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    China se irrita com novo ato de defesa dos EUA e diz que vai avaliar conteúdo

    Por Ben Blanchard

    PEQUIM (Reuters) - A China condenou nesta terça-feira medidas direcionadas a um novo ato de defesa dos Estados Unidos, dizendo que exagerou o antagonismo e que Pequim examinaria de perto os aspectos que reforçam o papel de um painel norte-americano que analisa propostas de investimento estrangeiro.

    As reclamações da China sobre o ato ocorrem no momento em que as duas maiores economias do mundo se engajam em uma luta cada vez mais dura pelo comércio, cobrando tarifas sobre produtos uma da outra.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou no dia anterior uma lei de defesa de 716 bilhões de dólares que autoriza gastos militares e inclui controles mais brandos sobre contratos do governo dos EUA com as chinesas ZTE Corp

    A Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA, na sigla em inglês), fortalece o Comitê de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos, que analisa propostas para determinar se eles ameaçam a segurança nacional. Essa medida foi vista como algo que visa a China.

    O Ministério do Comércio da China disse que notou a inclusão do Comitê no ato e que 'avaliaria o conteúdo de forma abrangente', prestando muita atenção ao impacto sobre as empresas chinesas.

    'O lado norte-americano deve tratar objetivamente e justamente os investidores chineses e evitar que o Comitê de Investimentos se torne um obstáculo para a cooperação entre empresas chinesas e norte-americanas', afirmou o ministério em comunicado.

    As empresas chinesas e norte-americanas buscam uma maior cooperação em investimentos, acrescentou, pedindo que os governos dos dois países atendam às vozes de suas empresas e proporcionem um bom ambiente e expectativas estáveis.

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    Exportações da China aceleram em julho mesmo com guerra comercial dos EUA

    PEQUIM (Reuters) - As exportações chinesas aumentaram mais do que o esperado em julho, apesar dos impostos norte-americanos e do visado superávit com os Estados Unidos ter permanecido perto de recordes, enquanto as duas principais potências econômicas do mundo intensificam a disputa que alguns temem afetar o crescimento global.

    As exportações em dólares chinesas subiram 12,2 por cento em julho sobre o ano passado, enquanto as importações saltaram 27,3 por cento, superando as previsões, boas notícias para as autoridades que buscam amenizar o impacto da disputa comercial com os Estados Unidos.

    A China registrou superávit comercial de 28,05 bilhões de dólares no mês passado, mostraram dados alfandegários nesta quarta-feira. Analistas previam que o superávit comercial cairia ligeiramente para 39,33 bilhões de dólares em julho, ante 41,47 bilhões de dólares em junho.

    Pesquisa da Reuters com analistas também previu que os embarques de julho do maior exportador mundial aumentariam 10 por cento sobre o ano anterior, desacelerando ligeiramente em relação ao ganho de 11,2 por cento em junho.

    O levantamento também mostrou que a previsão era de crescimento de 16,2 por cento nas importações no mês passado, ante 14,1 por cento em junho.

    O desempenho comercial da China teve forte começo neste ano, apoiado pela demanda sustentada no país e no exterior. Mas a perspectiva de exportação está sendo afetada pela disputa comercial acalorada com os Estados Unidos.

    Na última ação do presidente dos EUA, Donald Trump, para pressionar Pequim a negociar concessões comerciais, Washington informou que vai começar a cobrar tarifas de 25 por cento sobre outros 16 bilhões de dólares em produtos chineses em 23 de agosto.

    A China já advertiu repetidas vezes que vai revidar quaisquer outras medidas punitivas de Trump, dizendo que os Estados Unidos estão ameaçando a ordem de livre comércio global com seu protecionismo.

    E anunciou tarifas retaliatórias sobre 16 bilhões de dólares em produtos norte-americanos, que terão como alvo commodities como gás natural, carvão e combustíveis.

    Todos os principais jornais estatais da China publicaram um longo comentário da agência de notícias oficial Xinhua, intitulado 'declaração', em suas primeiras páginas.

    'Certas pessoas vão contra a maré para seus próprios fins pessoais e vão contra a moralidade; a barreira das tarifas aumenta arbitrariamente, e o bastão da hegemonia é levantado por toda parte', disse a declaração.

    'Embora isso possa, por um momento, provocar prazer, será difícil resolver os desequilíbrios econômicos ou políticas fora de ordem e outros problemas profundamente enraizados', afirmou.

