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    Governo sanciona com vetos lei de proteção de dados

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Michel Temer sancionou nesta terça-feira legislação de tratamento e proteção de dados pessoais, vetando a criação de uma agência, Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que seria encarregada pela aplicação das regras.

    A nova lei tem como objetivo garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais e exige, entre outras medidas, o consentimento explícito para coleta e uso de dados.

    O texto também proíbe o tratamento dos dados pessoais para a prática de discriminação ilícita ou abusiva. Esse tratamento é o cruzamento de informações de uma pessoa específica ou de um grupo para subsidiar decisões comerciais (perfil de consumo para divulgação de ofertas de bens ou serviços, por exemplo), políticas públicas ou atuação de órgão público.

    Além do veto à criação da ANPD, o governo também vetou na lei a criação do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, que seria encarregado por 'propor diretrizes estratégicas e fornecer subsídios para a elaboração da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e para a atuação da ANPD'.

    Ainda na lista de vetos, o governo eliminou do texto possibilidade de suspensão parcial ou total do funcionamento de banco de dados que violar os termos da lei por até seis meses prorrogáveis por igual período. Também foi vetada a possibilidade de 'suspensão parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados'.

    O governo manteve, porém, penalidade de multa de até 50 milhões de reais 'por infração' e recurso para eliminação dos dados pessoais que forem alvo de ação que viole os mecanismos da lei.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Apple atinge US$1 trilhão em valor de mercado

    Por Noel Randewich

    SÃO FRANCISCO (Reuters) - A Apple se tornou nesta quinta-feira a primeira empresa listada dos Estados Unidos a alcançar valor de mercado de 1 trilhão de dólares, uma coroação a uma década de crescimento impulsionada pelo iPhone, que transformou a companhia de uma fabricante de computadores de nicho em uma corporação global com ativos que vão do entretenimento às comunicações.

    As ações da Apple subiam mais de 3 por cento, a 207,78 dólares, às 16:00 (horário de Brasília) e acumulam valorização de cerca de 9 por cento desde a terça-feira, quando divulgou resultado acima do esperado para o trimestre encerrado em junho e anunciou um programa de recompra de ações de 20 bilhões de dólares.

    Iniciada na garagem do co-fundador Steve Jobs em 1976, a Apple hoje tem uma receita superior ao PIB de países como Portugal e Nova Zelândia. O valor de mercado alcançado nesta quinta-feira equivale a pouco mais de metade do PIB brasileiro no ano passado.

    Ao longo do caminho, a Apple mudou a forma como as pessoas se comunicam e como as empresas fazem negócios.

    A Apple vale mais que o valor de mercado capitalização combinado de Exxon Mobil, Procter & Gamble e AT&T. Atualmente, a companhia representa 4 por cento do índice acionário S&P 500.

    As ações da empresa subiram mais de 50 mil por cento desde sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 1980, superando o ganho de cerca de 2 mil por cento do S&P 500 no período.

    Um dos três fundadores, Jobs foi expulso da Apple em meados da década de 1980, apenas para retornar uma década depois e resgatar a empresa de computadores da falência.

    Ele lançou o iPhone em 2007, revolucionando a indústria de celulares, pegando de surpresa empresas como Microsoft, Intel, Samsung e Nokia. Isso colocou a Apple no caminho para ultrapassar a Exxon Mobil em 2011 como a maior empresa norte-americana em valor de mercado.

    Jobs, que morreu em 2011, foi sucedido na presidência-executiva por Tim Cook, que dobrou o lucro da empresa, mas ainda não conseguiu desenvolver um novo produto capaz de replicar o sucesso do iPhone, que viu suas vendas diminuírem nos últimos anos.

    Em 2006, um ano antes do lançamento do iPhone, a Apple gerou menos de 20 bilhões de dólares em receita e lucro de 2 bilhões de dólares. No ano passado, o faturamento cresceu mais de 11 vezes, para 229 bilhões de dólares - o quarto maior do S&P 500 - e o lucro líquido cresceu duas vezes, para 48,4 bilhões de dólares, tornando-se a companhia norte-americana mais lucrativa.

