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    Facebook diz que deu a companhias acesso a dados apenas após permissão de usuários

    (Reuters) - O Facebook afirmou nesta quarta-feira que não deu acesso a dados pessoais de seus usuários a companhias sem a permissão deles. O comentário veio como resposta à reportagem publicada pelo jornal New York Times na véspera, dizendo que a rede social permitiu que gigantes da tecnologia tivessem um acesso muito maior às informações dos usuários do que ela tinha revelado anteriormente.

    O jornal publicou que o Facebook permitiu que o sistema de busca Bing, da Microsoft, acessasse nomes de praticamente todos os amigos dos usuários da rede social sem seu consentimento, citando registros internos que descrevem acordos de compartilhamento de dados que beneficiaram mais de 150 companhias.

    'Nenhuma destas parcerias deu às companhias acesso à informação sem permissão das pessoas. As parcerias também não violaram nosso acordo de 2012 com a FTC (agência de comércio dos Estados Unidos)', disse Konstantinos Papamiltiadis, diretor de plataformas e programas para desenvolvedores do Facebook.

    O Facebook assinou em 2012 acordo com a FTC depois de acusações de que a companhia estava enganando consumidores ao forçá-los a compartilhar mais informações pessoais do que pretendiam.

    O New York Times também publicou que o Facebook deu a companhias como Netflix NFLX.O e Spotify SPOT.N capacidade de ler mensagens privadas dos usuários e permitiu à Amazon obter nomes e informações de contato dos usuários por meio de seus amigos.

    'Em nenhum momento nós acessamos as mensagens privadas das pessoas no Facebook ou pedimos capacidade para fazer isso', disse um porta-voz da Netflix.

    A Netflix lançou em 2014 um recurso que permitiu aos seus assinantes recomendarem filmes e programas de TV para amigos no Facebook por meio do aplicativo Messenger ou do próprio aplicativo da Netflix. O porta-voz afirmou que a Netflix interrompeu o serviço em 2015 por não ser popular.

    O Facebook afirmou que o acesso destas companhias, conhecidas como parceiros de integração, teve como objetivo ajudar os usuários a acessarem suas contas na rede social ou recursos especiais em dispositivos e plataformas produzidos por outras empresas como Apple, Amazon, Blackberry e Yahoo.

    O recurso também ajudava os usuários a ver recomendações de seus amigos no Facebook em outros aplicativos populares como Netflix e Spotify.

    O Facebook disse que os usuários precisavam acessar suas contas para usar estes recursos oferecidos por empresas como Apple e Amazon.

    A rede social afirmou que interrompeu praticamente todas essas parcerias nos últimos meses, com exceção de Apple e Amazon, que têm em contratos ativos.

    Mais cedo neste mês, um parlamentar britânico divulgou documentos que revelaram que o Facebook ofereceu a algumas companhias, incluindo Netflix e Airbnb, acesso a dados sobre os amigos dos usuários que não havia tornado disponível para a maioria de outros aplicativos em 2015.

    (Por Philip George em Bangalore, Índia, e Gwenaelle Barzic, em Paris)

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    Ação da Stone fecha em alta de 30% em estreia na Nasdaq, valor de mercado alcança US$9 bi

    (Reuters) - As ações da Stone fecharam em alta de 30 por cento em sua estreia na bolsa norte-americana Nasdaq nesta quinta-feira, avaliando a processadora brasileira de cartões em quase 9 bilhões de dólares.

    Os papéis abriram a 32 dólares, um terço acima do valor precificado em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de 24 dólares.

    A Stone vendeu 50,72 milhões de ações na véspera, por valor acima da faixa indicativa, captando 1,22 bilhão de dólares, que espera usar para aquisições. Sócios da empresa venderam 4,8 milhões de ações.

    A ação da companhia encerrou em alta de 30,6 por cento, cotada a 31,35 dólares. O índice Nasdaq fechou com valorização de 2,95 por cento nesta quinta-feira.

    A PagSeguro, outra processadora brasileira de cartões de crédito que compete diretamente com a Stone, listou suas ações na Bolsa de Nova York (Nyse) em janeiro, movimentando 1,1 bilhão de reais. A ação da companhia fechou no primeiro dia com alta de 35,8 por cento.