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    China decide impor tarifas adicionais sobre US$ 16 bi em produtos dos EUA

    Por Ryan Woo e David Lawder

    PEQUIM/WASHINGTON(Reuters) - A China vai impor tarifas adicionais de 25 por cento sobre 16 bilhões de dólares em produtos importados dos EUA, de combustíveis e siderúgicos a automóveis e equipamento médico, disse o Ministério do Comércio da China, em meio à escalada da disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.

    As tarifas entram em vigor no dia 23 de agosto, informou o ministério, no mesmo dia em que os Estados Unidos planejam iniciar a cobrança de mais 25 por cento em tarifas sobre 16 bilhões de dólares em produtos chineses.

    Os Estados Unidos publicaram sua lista final de produtos sujeitos a novas tarifas na véspera.

    A lista final da China, anunciada nesta quarta-feira, difere da versão anterior publicada em junho, que incluía petróleo bruto. O número de categorias de produtos sujeitos a tarifas subiu para 333 ante 114 na versão de junho, embora o valor final seja o mesmo.

    A ação dos EUA que levou à retaliação chinesa foi a última adotada pelo presidente Donald Trump para colocar pressão sobre a China para negociar concessões comerciais, depois que Washington impôs tarifas sobre 34 bilhões de dólares em produtos no mês passado. A China prometeu retaliar com tarifas equivalentes qualquer ação dos EUA.

    'Esta é uma prática bastante insensata', disse o Ministério do Comércio da China sobre as ações dos EUA na quarta-feira, enquanto apresentava as tarifas retaliatórias da China.

    Para compensar o espaço deixado na lista de tarifas com a exclusão de petróleo bruto, a China acrescentou refeições de peixe, resíduos de madeira, papéis e seus resíduos, sucata de metal e vários tipos de bicicletas e carros, entre outros produtos.

    Na semana passada, a China propôs tarifas adicionais sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos EUA, depois que Trump elevou para 25 por cento as tarifas inicialmente planejadas como 10 por cento sobre 200 bilhões de dólares em importações da China.

    Até agora, a China impôs ou propôs a adoção de tarifas sobre 110 bilhões de dólares em produtos dos EUA, representando a ampla maioria dos produtos americanos que importa anualmente. Produtos de alto valor dos EUA, como petróleo cru e aeronaves grandes, ainda não estão em nenhuma lista.

    Uma porta-voz do Representante do Comércio dos EUA não estava disponível imediatamente para comentar o anúncio da retaliação da China ou se isso levaria Trump a uma nova rodada de ameaças de tarifas sobre 200 bilhões de produtos chineses.

    O representante comercial dos EUA conduz, até 5 de setembro, um período de consulta pública para as tarifas, que podem chegar a 25 por cento. Levaria mais algumas semanas para revisar a lista e programar mudanças na aduana para começar a cobrança.

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    Mídia chinesa alerta para aumento 'arbitrário' de tarifas dos EUA em guerra comercial

    PEQUIM (Reuters) - Certas pessoas que querem brandir o 'porrete da hegemonia' diante da China com tarifas para seus interesses pessoais acabarão machucando a si mesmas, disseram grandes jornais estatais chineses nesta quarta-feira, em uma mensagem unificada contra os Estados Unidos.

    A China e os EUA estão envolvidos em uma guerra comercial cada vez mais acirrada, e Washington deve começar a impor tarifas de 25 por cento sobre outros 16 bilhões de dólares de bens chineses no dia 23 de agosto -- a medida mais recente do presidente dos EUA, Donald Trump, para forçar Pequim a negociar concessões comerciais.

    A mídia estatal chinesa adotou um tom mais brando depois de recorrer a ataques pessoas contra Trump no início desta semana, dizendo que a China consegue sobreviver à tempestade, mas sem mencionar diretamente o líder norte-americano.

    Todos os principais jornais estatais chineses publicaram um longo comentário da agência oficial de notícias Xinhua, intitulado 'declaração', em suas primeiras páginas nesta quarta-feira.

    O povo chinês suportou sofrimentos e crises no passado graças à sua resistência e está progredindo rumo à prosperidade, diz o comentário. A economia mundial está interconectada, e ninguém pode se isolar, acrescenta.

    'Certas pessoas remam contra a maré para seus interesses pessoais e vão contra a moralidade; a barreira de tarifas se ergue arbitrariamente, e o porrete da hegemonia é brandido para todo lado', diz o comentário.

    'Embora isso possa deixá-las cheias de orgulho por um momento, tornará difícil resolver desequilíbrios econômicos ou políticas caóticas e outros problemas profundamente enraizados'.

    A China já retaliou os EUA com suas próprias tarifas e propôs outras para o caso de Washington de fato cumprir todas as suas ameaças.

