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    Facebook detecta violação de segurança que afetou 50 milhões de usuários

    (Reuters) - O Facebook descobriu uma violação de segurança que afetou cerca de 50 milhões de contas de usuários, o que poderia permitir que hackers assumissem o controle das contas, informou a empresa nesta sexta-feira.

    A rede social, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos por mês, já corrigiu a vulnerabilidade e informou às autoridades competentes.

    Os invasores roubaram senhas de acesso ao Facebook através do recurso 'ver como', que eles poderiam usar para assumir as contas. O 'ver como' é uma ferramenta que permite aos usuários visualizar como seu perfil é apresentado para outra pessoa.

    'No momento, não temos nenhuma evidência que sugira que essas contas tenham sido comprometidas', disse o presidente-executivo, Mark Zuckerberg, numa publicação no Facebook.

    O Facebook redefiniu as senhas das 50 milhões contas afetadas. Como precaução, a empresa também redefiniu as senhas de outras 40 milhões de contas que usam a opção 'ver como' no último ano.

    Cerca de 90 milhões de pessoas terão que entrar novamente no Facebook ou em um dos aplicativos da empresa, como o Instagram, que usam a mesma senha do Facebook, informou a empresa.

    O Facebook também está desativando temporariamente o recurso 'ver como'.

    A empresa precisa continuar a desenvolver novas ferramentas para tornar suas contas mais seguras e evitar incidentes semelhantes, acrescentou Zuckerberg.

    No início do ano, a rede social se envolveu em um escândalo, após os dados de 87 milhões de usuários serem acessados ??indevidamente pela consultoria política Cambridge Analytica.

    Em 2013, o Facebook também divulgou uma falha de software que expôs 6 milhões de usuários e endereços de email a pessoal não autorizados por um ano, enquanto uma falha técnica em 2008 revelou datas de nascimento confidenciais de 80 milhões de usuários.

    (Por Munsif Vengattil)

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    Ministério Público denuncia hackers suspeitos de roubar mais de R$30 milhões em fraudes virtuais

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Ministério Público do Rio de Janeiro apresentou denúncia, nesta segunda-feira, contra 237 integrantes de organização criminosa suspeita de aplicar fraudes bancárias virtuais e de lavagem de dinheiro, causando prejuízo estimado de mais 30 milhões de reais, informou o MPRJ.

    Foram expedidos 45 mandados de prisão a serem cumpridos pela Polícia Civil nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Bahia como parte da denúncia, que foi apresentada como parte da segunda fase da operação Open Doors, deflagrada originalmente em agosto de 2017, disse o Ministério Público em comunicado.

    Nessa nova fase, segundo o MPRJ, são acusados hackers integrantes da organização que tinham domínio sobre os golpes aplicados, entre elas a modalidade conhecida como 'trampo físico'.

    Nesse golpe, os suspeitos enviavam emails ou mensagens de texto, personificando instituições bancárias e alertando sobre a suposta necessidade de atualização de segurança da conta, indicando link de acesso. Ao clicar no link, a vítima era direcionada para site malicioso, que capturava as informações de sua conta, possibilitando a retirada fraudulenta de valores, segundo o MPRJ.

    Em outra modalidade, um componente da quadrilha ligava para as potenciais vítimas, se fazendo passar por funcionário de instituição bancária, para obter dados pessoais, segundo o MPRJ. 'No passo seguinte, o golpe tinha continuidade, conseguindo o agente criminoso ludibriar, inclusive, funcionários do setor financeiro de grandes corporações', informou o Ministério Público.

    Com a aplicação de golpes do tipo, o MPRJ estima que a organização tenha roubado mais de 30 milhões de reais entre 2016 e 2017. A denúncia aponta, ainda, que após as fraudes, os integrantes da organização lavavam o dinheiro roubado com a compra de terrenos, apartamentos e salas comerciais.