    Entre os principais rivais da Stone, também estão a Cielo, maior processadora de pagamentos do Brasil, que fechou nesta quinta-feira em queda de 2,4 por cento.

    A Stone atraiu nomes famosos para o IPO como a Ant Financial, subsidiária de pagamento da gigante de e-commerce chinesa Alibaba, que aportou 100 milhões de dólares na operação; e a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, que demonstrou interesse em comprar até 14,2 milhões de ações.

    A Stone, que atende mais de 200 mil comerciantes online e em unidades físicas, faz de processamento de pagamentos, incluindo máquinas para pontos de venda e serviços de meios de pagamentos. Ela é controlada pelos fundadores André Street e Eduardo Pontes.

    A Madrone Capital Partners, empresa de investimentos dos EUA que administra parte da fortuna da família Walton family, controladora do Walmart, tem uma fatia de 5,3 por cento nas ações de classe A da Stone, e a Tiger Global Management tem uma participação de 7,1 por cento nos papéis de classe B.

    Os acionistas da Stone incluem ainda os sócios da 3G Capital, os bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira,

    A Stone divulgou receita de 164,9 milhões de dólares para os primeiros seis meses de 2018, quase o dobro de um ano antes. O lucro alcançou 22,7 milhões de dólares no período, revertendo o prejuízo do primeiro semestre de 2017.

    Goldman Sachs, J.P. Morgan, e Citigroup coordenaram o IPO.

    (Por Bharath Manjesh)

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    Facebook detecta violação de segurança que afetou 50 milhões de usuários

    (Reuters) - O Facebook descobriu uma violação de segurança que afetou cerca de 50 milhões de contas de usuários, o que poderia permitir que hackers assumissem o controle das contas, informou a empresa nesta sexta-feira.

    A rede social, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos por mês, já corrigiu a vulnerabilidade e informou às autoridades competentes.

    Os invasores roubaram senhas de acesso ao Facebook através do recurso 'ver como', que eles poderiam usar para assumir as contas. O 'ver como' é uma ferramenta que permite aos usuários visualizar como seu perfil é apresentado para outra pessoa.

    'No momento, não temos nenhuma evidência que sugira que essas contas tenham sido comprometidas', disse o presidente-executivo, Mark Zuckerberg, numa publicação no Facebook.

    O Facebook redefiniu as senhas das 50 milhões contas afetadas. Como precaução, a empresa também redefiniu as senhas de outras 40 milhões de contas que usam a opção 'ver como' no último ano.

    Cerca de 90 milhões de pessoas terão que entrar novamente no Facebook ou em um dos aplicativos da empresa, como o Instagram, que usam a mesma senha do Facebook, informou a empresa.

    O Facebook também está desativando temporariamente o recurso 'ver como'.

    A empresa precisa continuar a desenvolver novas ferramentas para tornar suas contas mais seguras e evitar incidentes semelhantes, acrescentou Zuckerberg.

    No início do ano, a rede social se envolveu em um escândalo, após os dados de 87 milhões de usuários serem acessados ??indevidamente pela consultoria política Cambridge Analytica.

    Em 2013, o Facebook também divulgou uma falha de software que expôs 6 milhões de usuários e endereços de email a pessoal não autorizados por um ano, enquanto uma falha técnica em 2008 revelou datas de nascimento confidenciais de 80 milhões de usuários.

    (Por Munsif Vengattil)

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    Ministério Público denuncia hackers suspeitos de roubar mais de R$30 milhões em fraudes virtuais

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Ministério Público do Rio de Janeiro apresentou denúncia, nesta segunda-feira, contra 237 integrantes de organização criminosa suspeita de aplicar fraudes bancárias virtuais e de lavagem de dinheiro, causando prejuízo estimado de mais 30 milhões de reais, informou o MPRJ.

    Foram expedidos 45 mandados de prisão a serem cumpridos pela Polícia Civil nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Bahia como parte da denúncia, que foi apresentada como parte da segunda fase da operação Open Doors, deflagrada originalmente em agosto de 2017, disse o Ministério Público em comunicado.

