    Mas Pequim também disse que está disposta a retomar as negociações comerciais com os EUA se as conversas forem 'baseadas em respeito mútuo e igualdade', disse a Xinhua, citando um documento sobre a disputa publicado pelo Conselho de Estado da China.

    As tarifas dos EUA sobre 200 bilhões de dólares em produtos chinesas e as taxas retaliatórias de Pequim sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA entraram em vigor nesta segunda-feiram, embora as taxas não sejam tão altas quanto se esperava inicialmente.

    Os EUA aplicarão incialmente tarifas de 10 por cento, subindo para 25 por cento no final de 2018. Pequim impôs taxas de 5 a 10 por cento e alertou que responderá a qualquer aumento nas tarifas dos EUA sobre produtos chineses de forma correspondente.

    Os dois lados já haviam adotado tarifas sobre 50 bilhões de dólares em produtos um do outro.

    Várias rodadas de negociações comerciais entre os dois países nos últimos meses não tiveram grandes avanços e tentativas de marcar outra reunião nas próximas semanas falharam. Uma autoridade da Casa Branca disse na semana passada que os EUA continuarão a acionar a China, mas acrescentou que não há data para mais negociações.

    A China, que acusa Washington que não ser sincero, decidiu não enviar o vice-primeiro-ministro Liu He a Washington esta semana, informou na semana passada o Wall Street Journal.

    (Reportagem adicional de David Lawder em Washington)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Vale avalia expansão de projeto de minério de ferro S11D de olho em demanda chinesa

    Vale avalia expansão de projeto de minério de ferro S11D de olho em demanda chinesa

    DALIAN, China (Reuters) - A gigante da mineração Vale está avaliando a expansão de seu emblemático projeto de minério de ferro S11D, no Pará, disse um executivo da companhia, em busca de ganhos com o crescente apetite por variedades da commodity com alto teor em seu maior mercado, a China.

    Maior consumidora global de minério utilizado na produção de aço, a China aumentou suas compras de minério de ferro de maior qualidade, menos poluente, em meio a sua batalha contra a poluição em suas cidades.

    Peter Poppinga, diretor-executivo da Vale, disse durante uma conferência do setor na China que a maior mineradora de ferro do mundo já estuda a expansão do projeto S11D mesmo sem ter ainda alcançado a plena capacidade da unidade, inaugurada em dezembro de 2016.

    'Dadas todas essas tendências sobre a qualidade, favoráveis a nós, estamos estudando aumentar o projeto, mas ainda não há números', disse Poppinga.

    Pesados investimentos no projeto, que extrai minério de ferro de elevado teor, aumentaram as dívidas da Vale nos últimos anos, o que coincidiu com uma forte queda nos preços do minério de ferro.

    Poppinga disse que a produção de minério de ferro do S11D deve ficar próxima de 90 milhões de toneladas no próximo ano, ante cerca de 60 milhões de toneladas atualmente.

    Ele afirmou, no entanto, que a Vale pretende manter sua produção total em cerca de 400 milhões de toneladas, substituindo minério de ferro de menor qualidade pelo material de alto teor.

    'Acreditamos que esse é um nível saudável daqui pra a frente, quando você pensa em otimização de margens', disse Poppinga.

    'Nós não estamos atrás de participação no mercado, nós estamos atrás de valor e não de volume'.

    Ele adicionou que espera que quase 90 por cento da capacidade chinesa de produção de aço esteja de acordo com novos padrões para emissões até 2025.

    (Por Manolo Serapio Jr. e Muyu Xu)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia China vai taxar US$60 bi em produtos dos EUA, mas reduz nível de tarifas

    China vai taxar US$60 bi em produtos dos EUA, mas reduz nível de tarifas

    PEQUIM (Reuters) - A China vai impor taxas sobre cerca de 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos em retaliação pelas novas tarifas dos Estados Unidos, como planejado anteriormente, mas reduziu o nívei de tarifas cobradas sobre os produtos.

    As medidas fazem parte da mais recente intensificação de uma disputa comercial cada vez mais prolongada entre as duas maiores economias do mundo.

