alexametrics
Capa do Álbum: Antena 1
ANTENA 1A RÁDIO ONLINE MAIS OUVIDA DO BRASIL

    NOTÍCIAS SOBRE bc

    Veja essas e outras notícias da Antena 1

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Bolsonaro sanciona nova relação BC-Tesouro; governo ainda usará BC para regra de ouro em 2019

    Bolsonaro sanciona nova relação BC-Tesouro; governo ainda usará BC para regra de ouro em 2019

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA/SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro sancionou sem vetos a lei que altera as relações financeiras entre o Banco Central e a União, impedindo que o governo use eventuais resultados positivos do BC com as reservas internacionais para cumprir a chamada regra de ouro, mas o expediente deve continuar ajudando os cálculos contábeis em 2019.

    No relatório mais recente do Tesouro, o governo previu o auxílio de 167,1 bilhões de reais com o resultado do BC do primeiro e segundo semestres de 2018 para calcular a insuficiência ainda remanescente para a regra de ouro, que impede a emissão de dívida para o pagamento das despesas correntes, como salários e aposentadorias.

    Mesmo com a contribuição positiva do BC, esse buraco foi indicado em 110,4 bilhões de reais para 2019.

    Pelo modelo vigente até então, o lucro contábil do BC com reservas cambiais e derivativos era transferido semestralmente ao Tesouro, com depósito em dinheiro na Conta Única da União. Essa possibilidade, que se materializava com a alta do dólar frente ao real, era criticada como uma espécie de financiamento implícito. No caso de prejuízo, o Tesouro tinha que emitir dívida para cobertura das perdas.

    Pelo projeto sancionado por Bolsonaro e publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, será criada uma reserva específica para essa variação.

    Assim, o resultado positivo das reservas cambiais fica guardado com o BC para cobrir um resultado negativo futuro, diminuindo a assimetria -- como é chamada a necessidade de fluxo de dinheiro por uma parte, e de títulos pela outra.

    Um ato normativo ainda deverá ser editado pelo BC e pelo Ministério da Economia para regulamentar o cálculo desses resultados financeiros na composição da reserva. Em tese, até que isso esteja em vigor o governo ainda poderá utilizar o resultado do BC para o cálculo da regra de ouro, sinalizaram técnicos do Tesouro.

    No ano até a véspera, o dólar subiu 2,15 por cento sobre o real. A valorização da divisa norte-americana aumenta o valor em reais das reservas internacionais, hoje na casa de 384 bilhões de dólares.

    GASTOS EM XEQUE

    Independentemente da ajuda ou não do BC, o governo tem outro desafio à frente com a regra de ouro como pano de fundo, sob o risco de incorrer em crime de responsabilidade.

    A Lei de Diretrizes Orçamentárias aprovada para este ano já tinha autorizado a inclusão de despesas condicionadas à aprovação de projeto de lei de crédito suplementar para o governo continuar enquadrado na regra de ouro.

    Com esse aval, a equipe do então presidente Michel Temer calculou o buraco para a regra de ouro em 2019 e, no projeto orçamentário anual, separou uma série de gastos nesse montante, atrelando sua execução ao aval dos parlamentares, a ser pedido pelo próximo presidente eleito.

    Na prática, sem o sinal verde do Congresso essas despesas ficam sem respaldo legal para serem feitas do meio do ano para frente.

    O projeto de Bolsonaro sobre o tema chegou ao Congresso em meados de março, solicitando abertura de crédito suplementar no valor de 248,9 bilhões de reais para 2019, incluindo 201,7 bilhões de reais para benefícios previdenciários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), dos trabalhadores da iniciativa privada.

    Também entraram no balaio 30 bilhões de reais para o pagamento de Benefício de Prestação Continuada (BPC), destinado a idosos e deficientes em condição de miserabilidade, e 6,6 bilhões para 'inclusão social por meio do Bolsa Família, do Cadastro Único e da articulação de políticas sociais'.

    O restante do crédito foi pedido para indenizações e restituições do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), e outras subvenções econômicas, como para o Programa de Sustentação do Investimento (PSI).

    O projeto, contudo, ainda engatinha no Congresso e sua tramitação deve ser contaminada pelas negociações políticas em torno da reforma da Previdência, num momento em que o governo também se mobiliza para aprovar outras iniciativas, como a MP que reestrutura o novo desenho da Esplanada dos Ministérios.