    Uma das cinco empresas dos EUA desde a década de 1980 a se tornar a maior empresa de Wall Street em valor de mercado, a Apple pode perder a liderança para empresas como Alphabet ou Amazon se não encontrar um grande novo produto ou serviço, pois a demanda por smartphones perde ritmo.

    AÇÕES PARA OS NETOS

    Jeff Carbone, co-fundador da Cornerstone Financial Partners, tem recomendado ações da Apple para o portfólio de seus clientes por cerca de uma década. Recentemente, alguns de seus clientes mais antigos compraram ações da Apple para seus netos.

    'Ainda vemos espaço para valorização e conforme dinheiro novo é depositado, continuamos a comprar', disse Carbone.

    A ação da Apple acumulou valorização de 30 por cento no ano passado, impulsionada por otimismo sobre o lançamento do iPhone X. Também empurrando o papel para cima nos últimos meses está o anúncio de que a Apple reservou 100 bilhões de dólares para um novo programa de recompra de ações.

    No balanço divulgado na terça-feira, a Apple afirmou que as vendas lideradas pelo iPhone X, vendido por cerca de 1.000 dólares, impulsionaram os resultados muito além das previsões de Wall Street e com as assinaturas dos serviços App Store, Apple Music e iCloud apoiando os negócios.

    Mesmo valendo 1.000.000.000.000 de dólares, muitos analistas não veem ações da Apple como caras. Os papéis foram negociados nesta semana a um múltiplo de 15 vezes o lucro esperado ante um múltiplo de 82 vezes da Amazon e de 25 vezes da Microsoft.

    Em 2007, a estatal chinesa PetroChina alcançou valor de mercado de cerca de 1,1 trilhão de dólares brevemente após sua oferta pública em Xangai. A empresa vale atualmente cerca de 200 bilhões de dólares, segundo dados da Thomson Reuters.

    Logo atrás da Apple, a Amazon.com, segunda maior companhia listada dos EUA em valor de mercado, vale cerca de 880 bilhões de dólares, pouco à frente da Alphabet, controladora do Google, e da Microsoft.

    No Brasil, a empresa com maior valor de mercado é a fabricante de bebidas Ambev, com 81,565 bilhões de dólares segundo dados da B3.(Por Noel Randewich)

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    Apple atinge US$1 trilhão em valor de mercado

    SÃO FRANCISCO (Reuters) - A Apple se tornou nesta quinta-feira a primeira empresa listada dos Estados Unidos a alcançar valor de mercado de 1 trilhão de dólares.

    As ações da criadora do iPhone subiam 2,5 por cento, a 206,60 dólares, às 13h00 (horário de Brasília) acumulando valorização de cerca de 9 por cento desde a terça-feira, quando divulgou resultado do trimestre encerrado em junho e anunciou um programa de recompra de ações de 20 bilhões de dólares.

    Iniciada na garagem do co-fundador Steve Jobs em 1976, a Apple hoje tem uma receita superior ao PIB de Portugal, Nova Zelândia entre outros países. Ao longo do caminho, mudou a forma como os consumidores se conectam uns com os outros e como as empresas conduzem o comércio diário.

    O valor do mercado da Apple é maior do que a capitalização combinada da Exxon Mobil, Procter & Gamble e AT&T. Atualmente, representa 4 por cento do S&P 500.

    Um dos três fundadores, Jobs foi expulso da Apple em meados da década de 1980, apenas para retornar uma década depois e resgatar a empresa de computadores da falência.

    Ele lançou o iPhone em 2007, revolucionando a indústria de celulares, pegando de surpresa empresas como Microsoft, Intel, Samsung e Nokia. Isso colocou a Apple no caminho para ultrapassar a Exxon Mobil em 2011 como a maior empresa norte-americana em valor de mercado.

    As ações da empresa subiram mais de 50 mil por cento desde sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 1980, superando o aumento de aproximadamente 2 mil por cento do S&P 500 no período.

    A Apple evoluiu da venda de computadores pessoais Mac para ser arquiteta da revolução móvel com seguidores fiéis à marca.