    Nessa nova fase, segundo o MPRJ, são acusados hackers integrantes da organização que tinham domínio sobre os golpes aplicados, entre elas a modalidade conhecida como 'trampo físico'.

    Nesse golpe, os suspeitos enviavam emails ou mensagens de texto, personificando instituições bancárias e alertando sobre a suposta necessidade de atualização de segurança da conta, indicando link de acesso. Ao clicar no link, a vítima era direcionada para site malicioso, que capturava as informações de sua conta, possibilitando a retirada fraudulenta de valores, segundo o MPRJ.

    Em outra modalidade, um componente da quadrilha ligava para as potenciais vítimas, se fazendo passar por funcionário de instituição bancária, para obter dados pessoais, segundo o MPRJ. 'No passo seguinte, o golpe tinha continuidade, conseguindo o agente criminoso ludibriar, inclusive, funcionários do setor financeiro de grandes corporações', informou o Ministério Público.

    Com a aplicação de golpes do tipo, o MPRJ estima que a organização tenha roubado mais de 30 milhões de reais entre 2016 e 2017. A denúncia aponta, ainda, que após as fraudes, os integrantes da organização lavavam o dinheiro roubado com a compra de terrenos, apartamentos e salas comerciais.

    'Somando-se as duas etapas, a Open Doors já identificou e indiciou 320 indivíduos em todo o Brasil -- numa clara demonstração de que o grupo criminoso é extremamente estruturado e, sua atuação, complexa', afirmou o MPRJ.

    (Por Maria Clara Pestre, no Rio de Janeiro)

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    Apple lança iPhones maiores e relógios voltados para saúde

    Por Stephen Nellis e Sonam Rai

    CUPERTINO, Estados Unidos (Reuters) - A Apple apresentou iPhones maiores e uma nova linha de relógios que podem detectar problemas cardíacos, à medida que estimula usuários a migrar para dispositivos mais caros, conforme a demanda global por smartphones se estabiliza.

    As alterações relativamente pequenas em seus aparelhos, após o lançamento do iPhone X em 2017, eram amplamente esperadas pelos investidores.

    A estratégia foi bem-sucedida, ajudando os papéis da Apple a subir mais de 30 por cento neste ano, tornando-a na primeira empresa norte-americana de capital aberto a atingir um valor de mercado de mais de 1 trilhão de dólares neste ano.

    'As coisas provavelmente ficarão muito melhores nas próximas semanas e meses, particularmente com uma forte temporada de vendas de fim de ano', disse Jake Dollarhide, presidente-executivo do Longbow Asset Management.

    Os novos telefones da Apple são o XS, com tela de 5,8 polegadas (14,7 cm), com preço a partir de 999 dólares. O XS Max, o maior iPhone já feito até hoje, com tela de 6,5 polegadas (16,5 cm), disponível a partir de 1.099 dólares.

    A empresa usa o sufixo 'S' quando atualiza os componentes, mas deixa o exterior de um telefone igual. O iPhone X do ano passado - pronuncia-se 'dez' - representou uma grande redesenho na aparência do celular.

    A Apple também lançou o Xr, feito de alumínio e com tela de baixo custo de 6,1 polegadas (15,5 cm), a partir de 749 dólares.

    Com dois modelos a partir de 999 ou mais nos EUA, a Apple parece estar aproveitando a forte economia norte-americana, o baixo desemprego e o aumento da riqueza familiar no país.

    DISPOSITIVOS MÉDICOS

    A Apple, que quer reduzir sua dependência do iPhone, abriu o evento dizendo que sua nova linha de relógios Apple Watch Series 4 terá tela infinita, como seus telefones mais recentes, cerca de 30 por cento maior que nos modelos atuais.

    O novo relógio, posicionado como dispositivo de saúde mais abrangente, capaz de fazer um eletrocardiograma para detectar batimentos cardíacos irregulares e fazer uma chamada de emergência automaticamente se detectar que o usuário está desmaiando, tornando o equipamento potencialmente atraente para clientes de mais idade.

    A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA, disse que trabalhou com a fabricante para desenvolver aplicativos para o Apple Watch e está tomando medidas para facilitar a regulamentação para empresas que buscam criar produtos de saúde digitais.

