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    Coreia do Norte dispara mísseis de curto alcance em segundo teste em uma semana

    Por Josh Smith e Hyonhee Shin

    SEUL (Reuters) - A Coreia do Norte disparou nesta quinta-feira o que aparentaram ser dois mísseis de curto alcance, disseram forças militares da Coreia do Sul, menos de uma semana após o líder norte-coreano, Kim Jong Un, supervisionar um teste de disparos de múltiplos foguetes e de um míssil.

    Os lançamentos ocorreram enquanto o enviado especial dos Estados Unidos na Coreia do Norte, Stephen Biegun, estava em Seul, capital da Coreia do Sul, para dialogar com o ministro das Relações Exteriores sul-coreano, Kang Kyung-wha, e seu homólogo, o representante nuclear Lee Do-hoon.

    Os dois mísseis foram disparados por volta de 04h29 e 04h49 (horário de Brasília), da região noroeste de Kusong, em direção ao leste, informou um comunicado dos Estado-Maior das Forças Armadas sul-coreanas.

    Os projéteis cobriram distâncias de 420 e 270 quilômetros, respectivamente, e alcançaram uma altitude de cerca de 50 quilômetros antes de caírem no oceano, disseram os militares.

    Analistas afirmaram que era cedo demais para identificar com precisão qual era o tipo dos mísseis.

    'Você não sabe qual tipo de míssil é apenas por quão longe voaram', disse Yang Uk, um pesquisador sênior do Fórum de Defesa e Segurança da Coreia.

    Tal alcance provavelmente superaria a maioria dos foguetes que a Coreia do Norte disparou no sábado a partir de sua costa leste em direção ao oceano, ampliando a tensão em um momento de impasse nas negociações com os Estados Unidos.

    'A Coreia do Norte retornou às suas clássicas táticas de escalada de antes', acrescentou Yang. 'Eu acredito que eles vão continuar escalando ao usar o que parecem ser mísseis de curto alcance, algo que não vai causar reação dos EUA de imediato'.

    Depois do lançamento desta quinta-feira, forças militares sul-coreanas informaram que reforçaram o monitoramento e a segurança em caso de outro lançamento, além de estarem trabalhando com os Estados Unidos para obter informações adicionais sobre os mísseis envolvidos.

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    Índia derruba satélite com míssil; premiê exalta país como 'potência espacial'

    Por Sanjeev Miglani e Krishna N. Das

    NOVA DÉLHI (Reuters) - A Índia derrubou um de seus próprios satélites com um míssil antissatélite nesta quarta-feira, disse o primeiro-ministro, Narendra Modi, apontando o primeiro teste indiano desta tecnologia como um grande avanço que estabelece o país como uma potência espacial.

    A Índia seria somente o quarto país a ter usado tal arma antissatélite, depois de Estados Unidos, Rússia e China, disse Modi em um discurso televisionado à nação.

    Tais recursos despertaram temores de instalação de armamentos no espaço e do desencadeamento de uma corrida entre rivais.

    O Ministério das Relações Exteriores chinês disse esperar que todos os países 'possam proteger seriamente a paz duradoura e a tranquilidade no espaço'. Os EUA e a Rússia não quiseram comentar de imediato. O Paquistão, antigo rival indiano, tampouco o fez.

    Armas antissatélite permitem ataques a satélites inimigos, cegando-os ou dificultando comunicações, além de criar uma base tecnológica para a interceptação de mísseis balísticos.

    'Nossos cientistas abateram um satélite ativo a 300 quilômetros de distância, na órbita baixa da terra', disse Modi no discurso

    'A Índia realizou um avanço inédito hoje', afirmou, falando em hindi. 'A Índia registrou seu nome como potência espacial'.

    Modi enfrentará uma eleição geral no mês que vem, e usou o Twitter mais cedo para anunciar seu plano para uma transmissão nacional, dizendo ter um anúncio importante a fazer.