    Jobs, que morreu em 2011, foi sucedido como presidente-executivo por Tim Cook, que dobrou os lucros da empresa, mas lutou para desenvolver um novo produto para replicar o sucesso do iPhone, que viu suas vendas diminuírem nos últimos anos.

    Em 2006, um ano antes do lançamento do iPhone, a Apple gerou menos de 20 bilhões de dólares em vendas e lucro de 2 bilhões de dólares. No ano passado, suas vendas cresceram mais de 11 vezes, para 229 bilhões de dólares - a quarta maior do S&P 500 - e a receita líquida cresceu duas vezes mais, para 48,4 bilhões de dólares, tornando-a a empresa norte-americana mais lucrativa.

    Uma das cinco empresas dos EUA desde a década de 1980 a se tornar a maior empresa de Wall Street em valor de mercado, a Apple pode perder a liderança para empresas como Alphabet ou Amazon se não encontrar um grande novo produto ou serviço, pois a demanda por smartphones perde ritmo. (Por Noel Randewich)

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    Facebook identifica campanha coordenada de influência política em suas plataformas

    (Reuters) - O Facebook identificou uma campanha coordenada de influência política por meio de dezenas de contas não autênticas em sua plataforma antes das eleições de novembro nos Estados Unidos, informou a empresa nesta terça-feira.

    A rede social afirmou que removeu 32 páginas e contas do Facebook e do Instagram por estarem envolvidas em 'comportamento não autêntico coordenado'.

    A empresa disse que ainda está nos estágios iniciais da investigação e ainda não sabe quem está por trás da campanha de influência para as eleições de 2018, que vai determinar se o Partido Republicano mantém o controle do Congresso.

    A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, disse a jornalistas que as tentativas de manipular a opinião pública provavelmente se tornariam mais sofisticadas para evitar o escrutínio da rede social, chamando o movimento de 'corrida armamentista'.

    'Esse tipo de comportamento não é permitido no Facebook porque não queremos que pessoas ou organizações que criam redes de contas enganem os outros sobre quem são ou o que estão fazendo', disse a empresa.

    Mais de 290 mil contas seguiram pelo menos uma das páginas e cerca de 11 mil dólares foram gastos em cerca de 150 anúncios, disse a empresa. As páginas criaram cerca de 30 eventos desde maio de 2017.

    QUESTÕES DIVISIVAS

    O Facebook identificou atividade de influência em torno de pelo menos duas questões, incluindo um protesto em oposição a manifestação 'Unite the Right II', marcada para a próxima semana em Washington. A outra foi a campanha #AbolishICE, contra a política de imigração do presidente Donald Trump. A rede social disse que diria aos usuários que manifestaram interesse no contra-protesto quais ações foram tomadas e porquê.

    O Facebook disse que estava revelando o esforço de influência agora em parte por causa das manifestações. Um evento no ano passado na Carolina do Sul levou à violência de supremacistas brancos.

    Funcionários do Facebook disseram que uma conta conhecida da Agência de Pesquisa da Internet da Rússia foi co-administradora de uma das páginas falsas por sete minutos, mas a empresa não acredita que isso seja evidência suficiente para atribuir a campanha ao governo russo.

    Antes, a empresa já havia dito que 126 milhões de norte-americanos podem ter visto conteúdo político apoiado por russos no Facebook durante um período de dois anos, e que 16 milhões podem ter sido expostos a informações russas no Instagram.

    Um braço de propaganda russo tentou adulterar a eleição de 2016 nos EUA, publicando e comprando anúncios no Facebook, segundo a empresa e as agências de inteligência norte-americanas. Moscou negou envolvimento.

    Nos últimos meses, a empresa tomou medidas para garantir aos legisladores dos EUA e da Europa que a regulamentação adicional é desnecessária. O diretor executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, diz que a empresa tem 20 mil pessoas trabalhando para policiar e proteger o local.

    Os custos associados a esse esforço são parte do motivo pelo qual o Facebook disse na semana passada que espera que suas margens de lucro caiam, um alerta que fez as ações caírem cerca de 25 por cento, a maior perda de valor de mercado da história do mercado de ações nos EUA.

