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    A zika deixa de ser a única infecção transmitida por mosquitos a ser considerada letal para um bebê em desenvolvimento.

    Dengue na gestação aumenta risco de morte do bebê, diz estudo

    Por Redação, antena 1

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    Resultados de um estudo divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz revelou que a dengue pode representar um risco à vida do feto. Ter  a doença durante a gravidez quase dobra a probabilidade de um bebê nascer morto ou morrer durante o parto – já a dengue severa aumenta em cinco vezes este risco.

    Os pesquisadores chegaram à conclusão a partir da análise dos registros de sistema de informações brasileiros. Para chegar aos resultados, foram cruzados os dados de natimortos e bebês nascidos vivos. A porcentagem dos natimortos que tiveram contado com a dengue durante o desenvolvimento foi alta.

    Apesar de, desde os anos 1980, o Brasil passar por sistemáticas epidemias de dengue, a doença era considerada letal apenas quando atingia sua forma hemorrágica, que agravava o quadro do infectado podendo levar a morte.

    Com a epidemia de anomalias congênitas associadas à zika ocorrida em 2015, a investigação científica se voltou para os efeitos das infecções virais durante a gestação.

    Este é o primeiro estudo realizado em larga escala a demonstrar a associação, segundo a Fiocruz. Apenas um estudo anterior, com uma pequena amostra de um hospital, indicou a relação entre a infecção e natimorto.

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