    'Somando-se as duas etapas, a Open Doors já identificou e indiciou 320 indivíduos em todo o Brasil -- numa clara demonstração de que o grupo criminoso é extremamente estruturado e, sua atuação, complexa', afirmou o MPRJ.

    (Por Maria Clara Pestre, no Rio de Janeiro)

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    Apple lança iPhones maiores e relógios voltados para saúde

    Por Stephen Nellis e Sonam Rai

    CUPERTINO, Estados Unidos (Reuters) - A Apple apresentou iPhones maiores e uma nova linha de relógios que podem detectar problemas cardíacos, à medida que estimula usuários a migrar para dispositivos mais caros, conforme a demanda global por smartphones se estabiliza.

    As alterações relativamente pequenas em seus aparelhos, após o lançamento do iPhone X em 2017, eram amplamente esperadas pelos investidores.

    A estratégia foi bem-sucedida, ajudando os papéis da Apple a subir mais de 30 por cento neste ano, tornando-a na primeira empresa norte-americana de capital aberto a atingir um valor de mercado de mais de 1 trilhão de dólares neste ano.

    'As coisas provavelmente ficarão muito melhores nas próximas semanas e meses, particularmente com uma forte temporada de vendas de fim de ano', disse Jake Dollarhide, presidente-executivo do Longbow Asset Management.

    Os novos telefones da Apple são o XS, com tela de 5,8 polegadas (14,7 cm), com preço a partir de 999 dólares. O XS Max, o maior iPhone já feito até hoje, com tela de 6,5 polegadas (16,5 cm), disponível a partir de 1.099 dólares.

    A empresa usa o sufixo 'S' quando atualiza os componentes, mas deixa o exterior de um telefone igual. O iPhone X do ano passado - pronuncia-se 'dez' - representou uma grande redesenho na aparência do celular.

    A Apple também lançou o Xr, feito de alumínio e com tela de baixo custo de 6,1 polegadas (15,5 cm), a partir de 749 dólares.

    Com dois modelos a partir de 999 ou mais nos EUA, a Apple parece estar aproveitando a forte economia norte-americana, o baixo desemprego e o aumento da riqueza familiar no país.

    DISPOSITIVOS MÉDICOS

    A Apple, que quer reduzir sua dependência do iPhone, abriu o evento dizendo que sua nova linha de relógios Apple Watch Series 4 terá tela infinita, como seus telefones mais recentes, cerca de 30 por cento maior que nos modelos atuais.

    O novo relógio, posicionado como dispositivo de saúde mais abrangente, capaz de fazer um eletrocardiograma para detectar batimentos cardíacos irregulares e fazer uma chamada de emergência automaticamente se detectar que o usuário está desmaiando, tornando o equipamento potencialmente atraente para clientes de mais idade.

    A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA, disse que trabalhou com a fabricante para desenvolver aplicativos para o Apple Watch e está tomando medidas para facilitar a regulamentação para empresas que buscam criar produtos de saúde digitais.

    (Por Sonam Rai e Stephen Nellis)

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    Facebook e Twitter depõem ao Congresso dos EUA sobre influencia política de estrangeiros

    Por Patricia Zengerle

    WASHINGTON (Reuters) - Executivos do Facebook e Twitter defenderam suas empresas no Congresso dos Estados Unidos nesta quarta-feira sobre o que os legisladores veem como um fracasso no combate aos esforços estrangeiros para influenciar a política norte-americana.

    A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, que testemunhou ao lado do presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, reconheceu ao Comitê de Inteligência do Senado que a empresa demorou a responder aos esforços russos para interferir na eleição norte-americana de 2016 e nas discussões políticas em geral nos EUA, mas insistiu que a empresa está melhorando.

    'Nós removemos centenas de páginas e contas envolvidas em comportamento não autêntico coordenado - o que significa que eles enganaram os outros sobre quem eram e o que estavam fazendo', disse Sandberg.

