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Chefe do BC do Japão diz que concordou em manter diálogo com premiê mas não fala em alta de juros em junho

Chefe do BC do Japão diz que concordou em manter diálogo com premiê mas não fala em alta de juros em junho

Reuters

22/05/2026

Placeholder - loading - Presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda 28 de abril de 2026. REUTERS/Kim Kyung-Hoon/Foto de arquivo
Presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda 28 de abril de 2026. REUTERS/Kim Kyung-Hoon/Foto de arquivo

Por Kentaro Sugiyama e Leika ​Kihara

TÓQUIO, 22 Mai (Reuters) - O presidente do Banco do Japão, Kazuo Ueda, disse nesta sexta-feira que concordou em manter comunicação próxima com a primeira-ministra, Sanae Takaichi, sobre a política monetária, mas acrescentou que os dois não discutiram a possibilidade de um aumento da taxa de juros em junho.

Ueda disse que se reuniu com Takaichi ⁠como ⁠parte de uma troca regular ​de ‌opiniões sobre a economia e explicou o pensamento básico do banco central sobre a política monetária.

A reunião ocorreu em meio às crescentes expectativas ⁠do mercado de que o Banco do Japão elevará ​sua taxa de juros básica de 0,75% para ​1% no mês que vem, ‌uma vez que ​o ⁠aumento dos custos de combustível devido ao conflito no Oriente Médio contribui para a crescente pressão inflacionária.

Entretanto, Ueda disse ​a repórteres: 'Não houve nenhuma discussão específica sobre isso'.

'A primeira-ministra disse que espera que o Banco do Japão conduza uma política monetária adequada, consciente do ​fato de que o governo está tomando medidas para amortecer o impacto do aumento dos custos de vida e promovendo a gestão da crise e o investimento no crescimento', disse Ueda.

'Concordamos em manter comunicação próxima', disse ele.

Recentemente, autoridades do banco central fizeram uma série de ​comentários 'hawkish' que levaram os mercados a precificar uma chance de ‌aproximadamente 80% de um ⁠aumento dos juros na próxima reunião de política monetária, em 15 e 16 de junho.

Analistas disseram ⁠que o principal obstáculo para um ⁠aumento em junho seria ⁠obter o ⁠consentimento ​informal de Takaichi, que defende políticas fiscal e monetária frouxas.

Reuters

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