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    Irã diz ter testado míssil balístico recentemente

    GENEBRA (Reuters) - Um comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã disse nesta terça-feira que o país realizou um teste de míssil balístico recentemente, mas não especificou que tipo de míssil foi testado, de acordo com a Fars News.

    O comentário parece confirmar um relato do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, que no início deste mês disse que o Irã testou 'um míssil balístico de alcance médio que é capaz de armazenar múltiplas ogivas nucleares'. O míssil pode atingir todo o Oriente Médio e partes da Europa, disse Pompeo.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, retirou seu país de um acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano em maio e voltou a impor sanções contra Teerã. Ele disse que o acordo era problemático por não incluir limites ao desenvolvimento iraniano de mísseis balísticos ou ao seu apoio a aliados na Síria, Iêmen, Líbano e Iraque.

    'Continuaremos nossos testes de míssil, e esta ação recente foi um teste importante', disse Amirali Hajizadeh, chefe da divisão aeroespacial da Guarda Revolucionária, segundo a Fars News. Ele acrescentou: 'A reação dos americanos mostra que este teste foi muito importante para eles, e é por isso que estavam gritando.'

    O Irã realiza até 50 testes de míssil por ano, afirmou Hajizadeh.

    Teerã tem descartado negociar seus recursos militares com Washington, especialmente o programa de mísseis a cargo da Guarda Revolucionária. O país diz que seu programa de mísseis é apenas defensivo e nega que seus mísseis sejam capazes de carregar armas nucleares.

    (Reportagem de Babak Dehghanpisheh)

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    EUA detectam nova atividade em instalação norte-coreana de míssil balístico

    Por David Brunnstrom

    WASHINGTON (Reuters) - Satélites de espionagem dos Estados Unidos detectaram a retomada de atividades em uma fábrica da Coreia do Norte que produziu o primeiro míssil balístico intercontinental (ICBM) do país capaz de atingir o território norte-americano, disse uma autoridade de alto escalão dos EUA, em meio a conversas para persuadir Pyongyang a abdicar de suas armas nucleares.

    Fotos e imagens de infravermelho indicam veículos entrando e saindo da instalação de Sanumdong, mas não mostram o quão avançada pode estar uma possível construção de mísseis, disse o funcionário à Reuters na noite de segunda-feira sob condição de anonimato porque a informação é confidencial.

    Também na segunda-feira o jornal Washington Post noticiou que a Coreia do Norte parece estar fabricando um ou dois novos mísseis balísticos intercontinentais de combustível líquido na grande instalação de pesquisa situada nos arredores de Pyongyang, citando fontes não identificadas a par de relatórios de inteligência.

    De acordo com a autoridade norte-americana que conversou com a Reuters, uma foto mostrou um caminhão e um trailer coberto semelhantes aos que os norte-coreanos usaram para transportar seus ICBMs. Como o trailer estava coberto não foi possível saber se transportava algo e o que seria.

    A Casa Branca disse que não fala sobre inteligência. Uma autoridade graduada do escritório presidencial da Coreia do Sul disse que agências de inteligência sul-coreanas e dos EUA estão analisando atentamente várias movimentações norte-coreanas, mas não fez nenhum comentário específico.

    Os indícios obtidos neste mês são os mais recentes a indicarem atividades em andamento nas instalações nucleares e de mísseis da Coreia do Norte, apesar das conversas com Washington e uma cúpula entre o líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente norte-americano, Donald Trump, em junho.

    Pouco depois dela Trump declarou que a Coreia do Norte não representa mais uma ameaça nuclear. Kim se comprometeu, em um comunicado abrangente emitido após a cúpula, a trabalhar para a desnuclearização, mas Pyongyang não detalhou como pode realizá-la e as conversas subsequentes não correram bem.

    Não foi a primeira vez que a inteligência dos EUA se chocou com o otimismo do presidente. No final de junho autoridades norte-americanas disseram à mídia de seu país que agências de inteligência acreditam que a Coreia do Norte intensificou a produção de combustível para armas nucleares e que não pretende abrir mão de seu arsenal nuclear.

    (Reportagem adicional de David Alexander e Joyce Lee)

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