    Dorsey também descreveu a monitoração mais rígida do Twitter sobre o uso malicioso de sua plataforma, incluindo a notificação à polícia no mês passado de contas que pareciam estar localizadas no Irã. O executivo disse que a empresa suspendeu 770 contas por violar as políticas do Twitter.

    O Facebook, o Twitter e outras empresas de tecnologia estão na defensiva há muitos meses devido à atividade de influência política em suas plataformas, bem como às preocupações com a privacidade do usuário.

    'Infelizmente, o que eu descrevi como 'vulnerabilidade de segurança nacional' e 'risco inaceitável', em novembro, continua sem solução', disse o senador Richard Burr, presidente do comitê.

    Antes da audiência, o presidente norte-americano, Donald Trump, sem dar provas, acusou as próprias redes sociais de interferirem nas eleições de novembro, dizendo ao jornal Daily Caller que as empresas de mídia social são 'superliberais'.

    A audiência pesava nas ações das companhias, com os papéis do Twitter em baixa de quase 5 por cento e os do Facebook cedendo 1,7 por cento por volta das 13:05 (horário de Brasília).

    Executivos das empresas, que repetidamente negaram o viés político, viajaram várias vezes a Washington para testemunhar no Congresso, incluindo 10 horas de depoimento do presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, durante dois dias em abril.

    O Comitê de Inteligência do Senado está estudando os esforços russos para influenciar a opinião pública norte-americana durante a presidência de Trump, depois que as agências de inteligência dos EUA concluíram que entidades apoiadas pelo Kremlin buscaram aumentar suas chances de conquistar a Casa Branca em 2016.

    (Por Patricia Zengerle)

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    Amazon atinge US$1 tri em valor de mercado em ritmo para ultrapassar Apple

    (Reuters) - A Amazon nesta terça-feira se juntou à Apple ao se tornar a segunda empresa listada nos Estados Unidos a atingir 1 trilhão de dólares em valor de mercado, após o preço das ações mais que dobrar no ano, conforme a empresa cresce rapidamente no varejo e na computação em nuvem.

    Se os ganhos de participação da varejista online mantiverem o ritmo, seria uma questão de tempo para o valor de mercado da Amazon superar o da fabricante de iPhones, que chegou a 1 trilhão de dólares em 2 de agosto.

    A Apple levou quase 38 anos como uma empresa de capital aberto para atingir a marca de 1 trilhão de dólares, enquanto a Amazon atingiu esse patamar em 21 anos.

    Embora o iPhone e outros dispositivos da Apple continuem populares e suas receitas estejam crescendo, a fabricante não está acompanhando o crescimento explosivo das vendas da Amazon.

    A Amazon impressionou os investidores ao se diversificar para praticamente todos os segmentos da indústria de varejo, alterando a forma como consumidores compram produtos e colocando grande pressão em muitas lojas físicas.

    'Isso diz muito sobre a Amazon e seu domínio cada vez maior de segmentos do mundo varejista, bem como dos negócios de serviços em internet', disse Peter Tuz, presidente do Chase Investment Counsel. 'Ela tem uma pequena participação no mercado mundial de vendas no varejo, então ainda resta muito para capturar lá'.

    A Amazon também fornece serviços de transmissão de vídeo e comprou a rede de supermercados Whole Foods. Além disso, os negócios de computação em nuvem para empresas se tornaram o principal gerador de lucro para companhia.

    'A Amazon é um pouco mais dinâmica que a Apple porque o iPhone se tornou mais maduro. O negócio em nuvem da Amazon é um fator de crescimento extra que a Apple não possui', disse Daniel Morgan, gerente de portfólio da Synovus Trust.

    No segundo trimestre, a unidade respondeu por 55 por cento da receita operacional da Amazon e por 20 por cento da receita total, de acordo com Morgan.

    As ações da Apple começaram a ser negociadas em dezembro de 1980, mas não decolararam por mais de 25 anos, até a criação do iPhone.

