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    WhatsApp pede que usuários atualizem app após descoberta de falha de segurança

    Por Steven Scheer

    JERUSALÉM (Reuters) - O WhatsApp, do Facebook, pediu aos usuários que atualizem para seu aplicativo de mensagens depois de informar que eles podem estar sob risco de terem spywares maliciosos instalados em seus celulares sem seu conhecimento.

    O WhatsApp informou o principal órgão regulador da empresa na União Europeia, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC), sobre uma 'séria vulnerabilidade de segurança' em sua plataforma. O aplicativo é usado por 1,5 bilhão de pessoas por mês.

    'A DPC entende que a vulnerabilidade pode ter permitido um agente malicioso instalar software não autorizado e obter acesso a dados pessoais em dispositivos que tenham o WhatsApp instalado', disse o regulador em um comunicado.

    'O WhatsApp ainda está investigando se algum dado de usuário do WhatsApp da UE foi afetado como resultado desse incidente', disse a DPC, acrescentando que o WhatsApp informou sobre o incidente na segunda-feira.

    Mais cedo, o Financial Times (FT) informou que uma vulnerabilidade no WhatsApp permitia que os invasores instalassem spyware nos telefones, ligando para alvos usando a função de chamada telefônica do aplicativo.

    O Financial Times afirmou que o spyware foi desenvolvido pela empresa de vigilância cibernética israelense NSO Group e afeta tanto aparelhos Android quanto o iPhone. O FT disse que o WhatsApp ainda não poderia dar uma estimativa para o número de aparelhos que foram afetados.

    Questionado sobre o relatório, a NSO disse que sua tecnologia é licenciada para agências governamentais autorizadas 'com o único propósito de combater o crime e o terror', e que não opera o sistema, tendo um processo rigoroso de licenciamento e verificação.

    'Investigamos quaisquer alegações confiáveis de uso indevido e, se necessário, tomamos providências, incluindo o fechamento do sistema. Sob nenhuma circunstância, a NSO estaria envolvida na operação ou identificação de alvos de sua tecnologia, que é exclusivamente operada por agências de inteligência e policiais', disse a empresa.

    O WhatsApp informou o problema ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos na semana passada, disse o FT.

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    Uber define termos para IPO, divulga prejuízo de US$1 bi no 1º tri

    Por Joshua Franklin

    (Reuters) - A Uber Technologies divulgou nesta sexta-feira os termos para sua oferta pública inicial (IPO), dizendo a investidores que a empresa de transporte por aplicativo e os envolvidos buscam vender até 10,35 bilhões de dólares em ações, avaliando a companhia em até 91,5 bilhões de dólares.

    A Uber também disse que o PayPal concordou em comprar 500 milhões de dólares em ações em uma colocação privada no IPO.

    Em documento enviado ao órgão regulador, a Uber definiu uma faixa de preço-alvo de 44 a 50 dólares por ação para seu IPO. A empresa venderá 180 milhões de ações na oferta, com um adicional de 27 milhões de papéis vendidos por investidores existentes.

    No documento, a Uber também informou um prejuízo líquido atribuível à empresa no primeiro trimestre de 2019 de cerca de 1 bilhão de dólares e receita de aproximadamente 3 bilhões de dólares.

    O envio do documento ocorre com a Uber se preparando para começar seu roadshow de investidores, no qual a administração da companhia passará os próximos 10 dias apresentando a empresa para investidores do mercado.

    A Uber enfrentará uma série de perguntas, inclusive quando ela gerará lucro, como navegará na transição para veículos autônomos e se seu modelo de negócios poderá suportar custos mais altos de motoristas a partir das regras do salário mínimo.

    A avaliação que a Uber está buscando em seu IPO é menor do que os 120 bilhões de dólares que os bancos de investimento disseram ao Uber no ano passado e mais perto da avaliação de 76 bilhões de dólares alcançada em sua última rodada privada de captação de recursos no ano passado.

    A moderação das expectativas de avaliação da Uber reflete o fraco desempenho de seu concorrente menor Lyft após o seu IPO no mês passado. As ações da Lyft encerraram as negociações na quinta-feira em queda de mais de 20 por cento em relação ao preço do IPO, em meio a um ceticismo do investidor no que diz respeito à lucratividade.