    30

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia BC britânico eleva previsão de crescimento; Brexit mantém aumento de juros em pausa

    BC britânico eleva previsão de crescimento; Brexit mantém aumento de juros em pausa

    Por David Milliken e Andy Bruce

    LONDRES (Reuters) - O banco central britânico elevou suas previsões de crescimento nesta quinta-feira, mas alertou que o Brexit continua a prejudicar as perspectivas para a política monetária e disse que há poucos riscos de baixa imediatos em esperar por uma visão mais clara à frente.

    As autoridades votaram unanimemente para manter os juros em 0,75 por cento, como o esperado em uma pesquisa Reuters, mas manteve sua visão de que uma política monetária mais apertada será necessária no futuro - uma postura mais 'hawkish' do que do Federal Reserve ou do Banco Central Europeu.

    O Banco da Inglaterra elevou a previsão de crescimento da quinta maior economia do mundo para 1,5 por cento, acima da mínima de uma década de 1,2 por cento prevista em fevereiro, refletindo uma melhora nas perspectivas globais e não muito distante da taxa de crescimento de 2018.

    'A trajetória do crescimento do PIB parece ser ligeiramente mais forte do que o previsto anteriormente, mas marginalmente abaixo do potencial', disse o banco central.

    Durante o primeiro trimestre, a economia provavelmente cresceu 0,5 por cento com as empresas acumulando estoques antes do Brexit, afirmou a autoridade monetária - um ritmo mais rápido do que o crescimento de 0,2 por cento previsto em fevereiro. No entanto, o banco central espera que o crescimento desacelere para 0,2 por cento no trimestre atual.

    A saída do Reino Unido da União Europeia, que tinha data limite até 29 de março, foi adiada no mês passado até 31 de outubro, a menos que o Parlamento aprove um acordo mais cedo.

    Isso elimina o risco de um Brexit sem acordo, que assombrou o Banco da Inglaterra na última reunião em março, mas prolonga um período de incerteza econômica.

    O banco central disse que isso torna alguns dados econômicos, como pesquisas de negócios, mais difíceis de interpretar do que o normal.

    'De maneira mais geral, permaneceram sinais mistos de indicadores de inflação interna e o custo de esperar por informações adicionais foi relativamente baixo', disse o Banco da Inglaterra, acrescentando que continua supondo que o Brexit terá um fim favorável.

    As previsões atualizadas mostram que o banco central espera que a inflação - atualmente de 1,9 por cento - ultrapasse sua meta de 2 por cento em dois a três anos, uma margem semelhante à prevista em fevereiro.

    As projeções se baseiam na precificação do mercado financeiro que supõe que a taxas de juros do banco central não chegará a 1 por cento até o final de 2021 - cerca de 15 pontos base a menos em termos de aperto do que o precificado antes da reunião do banco em fevereiro.

    13

    1 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Governo apresenta projeto para independência do BC com mandatos de 4 anos para diretores

    Governo apresenta projeto para independência do BC com mandatos de 4 anos para diretores

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira projeto de lei complementar que institui a autonomia do Banco Central e prevê mandato de quatro anos para os diretores, com possibilidade de uma recondução, descasado do mandato presidencial.

    De acordo com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o projeto deverá ser apensado a outros que já tramitam na Casa para acelerar a tramitação e foi feito apenas para corrigir o chamado 'vício de iniciativa' de projeto apresentado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

    'Nós combinamos com ele (Maia). Existe uma série de princípios que foram defendidos pelo Banco Central, discutidos internamente pelo governo. Esse projeto é válido para corrigir o problema de vício de iniciativa e seguramente vai haver um apensamento junto aos projetos existentes na Câmara para agilizar a tramitação', disse Onyx em entrevista após o evento que comemorou os 100 dias de governo.

    Projetos que alteram a estrutura do Executivo precisam ser enviados pelo próprio Executivo, de acordo com a Constituição.

    Segundo o ministro, o PLC mantém os princípios defendidos pelo BC e incorporados por Maia a seu projeto. Entre eles, um mandato de quatro anos, podendo haver uma recondução por mais quatro, não coincidentes com o do presidente da República.

    Também está previsto o fim do status de ministro do presidente do BC.

    'A perda de status de ministro já estava definido deste as metas de campanha. No entanto, pela singularidade do BC, algumas garantias são definidas a seus dirigentes. Uma delas o mandato, outra a proteção jurídica concedida ao presidente para que de fato se dê uma autonomia e se garanta de fato a liberdade da instituição', disse o secretário de assuntos jurídicos da Casa Civil, Jorge Oliveira.