    (Por Munsif Vengattil)

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    Ações da Amazon batem recorde após lucro alcançar US$2 bi pela 1ª vez

    (Reuters) - As ações da Amazon.com subiram 4 por cento e atingiram o nível mais alto da história da companhia nesta sexta-feira, depois que o lucro da gigante do varejo online ter alcançado 2 bilhões de dólares pela primeira vez, impulsionado pela melhor margem operacional em 13 anos.

    Analistas em Wall Street aplaudiram a força generalizada nos resultados e ignoraram a decisão do varejista de frear seu crescimento vertiginoso de receita para ampliar o lucro.

    Às 11:14, as ações da Amazon subiam 2 por cento, a 1.844 dólares, depois de avançarem mais cedo 3,99 por cento a 1.880 dólares.

    Pelo menos 16 corretoras aumentaram o preço-alvo para as ações das Amazon, com vários dizendo que os altos níveis de lucratividade podem ser um novo padrão para a empresa.

    A corretora Oppenheimer fez o movimento mais agressivo, elevando o preço-alvo para a ação em 380 dólares para 2.130 dólares, superando o preço-alvo médio de 2.100 dólares.

    'O que estamos esperando há muitos anos está finalmente acontecendo, uma expansão significativa das margens', disseram analistas da Macquarie Research em uma nota.

    A Amazon Web Services (AWS), que lida com dados e computação em nuvem para grandes empresas, permaneceu como a maior geradora de receita da empresa sediada em Seattle, respondendo por 55 por cento do faturamento operacional total.

    Os resultados da Amazon também foram um alívio para os investidores do setor no setor de tecnologia dos Estados Unidos, ainda abalados com a queda abrupta das ações do Facebook após um alerta no início da semana sobre o lucro futuro da empresa.

    'Nesta confusa temporada de resultados, a Amazon se destaca como uma das empresas de maior desempenho', disseram analistas da SunTrust.

    'A força de base ampla de clientes nos sugere que a Amazon está atingindo a margem indescritível que os investidores esperavam, impulsionados por AWS e publicidade.'

    A empresa, que começou inicialmente como uma vendedora de livros online em 1994, agora ganha receita com a venda de produtos não relacionados ao seu negócio original.

    Dos 48 analistas que cobrem as ações, 46 têm uma classificação de 'compra', enquanto apenas 2 recomendem 'manutenção'.

    As ações da Amazon subiram mais de 54 por cento desde o início do ano. Com um valor de mercado de 916,97 bilhões de dólares, a Amazon está competindo com Apple e Alphabet para ser a primeira empresa listada de 1 trilhão de dólares do mundo.

    (Por Vibhuti Sharma, Akanksha Rana e Aniruddha Chakrabarty em Bangalore, Índia)

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    Twitter avisa que eliminação de contas falsas reduzirá usuários; ações despencam mais de 20%

    Por Paresh Dave

    SAN FRANCISCO (Reuters) - O Twitter disse nesta sexta-feira que perdeu 1 milhão de usuários ativos mensais no trimestre passado e alertou que o número observado de perto pode continuar caindo, uma vez que a rede social elimina mais contas falsas, levando as ações a terem a maior queda diária desde 2016.

    A empresa disse que o trabalho que estava fazendo para limpar o Twitter ao eliminar contas automatizadas e spam teve algum impacto nas métricas de usuários no segundo trimestre, e que decidiu priorizar o ataque às contas suspeitas e reduzir o discurso de ódio e outros conteúdos abusivos em detrimento de projetos que poderiam atrair mais usuários.

    As alegações de interferência russa na eleição presidencial dos EUA de 2016, ao espalhar conteúdo enganoso ou divisionista nas mídias sociais, tornaram a questão de melhorar o controle sobre contas e conteúdo crítico para o Twitter.

    O Twitter, assim como o seu maior rival Facebook, vem enfrentando pressão de reguladores em vários países para eliminar discursos de ódio, conteúdo abusivo e desinformação, bem como proteger melhor dados dos usuários e aumentar a transparência nos gastos com propaganda política.