    Pequim ainda não deu uma data para suas tarifas retaliatórias a 16 bilhões de dólares de bens norte-americanos anunciadas previamente, que visarão commodities como petróleo cru, gás natural, carvão e alguns derivados de petróleo.

    A lista mais recente de 16 bilhões de dólares a serem tarifados pelos EUA atingirá semicondutores da China, embora muitos dos chips básicos destes produtos saiam de EUA, Taiwan ou Coreia do Sul.

    John Neuffer, presidente e diretor-executivo da Associação da Indústria de Semicondutores, disse em um comunicado que ficou decepcionado e perplexo ao ver que os semicondutores continuam na lista final de tarifas.

    (Por Ben Blanchard)

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    China inicia inspeções de emergência em fazendas após surto de gripe suína

    PEQUIM (Reuters) - A província chinesa de Liaoning aumentará as inspeções em fazendas de porcos e mercados, e reforçará o monitoramento do transporte de suínos, depois que o primeiro caso de peste suína africana do país foi reportado na região, informou o jornal local Liaoning Daily nesta segunda-feira.

    O surto da peste suína africana representa uma grande ameaça para a indústria de suinocultura na província e em todo o país, e deve ser erradicado completamente, disse um funcionário do Departamento Provincial de Saúde e Produção Animal de Liaoning, segundo o jornal.

    O governo provincial pediu às autoridades locais para lançarem inspeções de emergência em todas as fazendas de porcos, mercados de suínos, matadouros e locais de tratamento na província, e relatar quaisquer casos de mortes de porcos por razões desconhecidas, dentre outras questões, relatou o jornal, citando o departamento de saúde animal.

    Liaoning também ordenou o fechamento temporário de todos os mercados de suínos vivos e matadouros no distrito de Shenbei, onde o surto foi descoberto, informou o jornal.

    A China abateu cerca de 913 suínos perto de Shenyang, capital de Liaoning, e proibiu o transporte de suínos das áreas afetadas, após o surto.

    Porcos e produtos em Shenyang só podem ser distribuídos dentro da cidade, enquanto os transportados de fora devem passar por uma quarentena rigorosa, disse o funcionário do departamento de saúde animal.

    O caso em Liaoning, o primeiro na Ásia Oriental, alimentou a preocupação com a disseminação na China, que possui o maior rebanho de suínos do mundo, e possivelmente com países vizinhos da Ásia.

    (Reportagem de Hallie Gu e Josephine Mason)

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    'Extorsão' comercial de Trump não vai funcionar, diz mídia estatal da China

    XANGAI/PEQUIM (Reuters) - A mídia estatal chinesa criticou nesta segunda-feira a política comercial do presidente norte-americano, Donald Trump, em ataque pessoal incomum e tentou tranquilizar os investidores preocupados com a economia da China, já que preocupações com o crescimento prejudicaram seus mercados financeiros.

    Os meios de comunicação estritamente controlados da China frequentemente repreendem os Estados Unidos e o governo Trump à medida que o conflito comercial aumenta, mas eles têm evitado visar especificamente Trump.

    As últimas críticas da edição internacional do jornal Diário do Povo, do Partido Comunista, destacaram Trump, dizendo que ele estava estrelando em seu próprio 'estilo enganoso de extorsão e intimidação'.

    O posição de Trump de que os outros joguem junto com seu drama é um 'desejo', trouxe um comentário na primeira página do jornal, argumentando que os Estados Unidos aumentaram o atrito comercial com a China e transformaram o comércio internacional em um 'jogo de soma zero'.

    'Governar um país não é como fazer negócios', trouxe o jornal, acrescentando que as ações de Trump põem em perigo a credibilidade nacional dos Estados Unidos.

    A disputa acirrada entre as duas maiores economias do mundo enfureceu os mercados financeiros, incluindo ações, moedas e o comércio global de commodities, da soja ao carvão nos últimos meses.

    No mês passado, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que a escalada dos conflitos comerciais decorrentes das ações tarifárias norte-americanas contra seus parceiros comerciais ameaça atrapalhar a recuperação econômica global.

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    China não aceitará 'chantagem' comercial dos EUA, diz mídia estatal

    PEQUIM/CINGAPURA (Reuters) - A mídia estatal chinesa disse neste sábado que as tarifas de retaliação do governo sobre 60 bilhões de dólares em produtos dos Estados Unidos mostravam restrições racionais, enquanto acusaram o governo norte-americano de chantagem.