    Para o diretor de Fiscalização do Banco Central, Paulo Souza, a alteração é um ponto que o BC acredita que melhora as condições de negócios no mercado brasileiro. 'Seria um fator positivo, mas logicamente a decisão final fica por parte do Congresso', afirmou.

    Segundo Onyx, o prazo para a autonomia é a do projeto ser aprovado e sancionado. 'A partir daí começa uma nova regra', disse Onyx.

    O projeto apresentado por Maia está pronto para ser votado na Câmara desde o final do ano passado, mas não chegou a ser colocado em pauta porque se verificou a questão do vício de iniciativa. Segundo Onyx, se fosse aprovado como estava, poderia haver questionamentos jurídicos e levar à suspensão da proposta.

    O governo anterior, de Michel Temer, também preparou uma proposta, coordenada pelo líder do governo, Romero Jucá, e o então presidente do BC, Ilan Goldfajin, mas que não chegou a ser enviada ao Congresso.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu e Ricardo Brito; Reportagem adicional de Marcela Ayres; Edição de Alexandre Caverni)

    10

    2 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia EXCLUSIVO-Venezuela retirou 8 toneladas de ouro do banco central na semana passada, diz parlamentar

    EXCLUSIVO-Venezuela retirou 8 toneladas de ouro do banco central na semana passada, diz parlamentar

    Por Corina Pons e Mayela Armas

    CARACAS (Reuters) - Ao menos oito toneladas de ouro foram removidas dos cofres do banco central venezuelano na última semana, disseram à Reuters um parlamentar da oposição e três fontes governamentais, no sinal mais recente do desespero do presidente Nicolás Maduro para levantar recursos em meio a sanções cada vez mais duras contra o país.

    O ouro foi retirado em veículos do governo entre quarta e sexta-feira da semana passada, quando não havia nenhum guarda regular no banco, disseram o parlamentar Angel Alvarado e três fontes governamentais.

    'Eles planejam vender (o ouro) no exterior ilegalmente', disse Alvarado em entrevista.

    O banco central da Venezuela não se manifestou.

    Alvarado e as fontes governamentais não disseram para onde o banco central estava enviando o ouro. Eles afirmaram que a operação aconteceu enquanto o chefe do banco, Calixto Ortega, estava em viagem no exterior.

    Em 2018, 23 toneladas de ouro foram transportados da Venezuela para Istambul de avião, de acordo com fontes e dados do governo turco.

    O banco central comprou parte deste ouro de rudimentares campos de mineração no sul da Venezuela e o exportou para a Turquia e outros países para financiar a compra de alimentos básicos, dada à ampla escassez de produtos, de acordo com mais de 30 pessoas com conhecimento da transação.

    Cerca de 20 toneladas de ouro também foram retiradas dos cofres do banco central em 2018, de acordo com dados da instituição, deixando 140 toneladas restantes, o menor nível em 75 anos.

    A empresa de investimentos de Abu Dhabi Noor Capital disse em 1º de fevereiro ter comprado 3 toneladas de ouro do banco central venezuelano em 21 de janeiro, mas que não compraria mais até que a situação do país se estabilizasse. A Noor Capital disse que sua transação foi feita de acordo com “padrões e leis internacionais em vigor” até aquela data.

    O governo Maduro tem tentado repatriar cerca de 31 toneladas de ouro armazenadas no banco central da Inglaterra por temores de que sejam afetadas por sanções internacionais contra o país.

    O ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, disse nesta quarta-feira, durante reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, que o Banco da Inglaterra havia bloqueado os bens do governo venezuelano.

    O governo Maduro tem recorrido à venda de ouro depois que a queda na produção de petróleo, o amplo colapso econômico do país e as crescentes sanções afetaram as finanças do país e tornaram mais difícil para que Caracas ter acesso a crédito.

    45

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia CMN aprova balanço do BC com resultado positivo de R$127,1 bi com reservas e swaps em 2018

    CMN aprova balanço do BC com resultado positivo de R$127,1 bi com reservas e swaps em 2018

    BRASÍLIA (Reuters) - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quarta-feira o balanço do Banco Central de 2018 com resultados positivos de 127,1 bilhões de reais em equalização das reservas internacionais e swaps cambiais e de 45,2 bilhões de reais nas demais operações.

    Em nota, o Banco Central informou que o resultado apurado pelo BC no segundo semestre ficou negativo em 19,1 bilhões de reais para equalização das reservas internacionais e swaps cambiais, e positivo em 25,6 bilhões de reais para as demais operações.