    A perspectiva para o número de usuários veio no momento em que o Twitter reportou receita acima do esperado graças à Copa do Mundo da Fifa, aos anúncios em vídeo e ao crescimento da receita publicitária internacional. O Twitter também ganha receita com o licenciamento de seus dados.

    O trimestre marcou a primeira vez que a receita no exterior contribuiu com a maioria das vendas de anúncios do Twitter.

    A Copa do Mundo trouxe 30 milhões de dólares de receita no trimestre. Mas o diretor financeiro da companhia, Ned Segal, disse a analistas que o evento esportivo, que se estendeu ao início do terceiro trimestre, gerou menos receita nas duas últimas semanas.

    O Twitter elevou sua previsão de gastos de capital para 2018 e disse que as margens Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustadas no terceiro trimestre devem ficar abaixo das apuradas no segundo trimestre.

    As ações do Twitter despencavam mais de 20 por cento, para 34,68 dólares nesta sexta-feira, marcando a maior queda em um dia desde 6 de outubro de 2016.

    O declínio ecoou o do Facebook na quinta-feira, quando seus papéis caíram quase 19 por cento depois que a empresa disse que os gastos para melhorar a privacidade e o crescimento mais lento do número de usuários em grandes mercados vão impactar as margens por anos.

    A receita do Twitter subiu 24 por cento no segundo trimestre, para 711 milhões de dólares, superando a estimativa média de 696 milhões de dólares em pesquisas com analistas compilada pela Thomson Reuters.

    Usuários ativos mensais caíram 1 milhão ante o período imediatamente anterior, para 335 milhões. Analistas previam ganho de 1 milhão de usuários, e os resultados podem elevar preocupações de que o Twitter não tem uma estratégia clara para consertar os problemas da plataforma e aumentar o uso e a receita juntos.

    O lucro do Twitter no trimestre foi de 100 milhões de dólares, com um acréscimo de 42 milhões de dólares devido a um movimento da contabilidade fiscal.

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    Zuckerberg perde US$16 bi com queda recorde de ações do Facebook

    (Reuters) - O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, sofreu uma perda de 16 bilhões de dólares em seu patrimônio nesta quinta-feira, em meio à forte queda nas ações da rede social que ocorria depois que executivos da empresa projetaram anos de margens de lucro menores.

    Pelo menos 16 corretoras cortaram seus preços-alvo para o Facebook depois que executivos da companhia afirmaram que os custos de melhoria de recursos de privacidade dos usuários, bem como desaceleração nos maiores mercados publicitários, vão afetar as margens de lucro da companhia por mais de dois anos.

    Às 12h07, as ações do Facebook tinham queda de quase 20 por cento, a 175,5 dólares, uma queda que reduziu o valor de mercado da companhia em cerca de 124 bilhões de dólares, ou quase quatro vezes o valor de mercado da rival Twitter, que tinha queda de 3 por cento.

    Os resultados de segundo trimestre do Facebook marcaram o primeiro sinal de que uma nova lei de privacidade e uma série de escândalos envolvendo a consultoria política Cambridge Analytica e outros criadores de aplicativos atingiram os negócios da rede social.

    Descrevendo os anúncios como 'bombásticos', analistas da Barid afirmaram que as questões foram em grande parte 'autoinfligidas' uma vez que o Facebook está sacrificando a monetização de seu aplicativo principal para incentivar seu uso.

    De 47 analistas que cobrem o Facebook, 43 recomendam 'compra' para a ação, dois recomendam 'manutenção' e dois indicam 'venda'. A mediana do preço-alvo da ação para eles é de 219,30 dólares.

    Os cerca de 16 bilhões de dólares em valor líquido que Zuckerberg perde é equivalente à fortuna da 81ª pessoa mais rica do mundo, o empresário japonês Takemitsu Takizaki, segundo ranking da revista Forbes.

    Alguns analistas afirmaram que os problemas do Facebook não serão facilmente resolvidos.

    'Diferente da Netflix, cuja queda de resultado trimestral foi considerada como temporária, vemos aqui uma evolução na história, embora uma parte dela já esperávamos', disse Daniel Salmon, analista da BMO Capital Markets.