    (Por Sonam Rai e Stephen Nellis)

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    Facebook e Twitter depõem ao Congresso dos EUA sobre influencia política de estrangeiros

    Por Patricia Zengerle

    WASHINGTON (Reuters) - Executivos do Facebook e Twitter defenderam suas empresas no Congresso dos Estados Unidos nesta quarta-feira sobre o que os legisladores veem como um fracasso no combate aos esforços estrangeiros para influenciar a política norte-americana.

    A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, que testemunhou ao lado do presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, reconheceu ao Comitê de Inteligência do Senado que a empresa demorou a responder aos esforços russos para interferir na eleição norte-americana de 2016 e nas discussões políticas em geral nos EUA, mas insistiu que a empresa está melhorando.

    'Nós removemos centenas de páginas e contas envolvidas em comportamento não autêntico coordenado - o que significa que eles enganaram os outros sobre quem eram e o que estavam fazendo', disse Sandberg.

    Dorsey também descreveu a monitoração mais rígida do Twitter sobre o uso malicioso de sua plataforma, incluindo a notificação à polícia no mês passado de contas que pareciam estar localizadas no Irã. O executivo disse que a empresa suspendeu 770 contas por violar as políticas do Twitter.

    O Facebook, o Twitter e outras empresas de tecnologia estão na defensiva há muitos meses devido à atividade de influência política em suas plataformas, bem como às preocupações com a privacidade do usuário.

    'Infelizmente, o que eu descrevi como 'vulnerabilidade de segurança nacional' e 'risco inaceitável', em novembro, continua sem solução', disse o senador Richard Burr, presidente do comitê.

    Antes da audiência, o presidente norte-americano, Donald Trump, sem dar provas, acusou as próprias redes sociais de interferirem nas eleições de novembro, dizendo ao jornal Daily Caller que as empresas de mídia social são 'superliberais'.

    A audiência pesava nas ações das companhias, com os papéis do Twitter em baixa de quase 5 por cento e os do Facebook cedendo 1,7 por cento por volta das 13:05 (horário de Brasília).

    Executivos das empresas, que repetidamente negaram o viés político, viajaram várias vezes a Washington para testemunhar no Congresso, incluindo 10 horas de depoimento do presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, durante dois dias em abril.

    O Comitê de Inteligência do Senado está estudando os esforços russos para influenciar a opinião pública norte-americana durante a presidência de Trump, depois que as agências de inteligência dos EUA concluíram que entidades apoiadas pelo Kremlin buscaram aumentar suas chances de conquistar a Casa Branca em 2016.

    (Por Patricia Zengerle)

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    Amazon atinge US$1 tri em valor de mercado em ritmo para ultrapassar Apple

    (Reuters) - A Amazon nesta terça-feira se juntou à Apple ao se tornar a segunda empresa listada nos Estados Unidos a atingir 1 trilhão de dólares em valor de mercado, após o preço das ações mais que dobrar no ano, conforme a empresa cresce rapidamente no varejo e na computação em nuvem.

    Se os ganhos de participação da varejista online mantiverem o ritmo, seria uma questão de tempo para o valor de mercado da Amazon superar o da fabricante de iPhones, que chegou a 1 trilhão de dólares em 2 de agosto.

    A Apple levou quase 38 anos como uma empresa de capital aberto para atingir a marca de 1 trilhão de dólares, enquanto a Amazon atingiu esse patamar em 21 anos.

    Embora o iPhone e outros dispositivos da Apple continuem populares e suas receitas estejam crescendo, a fabricante não está acompanhando o crescimento explosivo das vendas da Amazon.

    A Amazon impressionou os investidores ao se diversificar para praticamente todos os segmentos da indústria de varejo, alterando a forma como consumidores compram produtos e colocando grande pressão em muitas lojas físicas.

    'Isso diz muito sobre a Amazon e seu domínio cada vez maior de segmentos do mundo varejista, bem como dos negócios de serviços em internet', disse Peter Tuz, presidente do Chase Investment Counsel. 'Ela tem uma pequena participação no mercado mundial de vendas no varejo, então ainda resta muito para capturar lá'.

    A Amazon também fornece serviços de transmissão de vídeo e comprou a rede de supermercados Whole Foods. Além disso, os negócios de computação em nuvem para empresas se tornaram o principal gerador de lucro para companhia.

