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    Crítica sem spoilers – A Odisseia dos Tontos

    Dramédia argentino tem potencial e entretém o público com história clichê, porém divertida

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    Cena de abertura do longa-metragem A Odisseia dos Tontos

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    Em tempos de mega blockbusters cheios de efeitos especiais, atuações medianas e roteiros enfeitados até demais, encontrar um filme com conteúdo tem a mesma sensação de encontrar ouro. 
     
    Não me entenda mal, quem não gosta de um filme cheio de vilões intergaláticos de vez em quando? É apenas inegável o fato de que os números de filmes sem CGI tem sido cada vez menores.  
     
    Se assim como eu, seu espírito cinéfilo pede por um filme mais “humanizado” de vez em sempre, então A Odisseia dos Tontos é o filme para você. 
     
    Dirigido pelo argentino Sebastían Boresztein, o longa-metragem de 114 minutos conta a história de um grupo de moradores da pacata e esquecível província de Buenos Aires. Na tentativa de manter a cidade no mapa, o grupo de cidadãos se une para abrir uma nova cooperativa, afim também de gerar mais empregos. O enredo parece ter sido completamente desvendado na primeira meia hora de filme, até que um plot twist vira o filme de cabeça para baixo.  
     
    Isso porque, a chance sonho de abrir a cooperativa dos sonhos vai por água abaixo quando o grupo de amigos descobre que foram roubados por seu advogado de confiança (mas nem tanta, não é?). Para piorar a situação, uma perda bastante previsível para o público, mas chocante para os personagens, bate à porta.  
     
    É aquela velha fórmula de inserir um personagem aparentemente perfeito, bom samaritano, preocupado com todos a sua volta, mas sem nenhuma linhagem própria. Não tem jeito, sempre que este personagem é inserido em qualquer filme é apenas para morrer. 
     
    Após o período de luto, uma oportunidade de recuperar o dinheiro roubado cai no colo no grupo e é aí que o longa de fato acontece. Com uma boa variação de personagens, o elenco brilha com a ajuda do roteiro, que enaltece a maior qualidade de cada ator ali presente.  
     
    Ricardo Darin exerce bem o papel de mocinho, é possível se comover com a atuação minimalista nos olhares do ator e tomar as dores do personagem. Porém, a real estrela da obra é Luis Brandoni. O astro argentino que já atuou em mais 45 produções rouba toda a atenção do público com sua atuação sagaz e cheia de irônia. Quando misturada com seu humor ácido então, é checkmate na certa. 
     
    No fim das contas, A Odisseia dos Tontos é um dos projetos mais certeiros da carreira do diretor Sebastían Boresztein, que sabe reunir um elenco cheio de carisma com um roteiro talvez real até demais com uma trilha sonora animada e transforma o resultado em 114 minutos muito bem aproveitados.  

     

    O longa chega aos cinemas em 31 de outubro. Confira o trailer oficial abaixo:

     

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia 6 músicas internacionais que têm samples de outras canções

    6 músicas internacionais que têm samples de outras canções

    Sample é um termo bastante conhecido no mundo da música, especialmente por compositores, cantores e gravadoras. Mas a verdade é que isso talvez seja algo que esteja guardado apenas para os profissionais da área. Sendo assim, esta matéria foi preparada para informar o leitor, com uma linguagem fácil para todos tenham conhecimento.

    A criação de uma música é muito mais complicada e detalhada do que o ouvinte comum acha. O glamour para os cantores e bandas, como premiações, discos de ouro e platina são apenas o final de um trabalho longo e extenso. Como, sabemos que para uma produção de música, uma equipe com vários profissionais é acionada.

    Para entender o sample, devemos voltar lá na origem do artificio, que teve notoriedade na década de 80, justamente com o crescimento das músicas eletrônicas e os arranjos, em versões de remix.

    Por mais moderno que possa parecer, uma técnica de samplear as faixas musicais são muito mais antigas do que pensamos. As primeira tentativas e estudos originaram o termo, surgiram na década de 40.

    Os franceses teóricos da música Pierre Schaefer e Pierry Henry, foram os pioneiros na preparação da chamada Musique Concrèt, que em resumo é arte de modificar um som.

    Como o próprio diz, o significado de Sample, do inglês para o português é basicamente “amostra”, e essa amostra é uma forma utilizada pelos produtores, em uma criação musical. Diferente do remix, o sample é uma base de um faixa já existente. Para deixar mais fácil para o entendimento.

    Quando um musico pega um violão para compor as primeiras notas de uma obra, ele levará para uma gravadora e produtor musical, e incluir aquele curto trecho instrumental na canção. Essa gravação do violão é uma amostra fica gravada, para o inicio da criação.

    O Sample não está limitado apenas nas gravações instrumentais, mas as vozes são muito presentes também. Muitos produtores usam de uma musica já existente para a elaboração de uma nova.

    Por isso, em algumas situações, é notório quando o ouvinte aprecia uma canção, e assemelha a mesma com outra. Assim, ‘samplear’ pode ser considerado uma forma de homenagear o criador.

    Músicas que utilizam sample

    Madonna - 'Hung Up'

    Do ritmo conhecido e apreciado por muitos, o single ‘Gimme ,Gimme, Gimme’ da banda aclamada ABBA, a diva Madonna, não economizou na homenagem ao grupo sueco. ‘Hung Up’ virou de fato um sucesso em 2005, e talvez poucos sabiam dessa similaridade.



    Confira a versão do ABBA:



    Beyoncé - 'All Night'

    A base feita pela estrela Beyoncé em ‘All Night’ foi de fato uma bela combinação com ‘Spottieottiedopaliscious’. A canção original veio da dupla de rappers americanos, Outkast.



    Confira a versão da dupla Outkast:



    Jennifer Lopez - 'Jenny From The Block'

    O grupo americano de hip hop, The Beatnuts, emprestou um de seus exemplares, ‘Watch Out Now’, para a cantora, compositora e atriz Jennifer Lopez. A batida presente na canção da J.Lo é mais um exemplo da utilização do sample. E vale ressaltar que isso não falta de criatividade, e sim uma admiração e homenagem.



    Confira a versão do grupo The Beatnuts:



    Ariana Grande - '7 Rings'

    Ariana Grande voltou ao passado e utilizou 'My Favorite Things', do clássico 'A Noviça Rebelde' em sua música "7 Rings".    

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