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    Este foi um dos verões com mais raios ultravioletas

    São diversos os riscos; saiba como se proteger.

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    O Brasil está registrando alta incidência de raios ultravioletas neste verão. Segundo especialistas, em determinados horários, nem o protetor solar dá conta de evitar os perigos da exposição solar.

    Os raios mais agressivos do sol, os ultravioletas, são classificados por níveis. Quando passam de seis, são considerados altos. E eles já atingira níveis acima de onze, considerados extremos, em todo o país. Rio de Janeiro e Vitória já chegaram ao nível 13; São Paulo e Curitiba foram além: ao nível 14.

    Apesar de desempenhas um papel importante para a saúde, já que ele nos ajuda a sintetizar a vitamina D, fundamental para o fortalecimento dos ossos e do sistema autoimune, há também malefícios no excesso do bronze. A exposição solar desprotegida pode acarretar danos em curto, médio e longo prazo, que merecem nossa atenção. Um deles é o câncer de pele, que pode ser prevenido com alguns cuidados diários básicos.

    "O excesso pode levar a uma alteração na parte imunológica local e queimaduras. Essa parte imunológica favorece, por exemplo, o aparecimento de herpes, manchas de pele e envelhecimento precoce. Para quem tem maior exposição solar durante a infância, com queimadura importante, surge o risco de desenvolvimento de câncer de pele melanoma, que é mais agressivo", explica a dermatologista Mayra Tosta, da clínica OrtoDerm.

    Entre 11h e 14h, a incidência de raios solares que chegam à superfície é maior. E a praia é o lugar que pode trazer mais riscos para nossa saúde, já que a areia reflete até 30% da radiação e os níveis extremos continuam até as 16h, 17h.

    Mas os riscos vão muito além do câncer de pele. Estes raios são capazes de alterar o funcionamento de células de defesa e diminuir a nossa imunidade.

    “As pessoas vão pegando outras doenças correlatas. Então, é onde se tem mais infecção de pele, crianças ficam com mais dor de ouvido, dores de garganta, resfriados mais frequentes e as pessoas acham que é por causa do ar condicionado, coco gelado da praia. Na verdade, houve uma baixa da imunidade. Não adianta colocar protetor solar, roupas, foto proteção, ficar embaixo da barraca no horário de meio-dia. Não existe nenhuma foto proteção segura e que vai funcionar. Então, a sociedade de dermatologia e de pediatria recomenda não ir neste verão nos horários inadequados”, explica a dermatologista Ana Mósca.

    Além do protetor solar, se expor ao sol apenas antes das 10h ou depois das 17h é outra dica de ouro.

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