    'A Amazon é um pouco mais dinâmica que a Apple porque o iPhone se tornou mais maduro. O negócio em nuvem da Amazon é um fator de crescimento extra que a Apple não possui', disse Daniel Morgan, gerente de portfólio da Synovus Trust.

    No segundo trimestre, a unidade respondeu por 55 por cento da receita operacional da Amazon e por 20 por cento da receita total, de acordo com Morgan.

    As ações da Apple começaram a ser negociadas em dezembro de 1980, mas não decolararam por mais de 25 anos, até a criação do iPhone.

    A Amazon cruzou a marca de 2 mil dólares por ação pela primeira vez em 30 de agosto, depois de dobrar seu preço em apenas 10 meses. As ações da empresa chegaram a 1 mil dólares pela primeira vez em 30 de maio de 2017.

    As ações da Amazon subiram 74,5 por cento no ano até o momento. Em comparação, a Apple subiu cerca de 35 por cento em 2018.

    Analistas esperam que a receita da Apple aumente 14,9 por cento em seu ano fiscal que termina em setembro, segundo dados da Thomson Reuters, um aumento robusto, mas ainda muito aquém do crescimento esperado de 32 por cento para receita da Amazon em 2018.

    (Reportagem de Sinéad Carew e Noel Randewich)

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    Facebook e Twitter desmantelam campanhas ligadas ao Irã e à Rússia

    Por Paresh Dave e Christopher Bing

    SAN FRANCISCO/WASHINGTON (Reuters) - Facebook, Twitter e Alphabet removeram coletivamente centenas de contas ligadas a uma suposta operação de propaganda iraniana na terça-feira, e o Facebook também desmantelou uma segunda campanha que estaria ligada à Rússia.

    O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que as contas identificadas na plataforma de sua empresa fazem parte de duas campanhas distintas, a primeira do Irã, com alguns laços com a mídia estatal, e a segunda ligada a fontes que Washington identificou anteriormente como dos serviços de inteligência militar russa.

    Autoridades no Irã, onde é feriado para celebrar o festival muçulmano Eid al-Adha, não estavam imediatamente disponíveis para comentar. Moscou nega repetidamente o uso de hackers ou contas falsas nas redes sociais para influenciar as eleições estrangeiras. A embaixada russa em Washington não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

    O movimento do Facebook e outros é a mais recente tentativa das gigantes globais de mídia social para se protegerem contra a interferência política em suas plataformas. As medidas foram tomadas em meio a preocupações com as tentativas estrangeiras de perturbar as eleições dos EUA em novembro.

    Os Estados Unidos acusaram 13 russos no início do ano por supostas tentativas de interferir na política dos EUA, mas a mais recente atividade iraniana, denunciada pela empresa de segurança cibernética FireEye, sugere que o problema pode estar mais difundido.

    'Isso mostra que não é apenas a Rússia que se envolve nesse tipo de atividade', disse Lee Foster, analista de operações de informação da FireEye, à Reuters.

    A FireEye disse que a campanha iraniana usou uma rede de sites de notícias falsas e personagens fraudulentos de mídias sociais fraudulentas espalhadas pelo Facebook, Instagram, Twitter, Google Plus e YouTube, para espalhar narrativas de acordo com os interesses de Teerã.

    A missão iraniana na Organização das Nações Unidas (ONU) não respondeu a um pedido de comentário.

    A atividade foi dirigida a usuários nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, América Latina e Oriente Médio até este mês, disse Fireye, e incluiu 'temas anti-sauditas, anti-israelenses e pró-palestinos', bem como a defesa de políticas favorável ao Irã, como o acordo nuclear EUA-Irã.

    A FireEye disse que a atividade iraniana não parece ser 'dedicada' a influenciar as próximas eleições, apesar de alguns das publicações destinadas a usuários dos EUA adotarem 'identidades esquerdistas' e tomarem posições contra o presidente Donald Trump.

    Essa atividade 'poderia sugerir uma tentativa mais ativa de influenciar o discurso político interno dos EUA' está próxima, disse Foster, mas 'nós ainda não vimos isso'.

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