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    Jojo Rabbit – Crítica Sem Spoilers

    Não dá para contar em duas mãos quantos filmes sobre Hitler, ou nazismo em geral, já foram feitos. Entre resultados bons, ruins e péssimos, Jojo Rabbit é diferente de tudo o que você já viu.   
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    O longa mostra Johannes “Jojo Rabbit” Betzler, um garoto de 10 anos tão obcecado com a Segunda Guerra Mundial que chega a criar seu próprio Adolf Hitler, interpretado brilhantemente por Taika Waititi, como melhor amigo imaginário.  
     
    Acostumado a seguir crenças e valores que o nazismo pregava, Jojo Rabbit vê seu mundo desabar quando descobre que sua mãe, Rosie (Scarlett Johansson), abriga uma adolescente judia em sua casa.  
     
    Tal acontecimento colide diretamente com tudo o que o pequeno protagonista tinha para si como verdade absoluta ao passo em que Jojo começa a desenvolver seu próprio pensamento crítico. Talvez nem tudo o que acreditava seja verdade.  
     
    Entre tantos motivos, o roteiro escrito por Waititi, que também dirige e atua, é o maior deles para justificar a qualidade do filme. O diretor já havia dito que adaptou o livro Caging Skies, de Christine Leunens, a pedido de sua mãe, e aqui fica claro o cuidado que o mesmo tomou para levar o projeto adiante da forma mais respeitosa possível.  
     
    Mas a estrela do projeto é Roman Griffin Davis. O ator inglês de apenas 12 anos impressiona ao entregar uma performance eclética, bem sucedida desde os momentos cômicos com seu Hitler imaginário até aqueles que exigem uma alta demanda emocional. Ver o pequeno Jojo Rabbit abraçar uma visão completamente distorcida do nazismo e tomar aquilo como verdade absoluta é incrível. 
     
    Além disso, o filme não tem medo de ser caricato, o que pode ser um mérito ou demérito, cabe ao espectador decidir. O sucesso de Jojo Rabbit vaga por diversas nuances, mas é válido ressaltar a precisão com que Taika Waititi conduz o filme, cheio de boas mensagens e um final emocionante sem perder nunca perder o tom sarcástico hilário.  
     
    Jojo Rabbit concorre em 6 categorias no Oscar 2020 e estreia nos cinemas de todo o Brasil em 6 de fevereiro. Confira o trailer abaixo!  

    8 M

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    Jumanji: Próxima Fase – Crítica Sem Spoilers

    É difícil fazer uma sequência dar certo, mais difícil ainda fazer um remake dar certo. E para a exceção da regra, temos Jake Kasdan. O diretor de cinema norte-americano já havia provado sua boa mão para filmes em 2017, e agora nos relembra disso.   
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    Em Jumanji: Próxima Fase, ou apenas Jumanji 2, Spencer volta ao fatídico videogame e seus amigos Martha, Fridge e Bethany decidem ir atrás dele embarcando em uma missão quase suicida.  
     
    A troca de corpo dos personagens é o que faz o humor funcionar. Não há como discutir que um senhor já idoso no corpo Dwayne Johnson e uma adolescente no de Jack Black são sacadas, no mínimo, interessantes. 
     
    O elenco de peso era um dos pontos mais altos e responsáveis por convencer o público a assistir ao filme, então nada melhor que adicionar nomes do momento para integrar a continuação. A melhor nova contratação é a de Awkwafina, que dá vida à Ming, um novo avatar do jogo e consegue extrair risadas até dos mais sérios.  
     
    Com ritmo frenético, a quantidade de ameaças ao grupo parece grande demais, mas funciona para manter o público entretido sem se dar conta do número.  
     
    Apesar de não ser perfeito, tendo um final bastante previsível, Jumanji: Próxima Fase entrega o que promete e faz o que poucas continuações fazem: manter a qualidade.  
     
    Jumanji: Próxima Fase estreia em mais de 1.300 salas em todo o Brasil em 16 de janeiro em todos os formatos: 2D, 3D e até 4D. Escolha o seu favorito e dê uma chance à essa continuação que merece atenção.  

    9 M

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    Crítica sem spoilers – A Odisseia dos Tontos

    Em tempos de mega blockbusters cheios de efeitos especiais, atuações medianas e roteiros enfeitados até demais, encontrar um filme com conteúdo tem a mesma sensação de encontrar ouro.  
    Não me entenda mal, quem não gosta de um filme cheio de vilões intergaláticos de vez em quando? É apenas inegável o fato de que os números de filmes sem CGI tem sido cada vez menores.  
     
    Se assim como eu, seu espírito cinéfilo pede por um filme mais “humanizado” de vez em sempre, então A Odisseia dos Tontos é o filme para você. 
     
    Dirigido pelo argentino Sebastían Boresztein, o longa-metragem de 114 minutos conta a história de um grupo de moradores da pacata e esquecível província de Buenos Aires. Na tentativa de manter a cidade no mapa, o grupo de cidadãos se une para abrir uma nova cooperativa, afim também de gerar mais empregos. O enredo parece ter sido completamente desvendado na primeira meia hora de filme, até que um plot twist vira o filme de cabeça para baixo.  
     
    Isso porque, a chance sonho de abrir a cooperativa dos sonhos vai por água abaixo quando o grupo de amigos descobre que foram roubados por seu advogado de confiança (mas nem tanta, não é?). Para piorar a situação, uma perda bastante previsível para o público, mas chocante para os personagens, bate à porta.  
     
    É aquela velha fórmula de inserir um personagem aparentemente perfeito, bom samaritano, preocupado com todos a sua volta, mas sem nenhuma linhagem própria. Não tem jeito, sempre que este personagem é inserido em qualquer filme é apenas para morrer. 
     
    Após o período de luto, uma oportunidade de recuperar o dinheiro roubado cai no colo no grupo e é aí que o longa de fato acontece. Com uma boa variação de personagens, o elenco brilha com a ajuda do roteiro, que enaltece a maior qualidade de cada ator ali presente.  
     
    Ricardo Darin exerce bem o papel de mocinho, é possível se comover com a atuação minimalista nos olhares do ator e tomar as dores do personagem. Porém, a real estrela da obra é Luis Brandoni. O astro argentino que já atuou em mais 45 produções rouba toda a atenção do público com sua atuação sagaz e cheia de irônia. Quando misturada com seu humor ácido então, é checkmate na certa. 
     
    No fim das contas, A Odisseia dos Tontos é um dos projetos mais certeiros da carreira do diretor Sebastían Boresztein, que sabe reunir um elenco cheio de carisma com um roteiro talvez real até demais com uma trilha sonora animada e transforma o resultado em 114 minutos muito bem aproveitados.  

     

    11 M

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