    A Amazon cruzou a marca de 2 mil dólares por ação pela primeira vez em 30 de agosto, depois de dobrar seu preço em apenas 10 meses. As ações da empresa chegaram a 1 mil dólares pela primeira vez em 30 de maio de 2017.

    As ações da Amazon subiram 74,5 por cento no ano até o momento. Em comparação, a Apple subiu cerca de 35 por cento em 2018.

    Analistas esperam que a receita da Apple aumente 14,9 por cento em seu ano fiscal que termina em setembro, segundo dados da Thomson Reuters, um aumento robusto, mas ainda muito aquém do crescimento esperado de 32 por cento para receita da Amazon em 2018.

    (Reportagem de Sinéad Carew e Noel Randewich)

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    Facebook e Twitter desmantelam campanhas ligadas ao Irã e à Rússia

    Por Paresh Dave e Christopher Bing

    SAN FRANCISCO/WASHINGTON (Reuters) - Facebook, Twitter e Alphabet removeram coletivamente centenas de contas ligadas a uma suposta operação de propaganda iraniana na terça-feira, e o Facebook também desmantelou uma segunda campanha que estaria ligada à Rússia.

    O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, disse que as contas identificadas na plataforma de sua empresa fazem parte de duas campanhas distintas, a primeira do Irã, com alguns laços com a mídia estatal, e a segunda ligada a fontes que Washington identificou anteriormente como dos serviços de inteligência militar russa.

    Autoridades no Irã, onde é feriado para celebrar o festival muçulmano Eid al-Adha, não estavam imediatamente disponíveis para comentar. Moscou nega repetidamente o uso de hackers ou contas falsas nas redes sociais para influenciar as eleições estrangeiras. A embaixada russa em Washington não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

    O movimento do Facebook e outros é a mais recente tentativa das gigantes globais de mídia social para se protegerem contra a interferência política em suas plataformas. As medidas foram tomadas em meio a preocupações com as tentativas estrangeiras de perturbar as eleições dos EUA em novembro.

    Os Estados Unidos acusaram 13 russos no início do ano por supostas tentativas de interferir na política dos EUA, mas a mais recente atividade iraniana, denunciada pela empresa de segurança cibernética FireEye, sugere que o problema pode estar mais difundido.

    'Isso mostra que não é apenas a Rússia que se envolve nesse tipo de atividade', disse Lee Foster, analista de operações de informação da FireEye, à Reuters.

    A FireEye disse que a campanha iraniana usou uma rede de sites de notícias falsas e personagens fraudulentos de mídias sociais fraudulentas espalhadas pelo Facebook, Instagram, Twitter, Google Plus e YouTube, para espalhar narrativas de acordo com os interesses de Teerã.

    A missão iraniana na Organização das Nações Unidas (ONU) não respondeu a um pedido de comentário.

    A atividade foi dirigida a usuários nos Estados Unidos, Grã-Bretanha, América Latina e Oriente Médio até este mês, disse Fireye, e incluiu 'temas anti-sauditas, anti-israelenses e pró-palestinos', bem como a defesa de políticas favorável ao Irã, como o acordo nuclear EUA-Irã.

    A FireEye disse que a atividade iraniana não parece ser 'dedicada' a influenciar as próximas eleições, apesar de alguns das publicações destinadas a usuários dos EUA adotarem 'identidades esquerdistas' e tomarem posições contra o presidente Donald Trump.

    Essa atividade 'poderia sugerir uma tentativa mais ativa de influenciar o discurso político interno dos EUA' está próxima, disse Foster, mas 'nós ainda não vimos isso'.

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    Governo sanciona com vetos lei de proteção de dados

    SÃO PAULO (Reuters) - O presidente Michel Temer sancionou nesta terça-feira legislação de tratamento e proteção de dados pessoais, vetando a criação de uma agência, Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que seria encarregada pela aplicação das regras.

    A nova lei tem como objetivo garantir maior controle dos cidadãos sobre suas informações pessoais e exige, entre outras medidas, o consentimento explícito para coleta e uso de dados.

