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    Doria diz a portal que CoronaVac será aplicada sem registro da Anvisa, desde que tenha aval de outros países

    Placeholder - loading - Governador João Doria segura caixa da CoronaVac 21/07/2020 REUTERS/Amanda Perobelli
    Governador João Doria segura caixa da CoronaVac 21/07/2020 REUTERS/Amanda Perobelli

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    SÃO PAULO (Reuters) - A CoronaVac, vacina contra Covid-19 da chinesa Sinovac que está sendo testada no Brasil pelo Instituto Butantan, poderá ser aplicada no país mesmo que não obtenha registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde que receba o aval de agências reguladoras de outros países, disse nesta quinta-feira o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em entrevista ao portal Metrópoles.

    Ele disse ainda que a Anvisa está sob suspeita de interferências políticas do Palácio do Planalto e, apesar de a CoronaVac ainda não ter apresentado os resultados preliminares de seu estudo clínico de Fase 3, afirmou que não há outro caminho para a agência que não seja o de dar o registro para a vacina, que ainda não foi solicitado.

    'Não há outro caminho que não liberar (a CoronaVac) dentro dos critérios que a Anvisa tem, que são os mesmos critérios de protocolos internacionais de outras agências de vigilância sanitária que também estão avaliando a vacina CoronaVac, nos Estados Unidos, na Europa, sobretudo na Ásia. Essas agências, se validarem a vacina, ela estará validade independentemente da própria Anvisa', disse ele.

    No final da tarde, a Anvisa divulgou uma nota na qual afirma que 'eventual aprovação de uma vacina pela autoridade regulatória da China NÃO implica aprovação automática para o Brasil'.

    'O registro de vacinas pela Anvisa tem como objetivo garantir à população brasileira que os requisitos técnicos necessários à fabricação e ao uso em massa da vacina sejam cumpridos', a agência na nota.

    'Mesmo após o registro em algum outro país, a avaliação da Anvisa é necessária para verificar pontos que não são avaliados por outras agências internacionais', acrescentou.

    O professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP) e ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto foi enfático ao afirmar que não existe a possibilidade de um medicamento ser aplicado no Brasil sem o aval da Anvisa.

    'Sem guerra civil, quem registra medicamento no Brasil é exclusivamente a Anvisa', disse Vecina à Reuters.

    No momento, a CoronaVac ainda não teve sequer um pedido de aprovação regulatória feito em qualquer país. Nesta semana foi anunciado que se chegou ao número mínimo de voluntários do estudo infectados pela Covid-19 para se fazer uma primeira leitura da eficácia do imunizante, o que deve ocorrer na primeira semana de dezembro, com a avaliação dos resultados por um comitê internacional independente.

    Doria disse, no entanto, que 'certamente' a CoronaVac apresentará uma eficácia de entre 90% e 95%, embora esses dados ainda não estejam disponíveis.

    Indagado se a vacina poderá ser aplicada no Brasil, mesmo sem registro da Anvisa, mas com o aval de agências de outros países, Doria disse ao portal que sim.

    'Pode (ser aplicada). Há um entendimento internacional e uma aceitação, aliás, chancelada pela Organização Mundial de Saúde de que neste caso, diante de uma pandemia, neste caso, sim.'

    Doria criticou a decisão da Anvisa neste mês de interromper brevemente os testes com a CoronaVac, após o relato de um evento adverso grave em um voluntário, que se revelou posteriormente ser um voluntário que se suicidou. O Butantan disse que o episódio não teve qualquer relação com a vacina.

    O governador disse que foi 'um episódio triste' na história da Anvisa e que o presidente Jair Bolsonaro, seu adversário político, 'influiu' na decisão da Anvisa e afirmou que o episódio colocou a agência sob suspeita.

    'Era tudo o que nós não esperávamos é que pudesse ter havido uma intervenção e, de fato, houve. Há suspeitas claras de que houve uma intervenção do Palácio do Planalto junto à Anvisa. Aliás, a melhor prova disso foi uma postagem do presidente Bolsonaro celebrando: eu venci e o Doria perdeu', disse.