    (Reportagem de Joshua Franklin)

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    Facebook restabelece serviços após falha global

    Por Mekhla Raina

    (Reuters) - O Facebook comunicou nesta quinta-feira que restabeleceu os serviços de seu principal aplicativo e do Instagram, depois de sofrer uma grande pane que frustrou usuários de todo o mundo durante cerca de 24 horas.

    A maior rede social do mundo também disse que está cogitando ressarcir anunciantes pela perda de exposição causada pelos problemas, que monitores de panes na internet mostraram ter afetado usuários na Europa, no Japão e nas Américas do Norte e do Sul.

    'Ontem um problema de configuração de servidor dificultou o acesso das pessoas a nossos aplicativos e serviços. Estamos 100 por cento em funcionamento de novo e pedimos desculpas por qualquer inconveniente', disse um porta-voz do Facebook.

    'Ainda estamos investigando o impacto geral deste problema, incluindo a possibilidade de ressarcimento dos anunciantes'.

    A plataforma recebe dezenas de milhões de dólares de renda de anúncios todos os dias.

    Mais cedo, reportagens haviam dito que milhões de usuários foram afetados, e milhares usaram o Twitter na quarta e quinta-feiras para se queixarem com a hashtag #facebookdown.

    O site DownDetector --uma das fontes virtuais mais usadas para se saber a quantidade de panes na rede-- revelou que o número de queixas teve um pico de mais de 12 mil, diminuindo gradualmente para cerca de 180 às 12h (horário de Brasília) desta quinta-feira.

    A BBC e alguns outros veículos de mídia disseram ter sido a pane mais longa da plataforma. A Reuters não conseguiu verificar estas afirmações de imediato, e o Facebook não quis comentar a respeito, limitando-se ao comunicado sobre o restabelecimento dos serviços.

    As ações da empresa caíram quase 2 por cento nesta quinta-feira.

    Separadamente, o New York Times noticiou na quarta-feira que procuradores federais estão realizando uma investigação criminal sobre acordos de dados que o Facebook firmou com mais de 150 empresas de tecnologia, como Amazon e Apple.

    O Facebook é alvo de uma série de ações civis e inquéritos de agências reguladoras a respeito de suas políticas de privacidade, inclusive investigações em andamento da Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, da Comissão de Títulos e Câmbio dos EUA e de duas agências do Estado de Nova York.

    Um porta-voz da rede social disse que a companhia está cooperando com os investigadores em vários inquéritos federais, sem tratar especificamente do inquérito do grande júri.

    (Por Mekhla Raina, Subrat Patnaik e Munsif Vengattil em Bengaluru)

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    Facebook enfrenta segundo dia de pane global de serviços

    Por Mekhla Raina

    (Reuters) - O Facebook enfrentava dificuldades para restaurar plenamente seus serviços nesta quinta-feira, depois que uma pane parcial de 17 horas deixou a maior rede social do mundo inacessível para usuários de várias partes do globo, provocando uma onda de queixas na internet.

    O número de relatos no site de DownDetector --uma das fontes virtuais mais usadas para se saber a quantidade de panes-- teve um pico de quase 12 mil, diminuindo gradualmente para algumas centenas na manhã desta quinta-feira.

    Mas como milhares de usuários se queixaram no Twitter com a hashtag #facebookdown, várias reportagens estimaram milhões de pessoas afetadas.

    A BBC e alguns outros veículos de mídia disseram ter sido a pane mais longa da plataforma. A Reuters não conseguiu verificar estas afirmações de imediato.

    Representantes do Facebook foram ao Twitter para atualizar os usuários sobre os problemas.

    Um porta-voz do Facebook, quando a Reuters lhe pediu mais detalhes, só repetiu o comunicado inicial sobre a pane emitido na quarta-feira, dizendo que a empresa está trabalhando para resolver a questão o mais rápido possível.

    Aplicativos do Instagram, Whatsapp e Facebook não funcionaram durante boa parte da quarta-feira, mas a rede de compartilhamento de fotos disse ter voltado ao ar na manhã desta quinta-feira. O Facebook ainda não forneceu nenhuma atualização sobre seus outros serviços.

    'Estamos de volta', tuitou o Instagram com um GIF de Oprah Winfrey gritando com entusiasmo.