    O texto também proíbe o tratamento dos dados pessoais para a prática de discriminação ilícita ou abusiva. Esse tratamento é o cruzamento de informações de uma pessoa específica ou de um grupo para subsidiar decisões comerciais (perfil de consumo para divulgação de ofertas de bens ou serviços, por exemplo), políticas públicas ou atuação de órgão público.

    Além do veto à criação da ANPD, o governo também vetou na lei a criação do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade, que seria encarregado por 'propor diretrizes estratégicas e fornecer subsídios para a elaboração da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e para a atuação da ANPD'.

    Ainda na lista de vetos, o governo eliminou do texto possibilidade de suspensão parcial ou total do funcionamento de banco de dados que violar os termos da lei por até seis meses prorrogáveis por igual período. Também foi vetada a possibilidade de 'suspensão parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados'.

    O governo manteve, porém, penalidade de multa de até 50 milhões de reais 'por infração' e recurso para eliminação dos dados pessoais que forem alvo de ação que viole os mecanismos da lei.

    (Por Alberto Alerigi Jr.)

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    Apple atinge US$1 trilhão em valor de mercado

    Por Noel Randewich

    SÃO FRANCISCO (Reuters) - A Apple se tornou nesta quinta-feira a primeira empresa listada dos Estados Unidos a alcançar valor de mercado de 1 trilhão de dólares, uma coroação a uma década de crescimento impulsionada pelo iPhone, que transformou a companhia de uma fabricante de computadores de nicho em uma corporação global com ativos que vão do entretenimento às comunicações.

    As ações da Apple subiam mais de 3 por cento, a 207,78 dólares, às 16:00 (horário de Brasília) e acumulam valorização de cerca de 9 por cento desde a terça-feira, quando divulgou resultado acima do esperado para o trimestre encerrado em junho e anunciou um programa de recompra de ações de 20 bilhões de dólares.

    Iniciada na garagem do co-fundador Steve Jobs em 1976, a Apple hoje tem uma receita superior ao PIB de países como Portugal e Nova Zelândia. O valor de mercado alcançado nesta quinta-feira equivale a pouco mais de metade do PIB brasileiro no ano passado.

    Ao longo do caminho, a Apple mudou a forma como as pessoas se comunicam e como as empresas fazem negócios.

    A Apple vale mais que o valor de mercado capitalização combinado de Exxon Mobil, Procter & Gamble e AT&T. Atualmente, a companhia representa 4 por cento do índice acionário S&P 500.

    As ações da empresa subiram mais de 50 mil por cento desde sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 1980, superando o ganho de cerca de 2 mil por cento do S&P 500 no período.

    Um dos três fundadores, Jobs foi expulso da Apple em meados da década de 1980, apenas para retornar uma década depois e resgatar a empresa de computadores da falência.

    Ele lançou o iPhone em 2007, revolucionando a indústria de celulares, pegando de surpresa empresas como Microsoft, Intel, Samsung e Nokia. Isso colocou a Apple no caminho para ultrapassar a Exxon Mobil em 2011 como a maior empresa norte-americana em valor de mercado.

    Jobs, que morreu em 2011, foi sucedido na presidência-executiva por Tim Cook, que dobrou o lucro da empresa, mas ainda não conseguiu desenvolver um novo produto capaz de replicar o sucesso do iPhone, que viu suas vendas diminuírem nos últimos anos.

    Em 2006, um ano antes do lançamento do iPhone, a Apple gerou menos de 20 bilhões de dólares em receita e lucro de 2 bilhões de dólares. No ano passado, o faturamento cresceu mais de 11 vezes, para 229 bilhões de dólares - o quarto maior do S&P 500 - e o lucro líquido cresceu duas vezes, para 48,4 bilhões de dólares, tornando-se a companhia norte-americana mais lucrativa.

