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    Hoje em dia mais crianças são diagnosticadas com TDAH, segundo estudo americano

    Entenda o porquê do aumento de diagnóstico e quais as crianças mais afetadas.

    Por Letícia Furlan

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    Uma em cada 10 crianças nos Estados Undios foi diagnosticada com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH), de acordo com os últimos dados federais.

    Os resultados, que foram publicados na JAMA Network Open, sugerem que o TDAH - que é caracterizado por desatenção consistente, hiperatividade e impulsividade - está sendo diagnosticado com mais freqüência do que há duas décadas. Cerca de 6% das crianças americanas com idades entre 4 e 17 anos foram diagnosticadas com o transtorno em 1997 e 1998, em comparação com 10,2% em 2015 e 2016, de acordo com o documento.

    Os pesquisadores acompanharam essas mudanças analisando dados da Pesquisa Nacional de Entrevistas de Saúde (NHIS) do Centro para Controle e Prevenção de Doenças, na qual os pais respondem perguntas sobre a saúde de seus filhos. Durante o período de estudo de 20 anos, o NHIS coletou dados de TDAH para cerca de 186.500 crianças entre 4 e 17 anos.

     

    As respostas de 2015-2016 refletiram aumentos nos diagnósticos de TDAH relatados em toda a demografia, em comparação com as respostas tabuladas em 1997-1998. Mas os dados mais recentes também revelaram várias disparidades atuais nas taxas de diagnóstico. 

    Os diagnósticos de TDAH foram muito mais comuns entre meninos do que meninas em 2015 e 2016: 14% contra 6,3%. Os diagnósticos também se tornaram mais comuns com o aumento da idade; 13,5% das crianças entre 12 e 17 anos tiveram diagnóstico, comparado a 7,7% das crianças entre 4 e 11 anos. E os diagnósticos do transtorno foram mais comuns entre as crianças negras (12,8%), seguidas pelas brancas (12%) e hispânicas (6,1%). 

    Não está totalmente claro por que essas disparidades existem ou por que os diagnósticos de TDAH estão em ascensão no geral. Mas o estudo sugere que uma maior conscientização da condição e mudança nos critérios diagnósticos podem explicar parcialmente os números mais altos. Melhor acesso aos cuidados e enfraquecimento dos estigmas em torno dos cuidados de saúde mental, particularmente entre as populações minoritárias, pode também ter levado a mais diagnósticos, escrevem os autores. 

    Um estudo separado do JAMA, publicado em julho, também sugeriu que o uso desenfreado de tecnologia entre os adolescentes americanos pode estar contribuindo para o aumento das taxas de TDAH. 

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