    Usuários de redes sociais de algumas partes dos Estados Unidos e da Europa, assim como do Japão, foram afetados pela interrupção, de acordo com o mapa de panes ao vivo do DownDetector.

    'Galera, não recebi minha dose diária de memes ultrapassados, e acho que é por isso que estou ranzinza. #FacebookDown', tuitou a usuária Mayra Mesina.

    A empresa sediada em Menlo Park, na Califórnia, que recebe a maior parte de sua renda de anúncios, disse à Bloomberg que ainda está investigando o impacto geral, 'incluindo a possibilidade de ressarcimento dos anunciantes'.

    O Facebook ainda disse no Twitter que o problema não tem relação com um ataque distribuído de negação de serviço (DDoS).

    Em um ataque DDoS, hackers usam redes de computadores que controlam para enviar um número tão grande de pedidos de informação de sites que os servidores que os abrigam não conseguem mais administrar o tráfego e os sites se tornam inacessíveis.

    (Por Mekhla Raina e Subrat Patnaik, em Bengaluru)

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    Canadá aprova audiência de extradição de executiva detida da Huawei

    Por David Ljunggren

    OTTAWA (Reuters) - O governo canadense, conforme esperado, informou nesta sexta-feira que permitirá audiência de extradição da vice-presidente financeira da Huawei Technologies, que foi detida no Canadá no fim do ano passado.

    Meng Wanzhou, atualmente em prisão domiciliar, comparecerá diante da corte em Vancouver em 6 de março para definição do dia da audiência. Meng e a Huawei enfrentam acusações dos Estados Unidos de conspirar para violar sanções norte-americanas ao Irã.

    'Hoje, autoridades do departamento de Justiça do Canadá emitiram autorização, formalmente iniciando o processo de extradição de Meng Wanzhou', informou o governo em comunicado.

    'O departamento está satisfeito que... haja evidência suficiente para ser apresentada diante de um juiz de extradição.'

    Especialistas jurídicos previram que Ottawa daria sinal verde para o processo dada a relação judicial próxima entre Canadá e Estados Unidos.

    Pode levar anos até que a executiva seja enviada para os EUA, já que o sistema judicial canadense permite múltiplas apelações.

    A decisão deve azedar as relações já ruins do Canadá com a China, que exige a libertação de Meng.

    Após a prisão, a China deteve dois cidadãos canadenses com base em motivos de segurança nacional, e um tribunal chinês depois sentenciou à morte um canadense que anteriormente havia sido preso por contrabandear drogas.

    O ministro da Justiça canadense, David Lametti, recusou-se a comentar.

    (Por David Ljunggren)

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    Facebook diz que deu a companhias acesso a dados apenas após permissão de usuários

    (Reuters) - O Facebook afirmou nesta quarta-feira que não deu acesso a dados pessoais de seus usuários a companhias sem a permissão deles. O comentário veio como resposta à reportagem publicada pelo jornal New York Times na véspera, dizendo que a rede social permitiu que gigantes da tecnologia tivessem um acesso muito maior às informações dos usuários do que ela tinha revelado anteriormente.

    O jornal publicou que o Facebook permitiu que o sistema de busca Bing, da Microsoft, acessasse nomes de praticamente todos os amigos dos usuários da rede social sem seu consentimento, citando registros internos que descrevem acordos de compartilhamento de dados que beneficiaram mais de 150 companhias.

    'Nenhuma destas parcerias deu às companhias acesso à informação sem permissão das pessoas. As parcerias também não violaram nosso acordo de 2012 com a FTC (agência de comércio dos Estados Unidos)', disse Konstantinos Papamiltiadis, diretor de plataformas e programas para desenvolvedores do Facebook.

    O Facebook assinou em 2012 acordo com a FTC depois de acusações de que a companhia estava enganando consumidores ao forçá-los a compartilhar mais informações pessoais do que pretendiam.

    O New York Times também publicou que o Facebook deu a companhias como Netflix NFLX.O e Spotify SPOT.N capacidade de ler mensagens privadas dos usuários e permitiu à Amazon obter nomes e informações de contato dos usuários por meio de seus amigos.