    Uma das cinco empresas dos EUA desde a década de 1980 a se tornar a maior empresa de Wall Street em valor de mercado, a Apple pode perder a liderança para empresas como Alphabet ou Amazon se não encontrar um grande novo produto ou serviço, pois a demanda por smartphones perde ritmo.

    AÇÕES PARA OS NETOS

    Jeff Carbone, co-fundador da Cornerstone Financial Partners, tem recomendado ações da Apple para o portfólio de seus clientes por cerca de uma década. Recentemente, alguns de seus clientes mais antigos compraram ações da Apple para seus netos.

    'Ainda vemos espaço para valorização e conforme dinheiro novo é depositado, continuamos a comprar', disse Carbone.

    A ação da Apple acumulou valorização de 30 por cento no ano passado, impulsionada por otimismo sobre o lançamento do iPhone X. Também empurrando o papel para cima nos últimos meses está o anúncio de que a Apple reservou 100 bilhões de dólares para um novo programa de recompra de ações.

    No balanço divulgado na terça-feira, a Apple afirmou que as vendas lideradas pelo iPhone X, vendido por cerca de 1.000 dólares, impulsionaram os resultados muito além das previsões de Wall Street e com as assinaturas dos serviços App Store, Apple Music e iCloud apoiando os negócios.

    Mesmo valendo 1.000.000.000.000 de dólares, muitos analistas não veem ações da Apple como caras. Os papéis foram negociados nesta semana a um múltiplo de 15 vezes o lucro esperado ante um múltiplo de 82 vezes da Amazon e de 25 vezes da Microsoft.

    Em 2007, a estatal chinesa PetroChina alcançou valor de mercado de cerca de 1,1 trilhão de dólares brevemente após sua oferta pública em Xangai. A empresa vale atualmente cerca de 200 bilhões de dólares, segundo dados da Thomson Reuters.

    Logo atrás da Apple, a Amazon.com, segunda maior companhia listada dos EUA em valor de mercado, vale cerca de 880 bilhões de dólares, pouco à frente da Alphabet, controladora do Google, e da Microsoft.

    No Brasil, a empresa com maior valor de mercado é a fabricante de bebidas Ambev, com 81,565 bilhões de dólares segundo dados da B3.(Por Noel Randewich)

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    Apple atinge US$1 trilhão em valor de mercado

    SÃO FRANCISCO (Reuters) - A Apple se tornou nesta quinta-feira a primeira empresa listada dos Estados Unidos a alcançar valor de mercado de 1 trilhão de dólares.

    As ações da criadora do iPhone subiam 2,5 por cento, a 206,60 dólares, às 13h00 (horário de Brasília) acumulando valorização de cerca de 9 por cento desde a terça-feira, quando divulgou resultado do trimestre encerrado em junho e anunciou um programa de recompra de ações de 20 bilhões de dólares.

    Iniciada na garagem do co-fundador Steve Jobs em 1976, a Apple hoje tem uma receita superior ao PIB de Portugal, Nova Zelândia entre outros países. Ao longo do caminho, mudou a forma como os consumidores se conectam uns com os outros e como as empresas conduzem o comércio diário.

    O valor do mercado da Apple é maior do que a capitalização combinada da Exxon Mobil, Procter & Gamble e AT&T. Atualmente, representa 4 por cento do S&P 500.

    Um dos três fundadores, Jobs foi expulso da Apple em meados da década de 1980, apenas para retornar uma década depois e resgatar a empresa de computadores da falência.

    Ele lançou o iPhone em 2007, revolucionando a indústria de celulares, pegando de surpresa empresas como Microsoft, Intel, Samsung e Nokia. Isso colocou a Apple no caminho para ultrapassar a Exxon Mobil em 2011 como a maior empresa norte-americana em valor de mercado.

    As ações da empresa subiram mais de 50 mil por cento desde sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 1980, superando o aumento de aproximadamente 2 mil por cento do S&P 500 no período.