    No primeiro caso, o montante será coberto pelo Tesouro Nacional até o 10º dia útil de 2020. Já os 25,6 bilhões de reais positivos serão transferidos ao Tesouro no prazo de 10 dias úteis a partir desta quarta-feira.

    Os valores referentes ao primeiro semestre que compõem o resultado anual --que ficaram no azul em, respectivamente, 146,2 bilhões de reais e 19,6 bilhões de reais -- já foram transferidos ao Tesouro em setembro de 2018, disse o BC.

    Pela lei hoje vigente, o lucro contábil do BC deve ser transferido ao Tesouro. No caso de prejuízo, o Tesouro tem que emitir dívida para cobertura das perdas. O lucro do primeiro semestre foi impulsionado pela valorização do dólar, impactando positivamente as operações com as reservas internacionais do país, hoje na casa de 380 bilhões de dólares.

    Nesta quarta-feira, inclusive, o Tesouro informou que usará o resultado positivo do BC do primeiro semestre com reservas internacionais e swaps cambiais para cumprimento neste ano da regra de ouro, que impede que o governo emita dívida para pagar despesas correntes, como salários e aposentadorias.

    Ainda assim, o buraco calculado para o enquadramento na regra de ouro em 2019 é de 93,9 bilhões de reais.

    Segundo o governo, essa insuficiência será coberta com o cálculo de concessões ainda não consideradas nas projeções fiscais, cancelamento de restos a pagar e antecipação do cronograma de pagamento da dívida remanescente do BNDES, além de otimização de fontes e desvinculação de recursos.

    (Por Marcela Ayres)

    10

    3 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Projeto de autonomia do BC prevê uso de depósitos voluntários como ferramenta adicional a compromissadas

    Projeto de autonomia do BC prevê uso de depósitos voluntários como ferramenta adicional a compromissadas

    Por Marcela Ayres

    BRASÍLIA (Reuters) - O projeto de autonomia do Banco Central relatado pelo deputado Celso Maldaner (MDB-SC) prevê o uso pela autarquia de depósitos voluntários à vista ou a prazo das instituições financeiras, que deverão funcionar como mais um instrumento para gestão de liquidez nos mercados, abrindo caminho para redução da dívida bruta.

    À Reuters, Maldaner afirmou que seu substitutivo acatou algumas demandas feitas pelo BC e que essa seria uma delas. Ele também afirmou que a previsão de uso dos depósitos voluntários no texto elimina a necessidade de um projeto exclusivo sobre o tema tramitar no Congresso.

    Questionado sobre o tema, o BC confirmou que se o substitutivo for aprovado na forma como se encontra, a competência do BC para receber depósitos voluntários não precisará ser prevista em outro projeto.

    Segundo Maldaner, o texto tem o apoio do atual e do futuro governo.

    'Estou combinando com (o presidente da Câmara dos Deputados) Rodrigo Maia (DEM-RJ) na reunião dos líderes semana que vem para ver se a gente chega a um consenso para votar urgência', disse.

    'Se votar a urgência aí vota (projeto) este ano. Estou trabalhando em cima disso', acrescentou ele, destacando já ter entregue o texto a todos os líderes para facilitar o alinhamento de um acordo.

    Na prática, a criação dos depósitos voluntários remunerados funcionaria como alternativa ao uso exclusivo de operações compromissadas, usadas pela autoridade monetária para retirar ou injetar liquidez nos mercados.

    Com a substituição de parte das operações compromissadas por esses depósitos, deverá haver queda da dívida pública bruta como proporção do Produto Interno Bruto (PIB), considerada o principal indicador de sustentabilidade das contas públicas e que segue em trajetória de deterioração diante de sucessivos déficits primários.

    Há quase um ano, o governo enviou um projeto de lei que versava exclusivamente sobre os depósitos, mas o texto não avançou no Congresso.

    MANDATO

    Pelo substitutivo de Maldaner, o BC terá autonomia funcional, administrativa, decisória e financeira, tendo como objetivo fundamental assegurar a estabilidade de preços e, sem prejuízo desta missão, também zelar pela estabilidade financeira.

    O texto estabelece que o mandato do presidente do BC terá duração de quatro anos, com início no dia 1º de março do segundo ano de mandato do presidente da República.

    Já os diretores da autarquia serão oito no total e terão seus mandatos com inícios diferentes, numa escala de dois diretores a cada ano de mandato presidencial.