    'Em nenhum momento nós acessamos as mensagens privadas das pessoas no Facebook ou pedimos capacidade para fazer isso', disse um porta-voz da Netflix.

    A Netflix lançou em 2014 um recurso que permitiu aos seus assinantes recomendarem filmes e programas de TV para amigos no Facebook por meio do aplicativo Messenger ou do próprio aplicativo da Netflix. O porta-voz afirmou que a Netflix interrompeu o serviço em 2015 por não ser popular.

    O Facebook afirmou que o acesso destas companhias, conhecidas como parceiros de integração, teve como objetivo ajudar os usuários a acessarem suas contas na rede social ou recursos especiais em dispositivos e plataformas produzidos por outras empresas como Apple, Amazon, Blackberry e Yahoo.

    O recurso também ajudava os usuários a ver recomendações de seus amigos no Facebook em outros aplicativos populares como Netflix e Spotify.

    O Facebook disse que os usuários precisavam acessar suas contas para usar estes recursos oferecidos por empresas como Apple e Amazon.

    A rede social afirmou que interrompeu praticamente todas essas parcerias nos últimos meses, com exceção de Apple e Amazon, que têm em contratos ativos.

    Mais cedo neste mês, um parlamentar britânico divulgou documentos que revelaram que o Facebook ofereceu a algumas companhias, incluindo Netflix e Airbnb, acesso a dados sobre os amigos dos usuários que não havia tornado disponível para a maioria de outros aplicativos em 2015.

    (Por Philip George em Bangalore, Índia, e Gwenaelle Barzic, em Paris)

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    Ação da Stone fecha em alta de 30% em estreia na Nasdaq, valor de mercado alcança US$9 bi

    (Reuters) - As ações da Stone fecharam em alta de 30 por cento em sua estreia na bolsa norte-americana Nasdaq nesta quinta-feira, avaliando a processadora brasileira de cartões em quase 9 bilhões de dólares.

    Os papéis abriram a 32 dólares, um terço acima do valor precificado em sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de 24 dólares.

    A Stone vendeu 50,72 milhões de ações na véspera, por valor acima da faixa indicativa, captando 1,22 bilhão de dólares, que espera usar para aquisições. Sócios da empresa venderam 4,8 milhões de ações.

    A ação da companhia encerrou em alta de 30,6 por cento, cotada a 31,35 dólares. O índice Nasdaq fechou com valorização de 2,95 por cento nesta quinta-feira.

    A PagSeguro, outra processadora brasileira de cartões de crédito que compete diretamente com a Stone, listou suas ações na Bolsa de Nova York (Nyse) em janeiro, movimentando 1,1 bilhão de reais. A ação da companhia fechou no primeiro dia com alta de 35,8 por cento.

    Entre os principais rivais da Stone, também estão a Cielo, maior processadora de pagamentos do Brasil, que fechou nesta quinta-feira em queda de 2,4 por cento.

    A Stone atraiu nomes famosos para o IPO como a Ant Financial, subsidiária de pagamento da gigante de e-commerce chinesa Alibaba, que aportou 100 milhões de dólares na operação; e a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, que demonstrou interesse em comprar até 14,2 milhões de ações.

    A Stone, que atende mais de 200 mil comerciantes online e em unidades físicas, faz de processamento de pagamentos, incluindo máquinas para pontos de venda e serviços de meios de pagamentos. Ela é controlada pelos fundadores André Street e Eduardo Pontes.

    A Madrone Capital Partners, empresa de investimentos dos EUA que administra parte da fortuna da família Walton family, controladora do Walmart, tem uma fatia de 5,3 por cento nas ações de classe A da Stone, e a Tiger Global Management tem uma participação de 7,1 por cento nos papéis de classe B.

    Os acionistas da Stone incluem ainda os sócios da 3G Capital, os bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira,

    A Stone divulgou receita de 164,9 milhões de dólares para os primeiros seis meses de 2018, quase o dobro de um ano antes. O lucro alcançou 22,7 milhões de dólares no período, revertendo o prejuízo do primeiro semestre de 2017.

    Goldman Sachs, J.P. Morgan, e Citigroup coordenaram o IPO.