    A Apple evoluiu da venda de computadores pessoais Mac para ser arquiteta da revolução móvel com seguidores fiéis à marca.

    Jobs, que morreu em 2011, foi sucedido como presidente-executivo por Tim Cook, que dobrou os lucros da empresa, mas lutou para desenvolver um novo produto para replicar o sucesso do iPhone, que viu suas vendas diminuírem nos últimos anos.

    Em 2006, um ano antes do lançamento do iPhone, a Apple gerou menos de 20 bilhões de dólares em vendas e lucro de 2 bilhões de dólares. No ano passado, suas vendas cresceram mais de 11 vezes, para 229 bilhões de dólares - a quarta maior do S&P 500 - e a receita líquida cresceu duas vezes mais, para 48,4 bilhões de dólares, tornando-a a empresa norte-americana mais lucrativa.

    Uma das cinco empresas dos EUA desde a década de 1980 a se tornar a maior empresa de Wall Street em valor de mercado, a Apple pode perder a liderança para empresas como Alphabet ou Amazon se não encontrar um grande novo produto ou serviço, pois a demanda por smartphones perde ritmo. (Por Noel Randewich)

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    Facebook identifica campanha coordenada de influência política em suas plataformas

    (Reuters) - O Facebook identificou uma campanha coordenada de influência política por meio de dezenas de contas não autênticas em sua plataforma antes das eleições de novembro nos Estados Unidos, informou a empresa nesta terça-feira.

    A rede social afirmou que removeu 32 páginas e contas do Facebook e do Instagram por estarem envolvidas em 'comportamento não autêntico coordenado'.

    A empresa disse que ainda está nos estágios iniciais da investigação e ainda não sabe quem está por trás da campanha de influência para as eleições de 2018, que vai determinar se o Partido Republicano mantém o controle do Congresso.

    A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, disse a jornalistas que as tentativas de manipular a opinião pública provavelmente se tornariam mais sofisticadas para evitar o escrutínio da rede social, chamando o movimento de 'corrida armamentista'.

    'Esse tipo de comportamento não é permitido no Facebook porque não queremos que pessoas ou organizações que criam redes de contas enganem os outros sobre quem são ou o que estão fazendo', disse a empresa.

    Mais de 290 mil contas seguiram pelo menos uma das páginas e cerca de 11 mil dólares foram gastos em cerca de 150 anúncios, disse a empresa. As páginas criaram cerca de 30 eventos desde maio de 2017.

    QUESTÕES DIVISIVAS

    O Facebook identificou atividade de influência em torno de pelo menos duas questões, incluindo um protesto em oposição a manifestação 'Unite the Right II', marcada para a próxima semana em Washington. A outra foi a campanha #AbolishICE, contra a política de imigração do presidente Donald Trump. A rede social disse que diria aos usuários que manifestaram interesse no contra-protesto quais ações foram tomadas e porquê.

    O Facebook disse que estava revelando o esforço de influência agora em parte por causa das manifestações. Um evento no ano passado na Carolina do Sul levou à violência de supremacistas brancos.

    Funcionários do Facebook disseram que uma conta conhecida da Agência de Pesquisa da Internet da Rússia foi co-administradora de uma das páginas falsas por sete minutos, mas a empresa não acredita que isso seja evidência suficiente para atribuir a campanha ao governo russo.

    Antes, a empresa já havia dito que 126 milhões de norte-americanos podem ter visto conteúdo político apoiado por russos no Facebook durante um período de dois anos, e que 16 milhões podem ter sido expostos a informações russas no Instagram.

    Um braço de propaganda russo tentou adulterar a eleição de 2016 nos EUA, publicando e comprando anúncios no Facebook, segundo a empresa e as agências de inteligência norte-americanas. Moscou negou envolvimento.

    Nos últimos meses, a empresa tomou medidas para garantir aos legisladores dos EUA e da Europa que a regulamentação adicional é desnecessária. O diretor executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, diz que a empresa tem 20 mil pessoas trabalhando para policiar e proteger o local.

