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Grécia proibirá redes sociais para menores de 15 anos a partir de 2027 e pede ação da UE

Grécia proibirá redes sociais para menores de 15 anos a partir de 2027 e pede ação da UE

Reuters

08/04/2026

Placeholder - loading - Jovem de 14 anos verifica postagens nas mídias sociais em Atenas 26 de fevereiro de 2026 REUTERS/Louisa Gouliamaki
Jovem de 14 anos verifica postagens nas mídias sociais em Atenas 26 de fevereiro de 2026 REUTERS/Louisa Gouliamaki

8 Abr (Reuters) - A Grécia proibirá ​o acesso às redes sociais para crianças menores de 15 anos a partir de 1º de janeiro de 2027, disse o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis na quarta-feira, citando o aumento da ansiedade, problemas de sono e o design viciante das plataformas online.

Uma pesquisa de opinião da Alco publicada em fevereiro mostrou que cerca de 80% dos entrevistados aprovavam a proibição. ⁠O ⁠governo grego já proibiu os ​telefones celulares ‌nas escolas e criou plataformas de controle dos pais para limitar o tempo de tela dos adolescentes.

'A Grécia estará entre os primeiros países a tomar ⁠essa iniciativa', disse Mitsotakis em uma mensagem de vídeo, ​acrescentando que conversou com os pais antes de tomar a ​decisão. 'No entanto, tenho certeza de ‌que não será ​o último. ⁠Nosso objetivo é pressionar a União Europeia nessa direção também.'

A Austrália se tornou o primeiro país do mundo a proibir ​rede social para menores de 16 anos em dezembro, bloqueando o acesso a plataformas como TikTok, YouTube, Instagram e Facebook.

Meta, Snapchat e TikTok disseram que continuavam acreditando ​que a proibição da Austrália não protegeria os jovens, mas se comprometeram a cumprí-la.

A Grécia ainda não pode forçar essas plataformas de mídia social a verificar a idade de seus usuários, mas recomenda que as plataformas usem os mecanismos que a UE e a Grécia já definiram, disse o governo, ​pedindo aos pais que também ajudem no esforço.

A partir de ‌1º de janeiro de 2027, ⁠as plataformas precisarão ser capazes de restringir os usuários ou enfrentarão multas descritas na Lei de Serviços Digitais ⁠da UE (DSA), que podem chegar a ⁠6% de seu faturamento global, ⁠disse o ministro ⁠da ​Governança Digital, Dimitris Papastergiou.

(Reportagem de Antonis Pothitos e Renee Maltezou)

Reuters

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