    'Hoje há uma suspeita de que a Anvisa pode sofrer ingerências políticas do Palácio do Planalto e não ser uma agência independente como deveria ser, como deve ser', disse Doria ao portal.

    (Por Eduardo Simões)

    Escrito por Reuters

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia 6 músicas internacionais que têm samples de outras canções

    6 músicas internacionais que têm samples de outras canções

    Sample é um termo bastante conhecido no mundo da música, especialmente por compositores, cantores e gravadoras. Mas a verdade é que isso talvez seja algo que esteja guardado apenas para os profissionais da área. Sendo assim, esta matéria foi preparada para informar o leitor, com uma linguagem fácil para todos tenham conhecimento.

    A criação de uma música é muito mais complicada e detalhada do que o ouvinte comum acha. O glamour para os cantores e bandas, como premiações, discos de ouro e platina são apenas o final de um trabalho longo e extenso. Como, sabemos que para uma produção de música, uma equipe com vários profissionais é acionada.

    Para entender o sample, devemos voltar lá na origem do artificio, que teve notoriedade na década de 80, justamente com o crescimento das músicas eletrônicas e os arranjos, em versões de remix.

    Por mais moderno que possa parecer, uma técnica de samplear as faixas musicais são muito mais antigas do que pensamos. As primeira tentativas e estudos originaram o termo, surgiram na década de 40.

    Os franceses teóricos da música Pierre Schaefer e Pierry Henry, foram os pioneiros na preparação da chamada Musique Concrèt, que em resumo é arte de modificar um som.

    Como o próprio diz, o significado de Sample, do inglês para o português é basicamente “amostra”, e essa amostra é uma forma utilizada pelos produtores, em uma criação musical. Diferente do remix, o sample é uma base de um faixa já existente. Para deixar mais fácil para o entendimento.

    Quando um musico pega um violão para compor as primeiras notas de uma obra, ele levará para uma gravadora e produtor musical, e incluir aquele curto trecho instrumental na canção. Essa gravação do violão é uma amostra fica gravada, para o inicio da criação.

    O Sample não está limitado apenas nas gravações instrumentais, mas as vozes são muito presentes também. Muitos produtores usam de uma musica já existente para a elaboração de uma nova.

    Por isso, em algumas situações, é notório quando o ouvinte aprecia uma canção, e assemelha a mesma com outra. Assim, ‘samplear’ pode ser considerado uma forma de homenagear o criador.

    Músicas que utilizam sample

    Madonna - 'Hung Up'

    Do ritmo conhecido e apreciado por muitos, o single ‘Gimme ,Gimme, Gimme’ da banda aclamada ABBA, a diva Madonna, não economizou na homenagem ao grupo sueco. ‘Hung Up’ virou de fato um sucesso em 2005, e talvez poucos sabiam dessa similaridade.



    Confira a versão do ABBA:



    Beyoncé - 'All Night'

    A base feita pela estrela Beyoncé em ‘All Night’ foi de fato uma bela combinação com ‘Spottieottiedopaliscious’. A canção original veio da dupla de rappers americanos, Outkast.



    Confira a versão da dupla Outkast:



    Jennifer Lopez - 'Jenny From The Block'

    O grupo americano de hip hop, The Beatnuts, emprestou um de seus exemplares, ‘Watch Out Now’, para a cantora, compositora e atriz Jennifer Lopez. A batida presente na canção da J.Lo é mais um exemplo da utilização do sample. E vale ressaltar que isso não falta de criatividade, e sim uma admiração e homenagem.



    Confira a versão do grupo The Beatnuts:



    Ariana Grande - '7 Rings'

    Ariana Grande voltou ao passado e utilizou 'My Favorite Things', do clássico 'A Noviça Rebelde' em sua música "7 Rings".    

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