    'No dia 1º de março de 2020, devem ser nomeados um presidente e oito diretores do Banco Central do Brasil, cujos mandatos atenderão à seguinte escala, dispensando-se nova aprovação pelo Senado Federal para os indicados que, na ocasião, já estejam no exercício do cargo: o presidente e dois diretores terão mandatos de quatro anos; dois diretores terão mandatos de três anos; dois diretores terão mandatos de dois anos; dois diretores terão mandatos de um ano', traz o texto, em relação a esquema que deverá ser aplicado pelo governo Bolsonaro, caso a lei seja aprovada e entre em vigor.

    Na semana passada, o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, informou via assessoria de imprensa que Roberto Campos Neto será o presidente do BC no governo Bolsonaro, substituindo Ilan Goldfajn no posto.

    Após o anúncio, Ilan, que foi convidado a permanecer no comando da autarquia, frisou que sua saída se dava por motivos pessoais e que seguiria apoiando o projeto de autonomia do BC.

    13

    6 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Diretoria do BC se coloca à disposição de Campos Neto, permanência de Carlos Viana é acertada

    Diretoria do BC se coloca à disposição de Campos Neto, permanência de Carlos Viana é acertada

    SÃO PAULO (Reuters) - A atual diretoria do Banco Central se colocou a disposição do indicado para assumir o comando da autoridade monetária no próximo governo, o economista Roberto Campos Neto, e o diretor de Política Econômica já acertou que deverá permanecer no cargo por 'tempo considerável', disse BC em comunicado nesta sexta-feira.

    O nome de Campos Neto para substituir Ilan Goldfajn no comando do BC foi confirmado na quinta-feira pelo futuro ministro da Economia do presidente eleito Jair Bolsonaro, Paulo Guedes. A indicação de Campos Neto será submetida à apreciação pelo Senado Federal.

    '...os atuais diretores colocaram-se à disposição do presidente indicado Roberto Campos Neto. Em particular, o diretor de Política Econômica, Carlos Viana de Carvalho, já chegou a entendimento com o presidente indicado do BC para permanecer no cargo por tempo considerável', disse a assessoria do BC em nota.

    Viana ocupa o cargo de diretor de Política Econômica desde julho de 2016. Ele foi economista-chefe do Opportunity Asset Management e da BBA-Capital, além de sócio da Kyros Investimentos. Entre 2007 e 2011, passou ainda pelo Federal Reserve Nova York, onde atuou como economista sênior.

    Viana se formou em Ciências Econômicas na PUC-Rio, onde completou o mestrado. Também fez mestrado e doutorado em Economia na Universidade Princeton, nos EUA.

    A equipe de Bolsonaro também anunciou que o economista Mansueto Almeida permanecerá no cargo de Secretário do Tesouro Nacional, que ocupa desde abril de 2018.

    (Por Camila Moreira; Edição de Raquel Stenzel)

    20

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Equipe de transição ainda quer Ilan, mas estuda nomes como Viana, Parnes e Campos Neto para BC

    Equipe de transição ainda quer Ilan, mas estuda nomes como Viana, Parnes e Campos Neto para BC

    A equipe do presidente eleito Jair Bolsonaro ainda conta com a possibilidade de o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, aceitar permanecer à frente da instituição, mas já estuda outros nomes como o do diretor de Política Econômicado BC, Carlos Viana, e Beny Parnes e Roberto Campos Neto, informou nesta quinta-feira uma fonte da campanha.

    De acordo com a fonte, que pediu anonimato, o “pessoal da campanha” gostaria que Ilan ficasse. O atual presidente do BC, segundo a fonte, compartilha ideias semelhantes às da futura equipe econômica, como a autonomia do Banco Central, e poderia continuar o trabalho. Mas, acrescentou a fonte, sabe-se que o atual chefe da instituição tem outras opções.

    Entre os outros cotados para o cargo, Beny Parnes é sócio e economista-chefe da gestora de recursos SPX, e Roberto Campos Neto é diretor do Santander.

    Outro nome que surgiu na equipe de transição foi o de Mario Mesquita, ex-diretor de Política Econômicado BC e atual economista-chefe do Itaú Unibanco.

    A fonte disse ainda que não está descarta a permanência do atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, no cargo, mas não garantiu que isso acontecerá. Não se fala, por enquanto, em outros nomes.

    Da mesma forma, citou a fonte, a atual secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, pode permanecer no novo governo.

    O nome de Vescovi apareceu em especulações para que assumisse a presidência da Caixa Econômica Federal. Atualmente ela é, além de secretária-executiva da Fazenda, presidente do Conselho de Administração da Caixa.