    Outros, porém, avaliaram que a ênfase do Facebook em conteúdo de maior engajamento e conteúdos promocionais no histórico de notícias dos usuários vai apoiar a receita da companhia no longo prazo.

    'Os pessimistas ganharam este trimestre... mas não a guerra', disse Brent Thill, analista da Jefferies.

    (Por Vibhuti Sharma, Munsif Vengattil e Devbrat Saha em Bangalore, Índia)

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    UE multa Google em US$5 bilhões em processo antitruste

    Por Foo Yun Chee

    BRUXELAS (Reuters) - Autoridades da União Europeia multaram o Google em 4,34 bilhões de euros (5 bilhões de dólares) nesta quarta-feira por usar o sistema operacional Android para tirar rivais do mercado.

    A multa recorde é quase o dobro da penalidade de 2,4 bilhões de euros aplicada no ano passado contra a companhia norte-americana por causa de seu serviço de busca voltado para comércio eletrônico.

    A pena representa um pouco mais de duas semanas de receita da a Alphabet, controladora do Google, e não deve pressionar as reservas de capital de 102,9 bilhões de dólares da companhia, mas pode representar um novo capítulo na guerra comercial entre Estados Unidos e a UE.

    A comissária de defesa da concorrência da UE, Margrethe Vestager, negou que a disputa comercial tenha relação com a decisão da multa contra o Google. Ela disse gostar bastante dos Estados Unidos, rebatendo comentários do presidente norte-americano Donald Trump, de que ela 'odeia' os EUA.

    'O fato é que isso não tem nada a ver como eu me sinto. Nada a ver. Estamos apenas aplciando a lei de defesa da concorrência, fazemos isso no mundo e não fazemos com base em contexto político', afirmou a comissária.

    O Google afirmou que vai recorrer da multa.

    'Estamos preocupados que a decisão de hoje abale o equilíbrio cuidadoso que atingimos com o Android, e que isso envie um sinal preocupante em favor de sistemas proprietários sobre plataformas abertas', disse Sundar Pichai, presidente-executivo do Google, em um blog.

    'O Android criou mais escolhas para todos, não menos. Um ecossistema vibrante, inovação rápida e preços menores são sinais clássicos de competição robusta', disse a companhia em comunicado.

    Vestager também ordenou que o Google interrompa em 90 dias condutas anticompetitivas em acordos com fabricantes de celulares e operadoras de telecomunicações sob pena de enfrentar multas adicionais de até 5 por cento da média de faturamento diário da Alphabet no mundo.

    'O Google tem usado o Android como um veículo para consolidar sua dominância em mecanismos de busca. Estas práticas impediram rivais de terem chance de inovar e competir. Eles negaram aos consumidores europeus os benefícios de uma competição efetiva no importante mercado de comunicação móvel', disse Vestager.

    Questionada sobre se a divisão do Google resolveria o problema, uma sugestão feita por vários críticos do Google, ela disse que não tinha certeza se essa era a solução.

    'Eu não sei se isso serviria o propósito de mais competição... que serviria a competição é ter mais jogadores', disse Vestager em entrevista coletiva.

    Sobre as preocupações de que o Google possa decidir cobrar pelo uso do Android, Vestager disse que a sua decisão não está relacionada à maneira como a empresa opera.

    'Este não é um julgamento de um modelo de negócios. Ainda há uma possibilidade de monetizar seu sistema operacional. A receita de sua loja de aplicativos é bastante substancial', disse ela.

    A comissária negou o argumento do Google de que há competição com a Apple, ao afirmar que a criadora do iPhone não garante uma competição por causa dos preços elevados que cobra e dos custos de troca de plataforma incorridos pelos usuários.

    O Android, que opera cerca de 80 por cento dos smartphones do mundo, segundo a empresa de pesquisa de mercado Strategy Analytics, é o caso mais importante de um trio de casos antitruste contra o Google.

    Alguns dos principais fabricantes de dispositivos Android, incluindo a Samsung Electronics Co, a Sony Corp e a Lenovo Group Ltd e a TCL Corp não quiseram comentar o caso da UE.

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