    Os custos associados a esse esforço são parte do motivo pelo qual o Facebook disse na semana passada que espera que suas margens de lucro caiam, um alerta que fez as ações caírem cerca de 25 por cento, a maior perda de valor de mercado da história do mercado de ações nos EUA.

    (Por Munsif Vengattil)

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    Ações da Amazon batem recorde após lucro alcançar US$2 bi pela 1ª vez

    (Reuters) - As ações da Amazon.com subiram 4 por cento e atingiram o nível mais alto da história da companhia nesta sexta-feira, depois que o lucro da gigante do varejo online ter alcançado 2 bilhões de dólares pela primeira vez, impulsionado pela melhor margem operacional em 13 anos.

    Analistas em Wall Street aplaudiram a força generalizada nos resultados e ignoraram a decisão do varejista de frear seu crescimento vertiginoso de receita para ampliar o lucro.

    Às 11:14, as ações da Amazon subiam 2 por cento, a 1.844 dólares, depois de avançarem mais cedo 3,99 por cento a 1.880 dólares.

    Pelo menos 16 corretoras aumentaram o preço-alvo para as ações das Amazon, com vários dizendo que os altos níveis de lucratividade podem ser um novo padrão para a empresa.

    A corretora Oppenheimer fez o movimento mais agressivo, elevando o preço-alvo para a ação em 380 dólares para 2.130 dólares, superando o preço-alvo médio de 2.100 dólares.

    'O que estamos esperando há muitos anos está finalmente acontecendo, uma expansão significativa das margens', disseram analistas da Macquarie Research em uma nota.

    A Amazon Web Services (AWS), que lida com dados e computação em nuvem para grandes empresas, permaneceu como a maior geradora de receita da empresa sediada em Seattle, respondendo por 55 por cento do faturamento operacional total.

    Os resultados da Amazon também foram um alívio para os investidores do setor no setor de tecnologia dos Estados Unidos, ainda abalados com a queda abrupta das ações do Facebook após um alerta no início da semana sobre o lucro futuro da empresa.

    'Nesta confusa temporada de resultados, a Amazon se destaca como uma das empresas de maior desempenho', disseram analistas da SunTrust.

    'A força de base ampla de clientes nos sugere que a Amazon está atingindo a margem indescritível que os investidores esperavam, impulsionados por AWS e publicidade.'

    A empresa, que começou inicialmente como uma vendedora de livros online em 1994, agora ganha receita com a venda de produtos não relacionados ao seu negócio original.

    Dos 48 analistas que cobrem as ações, 46 têm uma classificação de 'compra', enquanto apenas 2 recomendem 'manutenção'.

    As ações da Amazon subiram mais de 54 por cento desde o início do ano. Com um valor de mercado de 916,97 bilhões de dólares, a Amazon está competindo com Apple e Alphabet para ser a primeira empresa listada de 1 trilhão de dólares do mundo.

    (Por Vibhuti Sharma, Akanksha Rana e Aniruddha Chakrabarty em Bangalore, Índia)

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    de tudo o que acontece nos bastidores do mundo da música, desde lançamentos, shows, homenagens, parcerias e curiosidades sobre o seu artista favorito. A vinda de artistas ao Brasil, cantores e bandas confirmadas no Lollapalooza e no Rock in Rio, ações beneficentes, novos álbuns, singles e clipes. Além disso, você acompanha conosco a cobertura das principais premiações do mundo como o Oscar, Grammy Awards, BRIT Awards, American Music Awards e Billboard Music Awards. Leia as novidades sobre Phil Collins, Coldplay, U2, Jamiroquai, Tears for Fears, Céline Dion, Ed Sheeran, A-ha, Shania Twain, Culture Club, Spice Girls, entre outros. Aproveite também e ouça esses e outros artistas no aplicativo da Rádio Antena 1, baixe na Apple Store ou Google Play e fique sintonizado.

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