    A fonte, no entanto, não esclareceu se Vescovi poderia assumir o cargo de chefia da Caixa ou se permaneceria na Fazenda.

    (Reportagem de Lisandra Paraguassu)

    84

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia Ilan ainda não foi formalmente convidado a ficar no BC, diz fonte

    Ilan ainda não foi formalmente convidado a ficar no BC, diz fonte

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, ainda não foi formalmente convidado para permanecer à frente da autoridade monetária no governo de Jair Bolsonaro (PSL), afirmou uma fonte com conhecimento direto do assunto nesta terça-feira.

    A expectativa é que uma conversa ocorra nos próximos dias, conforme a equipe de transição do presidente eleito começa a trabalhar em Brasília. Os primeiros nomes do time da transição foram divulgados na véspera.

    Indicado por Bolsonaro ao comando de um superministério da Economia, o economista Paulo Guedes já afirmou publicamente que a permanência de Ilan seria natural, mas que a possibilidade não estaria ainda definida, pois seria necessário que o atual presidente do BC quisesse e tivesse a 'motivação' para ficar.

    'O Ilan tem uma proposta de Banco Central independente. Qual seria a coisa mais natural do mundo? Eu dar um abraço no Ilan e falar que defendo há 30 anos o Banco Central independente. Ele ia falar assim: 'Paulo, eu tenho um projeto de Banco Central independente'. Eu vou falar: 'Que beleza, Ilan. Então a gente vai junto, aprova o projeto. Você ficou dois anos, você fica mais dois anos'', disse Guedes na semana passada.

    O futuro ministro defende um projeto de independência do BC em que diretores e o presidente da autarquia terão mandatos definidos e não coincidentes com o do presidente da República.

    Sobre a gestão das reservas internacionais, atribuição que hoje compete ao BC, Guedes negou ter planos de vender parte do estoque, a não ser no caso de um 'ataque especulativo' que fizesse o dólar se aproximar de 5 reais, situação em que poderia se desfazer de 100 bilhões de dólares.

    Após as falas, Ilan defendeu no fim de semana o regime de câmbio flutuante e o sistema de metas para inflação como mecanismos de defesa da economia doméstica contra choques externos, também destacando o papel das reservas internacionais e das expectativas de inflação ancoradas para contê-los.

    Nesta terça-feira, Guedes se encontra com o atual ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, para um almoço às 13h no prédio do ministério, em Brasília.

    (Por Marcela Ayres)

    12

    7 M

    Placeholder - loading - Imagem da notícia BC britânico mantém taxa de juros e vê maior incerteza com o Brexit

    BC britânico mantém taxa de juros e vê maior incerteza com o Brexit

    Por David Milliken e Alistair Smout

    LONDRES (Reuters) - O banco central britânico deixou inalterada a taxa de juros nesta quinta-feira e destacou as preocupações dos mercados financeiros sobre o Brexit, um mês depois de elevar os juros pela segunda vez em mais de uma década.

    O Banco da Inglaterra disse que os nove membros votaram de forma unânime para manter os juros em 0,75 por cento, em linha com as expectativas dos economistas em pesquisa da Reuters, e disse que houve acontecimentos domésticos limitados desde o encontro de 2 de agosto, a não ser o Brexit.

    'Desde a reunião anterior do Comitê, houve indicações, de forma mais proeminente nos mercados financeiros, de maior incerteza sobre os acontecimentos futuros no processo de saída (da UE)', disse o banco central.

    A equipe regional do banco central informou que as empresas estão apertando os controles de custo e contendo os investimentos antes da saída do Reino Unido em março de 2019 da União Europeia. Exportadores viam 40 por cento de chances de que o Brexit afete suas vendas.

    Entretanto, a equipe do Banco da Inglaterra elevou sua projeção para o crescimento no terceiro trimestre a 0,5 por cento sobre 0,4 por cento, em parte devido a gastos mais fortes dos consumidores no verão.

    A maioria dos economistas consultados pela Reuters não espera que o banco central eleve os juros de novo até depois que o Reino Unido deixe a UE, e o banco reiterou nesta quinta-feira que a reação das empresas, mercado financeiro e famílias ao Brexit vai afetar a trajetória de política monetária.

    8

    9 M

    Fique por dentro

    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

    1. Home
    2. noticias
    3. tags
    4. bc

    Este site usa cookies para garantir que você tenha a melhor experiência.