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    Pesquisa não promete a cura, mas delineia uma nova forma de tratamento voltado ao transtorno

    Estudo aponta possibilidade de ‘corrigir’ cérebro de autistas com medicamento

    Por Redação, antena 1

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    Pesquisa aponta que há possibilidade de ‘corrigir’ cérebro de autistas com remédio. Estudo não promete a cura, mas delineia uma nova forma de tratamento.

    Atualmente, há no mercado somente drogas capazes de minimizar sintomas, como irritabilidade ou insônia.

    Esse novo trabalho, feito pela farmacêutica Roche, detectou que a vasopressina, um dos hormônios relacionados ao medo, funciona de modo distinto nos autistas, atingindo negativamente à interação social. A droga visa promover um reequilíbrio e isso pode mudar a performance na área do cérebro responsável pelas emoções, local no qual o hormônio atua.

    Em fevereiro de 2018, pesquisa recebeu aval da agência de vigilância sanitária americana, a FDA, para que seus testes sejam analisados prioritariamente pelo órgão, por conta do caráter inédito do remédio.

    Testes do medicamento estão sendo feitos em autistas com quadros leves a moderadas. Aliás, ele já passou por experimentos prévios, feitos em 200 pessoas com o problema, nos Estados Unidos. Os resultados indicaram que o remédio inibe a ação da vasopressina e, por isso, auxilia na interação.

    O remédio está na fase 3 de testes, mas a empresa ainda não faz estimativas de quando a droga poderá estar disponível no mercado.

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