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    Coreia do Norte revela novo míssil balístico intercontinental 'monstruoso' em desfile

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    KCNA via REUTERS

    Publicada em  

    Por Hyonhee Shin e Josh Smith

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte revelou mísseis balísticos intercontinentais nunca vistos em um desfile militar sem precedentes neste sábado, no qual foram exibidas armas de longo alcance do país pela primeira vez em dois anos.

    Analistas disseram que o míssil, que foi mostrado em um veículo transportador com 11 eixos, seria um dos maiores mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs) móveis rodoviários do mundo caso seja operacional. 'Este míssil é um monstro', disse Melissa Hanham, vice-diretora da Rede Nuclear Aberta.

    O país também exibiu o Hwasong-15, que é o míssil de maior alcance já testado pela Coreia do Norte, e o que parecia ser um novo míssil balístico lançado por submarino (SLBM).

    Antes do desfile, que foi realizado para marcar o 75º aniversário da fundação do Partido dos Trabalhadores, autoridades na Coreia do Sul e nos Estados Unidos disseram que Kim Jong Un poderia usar o evento para revelar uma nova 'arma estratégica', conforme prometido anteriormente este ano.

    Um alto funcionário do governo dos EUA chamou a exibição do ICBM de 'decepcionante' e pediu ao governo que negociasse para alcançar uma desnuclearização completa.

    O desfile apresentou mísseis balísticos da Coreia do Norte pela primeira vez desde que Kim começou a se reunir com líderes internacionais, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, em 2018.

    'Continuaremos a construir nosso poder de defesa nacional e dissuasão de guerra autodefensiva', disse Kim, prometendo que o poder militar do país não seria usado preventivamente. Ele não fez nenhuma menção direta aos Estados Unidos ou às negociações de desnuclearização agora paralisadas.

    Kim culpou sanções internacionais, tufões e o coronavírus por impedí-lo de cumprir as promessas de progresso econômico.

    'Estou envergonhado por não ter sido capaz de retribuir adequadamente por sua enorme confiança', disse ele. 'Meus esforços e devoção não foram suficientes para tirar nosso povo de uma vida difícil.'

    O vídeo mostrou Kim fazendo uma aparição quando um relógio bateu meia-noite. Vestido com um terno cinza e gravata, ele acenou para a multidão e recebeu flores de crianças enquanto estava cercado por oficiais militares na recentemente renovada Praça Kim Il Sung, em Pyongyang.

    Kim falou por quase meia hora, muitas vezes suando apesar do ar frio da manhã, derramando lágrimas ao agradecer às tropas e sorrindo ao observar os mísseis.

    (Reportagem adicional de Hyunyoung Yi em Seul e Idrees Ali em Washington)

    ((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447753)) REUTERS AAJ

    Escrito por Reuters

    Vulcão Nyiragongo: Crianças esperam reencontrar famílias

    Transcrito: 
    Centenas de milhares de pessoas fugiram após a erupção do vulcão Nyiragongo. Naomi perdeu de vista a família no meio do caos. Ela jamais esquecerá o momento em que o céu ficou vermelho.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Disse à minha mãe: ’Olha, mãe, o vulcão entrou em erupção.’ Nós saímos e muitos estavam a fugir. Foi aí que nos perdemos uns dos outros. Eu estava apavorada. Estava a tremer. Não conseguia sequer correr para casa.”
     
    Muitas das 400 mil pessoas que fugiram vieram para a cidade de Sake. De acordo com a ONU, há quase mil crianças desaparecidas. Bahati Batitsie trabalha como voluntário para a Cruz Vermelha. Ate agora, ele e os colegas conseguiram encontrar as famílias de 700 crianças. Bahati tem 6 filhos e acolhe outras 3 crianças. São muitas bocas para alimentar.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “Eu sacrifico o pouco que tenho, o que Deus me deu. É assim que alimento as crianças, mas é uma luta.”
     
    Muitas pessoas estão desesperadas. Bebem a água do lago que pode causar cólera. A equipe humanitária tenta oferecer o básico, como farinha.
     
    Bahati Batitsie Fidel (Voluntário da Cruz Vermelha): “As condições de vida são muito más. Não há comida nos mercados. Pessoalmente, não estou a ganhar nada, sou pobre.”
     
    Naomi acha que sabe onde podem estar os seus pais. Mas esse sítio fica longe e o transporte é caro.
     
    Naomi (criança deslocada): ”Depois de encontrar a minha mãe e o meu pai, gostaria de me mudar para cá, porque gosto de aqui estar."

    A brincar sobre a lava de uma antiga erupção. As crianças esperam rever as suas famílias em breve. 
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