    Na noite de sexta-feira, o ministro das Finanças chinês revelou tarifas adicionais sobre 5207 bens importados dos Estados Unidos, com alíquotas adicionais entre 5 e 25 por cento do valor total dos produtos, menos da metade do que foi proposto pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump.

    A resposta segue a proposta do governo Trump de uma tarifa de 25 por cento sobre 200 bilhões de dólares de importações chinesas.

    'As contramedidas da China são racionais', disse o Global Times, um tablóide dirigido pelo oficial Diário do Povo, em um comentário.

    'A China não irá se apressar para competir com números dos Estados Unidos', disse a publicação, ecoando comentários feitos pelo canal televisivo estatal.

    Os EUA e a China implementaram tarifas de 34 bilhões entre seus bens em julho. É esperado que Washington em breve implemente tarifas sobre mais 16 bilhões de dólares em bens chineses, sobre as quais a China já disse que irá corresponder de maneira imediata.

    'A pressão extrema da Casa Branca e a chantagem já estão claras para a comunidade internacional', dizia um comentário do canal estatal. 'Tais métodos de chantagem extrema não irão afetar a China.'

    A China até agora já impôs ou propôs tarifas sobre 110 bilhões em produtos norte-americanos, representando a vasta maioria das importações anuais da China sobre produtos dos EUA. No ano passado, a China importou 130 bilhões em bens daquele país.

    'Os Estados Unidos têm repetidamente recorrido à táticas de enganação, tentando forçar a China a ceder, tanto superestimando seu próprio poder de barganha como subestimando a determinação chinesa e sua habilidade de defender sua dignidade nacional e os interesses de seu povo', disse um editorial da agência de notícias oficial Xinhua.

    O Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, no entanto, continuava decidido sobre a investida de Washington por condições comerciais mais justas com a China.

    'O presidente Trump herdou um regime comercial injusto onde os trabalhadores e empresas norte-americanas não estavam sendo tratados de maneira recíproca ou justa pelos chineses, e os esforços do governo Trump têm a intenção de acertar isso, de corrigir isso', disse Pompeo a jornalistas em paralelo a um fórum regional em Cingapura.

    Pompeo acrescentou que havia discutido questões comerciais com o conselheiro estatal chinês Wang Yi na sexta-feira.

    (Reportagem de Ben Blanchard em Pequim, David Brunnstrom, John Geddie e Christian Shepherd em Cingapura e Engen Tham em Xangai)

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    China promete retaliar se Trump impuser tarifa de 25% sobre US$ 200 bi produtos chineses

    Por Ben Blanchard e Steve Holland

    PEQUIM / WASHINGTON (Reuters) - A China disse nesta quarta-feira que 'chantagem' não funcionará e que retaliará se os Estados Unidos tomarem outras medidas que dificultem o comércio, conforme o governo Trump considera uma taxação de 25 por cento sobre os 200 dólares bilhão de mercadorias chinesas.

    A proposta aumentaria a alíquota de 10 por cento que o governo havia inicialmente proposto em 10 de julho para essa onda de impostos, numa tentativa de pressionar Pequim a fazer concessões comerciais, disse uma fonte familiarizada com o plano na véspera.

    As tarifas visam milhares de importações chinesas, incluindo produtos alimentícios, produtos químicos, aço e alumínio e bens de consumo que vão desde alimentos para cães, móveis e tapetes até pneus de carros, bicicletas e luvas de beisebol e produtos de beleza.

    A fonte disse que o governo do presidente Donald Trump poderia anunciar a proposta mais dura já nesta quarta-feira em Washington. O plano para mais que dobrar a tarifa foi divulgado pela primeira vez pela Bloomberg News.

    A China, que acusou os Estados Unidos de intimidação, novamente prometeu retaliar se Trump prosseguir com as medidas, alertando que as táticas de pressão falharão.

    'A pressão e a chantagem dos EUA não terão efeito. Se os Estados Unidos adotar novos passos, a China inevitavelmente tomará contramedidas e nós protegeremos nossos direitos legítimos', disse o porta-voz do primeiro-ministro chinês, Geng Shuang, em entrevista coletiva.

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    Petrobras busca ampliar mercado na China com novo tipo de petróleo

    Por Florence Tan e Alexandra Alper

    CINGAPURA/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras planeja levar mais petróleo ao maior importador global, a China, com a comercialização de um novo tipo de óleo, o 'medium-sweet grade', que poderá ser enviado a partir de outubro, disseram duas fontes com conhecimento do assunto.

    A Petrobras espera começar a bombear o petróleo do pré-sal de novas plataformas no quarto trimestre, o que aumentaria a produção do maior produtor da América Latina e elevaria suas exportações.