    (Por Bharath Manjesh)

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    Placeholder - loading - Imagem da notícia Facebook detecta violação de segurança que afetou 50 milhões de usuários

    Facebook detecta violação de segurança que afetou 50 milhões de usuários

    (Reuters) - O Facebook descobriu uma violação de segurança que afetou cerca de 50 milhões de contas de usuários, o que poderia permitir que hackers assumissem o controle das contas, informou a empresa nesta sexta-feira.

    A rede social, que tem mais de 2 bilhões de usuários ativos por mês, já corrigiu a vulnerabilidade e informou às autoridades competentes.

    Os invasores roubaram senhas de acesso ao Facebook através do recurso 'ver como', que eles poderiam usar para assumir as contas. O 'ver como' é uma ferramenta que permite aos usuários visualizar como seu perfil é apresentado para outra pessoa.

    'No momento, não temos nenhuma evidência que sugira que essas contas tenham sido comprometidas', disse o presidente-executivo, Mark Zuckerberg, numa publicação no Facebook.

    O Facebook redefiniu as senhas das 50 milhões contas afetadas. Como precaução, a empresa também redefiniu as senhas de outras 40 milhões de contas que usam a opção 'ver como' no último ano.

    Cerca de 90 milhões de pessoas terão que entrar novamente no Facebook ou em um dos aplicativos da empresa, como o Instagram, que usam a mesma senha do Facebook, informou a empresa.

    O Facebook também está desativando temporariamente o recurso 'ver como'.

    A empresa precisa continuar a desenvolver novas ferramentas para tornar suas contas mais seguras e evitar incidentes semelhantes, acrescentou Zuckerberg.

    No início do ano, a rede social se envolveu em um escândalo, após os dados de 87 milhões de usuários serem acessados ??indevidamente pela consultoria política Cambridge Analytica.

    Em 2013, o Facebook também divulgou uma falha de software que expôs 6 milhões de usuários e endereços de email a pessoal não autorizados por um ano, enquanto uma falha técnica em 2008 revelou datas de nascimento confidenciais de 80 milhões de usuários.

    (Por Munsif Vengattil)

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    Ministério Público denuncia hackers suspeitos de roubar mais de R$30 milhões em fraudes virtuais

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Ministério Público do Rio de Janeiro apresentou denúncia, nesta segunda-feira, contra 237 integrantes de organização criminosa suspeita de aplicar fraudes bancárias virtuais e de lavagem de dinheiro, causando prejuízo estimado de mais 30 milhões de reais, informou o MPRJ.

    Foram expedidos 45 mandados de prisão a serem cumpridos pela Polícia Civil nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Bahia como parte da denúncia, que foi apresentada como parte da segunda fase da operação Open Doors, deflagrada originalmente em agosto de 2017, disse o Ministério Público em comunicado.

    Nessa nova fase, segundo o MPRJ, são acusados hackers integrantes da organização que tinham domínio sobre os golpes aplicados, entre elas a modalidade conhecida como 'trampo físico'.

    Nesse golpe, os suspeitos enviavam emails ou mensagens de texto, personificando instituições bancárias e alertando sobre a suposta necessidade de atualização de segurança da conta, indicando link de acesso. Ao clicar no link, a vítima era direcionada para site malicioso, que capturava as informações de sua conta, possibilitando a retirada fraudulenta de valores, segundo o MPRJ.

    Em outra modalidade, um componente da quadrilha ligava para as potenciais vítimas, se fazendo passar por funcionário de instituição bancária, para obter dados pessoais, segundo o MPRJ. 'No passo seguinte, o golpe tinha continuidade, conseguindo o agente criminoso ludibriar, inclusive, funcionários do setor financeiro de grandes corporações', informou o Ministério Público.

    Com a aplicação de golpes do tipo, o MPRJ estima que a organização tenha roubado mais de 30 milhões de reais entre 2016 e 2017. A denúncia aponta, ainda, que após as fraudes, os integrantes da organização lavavam o dinheiro roubado com a compra de terrenos, apartamentos e salas comerciais.

    'Somando-se as duas etapas, a Open Doors já identificou e indiciou 320 indivíduos em todo o Brasil -- numa clara demonstração de que o grupo criminoso é extremamente estruturado e, sua atuação, complexa', afirmou o MPRJ.

    (Por Maria Clara Pestre, no Rio de Janeiro)

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