    Na segunda-feira, o governo norte-americano disse que começará a cobrar em 24 de setembro novas tarifas de 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em produtos chineses, com as tarifas subindo para 25 por cento até o final de 2018.

    Anteriormente, o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou aplicar sobre esses produtos tarifas de 25 por cento imediatamente.

    'A China é forçada a responder ao unilateralismo e ao protecionismo comercial dos EUA, e não tem escolha senão responder com suas próprias tarifas', disse o Ministério das Finanças em um comunicado divulgado em seu site nesta terça-feira.

    A China vai cobrar tarifas sobre um total de 5.207 produtos dos Estados Unidos, com taxas que variam entre 5 e 10 por cento, em vez de 5, 10, 20 e 25 por cento proposto anteriormente, mesmo que os produtos tenham permanecido inalterados em relação ao plano anterior, disse o Ministério das Finanças.

    A China vai impor uma tarifa de 10 por cento sobre os produtos norte-americanos que designou anteriormente para uma taxa de 20 e 25 por cento, e tarifas de 5 por cento em produtos anteriormente designados a 5 e 10 por cento.

    Os itens anteriormente determinados a serem taxados entre 20 ou 25 por cento incluíam produtos que vão desde gás natural liquefeito e minérios até café e vários tipos de óleos comestíveis. Esses produtos serão agora taxados em 10 por cento.

    Os produtos que antes estavam na categoria de 10 por cento incluíam produtos como vegetais congelados, pó de cacau e químicos, e agora serão taxados em 5 por cento.

    As novas medidas tarifárias entrarão em vigor às 01h01 (horário de Brasília) do dia 24 de setembro.

    A China responderá mais e de forma adequada se os Estados Unidos insistirem em aumentar as tarifas, de acordo com o Ministério das Finanças.

    (Reportagem de Ryan Woo, Se Young Lee, Yawen Chen e Lusha Zhang)

    LER NOTICIA
    Placeholder - loading - Imagem da notícia Trump acusa China de tentar influenciar eleição dos EUA e ameaça retaliação

    Trump acusa China de tentar influenciar eleição dos EUA e ameaça retaliação

    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta terça-feira adotar mais uma retaliação contra a China se Pequim atingir os trabalhadores agrícolas ou industriais norte-americanos em meio a uma disputa comercial, e acusou a China de tentar influenciar a eleição dos EUA para prejudicar agricultores.

    Trump fez as acusações em uma sequência de publicações em sua conta no Twitter, no momento em que os dois países impuseram novas tarifas comerciais em uma intensificação das disputas entre as duas maiores economias do mundo.

    A China disse que vai retaliar com tarifas sobre 60 bilhões de dólares em produtos norte-americanos, depois que Trump impôs tarifas de 10 por cento sobre cerca de 200 bilhões de dólares em importações chinesas na segunda-feira.

    Trump disse que a China está tentando usar o comércio para prejudicá-lo com seus apoiadores antes das eleições parlamentares em 6 de novembro nos Estados Unidos.

    'A China declarou abertamente que está ativamente tentando impacta e mudar nossa eleição, atacando nossos agricultores, fazendeiros e trabalhadores industriais por causa de sua lealdade a mim', escreveu Trump. Não ficou claro sobre qual declaração de Pequim o presidente estava se referindo em suas publicações.

    'Haverá uma grande e rápida retaliação econômica contra a China se nossos agricultores, pecuaristas e/ou trabalhadores industriais forem prejudicados!', acrescentou Trump. Trump venceu a disputa presidencial de 2016 com forte apoio desses agricultores e eleitores de classe trabalhadora.

    Em julho, Pequim divulgou um pequeno vídeo em inglês apresentando um desenho animado falante de soja confirmando a importância do comércio. O desenho pontua que nove dos dez maiores Estados produtores de soja votaram em Trump nas eleições presidenciais de 2016.

    'Então os eleitores vão apoiar Trump e os republicanos assim que forem atingidos em suas carteiras?', pergunta o grão.

    (Por Susan Heavey)

    LER NOTICIA

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. china

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.