    A nova oferta pode ampliar a participação de mercado do Brasil na China, já que os compradores cortaram as importações de petróleo dos Estados Unidos após o anúncio de Pequim de que irá estabelecer tarifas sobre o petróleo dos EUA em retaliação a medidas semelhantes de Washington.

    'A curva de exportação de petróleo da Petrobras está aumentando e a China é atualmente o principal mercado da empresa', disse um porta-voz da Petrobras em um e-mail.

    'Com o crescente interesse das refinarias (chinesas) em comprar petróleo diretamente dos produtores... a Petrobras aumentará sua presença com essas refinarias.'

    A Petrobras iniciou a produção em abril em seu campo de Búzios, na bacia de Santos, a partir da plataforma P-74, localizada a cerca de 200 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de 2.000 metros, segundo o site da companhia.

    Mais duas plataformas, a P-75 e a P-76, devem entrar em operação no quarto trimestre. A produção total da Búzios deve crescer para 750 mil bpd até 2021, quando mais quatro plataformas entrarem em operação, disse a empresa.

    O petróleo bruto de Búzios tem densidade API de 28,4 graus e contém cerca de 0,31 por cento de enxofre, semelhante em qualidade ao do campo de Lula, um dos óleos mais populares na China, disse a empresa.

    A nova oferta pode ajudar a elevar as exportações de petróleo bruto da Petrobras, que caíram 53,8 por cento em junho ante o ano anterior, para 696 mil barris por dia (2,86 milhões de toneladas), em meio a um aumento da produção de refino da empresa.

    A produção total da Petrobras em junho foi de 2,03 milhões de bpd, queda de 1,5 por cento em relação a maio.

    A produção líquida de petróleo do Brasil, incluindo os biocombustíveis, deverá aumentar em 200 mil bpd, para 3,5 milhões bpd em 2019, depois de se manter estável em 2018, de acordo com a consultoria Energy Aspects.

    IMPULSO CHINÊS

    A demanda da China por petróleo com baixo teor de enxofre, como o petróleo de Angola e do Brasil, saltou nos últimos dois anos depois que seus refinadores independentes, também conhecidos como 'teapots', foram autorizados a importar petróleo bruto.

    Isso elevou o Brasil em dois patamares desde 2017, para o quinto lugar na lista de fornecedores da China, com 657 mil bpd no primeiro trimestre deste ano, de acordo com dados da alfândega chinesa.

    As importações de petróleo do Brasil por teapots mais que dobraram no primeiro semestre de 2018, para 350 mil bpd, em comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com a consultoria SIA Energy, de Pequim.

    Mais da metade dos embarques do Brasil para a China passou por portos na província de Shandong, que abriga a maioria das refinarias independentes da China, segundo dados do Thomson Reuters Eikon.

    A Petrobras também forneceu a primeira carga de petróleo à fabricante de químicos chinesa Hengli Group para o início de operação de sua nova refinaria no nordeste da China no quarto trimestre deste ano. Petróleo da área de Mero também foi entregue em Shandong em junho.

    A Petrobras inclusive ampliou sua equipe de comercialização em Cingapura para ampliar os esforços de marketing na China, disseram duas fontes com conhecimento do assunto. A estatal recrutou um profissional que já era da companhia e contratou e operador de petróleo de uma refinaria chinesa para início em setembro, segundo as fontes.

    'Para melhorar sua participação no mercado chinês, e considerando a entrada das 'teapots' no mercado internacional, a Petrobras considera que é necessário ter um profissional fluente em mandarim para o desenvolvimento específico desse mercado', disse a Petrobras, sem confirmar a nova contratação.

    A líder em refino na Ásia, Sinopec, comprou um terço das importações de petróleo do Brasil pela China no primeiro semestre de 2018, alta de 13 por cento ante o ano anterior, segundo o analista da SIA Energy, Seng Yick Tee.

    'A Sinopec e as independentes têm apetite por importações adicionais de petróleo do Brasil, e as potenciais tarifas sobre o óleo dos EUA são uma das razões', afirmou Tee.

    Ele adicionou que margens fracas e um aperto no crédito tem pressionado as refinarias independentes, o que deve levá-las a buscar oferta de petróleo mais competitivo.

    Outros vendedores de petróleo do Brasil incluem a Royal Dutch Shell e a Equinor. As estatais chinesas China National Petroleum Corp (CNPC) e CNOOC Ltd também possuem fatias em campos de petróleo no país.

    (Por Florence Tan, em Cingapura, e Alexandra Alper, no Rio de Janeiro)

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